31 de dezembro de 2013

2014

O Desejo para o Novo Ano - Feliz 2014

Se eu Pudesse


“Se eu pudesse deixar algum presente a você, deixaria aceso o sentimento de amar a vida. A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo afora. Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem. 
Daria a capacidade de escolher novos rumos, novos caminhos. 
Deixaria, se pudesse, o respeito àquilo que é indispensável: Além do pão, o trabalho. Além do trabalho, a ação. 
Além da ação o cultivo à amizade. E, quando tudo mais faltasse, um segredo:
O de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída.” 
( Mahatma Gandhi )
 
 

 
  •  Facebook
  •  Twitter
  •  Google+
  •              Print Friendly Version of this pageImprimir Get a PDF version of this webpagePDF   

17 de dezembro de 2013

Profissional deve se atentar os dados de trabalho insalubre

O trabalhador que fica exposto a agentes nocivos à saúde – como produtos químicos tóxicos ou ruído elevado – deve ficar atento ao preenchimento, pela empresa, do PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário). Trata-se de formulário que comprova essa exposição e que é peça importante para que a pessoa tenha direito à aposentadoria especial, em que se reduz o tempo necessário de contribuição para que ele comece a receber o benefício do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

Funcionário de indústria química da região informou que já recebeu, da mesma empresa, dois formulários desse tipo com informações diferentes no que se refere ao ruído a que ele é submetido. Também constatou, nesses documentos, descrição do cargo que diverge da função que de fato ele exerce. Ele relatou seu problema por meio do Seu Previdêncio (seuprevidencio@dgabc.com.br) e preferiu não se identificar.

Informações erradas no formulário não são incomuns, assinala José Freire da Silva, que é coordenador da Secretaria de Saúde, Trabalho e Meio Ambiente do Sindicato dos Químicos do ABC e integrante do Conselho da Previdência Social de Santo André. Segundo ele, entre as razões para aparecerem dados equivocados está o fato de que muitas companhias contratam consultorias de PCMSO (Programas de Controle Médico de Saúde Ocupacional), as quais prestam, com frequência, serviços para várias indústrias ao mesmo tempo. “Temos encontrado absurdos, como um PPP de outra empresa (que não a do trabalhador) em que só foi trocado o nome do funcionário.”

Por causa desses problemas de erro no preenchimento e de reclamações dos trabalhadores, Freire da Silva afirma que o sindicato tem vinculado a entrega do documento, por parte da empresa, à homologação da rescisão trabalhista. “Porém, não temos estrutura para averiguação dos dados”, acrescenta. Além disso, recentemente houve reunião do Conselho da Previdência no município para debater divergências contidas nos formulários.

COMO PROCEDER - Caso a pessoa desconfie que os dados de seu PPP estão incorretos, inicialmente é aconselhável que procure sua empresa para tentar tirar dúvidas e, eventualmente, obter a retificação dos dados, afirma Freire da Silva.

A advogada previdenciária Caroline Galvez, do escritório Innocentini, concorda com o sindicalista. Ela acrescenta que, outra saída, principalmente se a companhia não quiser alterar o que o funcionário considerou incorreto, pode ser consultar a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego. Os empregadores também são obrigados a elaborar, por meio de engenheiro ou técnico do trabalho, outro documento: o PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais), que é alvo de fiscalização do órgão federal e cujos dados podem ser confrontados com o PPP.

Por sua vez, o dirigente sindical afirma que, na hora de o trabalhador buscar a aposentadoria, a Previdência Social pode solicitar às companhias o LTCAT (Laudo Técnico de Condições de Trabalho), que é preenchido por médico do trabalho habilitado e que deveria servir de base para a formulação do perfil profissiográfico dos empregados.

Formulário será colocado na internet
O PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário) pode ser obtido pelo trabalhador quando for realizada a rescisão do contrato de trabalho ou, a qualquer momento, quando ele solicitar à empresa, para reconhecimento dos períodos em que atuou em condições especiais. No entanto, decreto 8.123 publicado no dia 17 de outubro estabeleceu que o profissional terá acesso por meio eletrônico às informações prestadas pela empresa sobre o seu PPP, e que ele poderá pedir a retificação ao órgão federal quando perceber que há erro no preenchimento por parte dos patrões.
Dessa forma, há a perspectiva de que o documento esteja disponível na internet, em breve. No entanto, isso ainda depende de adequações por parte da Previdência que ainda não foram finalizadas. No site do ministério consta: “Estamos transformando o formulário em um sistema: as empresas terão acesso ao programa, farão as atualizações necessárias e enviarão para a Previdência Social, a exemplo do funcionamento do programa de declaração de Imposto de Renda”.

É informado também que “o PPP Eletrônico deverá, a princípio, estar disponibilizado na internet, possibilitando que o trabalhador possa acessá-lo por meio de senha individual, permitindo assim o acompanhamento do preenchimento e das atualizações; a solicitação de retificação de possíveis erros; a emissão e impressão imediata quando necessitar.”

(Fonte: Diário do Grande ABC – 14/12/2013)

  •  Facebook
  •  Twitter
  •  Google+
  •              Print Friendly Version of this pageImprimir Get a PDF version of this webpagePDF   

11 de dezembro de 2013

Boas Festas


Informamos aos nossos clientes e amigos que estaremos de férias coletivas no período de 20/12/2013 à 05/01/2014. Agradecemos por mais um ano em que tivemos o privilégio de tê-los conosco.
Desejamos à todos Boas Festas!
  •  Facebook
  •  Twitter
  •  Google+
  •              Print Friendly Version of this pageImprimir Get a PDF version of this webpagePDF   

10 de dezembro de 2013

NR 31 passa por discussão em SC

Ministro se reuniu com setores rurais para discutir mudanças na redação do texto da norma

Santa Catarina, 09/12/2013 - O ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, encontrou-se hoje (09), em Florianópolis, com trabalhadores rurais e empregadores para discutir a Norma Regulamentadora 31, que trata da saúde e segurança do trabalhador no campo. Após ouvir as reivindicações das classes, o ministro admitiu a hipótese de rever o texto da norma.

A NR engloba os trabalhadores que atuam na agricultura, pecuária, silvicultura, exploração florestal e aquicultura. Segundo os empregadores, há dificuldade em se adequar à norma, principalmente em relação à contratação de mão de obra e adaptação de refeitórios e banheiros. Em Santa Catarina, os plantadores de cebola, fumo e tomate já pediram maior flexibilidade por parte da fiscalização trabalhista. “Já realizamos diversas reuniões com os produtores rurais e observamos a real necessidade de ouvir os mais afetados para que as adequações atendam a todos”, declarou o superintendente regional Luis Miguel Viegas.

Manoel Dias comprometeu-se a encontrar uma solução para acabar com os problemas que vêm se arrastando há anos. “Estamos trabalhando para começar um ano diferente dos últimos e vamos chegar a um consenso”, enfatizou. Após análise das reivindicações e sugestões, a comissão formada para analisar o caso irá se pronunciar. “Se for necessário rever a Norma Regulamentadora, será feito e o novo parecer será apresentado ao Congresso Nacional”, finalizou o ministro.
 
http://portal.mte.gov.br/imprensa/nr-31-passa-por-discussao-em-sc/palavrachave/nr.htm

Ascom MTE
acs@mte.gov.br
(61) 2031-6540 // 6537
  •  Facebook
  •  Twitter
  •  Google+
  •              Print Friendly Version of this pageImprimir Get a PDF version of this webpagePDF   

4 de dezembro de 2013

Manoel Dias assina portaria que regulamenta periculosidade para vigilantes


Brasília, 02/12/2013 – Com o objetivo de melhorar as condições de trabalho para os profissionais da segurança pessoal e patrimonial, o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, assinou nesta segunda-feira (02) portaria que aprova o Anexo 3 na Norma Regulamentadora nº 16 (NR-16), que trata das atividades e operações perigosas.

A portaria define que as atividades que expõem os profissionais a roubos ou violência física são perigosas e regulamenta o adicional de periculosidade, no valor de 30%, para os vigilantes, aprovada pela Lei 12.740, de 8 de dezembro de 2012.

Durante o ano, os técnicos da Secretária de Inspeção do Trabalho (SIT) e representantes de empregadores e trabalhadores se reuniram sobre o tema para obter um consenso no texto assinado pelo ministro. A portaria será publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (3) e entra em vigor a partir da data.

No ato de assinatura, o ministro destacou a importância do processo tripartite de elaboração da norma. “A portaria é o fruto de um amplo debate tripartite realizado no âmbito do Ministério do Trabalho. Não há maneira melhor de fazer um entendimento senão pelo diálogo”, declarou.

O deputado distrital Chico Vigilante (PT) afirmou que esse é um momento histórico. “Foi uma luta aprovar esse adicional de periculosidade. Apesar das divergências, esse é um novo momento. Estamos muito felizes”, declarou. O presidente da Confederação Nacional de Vigilantes e Prestadores de Serviços, José Boaventura, relembrou que foram mais de 17 anos de luta. “Essa portaria representa a valorização da nossa profissão. Vigilantes de todo Brasil estão muito satisfeitos com essa regulamentação”, comemorou.

