29 de setembro de 2013

Norma ISO


ISO é a sigla de International Organization for Standardization, ou Organização Internacional para Padronização, em português. A ISO é uma entidade de padronização e normatização, e foi criada em Genebra, na Suíça, em 1947.

A ISO tem como objetivo principal aprovar normas internacionais em todos os campos técnicos, como normas técnicas, classificações de países, normas de procedimentos e processos, e etc. No Brasil, a ISO é representada pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

A ISO promove a normatização de empresas e produtos, para manter a qualidade permanente. Suas normas mais conhecidas são a ISO 9000, ISO 9001, ISO 14000 e ISO 14064. As ISO 9000 e 9001 são um sistema de gestão de qualidade aplicado em empresas, e ISO 14000 e ISO 14064 são um sistema de gestão da qualidade.

Já o conjunto de normas ISO 3166 é um padrão para códigos de países e suas subdivisões, e tem como objetivo estabelecer códigos internacionalmente reconhecidos para a representação de nomes, territórios ou áreas de interesse geográfico e suas subdivisões, não estabelecendo, no entanto, nomes dos países, somente códigos de representação. Os nomes dos países em ISO 3166 vêm de fontes das Nações Unidas. As subdivisões dessas normas são:

• ISO 3166-1:2006 ‒ a parte 1 é a versão mais recente da norma, que são códigos para a representação dos nomes dos países e suas subdivisões. É a mais utilizada;
• ISO 3166-2:2007 ‒ estabelece os códigos para as principais subdivisões, como estados e províncias, de todos os países codificados pela ISO 3166-1;
• ISO 3166-3:1999 ‒ estabelece nomes para os países que foram excluídos da ISO 3166-1.

A família ISO 14000 aborda diversos aspectos da gestão ambiental, oferecendo ferramentas práticas para as empresas e organizações que procuram identificar e controlar seu impacto ambiental e ter uma melhora constante nesse quesito. A ISO 14001:2004 e a ISO 14004:2004 têm foco em gestão ambiental, as outras normas possuem foco em alguns pontos específicos de gestão ambiental, como análise de ciclo de vida, comunicação e auditoria. Como as empresas e organizações não operam em um vácuo e dependem de sua relação com a sociedade, há também um conjunto de normas que leva em conta o desempenho global de uma empresa em relação à sociedade. A ISO 26000:2010 oferece às empresas orientações de como podem operar de uma forma socialmente responsável, com ética e transparência, contribuindo para a saúde e bem estar da sociedade. Esse conjunto de normas não oferece regulamentações, somente orientações.

Para finalizar essas famílias de normas mais populares da ISO, temos a ISO 31000:2009, que é um conjunto de normas para gestão de riscos, que podem afetar organizações em termos de desempenho econômico e reputação profissional, podendo ajudar a empresa ou organização a atingir objetivos, identificar oportunidades e ameaças, além de efetivamente alocar e utilizar recursos para tratamento de riscos. Pode ser utilizada por qualquer empresa de qualquer setor, independente do tamanho, não pode ser usada para fins de certificação.

Algumas normas ou standards importantes da ISO:

