31 de dezembro de 2012

2013

O Desejo para o Novo Ano - Feliz 2013

Se eu Pudesse

“Se eu pudesse deixar algum presente a você, deixaria aceso o sentimento de amar a vida. A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo afora. Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem. 
Daria a capacidade de escolher novos rumos, novos caminhos. 
Deixaria, se pudesse, o respeito àquilo que é indispensável: Além do pão, o trabalho. Além do trabalho, a ação. 
Além da ação o cultivo à amizade. E, quando tudo mais faltasse, um segredo:
O de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída.” 

( Mahatma Gandhi )


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30 de dezembro de 2012

Como são diagnosticadas e tratadas lesões e doenças no trabalho



Como são diagnosticadas e tratadas lesões e doenças no trabalho

 O corpo humano tem uma incrível capacidade de regenerar os tecidos lesionados por movimentos e esforços excessivos, mas precisa de um tempo para isso. Se as atividades que geraram o problema continuarem sendo repetidas, a lesão progride, e a dor torna-se cada vez mais constante.
São as tendinites, tenossinovites, bursites, síndrome do túnel do carpo e várias outras doenças agrupadas sob a denominação distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (DORT).
Anteriormente denominadas lesões por esforços repetitivos (LER), essas doenças vêm crescendo em todo o mundo e são uma das principais causas de afastamento do trabalho. Mas as atividades profissionais não são as únicas vilãs. Esforços excessivos e repetitivos nos esportes, em tarefas domésticas e até nas horas de lazer na frente do computador ou do videogame podem favorecer o surgimento dessas enfermidades.

Segundo a Dra. Alessandra Passos, fisiatra do Einstein, nos anos 70 essas doenças eram vistas principalmente como males relacionados a esforços repetitivos no trabalho e numa perspectiva mais física. “Atualmente, o entendimento é mais amplo. Não se limita ao aspecto físico ou biomecânico. Abrange outras dimensões, inclusive a emocional ou psicológica”, afirma a médica.

Hoje as pessoas estão expostas a um ambiente profissional mais estressante, caracterizado pelas pressões de produtividade, competitividade e prazos; são mais sedentárias que as gerações passadas, em função das facilidades e tecnologias da vida moderna, e acabam expondo o organismo além dos limites que ele tem capacidade de suportar. “Mas duas pessoas que exercem a mesma atividade, trabalhando o mesmo número de horas, irão reagir de maneira diferente, em função de um conjunto de fatores – das características físicas e genéticas às posturas que adotam na execução da atividade ou à forma de lidar com as pressões”, afirma a fisiatra. “É preciso, portanto, considerar todo o conjunto de elementos relacionado a cada indivíduo. É importante tratar a consequência, mas é necessário tratar também a causa”, completa a Dra. Alessandra.

Diagnóstico

Em geral, o diagnóstico é feito na consulta médica, a partir do exame clínico, dos sintomas descritos pelo paciente e do relato de suas atividades e hábitos que possam ter originado o problema ou que podem agravá-lo. O questionamento é exaustivo e abrangente: o que acontece em casa e no trabalho, atividades que exigem esforços excessivos ou repetitivos, qual tempo dedicado a elas, como e quanto a pessoa dirige, se fica sentado, qual altura da cadeira; modelo e peso da bolsa ou mochila que usa habitualmente; como dorme, tipo de colchão e travesseiro; altura do monitor do computador, tipo de mouse, etc. Em alguns casos, o médico poderá solicitar exames complementares, como ultrassonografia, ressonância magnética e eletroneuromiografia.

De acordo com o Dr. Mário Guarnieri, ortopedista e especialista em cirurgia das mãos, as LER são, normalmente, lesões pouco graves. “Geralmente, o que falta é repouso adequado ou irrigação sanguínea para que o tecido possa cicatrizar”, afirma ele. “Quando um atleta profissional rompe um tendão, ele é colocado em repouso para que o corpo possa fazer a reparação dos tecidos. Mas uma pessoa que trabalha nem sempre consegue parar. Acaba mantendo o esforço e não dá tempo de cicatrização para o organismo, fazendo com que a lesão progrida”.
Por isso, segundo o médico, é importante a conscientização do paciente, dedicando tempo para explicar a ele qual é o seu problema, como o mal poderá evoluir e como ele próprio pode ajudar na recuperação. “É mais fácil obter a adesão do paciente ao tratamento se ele entende o que está acontecendo e o que pode ou não pode fazer para ajudar”, afirma o Dr. Mário. “Se eu não explicar à pessoa que estou imobilizando seu braço para favorecer o descanso da musculatura daquela região e agilizar a recuperação dos tecidos afetados, ela vai fazer força dentro do gesso, e o procedimento será inútil”, exemplifica ele.