NR – O MTE elabora e revisa as Normas Regulamentadoras (NR) que garantem um trabalho seguro e sadio e previne a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. A construção desses regulamentos ocorre de forma tripartite e por meio de comissões. O ministro do Trabalho e Emprego também assinará, esta semana, outras portarias com alterações pontuais nas Normas Regulamentadoras de Segurança e Saúde do Trabalho.

http://portal.mte.gov.br/imprensa/manoel-dias-assina-portaria-que-regulamenta-periculosidade-para-vigilantes.htm
Assessoria de Comunicação Social/MTE

(61) 2031-6537/2430 - acs@mte.gov.br

  •  Facebook
  •  Twitter
  •  Google+
  •              Print Friendly Version of this pageImprimir Get a PDF version of this webpagePDF   

3 de dezembro de 2013

Cartilha Orientativa sobre Ruído

Aguarde Carregar a Cartilha a Baixo

  •  Facebook
  •  Twitter
  •  Google+
  •              Print Friendly Version of this pageImprimir Get a PDF version of this webpagePDF   

Cartilha sobre Inspeção e Manuseio de Cargas com Cintas

Aguarde Carregar a Cartilha a Baixo

  •  Facebook
  •  Twitter
  •  Google+
  •              Print Friendly Version of this pageImprimir Get a PDF version of this webpagePDF   

Cartilha sobre Operação com Empilhadeira

Aguarde Carregar a Cartilha a Baixo

  •  Facebook
  •  Twitter
  •  Google+
  •              Print Friendly Version of this pageImprimir Get a PDF version of this webpagePDF   

Cartilha sobre Instruções de Segurança - Plano de Emergência

Aguarde Carregar a Cartilha a Baixo

  •  Facebook
  •  Twitter
  •  Google+
  •              Print Friendly Version of this pageImprimir Get a PDF version of this webpagePDF   

Cartilha sobre Noções Básicas de Segurança no Trabalho na Construção Civil

Aguarde Carregar a Cartilha a Baixo
  •  Facebook
  •  Twitter
  •  Google+
  •              Print Friendly Version of this pageImprimir Get a PDF version of this webpagePDF   

29 de novembro de 2013

1º polo de reciclagem de lixo do país é inaugurado no Rio

Catadores do antigo lixão de Gramacho, em Duque de Caxias, na baixada fluminense, contarão do último dia 22.11(sexta-feira) com o primeiro polo de reciclagem de lixo do Brasil.

Na primeira etapa do projeto, cerca de 140 catadores terão à disposição dois galpões voltados para o recebimento, triagem, enfardamento e estocagem de resíduos para venda.

Ao final dessa fase, prevista para o fim deste ano, a Secretaria Estadual do Ambiente vai entregar os projetos executivos do polo aos parceiros financiadores. Os relatórios vão conter os respectivos custos previstos, que indicarão a construção de mais seis galpões.

Com isso, o espaço onde funcionava o lixão terá, no total, oito galpões com maquinário, duas unidades de processamento de resíduos, além de um centro administrativo para cursos de qualificação profissional e uma creche. A ideia é absorver 400 ex-catadores, promovendo a inclusão sócio-produtiva.

De acordo com ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, que esteve na inauguração, o Rio é um símbolo que vai inspirar outros estados a iniciarem projetos direcionados para ações sustentáveis.

"Nós encontramos uma forma adequada e fecunda que deu certo, juntando a capacidade de organização e luta dos catadores pela cidadania, com o apoio de entidades sociais e a sensibilidade dos governos municipal e estadual, que estimulou a criação desse projeto. Gente que era tida como margem da sociedade conseguem com essa luta dar um salto que reafirma sua condição humana e se tornam agentes econômicos importantes", disse Carvalho.

O secretário estadual de Meio Ambiente, Carlos Minc, disse que a intenção do governo é ampliar a iniciativa de reciclagem. "Nós estamos em contato com a UFRJ [Universidade Federal do Rio de Janeiro] para que eles possam nos apoiar nessa iniciativa, nos dando resíduos para que os catadores aqui possam reciclá-lo”. Segundo ele, o governo pretende implantar uma medida para que as cooperativas não esperem meses para conseguir tirar uma licença ambiental. Também haverá um trabalho de conscientização das grandes empresas.

Situado às margens da Baia de Guanabara, em Duque de Caxias, o Aterro Metropolitano de Jardim Gramacho, criado em 1976, era o maior lixão a céu aberto da América Latina, e recebia diariamente cerca de 11 mil toneladas de resíduos vindos do município do Rio.
A atividade de catação no local, que chegou a recuperar mais de 200 toneladas por dia de resíduos recicláveis e reaproveitáveis, movimenta, no seu entorno, uma economia que dava sustento a mais de 15 mil pessoas.

Com o fechamento do aterro, em 2012, os catadores organizados em cooperativa e em uma associação, assumiram a responsabilidade de dar continuidade na atividade de catação e propuseram ao governo federal e estadual a criação do polo.

O lixo da capital que era levado para Gramacho passou a ser transportado para a Central de Tratamento de Resíduos do Município de Seropédica. Em parceria com a Petrobras, com o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social e a Fundação Banco do Brasil, o polo de reciclagem de Gramacho conta com investimento de R$ 12 milhões. A Refinaria de Duque de Caxias (Reduc) está disponibilizando resíduos sólidos para que os catadores possam desenvolver os trabalhos iniciais.

(Fonte: Agência Brasil – 22/11/2013)
  •  Facebook
  •  Twitter
  •  Google+
  •              Print Friendly Version of this pageImprimir Get a PDF version of this webpagePDF   

Uso de agrotóxicos eleva o risco à saúde de trabalhadores rurais

Comércio irregular de agrotóxicos pela internet, em parte alimentado por produtos falsificados,
sem registro e vendidos por empresas fantasmas, eleva o risco à saúde de trabalhadores rurais que têm contato com produtos químicos. Com predomínio de minifúndios voltados à produção de uvas e hortigranjeiros, Bento Gonçalves é o município gaúcho com o maior número de registros de intoxicação por agrotóxicos no Sistema de Informação de Agravos de Notificação do governo federal.

Além do uso intensivo de defensivos na fruticultura, superior às lavouras de soja e milho, o elevado número de notificações é resultado da persistência da vigilância sanitária em confirmar casos suspeitos. De 2007 à metade deste ano, Bento Gonçalves teve 94 — quase um quinto — dos 458 casos do Estado. Mas o tamanho do problema é maior do que indicam os números. Estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostra que, para cada registro de intoxicação por agrotóxicos, outros 50 casos deixaram de ser verificados.


Falta de regulamentação facilita comércio irregular de agrotóxicos

Hoje trabalhando em uma empresa de transportes, o ex-agricultor Leodir de Paris, 55 anos, teve dois acidentes enquanto aplicava fungicidas em parreirais, nos últimos cinco anos. No primeiro, sofreu queimaduras em partes do rosto que estavam desprotegidas e, no segundo, as pernas foram atingidas.

— Nesta segunda vez, demorei 90 dias para ficar curado — lembra De Paris que diz ter usado equipamentos de proteção individual (EPIs) nas duas oportunidades. Para o ex-agricultor, a principal causa das intoxicações na região é a utilização desmedida dos produtos:
— O pessoal usa demais e de forma desordenada, sem consultar profissional habilitado, como agrônomos. Vai muito pelo que o vendedor — diz.

A exposição aos agrotóxicos desde a infância também cobrou um preço ao agricultor Jorge Salton, 59 anos, que há 15 decidiu abandonar a produção convencional e, por questão de saúde, dedicar-se aos orgânicos. Antes de tomar a decisão, conviveu por quatro anos com alergias, dores de cabeça e mal-estar sempre que aplicava químicos. A necessidade foi reforçada quando o filho Joemir, à época com 15 anos e hoje com 31, repetiu os sintomas.

— Quando entrava no parreiral onde o produto havia sido aplicado, já começava a me sentir mal. Eu usava proteção mas não adiantava — relata.
Para técnicos da Embrapa Uva e Vinho, poucos agricultores usam EPIs de forma adequada por falta de orientação e desconforto. Para completar, aplicam um volume de químicos superior ao necessário com medo de quebra na produção.

— Além da perda financeira pelo excesso nas aplicações, aumenta o risco de intoxicação — avalia o supervisor de campos experimentais da Embrapa de Bento Gonçalves, Roque Antônio Zilio.
Uma das principais especialistas no tema no Estado, a médica Neice Faria, coordenadora da vigilância de saúde do trabalhador de Bento Gonçalves e professora de medicina do trabalho da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), lembra que, além dos episódios agudos, a exposição aos agrotóxicos é relacionada a males crônicos que podem se manifestar ao longo dos anos. São registrados casos de câncer, desequilíbrio hormonal, problemas respiratórios e de saúde mental, como depressão.

— Há pesquisas mostrando que os agrotóxicos fazem parte da cadeia causal de suicídios — observa Neice.
A cada quatro dias, cinco atendimentos
Embora não existam estatísticas precisas sobre intoxicações agudas, os números de atendimentos por telefone no Centro de Informação Toxicológica (CIT) do Estado mostram que o quadro é mais grave do que indica o Sistema de Informação de Agravos de Notificação. Considerando apenas acidentes e uso indevido, sem contabilizar tentativas de suicídio, foram 2.295 chamados ao CIT nos últimos cinco anos. Embora os acidentes se concentrem nos meses mais quentes, é como se, a cada quatro dias, cinco casos de intoxicação por defensivos fossem atendidos. Em dois terços dos casos, as ligações partem de profissionais como médicos e enfermeiros.
Para Virgínia Dapper, médica do trabalho e toxicologista do Centro Estadual de Vigilância em Saúde, um dos entraves para dados mais precisos é a falta de capacitação dos profissionais para diagnosticar as intoxicações agudas e as doenças crônicas causadas por agrotóxicos.

(Fonte: Zero Hora – 23/11/2013)
  •  Facebook
  •  Twitter
  •  Google+
  •              Print Friendly Version of this pageImprimir Get a PDF version of this webpagePDF   

27 de novembro de 2013

27 de Novembro dia do Técnico de Segurança

 Parabéns à todo os Técnicos de Segurança do Trabalho


Técnico em segurança do trabalho, no Brasil, é um profissional com formação de nível médio, regulado pela Lei nº 7.410, de 27 de novembro de 1985 . Dentre suas atribuições, definidas pela Portaria nº 3.275/89, na NR 27, do Ministro do Trabalho, destacam-se a informação do empregador e dos trabalhadores sobre os riscos presentes no ambiente de trabalho e a promoção de campanhas e outros eventos de divulgação das normas de segurança e saúde no trabalho, além do estudo dos dados estatísticos sobre acidentes e doenças relacionadas ao trabalho. No Brasil, o dia do técnico em segurança do trabalho é comemorado em 27 de novembro.