ISO 31 - Tamanhos e unidades.
ISO 1000 - Unidades SI e recomendações para o uso de seus múltiplos e de algumas outras unidades.
ISO 216 - Formatos e dimensões de papel - série A e B.
ISO 269 - Formatos e dimensões de envelopes.
ISO 639 - Códigos para representação de nomes de línguas.
ISO 1337 - Padronização para linguagem de internet.
ISO 2108 - Sistema internacional de identificação de livros, ISBN.
ISO 3166 - Códigos de países e subdivisões.
ISO 4217 - Códigos de moeda.
ISO 5218 - Convenção numérica para representação de sexos.
ISO 5800 - Sensibilidade das películas fotográficas.
ISO 7810 - Normas para cartões ID-1,ID-2 e ID-3 (de identificação, bancários, passaporte, carta de condução).
ISO 7811 - Métodos de gravação em cartões ID1.
ISO 7813 - Características adicionais de cartões ID-1.
ISO 7816 - Cartões ID-1 com micro circuitos integrados.
ISO 8601 - International Standard Date and Time Notation.
ISO 8859 - Codificação de caracteres em fontes, as quais incluem o ASCII (p.ex. ISO-8859-1, ISO-8859-2).
ISO 8879 - Standard Generalized Markup Language (SGML).
ISO 9000 - Sistema de gestão da qualidade em ambientes de produção.
ISO 9660 - Sistema de ficheiros para CD-ROMs.
ISO 9899 - A linguagem de programação C.
ISO 10006 - Gestão da qualidade (aplicada em gestão de projetos).
ISO/IEC 10179:1996 - Semânticas de Estilo de Documentos e Linguagem de Especificações (DSSSL).
ISO/IEC 10646 - Universal Character Set (equivalente ao Unicode).
ISO 14000 - ISO 14064 Normas de gestão do ambiente em ambientes de produção.
ISO 14772 - Virtual Reality Modelling Language VRML.
ISO/IEC 14882 - A linguagem de programação C++.
ISO/IEC 15504 SPICE ISO - Sobre as necessidades e os requisitos de um padrão internacional para avaliação de processos de SW.
ISO/IEC 17024 - Avaliação de conformidade para estabelecer requisitos gerais para organismos que realizam certificação de pessoas.
ISO/IEC 17799 - Tecnologia da informação: código de conduta para a gestão da segurança da informação.
ISO/IEC 12207 - Tecnologia da informação: define processo de desenvolvimento de software.
ISO 20000 (ISO/IEC 20000) - Tecnologia da informação: define processos de gerenciamento de serviços de TI.
ISO/IEC 26300 - OpenDocument Format, ODF.

As ISO tem um processo de desenvolvimento com os países que a adotam como meio de padronização e há, em média, duas reuniões internacionais por ano. Nos intervalos entre estas reuniões, os trabalhos são realizados eletronicamente onde elas são geradas.
São normas que se utilizando de manuais, chec list e outras ferramentas para auxiliar em seu cumprimento, buscando sempre a excelência no final de sua aplicação.
Segue o link do Site da ISO para quem procura um pouco mais de informação. CLIQUE AQUI   


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Avaliações Psicológicas


Já tem algum tempo que profissionais da área da segurança do trabalho e RH nos procuram para esclarecimento de duvidas e também para a prestação de alguns serviços relacionados com as tão temidas "Avaliações Psicológicas".

Vamos levar um pouquinho mais de informação relacionada a essa questão.

A avaliação psicológica é uma função privativa do Psicólogo e como tal se encontra definida na Lei 4119 de 27/08/62 (letra “a”, do parágrafo 1° do artigo 13).

Avaliação, em Psicologia, refere-se à coleta e interpretação de informações psicológicas, resultantes de um conjunto de procedimentos confiáveis que permitam ao  Psicólogo julgar um comportamento. Aplica-se ao estudo de casos individuais ou de grupos ou situações.

Através de métodos, técnicas e instrumentos científicos (CFP Resolução 002/2003), atendemos a demanda de empresas, no que tange à aplicação de Testes Psicológicos,  contribuindo de forma efetiva e estratégica nos processos de Gestão de Pessoas.

A Avaliação Psicossocial, contempla uma avaliação psicológica de aspectos comportamentais, de personalidade, e testes que avaliam a potencialidade do indivíduo em  relação a alguma característica pessoal, visando mapear a composição do perfil psicológico do indivíduo para determinadas atividades laborais.

Avaliação Psicossocial/Psicológica em atendimento as NR - Normas Regulamentadoras.
A avaliação psicológica faz parte das exigências contidas em algumas NRs (Normas Regulamentadoras) e objetiva identificar aspectos que possam comprometer a segurança dos trabalhadores no desempenho de suas atividades profissionais adversas. Atualmente este tipo de avaliação é exigida para aqueles profissionais que desempenham atividades em Espaço Confinado (NR33) e em Altura (NR35). Também consta como exigência na certificação de empresas de transporte, e objetiva realizar a Avaliação Psicológica de Profissionais que precisam exercer atividades que requerem habilidades especificas alinhadas as práticas de Saúde,  Segurança e Meio Ambiente, alinhada com indicações de normas regulamentadoras, em atividades de:

Avaliação Psicológica para trabalhadores em Espaço Confinado - NR 33;
Avaliação Psicológica Trabalhadores em Altura - NR 35;
Avaliação Psicológica para trabalhadores em Construção Naval - NR 34;
Avaliação Psicológica em Segurança e Saúde  no Trabalho com Inflamáveis e Combustíveis - NR-20;
Avaliação Psicológica para Operação de Máquinas e Equipamentos Móveis;

E também são aplicadas nessas áreas:
Avaliação Psicológica para Seleção de Pessoal (Externa e Interna);
Avaliação de Potencial para Promoção de Profissionais tornando suas capacidades e potencialidades mais visíveis para colocação em cargos estratégicos;
Avaliação para análise e Identificação de Potencial;
Desenvolvimento de Carreira.

A até pouco tempo somente o setor de RH das empresas era quem solicitavam as tais avaliações para Contratação ou mudança de função e para operadores de maquinas, como por exemplo, para empilhadeiristas.
Mais essas avaliações ganharam atenção especial na área da segurança do trabalho no que se diz respeito a condições de risco, ambientes mais perigosos ou que ofereçam maior atenção.



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15 de setembro de 2013

Empregadores podem responder criminalmente por negligência em processos de segurança do trabalho

 

patriciajpg As quedas de altura lideram o ranking das principais causas de  óbito por acidente de trabalho no Brasil. O índice ultrapassa os 30% segundo dados da Fundacentro e concentram-se na maioria dos casos no setor da Construção.
De responsabilidade do empregador, a segurança no trabalho deve ser constantemente exigida. O que não acontece em muitos dos casos. Mais de 40 mil empresas foram autuadas pelo Ministério do Trabalho devido a irregularidades em seus processos de segurança do trabalho no período de janeiro a maio de 2013.

Patrícia Santos, diretora executiva da Altiseg, empresa especializada em Segurança em Altura, esclarece que é de responsabilidade do Empregador garantir a proteção necessária para o trabalhador. “As empresas são responsáveis pelo fornecimento do equipamento, por fiscalizar o ambiente de trabalho, pela utilização do equipamento e por fornecer capacitação aos trabalhadores”, afirma. Fica também a cargo da empresa assegurar as realizações de avaliações prévias das condições no local do trabalho em altura, pelo estudo, planejamento e implantação das ações e das medidas complementares de segurança aplicáveis.
Identificados os responsáveis, então como fica a situação se a empresa não realiza tudo isso? O advogado Edson Antonio Lenzi Filho explica que a partir daí o empregador respondealturaa juridicamente, correndo o risco de ter o estabelecimento interditado se for constatado falta de procedimentos de segurança.

“Considerando o fato de que a responsabilidade pelo fornecimento dos equipamentos de proteção e fiscalização pela adequada utilização dos mesmos é do empregador, caso não ocorra o cumprimento das suas obrigações poderão ser autuados pelo Ministério do Trabalho, com pagamento de multas que podem variar de R$ 402,23 até R$ 6.078,09 por infração”, explica.
E as punições não param por ai. Segundo Edson, embora não haja legislação especifica, o empregador também poderá responder civilmente e criminalmente em caso de acidente com o trabalhador.

Conscientização é o caminho
De acordo com Patrícia Santos, o setor tem que avançar muito. “A lei exige equipamentos, mas não especifica a sua qualidade. Muitos acidentes poderiam ser evitados pelo uso de cintos de segurança do tipo paraquedista, por exemplo, que garante maior estabilidade na queda e evitam vários tipos de lesões”.  Até 2014 todos os produtos para trabalho em altura deverão ter o Selo INMETRO, garantia de maior segurança que deve ser exigida por quem utiliza o equipamento. “Não podemos economizar quando tratamos da vida de pessoas. A Altiseg sempre seguiu este principio e foi a primeira empresa no país a receber o selo”, diz Patrícia.
A data limite para a certificação dos pelo INMETRO para fabricantes é 24 de janeiro de 2014.

Fonte: http://www.paranashop.com.br/

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5 maneiras que ajudam a construir um ambiente de trabalho com uma forte cultura de segurança

“Questiona os programas de reconhecimento com base somente na ocorrência de "incidentes zero', sem levar em consideração aos comportamentos condizentes com os valores que criam um ambiente de trabalho seguro”

A sua empresa tem um programa de segurança do trabalho?