Tratamento

Os tratamentos variam segundo cada caso e tipo de doença. Idealmente a abordagem deve incluir o apoio de uma equipe multiprofissional – ortopedista, fisiatra, fisioterapeuta, psicólogo, nutricionista e acupunturista, entre outros -, contemplando, além da dimensão física, os aspectos psicológicos, estilo de vida, etc.
Novos recursos, como a toxina botulínica, vêm se somando ao arsenal de tratamentos. Semelhante à aplicação estética contra rugas, a toxina paralisa por um período as contrações do músculo, que ganha um tempo de repouso para se restabelecer. Já o tratamento por ondas de choque (o mesmo equipamento usado para bombear pedras no rim) pode ser utilizado em casos mais específicos e vem sendo adotado em tendinites calcárias (acúmulo de cálcio nos tendões).

Entenda a diferença entre tendinite e bursite

Essa terapia gera um aumento local de vasos (neoangiogênese) e de substâncias que são potencialmente vasodilatadoras. “O objetivo é aumentar a irrigação sanguínea, o que ajuda na cicatrização da lesão”, explica o Dr. Mário. Outro recurso – este ainda sem comprovação científica e, por isso, foco de algumas controvérsias na comunidade médica – é o plasma rico em plaquetas (PRP). Obtido do sangue do próprio paciente, o concentrado de plaquetas é aplicado na área afetada, também com o objetivo de ativar o processo de cicatrização.

Tradicionais ou modernos, é vasto o leque de tratamentos. Mas melhor mesmo é prevenir as LER/DORT. As recomendações básicas são: atenção para adotar as posturas adequadas; cuidados com a ergonomia (mobiliário adequado, disposição e altura dos equipamentos, como a tela do computador, posicionamento do teclado e do mouse, apoio para os pés); alongamento e fortalecimento dos músculos mais exigidos; intercalar tarefas (entremear, por exemplo, o trabalho no computador com ligações telefônicas; ou a atividade de passar roupa com a de arrumar a louça); e fazer pausas regulares durante as atividades repetitivas.

Fonte: Hospital Albert Einstein
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Males do Trabalho Noturno




Se não há outra opção de horário, o jeito é saber segredos para que falta de sono não prejudique a saúde

Seja por hábito ou por exigência da profissão, muitas pessoas literalmente trocam o dia pela noite. O que muitas delas não sabem é que isso pode resultar em problemas de saúde que vão desde cansaço físico, passando por complicações no estômago, até transtornos graves de humor.

“O ato de dormir está relacionado com o período escuro. Trocar a ordem dia/noite pode trazer distúrbios físicos, mentais e sociais”, alerta Marcelo Jorge de Souza Andrade, especialista em medicina do sono.


O médico explica que o organismo realiza uma espécie de ritual para se preparar para o sono. Enquanto a temperatura corporal e a frequência dos batimentos cardíacos diminuem, há um aumento na produção de melatonina – hormônio que provoca a sensação de sonolência. Como a luz do dia interfere  nestes processos, o profissional que atua à noite pode ter dificuldades para descansar quando completa seu turno de trabalho.

“Ao incidir sobre a retina, a luz do dia leva estímulos nervosos à glândula pineal, inibindo a produção de melatonina. Ao sair do trabalho pela manhã, as pessoas, muitas vezes, tomam sol durante o trajeto de volta para casa. Por conta disso, elas não conseguem dormir direito no restante do dia”, diz o especialista.
O neurologista Rogério Ayres de Oliveira também faz um alerta: “Dentre os problemas que essa privação do sono pode causar estão a fadiga, a perda de concentração e a predisposição para transtornos de humor, como ansiedade e depressão”.