Na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), editada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, o técnico em segurança do trabalho recebe o código 3516-05. Segundo a CBO, os técnicos de segurança "Elaboram, participam da elaboração e implementam política de saúde e segurança no trabalho (sst); realizam auditoria, acompanhamento e avaliação na área; identificam variáveis de controle de doenças, acidentes, qualidade de vida e meio ambiente. Desenvolvem ações educativas na área de saúde e segurança no trabalho; participam de perícias e fiscalizações e integram processos de negociação. Participam da adoção de tecnologias e processos de trabalho; gerenciam documentação de sst; investigam, analisam acidentes e recomendam medidas de prevenção e controle."

As empresas podem ser obrigadas a contratar técnicos em segurança do trabalho para integrar o Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT), em razão de seu código na Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) e conforme o número de empregados. A obrigação está prevista no artigo 162 da Consolidação das Leis do Trabalho e detalhada na Norma Regulamentadora 46 , aprovada pela Portaria nº 3.214/78, da extinta Secretaria de Segurança e Medicina do Ministério do Trabalho (atual Secretaria de Inspeção do Trabalho).

A equipe do SESMT pode ser composta também por engenheiro de segurança do trabalho, médico do trabalho, enfermeiro do trabalho e auxiliar de enfermagem do trabalho.

A categoria é representada pela Federação Nacional dos Técnicos de Segurança do Trabalho (Fenatest), entidade vinculada à Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC).

  •  Facebook
  •  Twitter
  •  Google+
  •              Print Friendly Version of this pageImprimir Get a PDF version of this webpagePDF   

22 de novembro de 2013

LER - DORT Prejuízos para a Empresa

LER são as doenças do trabalho provocadas pelo uso inadequado e excessivo do sistema que agrupa ossos, nervos, músculos e tendões. Atingem principalmente os membros superiores: mãos, punhos, braços, ante-braço, ombros e coluna cervical. Típicas do trabalho intenso e repetitivo, as LER são causadas por diversos tipos de pressões existentes no trabalho, que atacam as pessoas tanto física quanto psicologicamente.

Dá-se o nome de LER ao conjunto de doenças causadas por esforço repetitivo. A LER envolve tenossinovite, tendenite, bursite e outras doenças. Embora conhecida há mais de 100 anos as LER tornaram-se, a partir da década de 1990, muito frequentes devido ao advento da informática e dos computadores.

Muitos estudiosos e instituições já preferem chamar as LER de DORT- doenças osteomusculares relacionadas ao trabalho. AS LER/DORT podem ser causadas por esforço repetitivo devido a má postura, stress ou trabalho excessivo. Também certos esportes se praticados intensivamente podem causar LER.

No ambiente de trabalho, a LER pode causar os seguintes Prejuízos:

Alto Absenteísmo, afastamentos prolongados, redução da produtividade;
Novas contratações;
- Re-Treinamento;
- Gastos com o tratamento;
- Estabilidade do funcionário;
- Fiscalizações / Sindicatos

O relacionamento do homem com o ambiente de trabalho é objeto de estudo da Ergonomia , que busca adaptar o trabalho ao ser humano. Nos últimos 30 anos, análises ergonômicas têm contribuído para transformar situações de trabalho, a fim de que os trabalhadores desenvolvam suas atividades com mais saúde, conforto, segurança e eficiência.


  •  Facebook
  •  Twitter
  •  Google+
  •              Print Friendly Version of this pageImprimir Get a PDF version of this webpagePDF   

20 de novembro de 2013

Especialista de Araçatuba orienta sobre cuidados com produtos tóxicos

Na última semana várias crianças da região noroeste paulista foram parar no hospital depois de
tomar produtos químicos. E dados da Sociedade Brasileira de Pediatria mostram que esse tipo de situação é mais comum do que se imagina. Especialistas alertam que a situação é caso de saúde pública, mas o principal cuidado deve vir dos pais.

Para evitar tantos acidentes, os pais precisam criar hábitos de prevenção. “Quem é responsável pela segurança da criança é a família. A criança é curiosa, não tem ciência do perigo. Então não se pode guardar coisas perigosas em embalagens que chamam atenção das crianças, como garrafas de refrigerantes, e principalmente deixar medicamentos longe de crianças”, diz o médico pediatra o pediatra Geraldo Costa.

Quando tinha dois anos, a filha da dona de casa Andreia Manfrinati bebeu um produto químico usado para combater fungos de aquário e ela ficou bem perto da morte. A mãe teve que agir rápido. “Sai correndo e pedi para meu vizinho me levar para o Pronto Socorro porque  eu sabia que aquilo não poderia ter sido ingerido”, afirma a mãe.

Casos como da Júlia, filha de Andreia, estão se tornando cada vez mais comuns. Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, 14 crianças morrem por dia no país vítimas de acidentes domésticos: uma média de 5 mil mortes por ano, que poderiam ter sido evitadas.

A estatística reúne vários tipos de acidentes como intoxicação, queda, queimaduras e choques elétricos. Nesta semana, o médico pediatra atendeu o caso de um menino de apenas um ano que foi queimado por soda caustica. “A mãe disse que deixou a vasilha com a soda em uma mesa e que ela caiu sobre a criança. Foi uma queimadura de primeiro grau, mas poderia ser pior”, afirma o pediatra Geraldo Costa.

Na Santa Casa de Araçatuba, uma criança de um ano e oito meses que tomou solvente permanece internada.  Em São José do Rio Preto (SP) uma menina de 2 anos engoliu um produto altamente tóxico que continha cianeto. O líquido usado para limpar joias estava em uma garrafa plástica de isotônico, que o pai costumava deixar dentro do carro.

(Fonte: G1 - 16/11/2013)
  •  Facebook
  •  Twitter
  •  Google+
  •              Print Friendly Version of this pageImprimir Get a PDF version of this webpagePDF   

19 de novembro de 2013

20 de Novembro Dia Nacional da Consciência Negra

Para homenagear Zumbi dos Palmares, herói da resistência negra para o fim da escravidão no Brasil, morto em 20 de novembro de 1695, e ampliar os espaços de debates sobre questões raciais no Brasil, a Lei 12.519/2011 instituiu a data como o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra.

Fruto de uma intensa articulação do Movimento Negro Brasileiro, o 20 de Novembro é uma referência à reflexão sobre o papel dos negros e negras para construção do país. Entretanto, ainda não é um feriado nacional. A adesão ao feriado, ou instituição de ponto facultativo, é uma decisão de cada estado ou município. Atualmente, mais de 1000 municípios já decretaram feriado no Dia Nacional da Consciência Negra.

Celebrações – A data é celebrada com atividades durante todo mês de novembro. Entidades da sociedade civil, principalmente o Movimento Negro, instituições públicas e privadas se mobilizam, em todo o país, para discutir as violações aos direitos da população negra, o enfrentamento do racismo, mais oportunidades para ascensão socioeconômica dos afro-brasileiros, entre outros temas.

Zumbi - Zumbi dos Palmares nasceu em 1655, no estado de Alagoas. Ícone da resistência negra à escravidão, liderou o Quilombo dos Palmares, comunidade livre formada por negros escravizados saídos das fazendas no Brasil Colonial. O reduto era localizado na região da Serra da Barriga, que atualmente integra o município alagoano de União dos Palmares, cujo abriga hoje o Parque Memorial Quilombo dos Palmares.

Embora tenha nascido livre, Zumbi foi capturado aos sete anos de idade e entregue a um padre católico, do qual recebeu o batismo e foi nomeado Francisco. Aprendeu a língua portuguesa e a religião Católica, ajudava nas celebrações das missas. Aos 15 anos, voltou a viver no quilombo, onde lutou contra a escravidão até a morte, em 1695.

       " O Racismo é Produto da Mediocridade Intelectual."




  •  Facebook
  •  Twitter
  •  Google+
  •              Print Friendly Version of this pageImprimir Get a PDF version of this webpagePDF   

18 de novembro de 2013

Use Protetor Solar

Quem pensa que filtro solar não faz efeito está muito enganado, pois ele é extremamente importante. Ele ajuda a combater o câncer de pele, que pode ser causado pelo longo período de exposição ao sol.

O filtro solar também tem como objetivo evitar a insolação, e inclusive queimaduras. O filtro solar não deve ser apenas utilizado nos dias de sol, pois deve ser usado todo os dias até mesmo no inverno.

O sol pode trazer sérias complicações para a pele, inclusive manchas, envelhecimento precoce, flacidez, lesões entre outras complicações, e o filtro solar vai ajudar a combater esses problemas, ou pelo menos diminuir as chances de alguma doença aparecer. Então não deixe de usar protetor solar.
O uso do protetor solar é extremamente importante, ele ajuda a combater o câncer de pele, que pode ser causado pelo longo período de exposição ao sol. Além de evitar a insolação, queimaduras, manchas, envelhecimento precoce, flacidez, lesões, entre outras complicações. O Protetor Solar não deve ser utilizado apenas nos dias de sol, deve ser usado todos os dias até mesmo no inverno. Especialistas da área, afirmam que a eficácia do protetor está diretamente relacionada com a dosagem correta que deve ser aplicada sobre o corpo, levando-se em consideração a cor e o tipo de pele.

O dermatologista Thomas Fitzpatrick classificou a pele em 6 tipos e deu dicas de proteção:

Tipos 1 e 2: Peles muito brancas e peles brancas. Dica: Para esses tipos de peles, que jamais se bronzeiam e queimam-se com extrema facilidade, recomenda-se o fator de proteção 60, pois, tais protetores são capazes de bloquear 98,5% dos raios ultravioletas;
 
Tipo 3 e 4: Peles ligeiramente morenas e peles morenas. Dica:Essas peles já contam com uma pequena proteção natural. Queimam-se com facilidade, mas podem ficar bronzeadas e, por isso, podem ser protegidas com o fator de proteção 30 que filtra 96% dos raios ultravioletas;
 
Tipo 5 e 6: Peles muito morenas e peles negras. Dica: Para essas peles, que ficam bronzeadas com facilidade e raramente se queimam, o fator de proteção 15, que filtra 87% dos raios ultravioletas, é o mais indicado.