Mesmo em organizações que têm grande parte de seus empregados baseada em escritórios, mantê-los conscientes quanto à segurança do trabalho não só os beneficiam e a liderança também, por meio da redução de dias perdidos por doença ou lesão, mas também comunica aos empregados o que a empresa, de fato, se preocupa com a sua saúde e bem estar.

Claro que, em indústrias, incluindo manufatura, construção, engenharia, energia e assim por diante, saúde e segurança e meio ambiente são muitas vezes fundamentais para o sucesso da empresa. As agências reguladoras podem fechar os locais de trabalho ou impor multas que podem custar a uma empresa futuros contratos.

O problema com os reconhecimentos de "sem incidentes de segurança "profissional-saudável

Nessas organizações, com um compromisso com a segurança, que consideram a importância de reconhecimento, as conduzem a um novo nível de urgência.

A maioria das empresas com um consolidado programa de saúde e segurança do trabalho e meio ambiente também oferece algum tipo de incentivo ou programa de recompensa para encorajar os resultados desejados. Mais raro, no entanto, são os programas que, em primeiro lugar, reforçam os comportamentos desejados.

Caso em questão: Os típicos reconhecimentos "sem incidentes de segurança". Estes são estruturados de tal forma que, pura e simplesmente, se nenhum incidente são incorridos ou relatados, então os empregados são recompensados​​. Mas, em muitos casos, esses tipos de programas só servem para encorajar os empregados a varrerem os incidentes para debaixo do tapete.

Outro desafio é a postura muitas vezes reativa para os desafios de segurança. Muito melhor é promover comportamentos proativos desejados que criam um ambiente de trabalho seguro.

5 dicas para um ambiente de trabalho mais preocupado com a segurança

1.  Determine 3 a 5 valores fundamentais para a segurança em seu ambiente de trabalho. Por exemplo, inovação, coragem, liderança e eliminação proativa de riscos.

2.  Estruture um programa de reconhecimento estratégico de segurança para encorajar a somente reconhecer os empregados quando eles demonstram comportamentos críticos alinhados com esses valores, levando a um ambiente de trabalho mais seguro. Por exemplo, reconhecer um colega pela "coragem”, quando ele escolheu fechar um local de trabalho até que uma situação insegura fosse resolvida.

3.  Comunique intensivamente e treine os empregados sobre a nova abordagem para reconhecer e premiar comportamentos compatíveis com os valores fundamentais da segurança. Certifique-se que a ênfase é colocada em reconhecer e recompensar os comportamentos e ações diárias que levam a um ambiente de trabalho mais seguro (e não apenas a prevenção de incidentes de segurança).

4.  Use os dados agora disponíveis através do programa de reconhecimento de segurança para caracterizar aquelas pessoas que mais frequentemente contribuem para um ambiente de trabalho seguro.

5.  Mantenha o ritmo, compartilhando regularmente histórias detalhadas de reconhecimento de segurança em torno de um determinado valor a cada mês.


REFERÊNCIAS:

Tradução e adaptação do texto original de:

IRVINE, D. 5 Ways you can help build a strong workplace culture of safety. TLNT – The Business of HR. Disponível em < http://www.tlnt.com/2013/09/04/5-ways-you-can-help-build-a-strong-workplace-culture-of-safety/?utm_source=TLNT&utm_campaign=d7ae590830-tlnt-daily-why-we-need-to-hold-managers&utm_medium=email&utm_term=0_087d6f0c22-d7ae590830-287621617 > Acessado em 08 de Set. 2013.

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10 de setembro de 2013

Menos de 2% dos resíduos sólidos são reciclados

Mesmo com 60% dos municípios do país tendo alguma iniciativa de coleta seletiva, a quantidade de resíduo sólido urbano que de fato retorna à cadeia produtiva não chega a 2%. Segundo o Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil 2012, da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), 51,4% do material coletado são matéria orgânica; 13,5% são plástico; 13,1% são papel, papelão e tetra pak; 2,9% são metais; 2,4% dos resíduos são vidro; e 16,7% são outros materiais.

De acordo com a Abrelpe, em 2012 foram produzidas 1.436 mil toneladas de alumínio primário e a reciclagem fica na faixa de 36%, chegando a 98,3% das latas de bebida, patamar com pouca variação nos últimos cinco anos. A produção de papel foi 10 milhões de toneladas e a taxa de recuperação com potencial para reciclagem está em 45,5%.