O fato de a pessoa  “funcionar” em um ritmo diferente dos demais pode fazer com que ela perca o contato com amigos e família – o que aumenta os riscos de depressão. Além disso, segundo Marcelo, o trabalhador que atua na madrugada tem  mais chance de se divorciar.
boa alimentação/Gastrite, doença do refluxo e úlcera são outras complicações que frequentemente acometem esse tipo de profissional. Isso acontece porque os horários das refeições ficam desregulados e ele passa a consumir alimentos pouco nutritivos.

“Eu tive um princípio de gastrite, pois comia muita besteira. Só fui melhorar quando me mudaram para o período da manhã”, conta a jornalista Patrícia Vergara, que trabalhou por três meses no turno da madrugada (da 0h às 7h).

Fonte:Diário de São Paulo

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Cartilha NR 17 Ergonomia ( Checkout )


Com o objetivo de orientar os trabalhadores e as trabalhadoras do comércio sobre segurança no trabalho, o Sindicato dos Comerciários de Salvador, através da sua Secretaria de Saúde, preparou uma cartilha sobre a Norma Regulamentadora 17 (NR17).

Assuntos como:
Ergonomia, mobiliários e equipamentos; condições ambientais e organização do trabalho, tratados na Cartilha, vão colaborar para a categoria identificar as irregularidades e informar o Sindicato, para que tome as devidas providências junto às empresas.

A publicação foi lançada no V Encontro de Cipistas, que aconteceu em agosto desse ano, informou  Gilmara Iglesisas.

Vale a pena conferir o material, lembrando que o mesmo se encontra em nossa página de Download. Estejam a vontade para baixar.  Segue o link de nossa página Baixe Aqui
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21 de dezembro de 2012

Brigada de Incêndio em Canaviais



O Instrutor Eduardo Mendes ( Técnico em Segurança do Trabalho, Bombeiro Profissional Civil Líder, Alpinista Industrial )  formou mais uma Brigada de Incêndio em Canavial, constituída por 80 participantes para uma das Usinas de Açúcar e Álcool clientes do Grupo Alpha Seg, essa formação contou com 24 horas de treinamento que incluíram:


Teoria do fogo
Métodos de Extinção do Fogo,
Tipos de Combustíveis,
Pontos de Temperatura,
Classes de Incêndio e Agentes Extintores,
Equipamentos de Prevenção e Combate a Incêndio,
Caminhão Pipa Bombeiro,
Abafadores,
Métodos de Aceiro ( molhado e Seco ),
Maneabilidade com Mangueiras e Extintores,
Maneabilidade com Canhões Monitores e de Caminhão Pipa Bombeiro,
Aula de Primeiros Socorros Aplicado entre outros.

Esse trabalho já é conhecido por alguns Grupos Sucroalcooleiros e o instrutor é solicitado pelo menos 4 vezes ao ano para Gerenciar a Brigada de Combate a Incêndio em Canavial onde as empresas participantes obtém um excelente aproveitamento em prevenção a acidentes e conscientização por parte dos trabalhadores no uso de equipamento de prevenção e combate a incêndio nos Canaviais.


O Treinamento contou com o apoio do SESMT e Segurança Patrimonial, visando deixar mais colaboradores treinados para casos emergenciais.
Também foi ministrado treinamento de Primeiros Socorros aplicado, onde foi muito proveitoso e contou com a participação da equipe de Enfermagem da Empresa ( Todos como alunos ).

O instrutor também ministrou aula de uso de Veículo de Emergência ( Ambulância ), para uso correto de seus equipamentos e acessórios.



Mais uma brigada bem formada para usar os equipamentos de prevenção e combate a incêndio que se fizerem necessários tanto nos canaviais como dentro da própria empresa. 


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20 de dezembro de 2012

Fundacentro lança publicação sobre Benzeno


Por Cristiane Reimberg da Fundacentro

A Fundacentro lançou a publicação “Efeitos da Exposição ao Benzeno para a Saúde” em dezembro. Esse é o primeiro fascículo de uma série que explorará diversos aspectos relacionados ao acordo e à legislação sobre o benzeno.  Serão abordados, por exemplo, temas como avaliação ambiental, gasolina, indústria petroquímica e petróleo.