Por fim, os especialistas fazem as seguintes recomendações para o uso dos Protetores e Bloqueadores: espalhar no corpo e no rosto, sem esquecer orelhas, pés e pescoço, no mínimo 30ml de protetor; usar sempre a palma das mãos para aplicar o creme ou o gel; passar nova camada após contato com a água; usar o boné que já funciona como fator de proteção 7 para o rosto e 5 para o pescoço.

Hoje as empresas estão se preocupando mais com seus colaboradores e estão implantando o uso de protetor ou bloqueador solar, garantindo assim a saúde dos colaboradores e mantendo a empresa sempre respaldada pelas normas de saúde, segurança e higiene do trabalho.

Cuide-se, não deixe de usar Protetor Solar!

Confira os infográficos a seguir.








  •  Facebook
  •  Twitter
  •  Google+
  •              Print Friendly Version of this pageImprimir Get a PDF version of this webpagePDF   

15 de novembro de 2013

Prevenção de Incêndios envolvendo Líquidos Inflamáveis

Líquidos inflamáveis servem a várias finalidades, mas também representam sérios riscos de incêndio. Quando inflamados, podem gerar fogo intenso que se alastra com rapidez, tornando se, quase sempre, incontrolável. No entanto, com certas precauções, muitos incêndios envolvendo líquidos inflamáveis podem ser evitados.

Com manuseio e estocagem de líquidos inflamáveis em ambiente seguro, a sua empresa pode:
• reduzir perdas de patrimônio
• evitar interrupções onerosas nos negócios
• ajudar a manter a participação no mercado e conservar funcionários experientes
• evitar o risco de ter que se submeter a novas normas de construção que, em alguns casos, podem tornar os custos de reconstrução proibitivos ou exagerados
• motivar o funcionário, delegando maior responsabilidade e autoridade

O Desafio
 
A maioria dos líquidos inflamáveis ou melhor, de seus vapores é facilmente inflamado mesmo por fontes fracas de ignição, como a eletricidade estática. Os líquidos inflamáveis queimam rápido, liberando muito calor, o que explica o seu potencial explosivo. Seus vapores agem também como fluidos; em geral, são mais pesados do que o ar e podem ficar ao nível ou próximo ao nível do solo. Se inflamados, as chamas irromperão diretamente de volta à fonte de liberação.
Os elementos de prevenção de perdas destinados à contenção de líquidos e vapores para evitar que fontes de ignição causem incêndios podem ajudar a minimizar os riscos dos líquidos inflamáveis.

Como iniciar um programa

A fim de obter o melhor aproveitamento em termos de custo-benefício da proteção de sua empresa, você deve avaliar o papel da prevenção envolvendo líquidos inflamáveis na estratégia global de gerenciamento de riscos de sua empresa.
Primeiro, você terá de assegurar boas condições básicas para os líquidos inflamáveis, as quais incluem a aplicação de métodos elementares de proteção, como ventilação, drenos e diques.
Dependendo da natureza de suas operações e do nível das outras medidas de prevenção e controle que sua empresa possa ter, como proteção por sprinklers automáticos, você pode escolher trabalhar em um nível de prevenção mais alto e dirigido.
A sua empresa encontrará seu nicho em algum lugar entre o nível básico, de proteção localizada, e o nível dirigido, que demanda mais envolvimento e colaboração. Embora possa não ser necessário em todos os tipos de empresas, o nível dirigido certamente diminuirá o número de perdas.
Relacionamos de forma resumida os elementos¬-chaves para prevenção de perdas envolvendo líquidos inflamáveis.

Líquidos inflamáveis


1.0) Elementos Básicos
De uma forma geral, utilize controles físicos passivos apropriados, forneça treinamento em procedimentos e estimule a consciência do manuseio seguro com procedimentos rigoroso de fiscalização.

1.1) Controles físicos passivos dos recipientes metálicos constituindo de:
• recipientes de segurança,
• barras de aterramento,
• válvulas de segurança,
• bandejas com areia, para controlar respingos ou pequenos vazamentos durante a manipulação de recipientes

Você deve avaliar a sua empresa no tocante a estocagem, descarte, bombeamento, processamento, etc. de líquidos inflamáveis. Esses controles passivos de prevenção de perdas eliminam ou reduzem fontes comuns de ignição e limitam combustíveis que favoreçam incêndios.


                         

Foto: A seta preta - indica bomba de segurança
A seta azul - funil apropriado para manuseio de líquidos inflamáveis. Toda transferência de líquidos o conjunto deverá ser aterrado


1.2) Controle físicos passivos da área de armazenagem ou de manipulação
Os líquidos inflamáveis podem se esparramar com rapidez por uma área muito grande. Se não forem contidos por barreiras ou diques (projetados para conter os maiores transborda¬mentos previsíveis), podem alcançar rapidamente áreas vizinhas que abrigam materiais inflamáveis e provocar um incêndio incontrolável.

Os líquidos inflamáveis e seus vapores devem ser confina¬dos em equipamentos fechados e canalizados, de forma a evitar contato com o ar e com quaisquer fontes de ignição. O confinamento deve:

• impedir o escape do liquido e de seus vapores
• possibilitar fechamentos e drenagem rápidos na eventualidade de um escape acidental
• limitar a área pela qual o liquido liberado possa se espalhar


                         


Foto:A seta preta - indica válvula de segurança (alívio)
A seta amarela - indica aterramento entre o tambor e o vasilhame de segurança

 

Portanto o controle deve consistir;

Tanques armazenados ao ar livre
• construção de dique e sistema de drenagem
• construção e assentamento em local isolado

Tambores ou bombonas e outros tipos de recipientes
• construção de edifícios em alvenaria, com sistema de ventilação natural ou mecânica, com instalação elétrica a prova de explosão
• construção em local isolado
• construção de drenos, com caixas de recepção suficiente para contenção do maior vazamento possível.

1.3) Todos os empregados envolvidos recebem treinamento básico em riscos de líquidos inflamáveis e procedimentos de manuseio seguro
Todos os empregados que manipulam ou estão envolvidos com líquidos inflamáveis, devem receber treinamento básico em riscos de líquidos inflamáveis. Em geral os incêndios por derramamento ou vazamento são resultantes de erro humano no manuseio de recipientes (tambores ou bombonas) de estocagem e/ou na transferência de líquidos inflamáveis para pequenos recipientes com controles passivos inadequados (utilização de mangueiras, inclinação dos tambores, adaptação de torneiras, falta de aterramento, etc).


     
                          
             
Foto: Contêiner de segurança para transporte de líquidos inflamáveis

1.4) Programa de resposta adequada para vazamentos, incluindo um plano de resposta para escapes razoavelmente previsíveis, com a providência de qualquer equipamento necessário
Designe um responsável (supervisor) treinado no manuseio de líquidos inflamáveis. As operações devem ser avaliadas para escapes previsíveis e possíveis fontes de ignição.
Um programa de resposta para vazamentos deve então ser elaborado com a definição das etapas de ação. Essas etapas podem incluir:

• eliminação imediata de toda fonte de ignição (por exemplo: equipamento elétrico, maquinário, empilhadeiras)
• medidas temporárias para limitar a área de vazamento (exemplo: uso de rodos ou outros meios físicos para restringir o espalha¬mento de líquidos)
• limitar o acesso não-autorizado à área de vazamento
O treinamento regular dos membros indica¬dos da equipe de resposta para escapes é crucial para o seu sucesso.

1.5) Ventilação
Os vapores não devem acumular-se em áreas de trabalho a ponto de favorecer um incêndio ou uma explosão. Providencie ventilação mecânica natural ou artificial em áreas confinadas que envolvam líquidos inflamáveis a fim de eliminar concentrações de vapores inflamáveis.
Uma regra pratica para ventilação em operações com líquidos inflamáveis consiste em prover ventilação mecânica contínua de 0,3 m3 de ar por minuto para cada m2 de piso onde haja líquidos inflamáveis com pontos de fulgor iguais ou inferiores a 43o C, ou com pontos de fulgor inferiores a 149o C sendo os líquidos aquecidos acima de seus pontos de fulgor.

1.6) Equipamentos elétricos adequados
O uso de equipamentos elétricos adequados, como empilhadeiras e instalações elétricas à prova de explosão, reduz as fontes de ignição. Use somente equipamentos que correspondam ao nível de risco de suas operações com líquidos inflamáveis.

1.7) Fiscalização rigorosa dos procedimentos de manuseio seguro
A empresa deve estabelecer e fiscalizar procedimento de manuseio seguro. A empresa deve incentivar os funcionários que manipulam líquidos inflamáveis a efetuarem medidas corretivas quando necessárias, para que eles possam perceber a importância das medidas de segurança para manuseio e operação de líquidos inflamáveis.
Essa atitude deixará clara a todos os envolvidos o impacto que possa ter um incêndio por líquidos inflamáveis.

2.0) Elementos dirigidos
Além dos elementos básicos, estabeleça uma política formal que inclua o envolvimento da gerencia, responsabilidade por follow-up documentado e por ações corretivas imediatas e respostas para escapes conforme programa correspondente. Encoraje a participação dos funcionários.

2.1) A política formal exige segurança no uso e manuseio de líquidos inflamáveis
Elabore o documento da política da corporação, com o apoio da gerência: a política destaca a importância do programa de prevenção e controle e estabelece consistência nos procedimentos de toda a empresa, com finalidade:

■ uniformizar a operação e manipulação de líquidos inflamáveis
■ usar os controles passivos necessários
■ e finalmente possuir um plano de emergência para ser acionado em caso de vazamento.
Em geral, a política formal da corporação concorre para a criação de programas formais de treinamento, manuais e procedimentos administrativos. Essas políticas costumam autorizar os funcionários a efetuarem prontamente ações corretivas de emergência. Elas encarregam os administradores de identificarem pontos fracos e implementarem melhorias contínuas.