Já em 2011, o consumo aparente de plásticos, foi 6,8 mil toneladas, das quais 1.000 toneladas recicladas - 57% no caso de PET. Em 2001, a reciclagem dessas garrafas era 32,9%. No setor de vidros, o dado mais recente é de 2008, quando a capacidade de produção instalada foi 3 mil toneladas, sendo 1.292 no setor de embalagens. Dessas, 47% são recicladas - incluindo 20% de embalagens retornáveis -, 33% reutilizados e 20% vai parar em aterros e lixões.

No setor de vidros, o dado mais recente é de 2008, quando a capacidade de produção instalada era 3 mil toneladas, sendo 1,29 mil no setor de embalagens. Dessas, 47% são recicladas - incluindo 20% de embalagens retornáveis -, 33% reutilizadas e 20% vão parar em aterros e lixões.

O gerente de Projetos da Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, Ronaldo Hipólito, explicou que a Política Nacional de Resíduos Sólidos não prevê prazo para implantar a coleta seletiva e a reciclagem dos materiais.

“Nós colocamos metas no plano nacional: para 2015 uma quantidade de reciclagem e outra para 2019. Para os resíduos úmidos tem a compostagem, a biodigestão. Mas nós estamos trabalhando tudo paralelamente, porque não pode fechar primeiro o lixão para depois fazer a reciclagem”, disse Hippólito. Em tese, na hora de se fechar um lixão e colocar em funcionamento um aterro sanitário, onde só poderá ser depositado rejeito, obrigatoriamente terá que haver a coleta para retirar a parte que não deve ser enterrada, acrescentou.

Quanto às cooperativas de catadores, Hipólito disse que foi criado um comitê interministerial para analisar essa inclusão socioeconômica. Já foram organizadas cerca de 200 cooperativas, das 1.300 que o ministério estima existirem no Brasil. Também foi lançada uma campanha educativa sobre a importância da separação dos resíduos.

(Fonte: Agência Brasil - 08/09/2013)
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SASSMAQ - O que é? Para que serve?

Sei que muita gente já ouviu falar sobre SASSMAQ, mais será que sabemos o que é isso? ou para que serve? - Pensando nisso fizemos uma pesquisa mais refinada e trouxemos a explicação com alguns detalhes que vão nos deixar a par. Tenham uma boa leitura e se necessário façam a consulta por mais informações nos links que estão no rodapé da matéria.

O QUE É SASSMAQ?

O Sassmaq possibilita uma avaliação do desempenho nas áreas de segurança, saúde, meio ambiente e qualidade das empresas que prestam serviços à indústria química.
A avaliação das empresas é feita por organismos certificadores independentes credenciados pela Abiquim. São avaliados os “elementos centrais”, compostos pelos aspectos administrativos, financeiros e sociais da empresa, e os “elementos específicos”, constituídos pelos serviços oferecidos e pela estrutura operacional.

A avaliação pelo Sassmaq não é obrigatória, mas sua aplicação gera um importante diferencial para as empresas certificadas pelo sistema pela comprovação de que oferecem serviços qualificados nas operações de logística.

Vários prestadores de serviços de logística têm em seus próprios sites operações de transporte, operações de limpeza, armazenagem, entre outras atividades. Objetivando evitar duplicidade nas avaliações SASSMAQ os módulos específicos do SASSMAQ (Rodoviário, Estação de Limpeza, Ferroviário, Atendimento a Emergências e outros em implantação) estão alinhados nos requisitos do Elemento Central e Específico. Operadores logísticos que tem mais de uma atividade no mesmo local podem efetuar a avaliação considerando os módulos integrados.

OBJETIVO

O objetivo do Sistema de Avaliação de Segurança, Saúde, Meio Ambiente e Qualidade – Sassmaq é reduzir, de forma contínua e progressiva, os riscos de acidentes nas operações de transporte e distribuição de produtos químicos. O sistema foi lançado pela Abiquim em maio de 2001 e abrange todos os modais de transporte, bem como Terminais de Armazenagem e Estações de Limpeza.