O primeiro fascículo explica como o benzeno entra em nosso corpo e os danos que traz à saúde. A respiração é a via mais importante de absorção, que também pode ocorrer pela pele e, em alguns casos, pela ingestão. Há efeitos como edema (inflamação aguda) pulmonar e hemorragia nas áreas de contato.
A toxidade afeta o sistema nervoso central. Assim pode causar, conforme a quantidade absorvida: períodos de sonolência e excitação, tontura, dor de cabeça, enjoo, náusea, taquicardia, dificuldade respiratória, tremores, convulsão e perda de consciência. A intoxicação aguda leva à morte por arritmia cardíaca.

Cancerígena, a substância está associada, principalmente, à ocorrência de leucemias, mas pode provocar outros tipos de câncer como: câncer do sistema linfático (linfoma), câncer de pulmão e de bexiga. Alguns estudos o relacionam com o câncer de mama. É responsável por alterações sanguíneas, por exemplo, a leucopenia, que se caracteriza pela diminuição dos leucócitos, responsáveis por parte da defesa do organismo.

A publicação enfatiza que “não há limite seguro de exposição ao benzeno”. Também explica que o  benzenismo é um conjunto de sinais, sintomas e complicações decorrentes da exposição aguda ou crônica ao benzeno. Possui natureza ocupacional. Por isso, os trabalhadores devem ter acompanhamento médico e passar por exames clínicos e laboratoriais.

A publicação, de autoria das pesquisadoras Arline Arcuri e Luiza Cardoso, entre outros, ainda aborda o indicador biológico de exposição, instrumentos para vigilância e melhores práticas de acompanhamento dos trabalhadores. Apresenta também um cordel, de autoria do técnico de segurança da Fundacentro /PE, Graco Medeiros: “O benzeno é um produto que derruba até o cão”. O material, disponível em versão impressa, em breve será colocado em versão digital no site da Fundacentro, no link Publicações.

Esse é mais um material muito interessante que logo será disponibilizado para download, mesmo assim visitem o site e deem uma olhada.

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18 de dezembro de 2012

Inspeção de Ferramentas de Trabalho

Inspeção de Ferramentas de Trabalho


Os Acidentes também acontecem com a falta de cuidado na utilização das ferramentas manuais, por causa de um pequeno detalhe na ferramenta pode causar um grande dano no colaborador, veja algumas dicas de Prevenção abaixo para evitar os acidentes com   ferramentas.
  • Selecione a ferramenta adequada para o trabalho; inspecione-a e use-a corretamente;
  • Não improvise ferramentas no trabalho, pois é perigoso. Por exemplo, não use alicate como martelo, chave de fenda com alavanca e outros usos impróprios;
  • Não utilize ferramentas defeituosas, gastas ou em mau estado;
  • Substitua-as ou solicite o reparo necessário;
  • Conserve suas ferramentas em boas condições e guarde-as em ordem em local seguro;                                                    
  • Não carregue ferramentas nos bolsos;
  • Não use uma ferramenta manual com pressão excessiva ou força exagerada;
  • Jamais acople qualquer tipo de alavanca ou prolongador para aumentar a força sobre uma ferramenta;                          
  • Todas as ferramentas elétricas portáteis devem ser aterradas ou possuir isolamento duplo;
  • Não trabalhe com ferramentas elétricas se estiver com as mãos molhadas ou sobre piso úmido;
  • Proteja o fio elétrico contra danos, evitando arrastá-lo pelo chão, força-lo sobre cantos vivos ou puxá-lo para desligar a ferramenta. Coloque-o fora de passagem de veículos e pedestres;
  • Da mesma forma, ao utilizar uma ferramenta pneumática, proteja a mangueira contra danos e nunca a dobre para interromper o fluxo de ar.
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Cursos Profissionalizantes Abordarão Segurança no trabalho

CURSOS PROFISSIONALIZANTES ABORDARÃO SEGURANÇA NO TRABALHO


Grade curricular de cursos profissionalizantes abordará Segurança noTrabalho.

A pedido do TST, grade curricular de cursos profissionalizantes abordará Segurança no Trabalho.