2.2) Devem ser selecionados supervisores de departamentos ou representantes de áreas para realizarem o treinamento de empregados em tarefas específicas a cada local de trabalho
Programas formais de treinamento, regular¬mente reavaliados, devem ser implementados e apoiados pela gerencia.

2.3) Cada um dos gerentes da instalação e os supervisores designados compreendem integralmente e são capazes de explicar as exigências do programa de comunicações de riscos da companhia e, também, de aplicá los na instalação
Grande parte dos regulamentos sobre o meio ambiente relacionados à liberação de resíduos químicos e tóxicos causa impacto direto na maneira pela qual a indústria trabalha com líquidos inflamáveis. Compreender essas exigências lhe ajudará a estabelecer critérios de proteção e prevenção em suas operações com líquidos inflamáveis. Para determinar quais delas dizem respeito a sua empresa, consulte as autoridades governamentais locais.

2.4) Um plano de respostas de emergência testado e aprovado para eliminar escapes e vazamentos contém procedimentos de follow up e revisão para a implementação de ações corretivas
Este elemento assemelha-se ao quarto elemento básico (1.4), apresentando, ainda, um sistema apoiado pela gerência para necessidades pontuais de auditoria e ações corretivas.

2.5) Apoio e participação de funcionários em procedimentos seguros de manuseio
Obtenha comprometimento com a prevenção de perdas de todos os empregados que trabalham direta ou indiretamente com líquidos inflamáveis. Incentive esse comprometimento com treinamentos regulares, reconhecimento de empregados, feedback e delegação de poder para fiscalizar as práticas seguras e a política da companhia.

Roteiro para análise inicial
Na análise de suas insta1ações use o questionário a seguir para avaliar a sua situação e para ajudá-lo a decidir quais mudanças são necessárias.

Elementos Básicos
1-Controles físicos passivos (recipientes de segurança, barras de aterramento, válvulas de segurança, travas, válvulas de fechamento, interruptores, isolamento)
2-Drenos e diques
3-Treinamento em riscos e manuseio seguro para os empregados envolvidos
4-Resposta de emergência adequada para vazamentos relativamente previsíveis
5-Ventilação
6-Equipamentos elétricos adequados
7-Fiscalização rigorosa dos procedimentos de manuseio seguro

Elementos Dirigidos
Todos os elementos básicos mais:

1-A política formal exige segurança no uso e manuseio de líquidos inflamáveis
2-Os gerentes selecionam supervisores ou representantes para treinarem empregados em tarefas especificas ao local
3-Gerentes/supervisores designados compreendem e são capazes de explicar e aplicar as exigências do programa de comunicações de riscos da empresa
4- Plano de resposta de emergência para escapes testado e aprovado inclui follow-up/revisão para ações corretivas
5- Apoio e participação constatados de funcionários em procedimentos seguros de manuseio

Elementos Adicionais
Detalhe que elementos adicionais, dirigidos as suas necessidades específicas de seu programa deve conter.

Fonte: FM Global
Referências bibliográficas para pesquisa:
Data Sheets FM - os Data Sheets 7-29, Flammable Liquids in Drums and Smaller Containers; 7-32, Flammable Liquid Pumping and Piping Systems; 7-36, Flammable Liquid Mixing Operations e 7-88 Storage Tanks for Flammable Liquids.)
Data Sheet FME&R 5-1, Electrical Equipment in Hazardous Loca¬tions, descreve locais e equipamentos necessários, referindo-se a códigos nacionais, como o National Electrical Code (NEC).


  •  Facebook
  •  Twitter
  •  Google+
  •              Print Friendly Version of this pageImprimir Get a PDF version of this webpagePDF   

13 de novembro de 2013

Direção Defensiva, Evasiva e Ofensiva

Neste artigo o leitor irá conhecer alguns conceitos de direção defensiva, evasiva e ofensiva. A primeira já é conhecida de todos, pois, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro , tem sido aplicada nos Cursos de Formação de Condutores "CFC".
Dirigir defensivamente é planejar todas as ações pessoais com antecedência, a fim de prevenir-se contra o mau comportamento de outros motoristas e diminuir os riscos de acidentes em pista com condições adversas , como  dirigir com chuva, neblina ou cerração, à noite ou com  luz em excesso. Todas essas situações podem prejudicar o real desempenho do motorista.

A cada dia aumentam o número de acidentes de trânsito provocados por falhas humanas, diante do fato usamos uma máxima na direção defensiva que é bem clara " O bom motorista é aquele que dirigi por si e  pelos outros".
A direção evasiva é um conjunto de técnicas e manobras realizadas em situação de emergência, como acidentes de trânsito, surpresas na pista, emboscadas para sequestros ou roubos.  Estes conhecimentos são de fundamental importância para aqueles que se preocupam com a segurança preventiva, são aconselháveis ao motorista particular, ao agente  de segurança pessoal ou até mesmo ao motorista comum. As técnicas de direção evasiva, utilizadas  por exemplo com um carro blindado diminuem as chances e os riscos de você se tornar  vítima dos criminosos.
A direção ofensiva é a utilização do veículo como instrumento de ataque, ou seja, em uma situação de emboscada ou perseguição, você irá "bater" em pontos específicos no carro inimigo, para provocar um acidente e imobilizar o veículo agressor.
Em direção defensiva, evasiva e ofensiva o treinamento é 10% teoria e 90% prática. Não adianta falar em giro de 180º de frente e de ré ( cavalo-de pau) ou slalon (zigue-zague) ou ainda sobre utilização dos freios ABS só na  teoria.  O conceito aqui apresentado é para o leitor ter uma idéia das técnicas  existentes e que podem melhorar sua segurança.

É aconselhável que motoristas particulares e agentes de segurança sejam capacitados para realizar manobras que possam surpreender os marginais e fugir da emboscada. Para tanto, é necessário conhecimento aprofundado dos tipos de direção na condução do veiculo e que tenha rapidez de raciocínio e reflexos.

Para aqueles que não possuem escolta de agentes, e nem motorista particular, é recomendável aumentar suas habilidades na direção realizando algum curso deste tipo. Veja mais algumas dicas:

- Procure seguir todos os procedimentos de direção defensiva aplicados nos cursos de CFC;

- O ajuste do cinto de segurança e do encosto de cabeça e o banco numa posição confortável  são técnicas de direção simples, porém, fundamentais na condução do veículo ;

- Segurar o volante de forma correta é muito importante . Por exemplo, imagine que  o volante é um relógio, segure-o como se seus braços fossem ponteiros marcando 14h45 ou  09h15hs, esta posição é o principio para qualquer manobra e controle do veículo;

- Atenção aos acontecimentos à frente do veículo: colisões, incêndios e obstáculos na pista; é importante ter sempre 200 a 300 metros livre à frente;

- Evite a permanência atrás de veículos lentos como ônibus, caminhões ou mesmo caminhonetes  que possam dificultar a visão;

- O condutor deve estar sempre alerta a tudo, enxergar longe, antever situações. Quem está  à frente ? Atrás ?  Aos lados ? Enfim, estar atento a qualquer veículo que pareça segui-lo;

Lembre-se: a prática  e o treinamento levam à perfeição, a habilidade do motorista se desenvolve por meio de aprendizado. Ver , pensar e agir com conhecimento, rapidez e responsabilidade são os princípios básicos na direção defensiva, evasiva e ofensiva.
Siderley Andrade de Lima, é consultor de segurança pessoal,
Fonte: Manual de Trânsito (CFC), Jornal da Segurança nº 115/04 e Livro Reaja Técnicas Israelenses de Combate.
  •  Facebook
  •  Twitter
  •  Google+
  •              Print Friendly Version of this pageImprimir Get a PDF version of this webpagePDF   

Idade máxima para doação de sangue passa para 69 anos


Da Agência Brasil

Brasília - O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou hoje (12) a ampliação da idade máxima de doação de sangue para 69 anos. Atualmente, a faixa etária para doação é de 16 a 67 anos.O ministro assinou, também, a portaria que torna obrigatória a realização do Teste de ácido nucleico (Nat) em todas as bolsas de sangue coletadas pelos bancos de sangue públicos e privados do país.

'Estamos adotamos este teste como obrigatório tanto nos bancos de sangue públicos quanto nos privados. [O teste] já acontece em 100% dos bancos públicos brasileiros e agora nos permitir colocar nos bancos privados', disse Padilha.

Hoje são coletadas no Brasil 3,6 milhões de bolsas por ano, o que corresponde ao índice de 1,8% do parâmetro estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O ministro destacou que o objetivo do governo é atingir o parâmetro de 3% de bolsas coletadas ao ano. Ele frisou que o atual parâmetro já está dentro da faixa proposta pela OMS.

No ano passado Alexandre Padilha diminuiu de 18 anos para 16 anos a idade mínima para a doação de sangue. Com as idades mínima e máxima para doação ampliadas, 8,7 milhões novos voluntários poderão contribuir para manter os bancos de sangue. Países como os Estados Unidos, a França e a Espanha já trabalham com a faixa etária de até 69 anos.

A realização do teste Nat permite maior rapidez na identificação de vírus como o HIV e o da hepatite C no sangue de doadores.O exame reduz a chamada janela imunológica para a identificação mais rápida desses vírus. A redução do tempo que o vírus permanece indetectável - a janela imunológica - por teste é de 35 dias para 12 dias no caso da hepatite C e de 22 dias para dez dias, no caso do HIV. O Nat identifica o material genético do vírus e não os anticorpos como ocorre com o exame Elisa, normalmente utilizado nos bancos de sangue, o que permite um resultado mais rápido e eficaz.

De acordo com Padilha, a implantação desses novos testes que aumentam a sensibilidade para detectar a infecção pelo HIV e pela hepatite C não exclui as outras medidas do questionário, de critério de doação por dois motivos: elas ajudam a reforçar a sensibilidade e potencializam a ação dos testes. 'É a parte mais importante da segurança de um banco de sangue e afasta qualquer pessoa que tenha se exposto a uma situação de risco', frisou Padilha.

'Todo eles [os testes] são absolutamente confiáveis. O Nat descobre mais precocemente se aquela pessoa está infectada pelo vírus, por isso é importante para transfusão de sangue, é um passo importante para dar mais segurança' acrescentou o ministro.

O Sistema Único de Saúde (SUS) conta com 32 hemocentros coordenadores e 368 regionais, além de núcleos de hemoterapia distribuídos em todo o país. Atualmente, 75% da coleta de sangue é feita na rede pública e 25%, na rede privada. Os bancos de sangue terão 90 dias para se adequar às novas regras. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) será responsável pela fiscalização das redes.

Edição: Marcos Chagas

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir as matérias, é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil

Agência Brasil - Todos os direitos reservados.
  •  Facebook
  •  Twitter
  •  Google+
  •              Print Friendly Version of this pageImprimir Get a PDF version of this webpagePDF   

3 de novembro de 2013

NR 35 - Segurança nos Trabalhos em Altura





Objetivo:
Estabelecer os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura,envolvendo o planejamento, a organização e a execução, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com esta atividade.

Curso Periodicidade Carga Horária:
Segurança nos Trabalhos em Altura
Capacitação - 08 horas
Reciclagem - 08 horas - Bienal

Conteúdo Programático

Objetivo e campo de aplicação;
Responsabilidades;
Capacitação e treinamento;
Planejamento, organização e execução;
Equipamentos de proteção individual,
Acessórios e  sistemas de ancoragem;
Emergência e salvamento;

Faça seu Orçamento
Tel:    ( 19 ) 3455-3320   ou   ( 19 ) 3454-2217
www.grupoalphaseg.com.br
sac@grupoalphaseg.com.br
comercial@grupoalphaseg.com.br
  •  Facebook
  •  Twitter
  •  Google+
  •              Print Friendly Version of this pageImprimir Get a PDF version of this webpagePDF   

NR 33 - Trabalhador Autorizado e Vigia de Espaços Confinados


Objetivo:
Apresentar os riscos envolvidos nos trabalhos em espaço confinado, e as técnicas seguras de realizar uma entrada e trabalho no interior dos espaços confinados de acordo com NR 33.

Curso Periodicidade Carga Horária:
Trabalhador Autorizado e Vigia de Espaço Confinado
Capacitação - 16 horas
Reciclagem - 08 horas - Anual

Conteúdo Programático

MÓDULO I – Segurança em Trabalhos Realizados em Espaços Confinados
Definições de Espaços Confinados
Norma Regulamentadora   
Exemplos de Espaços Confinados
APR – Análise de Preliminar de Risco   
Limites de Inflamabilidade
Chama Aberta       
Ambiente I.P.V.S.                                                      
Engolfamento           
Auto Resgate
Risco Grave e Eminente               
Tipos de Riscos
Equipamentos Intrinsecamente Seguros
Intoxicação, Programa de Proteção Respiratória   
Origem dos Riscos           
Atividades Agravantes       
Programa para Entrada em Espaços  Confinado   
Equipamentos Utilizados
Resgate em Espaço Confinado
Serviço de Emergência e Resgate NR 33

MÓDULO II – Resgate    Primeiros Socorros
Conceitos e Definições       
Avaliação da Vítima       
A.B.C.D.E. do Trauma       
Liberação das Vias Aéreas       
Parada Respiratória       
Parada Cardio-Respiratória   
Ferimentos               
Hemorragias               
Estado de Choque           
Queimaduras           
Fraturas, Luxações, Entorse   
Resgate de Acidentado   
Transporte de Acidentado

Faça seu Orçamento
Tel:  ( 19 ) 3455-3320   ou  ( 19 ) 3454-2217
www.grupoalphaseg.com.br
sac@grupoalphaseg.com.br
comercial@grupoalphaseg.com.br

  •  Facebook
  •  Twitter
  •  Google+
  •              Print Friendly Version of this pageImprimir Get a PDF version of this webpagePDF   

NR 33 - Supervisor de Entrada em Espaços Confinados






Objetivo:
Capacitar os funcionários da empresa para a Supervisão em Espaços Confinados com o objetivo de estabelecer os requisitos mínimos para identificação de espaços confinados e o reconhecimento, avaliação, controle dos riscos existentes, funcionamento dos equipamentos utilizados, procedimentos e utilização da permissão de entrada e noções básicas de primeiros socorros.

Curso Periodicidade Carga Horária:
Supervisor de Entrada em Espaços Confinados
Capacitação - 40 horas
Reciclagem - 08 horas - anual

Conteúdo Programático

Módulo 1: Gestão de Segurança e Saúde em Espaço Confinado
- Processo de Identificação de espaço confinado.
- Cadastro de Espaço Confinado e Sinalização.
- NR 33: Segurança e Saúde nos Trabalhos em espaços Confinados.
- Normas Regulamentadoras aplicáveis.
- Normas da ABNT: NBR 14787 e NBR 14606;
- Normas Internacionais.
- Responsabilidade Civil e Penal.
- Reconhecimento de Riscos Ocupacionais. 
- Técnicas de Análise de Riscos aplicáveis .
- Reconhecimento e Avaliação;
- Saúde Ocupacional e riscos psicossociais;

Módulo 2: Equipamentos e acessórios para Controle dos Riscos
- Seleção de equipamentos para Movimentação Vertical e Horizontal.
- Seleção de acessórios de Lock out e Tag out.
- Seleção de equipamentos de Detecção de Gás: Calibração, amostragem remota, sensores, desvios mais comuns.
- Seleção de equipamentos de Comunicação.
- Seleção de equipamentos para Ventilação (insuflamento/exaustão)..

Módulo 3: Medidas Administrativas
- Elementos para elaboração de Procedimento.
- Parâmetros para Elaboração de uma Permissão de Entrada e Trabalho – PET.
- Requisitos para contratação de serviços de Terceiros.
- Elementos de um Programa de Controle de Energia Perigosa – PCEP.
- Elementos de um Programa de Proteção Respiratória:
- Legislação -  Instrução Normativa 01/1994.
- Ar respirável e Atmosferas IPVS.
- Fator de Proteção dos respiradores.
- Ensaio de Vedação.
- Limitações no uso de respiradores.
- Situações de emergência.

Módulo 4: Áreas Classificadas
- Conceitos básicos.
- Parâmetros a serem avaliados.
- Portaria 83/2006 do INMETRO.
- Requisitos da NR 10, Portaria 598/2004.
- Normas da ABNT: NBR 5418, NBR 9518.
- Normas Internacionais: IEC. .
- Código IP (Ingress Protection).

Módulo 5: Emergência e Salvamento
- Cenários de Emergência.
- Técnicas de Resgate.
- Rotinas para Casos de Intoxicação.
- Planejamento para o uso de Recursos Adicionais.
- Primeiros Socorros.
- Elementos de um Plano de Resgate.

Módulo 6: Parte Prática.
- Simulação de Entrada e Saída em espaço confinado, com uso de equipamentos.
- Erros sistemáticos e aleatórios. 

Faça seu Orçamento
Tel: ( 19 ) 3455-3320  ou  ( 19 ) 3454-2217
www.grupoalphaseg.com.br
sac@grupoalphaseg.com.br
comercial@grupoalphaseg.com.br
  •  Facebook
  •  Twitter
  •  Google+
  •              Print Friendly Version of this pageImprimir Get a PDF version of this webpagePDF   

NR 20 Líquidos Inflamáveis e Combustíveis

NR20 - LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS 

Objetivo:
O principal objetivo do curso da NR20 – SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO COM INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS é estabelecer requisitos mínimos para a gestão da segurança e saúde no trabalho contra os fatores de risco de acidentes provenientes das atividades de extração, produção, armazenamento, transferência, manuseio e manipulação de inflamáveis e líquidos combustíveis.
Sendo assim, os trabalhadores em postos de gasolina, mercados (atacadistas, varejistas), trabalhadores de empresas que possuem armazenados, líquidos inflamáveis e/ou combustíveis de 10m3 até 5.000m3 e mais de 2 toneladas até 60 toneladas de gases inflamáveis, devem possuir o curso de integração e/ou básico, em outra situação, devem possuir o intermediário e o avançado.
É muito importante que os proprietários de empresas, gerentes, supervisores, líderes e contratados, leiam atentamente na íntegra a NR 20 e suas atualizações, e façam uma análise de abrangência para a sua atividade comercial. E nós da Alpha Seg Treinamentos estamos a disposição para atende-los.

Curso Periodicidade Carga Horária
Básico - Trienal
Intermediário - Bienal
Avançados I e II - Anual

Conteúdo programático:

a) Curso Integração
Carga horária: 4 horas
1. Inflamáveis: características, propriedades, perigos e riscos;
2. Controles coletivo e individual para trabalhos com inflamáveis;
3. Fontes de ignição e seu controle;
4. Procedimentos básicos em situações de emergência com inflamáveis.

b) Curso Básico
Carga horária: 8 horas
Conteúdo programático teórico:
1. Inflamáveis: características, propriedades, perigos e riscos;
2. Controles coletivo e individual para trabalhos com inflamáveis;
3. Fontes de ignição e seu controle;
4. Proteção contra incêndio com inflamáveis;
5. Procedimentos básicos em situações de emergência com inflamáveis;
Conteúdo programático prático:
Conhecimentos e utilização dos sistemas de segurança contra incêndio com inflamáveis.

c) Curso Intermediário
Carga horária: 16 horas
Conteúdo programático teórico:
1. Inflamáveis: características, propriedades, perigos e riscos;
2. Controles coletivo e individual para trabalhos com inflamáveis;
3. Fontes de ignição e seu controle;
4. Proteção contra incêndio com inflamáveis;
5. Procedimentos em situações de emergência com inflamáveis;
6. Estudo da Norma Regulamentadora n.º 20;
7. Análise Preliminar de Perigos/Riscos: conceitos e exercícios práticos;
8. Permissão para Trabalho com Inflamáveis.
Conteúdo programático prático:
Conhecimentos e utilização dos sistemas de segurança contra incêndio com inflamáveis.