Com o objetivo de estimular a prevenção de acidentes na busca por um trabalho seguro, temas como legislação trabalhista e segurança no trabalho deverão fazer parte dos currículos de cursos de formação profissional técnica e de educação ambiental do país.


A inclusão, solicitada pelo Tribunal Superior do Trabalho, foi atendida pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) que compreendeu medidas voltadas à prevenção de acidentes no ambiente de trabalho em duas Resoluções que definem diretrizes curriculares nacionais.

Com a regulamentação da Resolução nº 6/2012, por exemplo, os currículos dos cursos de educação profissional técnica de ensino médio devem proporcionar aos estudantes fundamentos de empreendedorismo, cooperativismo, tecnologia da informação, legislação trabalhista, ética profissional, segurança do trabalho, entre outros.

Já na área de Educação Ambiental, a Resolução nº 2/2012 estipula que as instituições de ensino devem contribuir para a valorização dos conhecimentos referentes à saúde ambiental, inclusive no meio ambiente de trabalho, com ênfase na promoção da saúde para melhoria da qualidade de vida.

Em novembro de 2011, o presidente do TST encaminhou ofício ao CNE solicitando a possibilidade da regulamentação para que questões de segurança, higiene e meio ambiente de trabalho fossem incluídas em todos os níveis de ensino e de treinamento, inclusive naqueles do ensino superior técnico, médico e profissional, com o objetivo de satisfazer as necessidades de treinamento de todos os trabalhadores.


A iniciativa foi tomada após a celebração do Protocolo de Cooperação Técnica entre o Tribunal Superior do Trabalho e Conselho Superior da Justiça do Trabalho com os Ministérios da Saúde, do Trabalho e Emprego, da Previdência Social e com a Advocacia Geral da União.


O objetivo é unir esforços para a implementação de medidas e ações voltadas à prevenção de acidentes de trabalho e ao fortalecimento da Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho.


Fonte: Tribunal Superior do Trabalho   
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17 de dezembro de 2012

Primeiros socorros na empresa o que deve conter ?



Primeiros Socorros na empresa o que deve conter?
Muitas pessoas nos perguntam o que realmente  deve  conter  nas  caixas  de  primeiros socorros  na empresa, entre eles estão técnicos em segurança e até mesmo enfermeiros, sendo assim segue a lista. Mas vamos lá sanar a duvida.

De acordo com a NR 7 – PCMSO ( Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional )
7.5.1 Todo o estabelecimento deve ser equipado com material necessário à prestação de primeiros socorros, considerando-se as características próprias da atividade desenvolvida.
Esse material deve ser guardado em local adequado e de fácil acesso, aos cuidados de pessoa treinada para este fim.

Também deverá possuir pessoas com treinamento e conhecimento em Primeiros Socorros ( ferimentos, queimaduras em geral, intoxicação, envenenamento, desmaios, convulsões, males súbitos, etc. )



Conteúdo de um Kit Básico para Primeiros Socorros

Instrumentos

• Termômetro;
• Tesoura;
• Pinça;
• Máscara Proteção Facial;                                                                      
• Luvas tipo cirúrgica ( látex );
• Colar Cervical;
• Óculos de proteção ( transparente );


Material Para Curativo                                                            

• Algodão hidrófilo;
• Gaze esterilizada;
• Esparadrapo;
• Ataduras de crepe;
• Caixa de curativo adesivo ( band – aid )
• Anti-séptico;                          
• Solução de Iodo;
• Solução de Timerol;
• Água oxigenada 10 volumes;
• Álcool a 70%;
• Éter;
• Água boricada;


Medicamentos

Gostaria de salientar que adicionar os medicamentos fica a critério do Médico do Trabalho ou Enfermeiro do Trabalho responsável na Empresa, entanto existe o Decreto 20.931 de 11 de Janeiro de 1932, que determina a prescrição de medicamentos é dos deveres do profissional médico, além de cirurgião dentista e Enfermeiros, a ninguém mais é dado o direito da prescrição médica sob pena de ação civil e criminal. Diante disto instruímos todos os nossos Clientes a não ter nenhum medicamento que não seja devidamente autorizado pelo Médico do Trabalho ou Enfermeiro do Trabalho. 