d) Curso Avançado I
Carga horária: 24 horas
Conteúdo programático teórico:
1. Inflamáveis: características, propriedades, perigos e riscos;
2. Controles coletivo e individual para trabalhos com inflamáveis;
3. Fontes de ignição e seu controle;
4. Proteção contra incêndio com inflamáveis;
5. Procedimentos em situações de emergência com inflamáveis;
6. Estudo da Norma Regulamentadora n.º 20;
7. Metodologias de Análise de Riscos: conceitos e exercícios práticos;
8. Permissão para Trabalho com Inflamáveis;
9. Acidentes com inflamáveis: análise de causas e medidas preventivas;
10. Planejamento de Resposta a emergências com Inflamáveis;
II) Conteúdo programático prático:
Conhecimentos e utilização dos sistemas de segurança contra incêndio com inflamáveis.

e) Curso Avançado II
Carga horária: 32 horas
Conteúdo programático teórico:
1. Inflamáveis: características, propriedades, perigos e riscos;
2. Controles coletivo e individual para trabalhos com inflamáveis;
3. Fontes de ignição e seu controle;
4. Proteção contra incêndio com inflamáveis;
5. Procedimentos em situações de emergência com inflamáveis;
6. Estudo da Norma Regulamentadora n.º 20;
7. Metodologias de Análise de Riscos: conceitos e exercícios práticos;
8. Permissão para Trabalho com Inflamáveis;
9. Acidentes com inflamáveis: análise de causas e medidas preventivas;
10. Planejamento de Resposta a emergências com Inflamáveis;
11. Noções básicas de segurança de processo da instalação;
12. Noções básicas de gestão de mudanças.
Conteúdo programático prático:
Conhecimentos e utilização dos sistemas de segurança contra incêndio com inflamáveis.

f) Curso Específico
Carga Horária: 16 horas
Conteúdo programático teórico:
- Estudo da Norma Regulamentadora n.º 20;
- Metodologias de Análise de Riscos: conceitos e exercícios práticos;
- Permissão para Trabalho com Inflamáveis;
- Acidentes com inflamáveis: análise de causas e medidas preventivas;
- Planejamento de Resposta a emergências com Inflamáveis;

Faça seu orçamento
Tel: ( 19 ) 3455-3320  ou  ( 19 ) 3454-2217
www.grupoalphaseg.com.br
sac@grupoalphaseg.com.br
comercial@grupoalphaseg.com.br
  •  Facebook
  •  Twitter
  •  Google+
  •              Print Friendly Version of this pageImprimir Get a PDF version of this webpagePDF   

15 de outubro de 2013

Inpi quer diminuir prazos de validade de patentes de produtos químicos

O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, está com 34 ações na Justiça Federal no Rio de Janeiro, visando a reduzir os prazos de validade de 247 patentes de produtos químicos e de medicamentos, que foram concedidas com um prazo maior do que a lei permitia. A maioria engloba medicamentos usados para tratamento de doenças como aids, câncer, artrite reumatoide e esclerose múltipla.

Ainda não foi concluído o levantamento referente a produtos agroquímicos cujas patentes estariam na mesma situação de prazo equivocado. “Já identificamos pelo menos oito medicamentos de impacto de alto custo que estariam no mercado e que correspondem a essas patentes”, disse no último dia 08.10(terça-feira) à Agência Brasil o procurador-geral do Inpi, Mauro Maia. Ele destacou que a questão envolve interesses da União, porque o Sistema Único de Saúde (SUS) compra esses medicamentos que são caros, muitas vezes custando em torno de R$ 8 mil a R$ 14 mil, e que o SUS fornece por ordem judicial.

Maia explicou que, em alguns casos, há prazos de vigência de seis anos a mais. O pedido inicial do Inpi é para anular essas patentes ou fazer a correção dos prazos de vigência, reiterou o procurador. Segundo ele, “a gente ficaria satisfeito já se conseguíssemos a redução desses prazos, porque essas patentes não ultrapassaram ainda a data que o Inpi considera que seja a correta”. De acordo com Maia, alcançando esse objetivo, “dá para a gente sanear o ambiente, corrigir o ato e a vida da patente valer até a data que nós entendemos que seja a correta”.
O procurador-geral do instituto garantiu que a correção dos prazos de validade das patentes vai permitir a ampliação do mercado de genéricos, resultando em redução dos preços de remédios e maior acesso da população a diversos tratamentos hoje de custo elevado.

“O que a gente está querendo é deixar a propriedade sendo exercida pelo prazo devido. Com isso, a patente entra em domínio público na data correta. Isso vai permitir um ambiente de inserção da livre concorrência. Vai ter condição, a partir daí, de ter a concorrência dos medicamentos genéricos e o mercado, em consequência, vai favorecer a redução dos preços desses medicamentos, o governo vai gastar menos em políticas de saúde, a população vai ter melhor e maior acesso a esses tratamentos. Enfim, vai ter uma cadeia de repercussões que é considerável”.
As patentes das áreas química e farmacêutica que são objeto das ações na Justiça Federal no Rio tiveram depósitos feitos entre janeiro de 1995 e maio de 1997. Em 1995, o Brasil adotou o Acordo sobre os Aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual Relacionados ao Comércio (Trips, do nome em inglês). O acordo previa a proteção de todos os campos tecnológicos, inclusive na área químico e farmacêutica, que o Brasil não permitia até então.

Mauro Maia informou que a partir da adesão brasileira ao acordo internacional, ficou estabelecido que poderiam ser depositados no Inpi pedidos de patentes dessas áreas. Esses pedidos seriam analisados assim que o Brasil criasse uma nova Lei de Propriedade Industrial, o que ocorreu em maio de 1997, com a promulgação da Lei 9.279. O mecanismo de guarda dessas patentes depositadas que aguardavam apreciação ficou conhecido como mailbox.

O Artigo 229 da lei estabelece que as patentes para químicos e fármacos têm de ser concedidas por um prazo limitado a 20 anos, contados a partir da data do depósito. Erroneamente, quando concedeu a patente, o Inpi aplicou a regra do parágrafo único do Artigo 40 que define que, em razão de demoras na concessão que sejam atribuídas ao instituto, o prazo mínimo deveria ser de dez anos contados da concessão e não mais da data do depósito. “Aí é que veio o problema”, disse Maia. “Você conceder patentes com dez anos a partir da concessão é muito diferente do que conceder com 20 anos contados do depósito. Pode criar distorções, como em alguns casos aqui, de seis anos a mais do que deveria ser concedido. Por isso, nós entramos na Justiça”.

De acordo com a Lei da Propriedade Industrial, se for feita a correção solicitada, muitas das patentes que foram concedidas de forma equivocada em 1995 e 1997 deverão entrar em domínio público em 2015 e 2017. “Elas só vão começar a perder validade a partir de 2015”. Mauro Maia ressaltou, entretanto, que as patentes terão de ser examinadas caso a caso. Como todas foram concedidas com data de dez anos a partir da concessão, elas “apresentam uma data maior do que deveria ser”.

Segundo advertiu o procurador, nenhuma patente inserida no sistema de mailbox pode ter vigência após 2017. “A gente está querendo limitar essas vigências a 2017, no máximo, considerando aquela patente que tenha sido depositada em maio de 1997, última data permitida”. A finalidade é evitar uma extrapolação de direitos, para evitar desequilíbrio, disse.

(Fonte: Jornal do Brasil – 08/10/2013)

  •  Facebook
  •  Twitter
  •  Google+
  •              Print Friendly Version of this pageImprimir Get a PDF version of this webpagePDF   

Limpeza consciente

Para você que gosta de ter a casa sempre limpa, perfumada e longe dos resíduos de gordura saiba
que os componentes químicos contidos nos produtos de limpeza podem trazer danos à sua saúde e ao meio ambiente.

As fórmulas para deixar sua roupa mais branca, seu banheiro mais limpo e seu quarto mais perfumado, podem esconder vilões químicos. Segundo a Química Shirley Charrua existem muitos componentes nos produtos de limpeza, “Os produtos de limpeza possuem várias categorias químicas, desde abrasivos, tenso ativos, antioxidantes, anti-ferrugem, depende da finalidade do produto”. Comenta

Os problemas de saúde relacionados ao uso de produtos de limpeza vão desde uma irritação na pele até problemas respiratórios e de fertilidade, De acordo com Shirley os produtos químicos que mais oferecem riscos à saúde são: “Formaldeído (formol): altamente tóxico, carcinogênico.

• Fenol: em contato com a pele causa queimaduras e descamação. Pode causar convulsões, colapso circulatório, coma e até a morte.
Amoníaco - Hidróxido de amônio: Usado sempre em solução, mas assim mesmo, é uma substância química muito volátil. É muito danosa aos olhos, trato respiratório e pele.

Alvejantes - Normalmente à base de:
• Hipocloritos: corrosivos, irritantes, causam queimaduras na pele e olhos e trato respiratório

• Soda Cáustica (hidróxido de sódio): cáustico queima a pele e olhos, se ingerido poderá destruir o esôfago e danificar o estômago.

Podem causar edema pulmonar, vômitos ou coma se ingerido.

Perigo adicional: Alvejantes contendo hipocloritos, se misturados com produtos contendo amônia, podem liberar cloramina gasosa, altamente tóxica.

Sabão para carpetes
A maioria das composições são destinadas a remover qualquer tipo de mancha, eles até cumprem a tarefa, mas não sem o uso de substâncias altamente tóxicas. Algumas incluem:

• Percloroetileno: carcinogênico, danifica o fígado, rins e sistema nervoso.

• Hidróxido de amônio: corrosivo, irritante para os olhos, pele e trato respiratório.

Desentupidores de ralos Muitos produtos contém:

• Hidróxido de potássio: cáustico queima a pele e olhos, se ingerido poderá destruir o esôfago e danificar o estômago.

• Ácido clorídrico: Corrosivo, irritante da pele e olhos, causa danos aos rins, fígado e trato digestivo.

• Tricloroetano: Irritante da pele e olhos, depressor do SNC, causa danos ao fígado e rins.
Removedores de mofo 

• Hipoclorito de sódio: corrosivo, irrita ou queima a pele e olhos, pode causar edema pulmonar.

• Formaldeído: altamente tóxico, carcinogênico, irritante dos olhos, pele e trato respiratório, pode causar náusea, cefaléias, sangramento nasal, tonturas, perda de memória e falta de ar.
Limpadores de forno
 
Normalmente são à base de:
• hidróxido de sódio, que é cáustico, forte irritante, causa queimaduras na pele e olhos, se ingerido causará danos terríveis ao trato digestivo.

Bactericidas
• Triclosan, a sua absorção pela pele pode estar ligada à danos ao fígado.
 
Produtos para limpeza de roupas Podem conter:
• Hipocloritos: corrosivos, irritantes, causam queimaduras na pele e olhos e trato respiratório.

• Alquil sulfonatos: são absorvidos pela pele, causam danos ao fígado.

• Tripolifosfato de sódio: Irritante da pele e mucosas causa vômitos, rapidamente absorvido pela pele se presente nas roupas.

Produtos para limpeza de vasos sanitários
Podem conter: hipocloritos.
• Ácido clorídrico: Corrosivo, irritante da pele e olhos, causa danos aos rins, fígado e trato digestivo.

• Hipocloritos: corrosivos, irritantes, causam queimaduras na pele, olhos e trato respiratório. Pode causar edema pulmonar, vômitos e coma se ingerido. “Os alvejantes se misturados a outros produtos podem liberar gás cloro que é altamente tóxico”. Explica.

A regulamentação dos produtos de limpeza é feita pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que fiscaliza e exige que as empresas tenham um químico responsável pelas fórmulas.
A melhor dica é seguir as recomendações do fabricante em relação à quantidade e ao uso do produto, pois misturar produtos com fórmulas diferentes para potencializar o poder de limpeza nem sempre é uma escolha inteligente.
Não podemos esquecer que além de danos á saúde os produtos de limpeza também prejudicam o meio ambiente, portanto diminuir ou mesmo evitar o uso de alguns deles além de ser saudável é sustentável.

Shirley finaliza nossa entrevista comentando sobre as alternativas que o mercado oferece em relação aos produtos de limpeza. “Impossível deixar de usar esses produtos, assim devemos usá-los sempre na menor quantidade possível. Existem algumas linhas de produtos Ecologicamente Corretos, que para diminuir o impacto na natureza seriam as mais indicadas. Também podemos usar embalagens refis e produtos concentrados, o que diminui o consumo de material de embalagem e consumo de água, respectivamente”.

(Fonte: Viviane Oliveira - Redação Produtos Perigosos – 11/10/2013)
  •  Facebook
  •  Twitter
  •  Google+
  •              Print Friendly Version of this pageImprimir Get a PDF version of this webpagePDF   

11 de outubro de 2013

App Grupo Alpha Seg

Aos amigos e leitores do Blog "Segurança, Nosso Compromisso!!", mais uma novidade para facilitar a vida e deixa-los sempre informados.

Agora contamos com aplicativo para sistema operacional Android que possibilita que você confira nossas notícias no Blog ou no Facebook e ele traz outros recursos também.
Digite o endereço abaixo no navegador do seu celular ou fotografe o QR Code ao com o leitor de código de barras do seu celular.

App Gratuito

É só acessar o código que logo em seguida inicia o download do nosso App.

Você estará sempre bem informado sobre Saúde e Segurança do Trabalho onde quer que esteja.




  •  Facebook
  •  Twitter
  •  Google+
  •              Print Friendly Version of this pageImprimir Get a PDF version of this webpagePDF   

29 de setembro de 2013

Norma ISO


ISO é a sigla de International Organization for Standardization, ou Organização Internacional para Padronização, em português. A ISO é uma entidade de padronização e normatização, e foi criada em Genebra, na Suíça, em 1947.

A ISO tem como objetivo principal aprovar normas internacionais em todos os campos técnicos, como normas técnicas, classificações de países, normas de procedimentos e processos, e etc. No Brasil, a ISO é representada pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

A ISO promove a normatização de empresas e produtos, para manter a qualidade permanente. Suas normas mais conhecidas são a ISO 9000, ISO 9001, ISO 14000 e ISO 14064. As ISO 9000 e 9001 são um sistema de gestão de qualidade aplicado em empresas, e ISO 14000 e ISO 14064 são um sistema de gestão da qualidade.

Já o conjunto de normas ISO 3166 é um padrão para códigos de países e suas subdivisões, e tem como objetivo estabelecer códigos internacionalmente reconhecidos para a representação de nomes, territórios ou áreas de interesse geográfico e suas subdivisões, não estabelecendo, no entanto, nomes dos países, somente códigos de representação. Os nomes dos países em ISO 3166 vêm de fontes das Nações Unidas. As subdivisões dessas normas são:

• ISO 3166-1:2006 ‒ a parte 1 é a versão mais recente da norma, que são códigos para a representação dos nomes dos países e suas subdivisões. É a mais utilizada;
• ISO 3166-2:2007 ‒ estabelece os códigos para as principais subdivisões, como estados e províncias, de todos os países codificados pela ISO 3166-1;
• ISO 3166-3:1999 ‒ estabelece nomes para os países que foram excluídos da ISO 3166-1.

A família ISO 14000 aborda diversos aspectos da gestão ambiental, oferecendo ferramentas práticas para as empresas e organizações que procuram identificar e controlar seu impacto ambiental e ter uma melhora constante nesse quesito. A ISO 14001:2004 e a ISO 14004:2004 têm foco em gestão ambiental, as outras normas possuem foco em alguns pontos específicos de gestão ambiental, como análise de ciclo de vida, comunicação e auditoria. Como as empresas e organizações não operam em um vácuo e dependem de sua relação com a sociedade, há também um conjunto de normas que leva em conta o desempenho global de uma empresa em relação à sociedade. A ISO 26000:2010 oferece às empresas orientações de como podem operar de uma forma socialmente responsável, com ética e transparência, contribuindo para a saúde e bem estar da sociedade. Esse conjunto de normas não oferece regulamentações, somente orientações.

Para finalizar essas famílias de normas mais populares da ISO, temos a ISO 31000:2009, que é um conjunto de normas para gestão de riscos, que podem afetar organizações em termos de desempenho econômico e reputação profissional, podendo ajudar a empresa ou organização a atingir objetivos, identificar oportunidades e ameaças, além de efetivamente alocar e utilizar recursos para tratamento de riscos. Pode ser utilizada por qualquer empresa de qualquer setor, independente do tamanho, não pode ser usada para fins de certificação.

Algumas normas ou standards importantes da ISO:

ISO 31 - Tamanhos e unidades.
ISO 1000 - Unidades SI e recomendações para o uso de seus múltiplos e de algumas outras unidades.
ISO 216 - Formatos e dimensões de papel - série A e B.
ISO 269 - Formatos e dimensões de envelopes.
ISO 639 - Códigos para representação de nomes de línguas.
ISO 1337 - Padronização para linguagem de internet.
ISO 2108 - Sistema internacional de identificação de livros, ISBN.
ISO 3166 - Códigos de países e subdivisões.
ISO 4217 - Códigos de moeda.
ISO 5218 - Convenção numérica para representação de sexos.
ISO 5800 - Sensibilidade das películas fotográficas.
ISO 7810 - Normas para cartões ID-1,ID-2 e ID-3 (de identificação, bancários, passaporte, carta de condução).
ISO 7811 - Métodos de gravação em cartões ID1.
ISO 7813 - Características adicionais de cartões ID-1.
ISO 7816 - Cartões ID-1 com micro circuitos integrados.
ISO 8601 - International Standard Date and Time Notation.
ISO 8859 - Codificação de caracteres em fontes, as quais incluem o ASCII (p.ex. ISO-8859-1, ISO-8859-2).
ISO 8879 - Standard Generalized Markup Language (SGML).
ISO 9000 - Sistema de gestão da qualidade em ambientes de produção.
ISO 9660 - Sistema de ficheiros para CD-ROMs.
ISO 9899 - A linguagem de programação C.
ISO 10006 - Gestão da qualidade (aplicada em gestão de projetos).
ISO/IEC 10179:1996 - Semânticas de Estilo de Documentos e Linguagem de Especificações (DSSSL).
ISO/IEC 10646 - Universal Character Set (equivalente ao Unicode).
ISO 14000 - ISO 14064 Normas de gestão do ambiente em ambientes de produção.
ISO 14772 - Virtual Reality Modelling Language VRML.
ISO/IEC 14882 - A linguagem de programação C++.
ISO/IEC 15504 SPICE ISO - Sobre as necessidades e os requisitos de um padrão internacional para avaliação de processos de SW.
ISO/IEC 17024 - Avaliação de conformidade para estabelecer requisitos gerais para organismos que realizam certificação de pessoas.
ISO/IEC 17799 - Tecnologia da informação: código de conduta para a gestão da segurança da informação.
ISO/IEC 12207 - Tecnologia da informação: define processo de desenvolvimento de software.
ISO 20000 (ISO/IEC 20000) - Tecnologia da informação: define processos de gerenciamento de serviços de TI.
ISO/IEC 26300 - OpenDocument Format, ODF.

As ISO tem um processo de desenvolvimento com os países que a adotam como meio de padronização e há, em média, duas reuniões internacionais por ano. Nos intervalos entre estas reuniões, os trabalhos são realizados eletronicamente onde elas são geradas.
São normas que se utilizando de manuais, chec list e outras ferramentas para auxiliar em seu cumprimento, buscando sempre a excelência no final de sua aplicação.
Segue o link do Site da ISO para quem procura um pouco mais de informação. CLIQUE AQUI   


  •  Facebook
  •  Twitter
  •  Google+
  •              Print Friendly Version of this pageImprimir Get a PDF version of this webpagePDF