Outros

 • Conta gotas;
• Copos de plástico ( café e água ) para remédios líquidos;
• Saco Plástico Auto vedante e para Lixo Séptico;
• Maca para transporte de acidentado;
• Talas para Imobilização.


Devem ser adicionados os equipamentos em que o Médico do Trabalho ou Enfermeiro do Trabalho responsável pela empresa julgar necessário, desde que seu pessoal seja regularmente treinado quanto ao uso dos mesmos.


Se gostou do artigo, se foi útil para você, deixe seu comentário!



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12 de dezembro de 2012

Alteração do Anexo II da NR 28

Portaria MTE nº 2.033, de 07.12.2012 - Altera o Anexo II da Norma Regulamentadora nº 28.

O Ministro de Estado do Trabalho e Emprego no uso das atribuições que lhe conferem o inciso II do parágrafo único do art. 87 da Constituição Federal e os arts. 155 e 200 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, aprovada pelo Decreto nº 5.452, de 1º de maio de 1943,
Resolve:
Art. 1º Alterar, no Anexo II da Norma Regulamentadora nº 28, o código de ementa do subitem 18.15.56.1 e inserir o código de ementa do subitem 18.15.56.5 da Norma Regulamentadora nº 18 (Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção) nos termos a seguir:
18.15.56.1 218960-7 4 S
18.15.56.5 218961-5 4 S
Art. 2º Alterar, no Anexo II da Norma Regulamentadora nº 28, o código de ementa dos subitens 33.3.5.3; 33.3.5.4 e 33.3.5.5 da Norma Regulamentadora nº 33 (Segurança e Saúde no Trabalho em Espaços Confinados) nos termos a seguir:
33.3.5.3 133085-3 3 S
33.3.5.4 133086-1 2 S
33.3.5.5 133087-0 2 S
Art. 3º Inserir, no Anexo II da Norma Regulamentadora nº 28, os códigos de ementa das alíneas "a" e "b" do subitem 34.6.5.2 e alíneas "a" e "b" do subitem 34.6.9.9.1 da Norma Regulamentadora nº 34 (Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção e Reparação Naval) nos termos a seguir:
34.6.5.2 "a" 134398-0 4 S
34.6.5.2 "b" 134399-8 4 S
34.6.9.9.1 "a" 134400-5 4 S
34.6.9.9.1 "b" 134401-3 4 S
Art. 4º Esta Portaria entra em vigor na data da sua publicação.
Carlos Daudt Brizola
Diário Oficial da União, Seção 1.
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Alpha Seg 2012 2

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4 de dezembro de 2012

Prevenção a Riscos Ambientais - PPRA ( Parte I )


O PPRA - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, que é um programa obrigatório a todas as empresas e que está presente na legislação de Segurança do Trabalho na NR-9, acaba sendo falho na maior parte dos casos naquilo que seria o seu objetivo maior que é a Prevenção dos Riscos Ambientais. As etapas definidas por este programa são:
Antecipação;
Reconhecimento;
Controle e;
Avaliação dos riscos ambientais.

A sua primeira etapa que é a de antecipação  dos riscos que deveria dar parâmetros para que a empresa planejem suas modificações de forma segura, geralmente é negligenciada e o que realmente funciona é o controle dos riscos ambientais.

O reconhecimento dos riscos que já existem na empresa é uma parte muito importante do programa  e dão parâmetros para que se controlem estes riscos adequadamente de forma coletiva ou individual quando não é possível controlar imediatamente de forma coletiva. Quando a empresa não se antecipa aos riscos ambientais provocados por mudanças na empresa, a mesma corre o risco de aumentar os riscos já existentes no ambiente.

Isso pode ser: aumento de ruído no ambiente, uso de um produto mais nocivo do que o já utilizado e problemas ergonômicos gerados pela falta de planejamento do posto de trabalho.

As mudanças em um ambiente de trabalho devem ser utilizadas como uma oportunidade de aperfeiçoamento no ambiente de trabalho da empresa. E isso pode ser adequadamente equacionado com a antecipação dos riscos ambientais. Por isso alem de controlar os riscos as empresas devem ser incentivadas a realizar corretamente a antecipação dos riscos ambientais.

Tabela sobre os Riscos Ambientais

 
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