Fonte e Mais informações nos links:




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7 de setembro de 2013

Os Custos dos Acidentes: Aspectos Sociais, Políticos e Econômicos

O Brasil, até o ano de 1994, era o recordista mundial em acidentes de trabalho. Em 1995, ficamos em 3o lugar. Este fato é alarmante e preocupante pois o acidente de trabalho não causa transtornos e prejuízos apenas para o trabalhador e sua família. A para empresa onde o acidentado trabalha e toda sociedade sofrem com os acidentes.


Para o trabalhador, o acidente pode causar:

- Sofrimento físico e psíquico;
- Incapacidade (permanente ou temporária) para o trabalho;
- Dificuldades financeiras para si e sua família (normalmente, o valor que se recebe do INSS não corresponde a totalidade do salário).


Para a empresa, o acidente pode trazer:

• Interrupção do trabalho para socorro do acidentado;
• Interrupção do trabalho para observação e comentário do ocorrido;
• Gastos com primeiros socorros, transporte e assistência do acidentado;
• Danificação ou perda de máquinas, equipamentos, ferramentas e/ou matérias-primas;
• Parada e consequente perda de produção;
• Atraso na entrega de produtos e/ou serviços, acarretando desgaste com clientes;
• Desgaste com autoridades e com a imagem da empresa;
• Queda na produtividade dos outros trabalhadores;
• Queda nos níveis de motivação dos outros trabalhadores;
• Gastos com investigação sobre as causas do acidente;
• Custo de treinamento com o substituto do acidentado


Para a sociedade, o acidente pode causar:


- Perda temporária ou permanente de mão-de-obra produtiva.
- Aumento no número de dependentes da coletividade;
- Aumento de determinados impostos e de taxas de seguro;
- Aumento do custo de vida;


Podemos concluir, então, que um acidente de trabalho acarreta custos diretos (ou segurados) e indiretos (não segurados) para o acidentado, para a empresa e para o país. Segundo alguns especialistas, o custo indireto é 04 vezes superior ao custo direto. Percebe-se, portanto, que os acidentes de trabalho causam à nação prejuízos maiores aos que conseguimos notar. Daí, a preocupação em sermos um dos países com maior número de acidentes de trabalho em todo o mundo.


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Como fazer o cálculo do custo do Acidente de trabalho

 
O cálculo em si não é difícil mas muito trabalhoso. Para cada caso existe diferentes variáveis envolvidas e em muitos casos podem chegar a dezenas de variáveis, muitas vezes de difícil identificação. Em linhas gerais pode-se dizer que o custo do acidente é o somatório dos custos diretos e indiretos envolvidos

C = CD + CI

CUSTO DIRETO:
É o custo mensal do seguro de acidente do trabalho. Não tem relação com o acidente em si. A contribuição é calculada a partir do enquadramento da empresa em três níveis de risco de acidente do trabalho essa porcentagem é calculada em relação à folha de salário de contribuição e é recolhida com as demais contribuições arrecadadas pelo INSS.

    1% para a empresa de risco de acidente considerado leve.

    2% para a empresa de risco médio.

    3% para empresa de risco grave.

CUSTO INDIRETO:
Não envolve perda imediata de dinheiro. Relaciona-se com o ambiente que envolve o acidentado e com as consequências do acidente. Entre os custos indiretos podemos citar:

1. salário que deve ser pago ao acidentado no dia do acidente e nos primeiros quinze dias de afastamento, sem que ele produza.
2. multa contratual pelo não cumprimento de prazos.
3. perda de bônus na renovação do seguro patrimonial.
4. salário pago aos colegas do acidentado.
5. despesas decorrentes da substituição ou manutenção de peça danificada.
6. prejuízos decorrentes de danos causados ao produto no processo.
7. gastos de contratação e treinamento de um substituto.
8. pagamento de horas extras para cobrir o prejuízo causado à produção.
9. gastos de energia elétrica e demais facilidades das instalações (hora extra).
10. pagamento das horas de trabalho despendidas por supervisores e outras pessoas e ou empresas:
          - na investigação das causas de acidentes.
          - na assistência médica para os socorros de urgência.
          - no transporte do acidentado.
          - em providencias necessárias para regularizar o local do acidente.
          - em assistência jurídica.
          - em propaganda para recuperar a imagem da empresa.
Em caso de acidente com morte e invalidez permanente ainda devemos considerar o custo da indenização que deve ser pago mensalmente até que o empregado atinja a idade de 65 anos.
PESQUISA FEITA PELA FUNDACENTRO REVELOU A NECESSIDADE DE MODIFICAR OS CONCEITOS TRADICIONAIS DE CUSTOS DE ACIDENTES E PROPÔS UMA NOVA SISTEMÁTICA PARA A SUA ELABORAÇÃO, COM ENFOQUE PRÁTICO, DENOMINADA CUSTO EFETIVO DOS ACIDENTES, COMO DESCRITO A SEGUIR:

Ce = C - i

Ce = Custo efetivo do acidente.
C = custo do acidente.
i = indenização e ressarcimento recebidos por meio de seguro ou de terceiros (valor líquido)

C = C1 + C2 + C3

C1 = Custo correspondente ao tempo de afastamento ( até os 15 primeiros dias) em consequência de acidentes com lesão.

C2 = Custo referente aos reparos e reposições de máquinas, equipamento e materiais danificados ( acidente com danos a propriedade)

C3 = Custos complementares relativos às lesões (assistência médica e primeiros socorros) e os danos à propriedade (outros custos operacionais, como os resultantes de paralisações, manutenção e lucros interrompidos).




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Cabos de Extensão

Usamos com imensa frequência e não nos damos conta de quanto são importantes e o quanto podem ser perigosos também. Não há nada a respeito dos cabos de extensão que possa sugerir algum perigo. Não há peças móveis, não há chamas e nem barulho. Eles são inofensivos..., mas podem ser perigosos se mal usados.

Somente bons cabos devem ser usados. Dê preferência àqueles que são testados e aprovados por laboratórios de testes de equipamentos elétricos. Os cabos que apresentarem desgaste devem ser reparados ( quando viável ) ou descartados.

Você pode controlar alguns dos riscos associados ao uso de cabos de extensão. Antes de tudo nenhum cabo de extensão pode suportar uma utilização abusiva. Se você der um nó, amassá-lo, cortá-lo ou mesmo curvá-lo, você poderá estar danificando seu revestimento isolante comprometendo-o.

Isto poderá causar um curto-circuito ou um princípio de incêndio, ou mesmo um choque elétrico. A maioria dos cabos elétricos transporta eletricidade comum de 110 volts sem grandes problemas, a não ser uma sensação de tomar um puxão. Sob certas condições uma corrente de 110 volts pode matar.

Tais condições podem ser representadas por um toque num cabo sem revestimento com as mãos molhadas ou suadas, ou pisar em superfícies molhadas.

Assim sendo, proteja o cabo de extensão que estiver usando. Enrole-o em grandes lançadas. Não o dobre desnecessariamente. Não o submeta a tensão. Um cabo nunca deve ser deixado pendurado numa passagem ou sobre uma superfície, onde as pessoas transitam. Os motivos são simples: evitar armadilhas que podem causar acidentes e evitar danos ao próprio cabo.

Se um cabo de extensão mostrar sinais de desgaste, ou se você souber que ele já foi danificado, troque-o por outro novo. Não conserte cabos por sua conta, a não ser que a pessoa seja habilitada para tal.

Em situações especiais, são necessários tipos especiais de cabos. Alguns são resistentes à água, outros não.

Alguns são isolados para resistência ao calor, outros são projetados para suportar a ação dos solventes e outros produtos químicos. Não conhecendo as características técnicas fornecidas pelo fabricante, evite usar cabos em locais úmidos, próximos ao calor ou locais contendo produtos químicos.

Existem Normas Internacionais que são utilizadas para coloração dos cabos termopares, bem como seus dois condutores: positivo e negativo.
Dentre as normas mais utilizadas no mercado brasileiro, podemos citar a Norma ANSI (Americana), norma DIN (Européia/Alemã) e a Norma JIS (Japonesa).

A utilização adequada de cabos de extensão não é difícil e nem complicada. O uso correto não toma tempo e pode livrá-lo de um choque elétrico ou incêndio. Algumas regras devem ser aplicadas via utilização segura de cabos de extensão.

-    Manuseie o cabo gentilmente, evitando tencioná-lo, dobrá-lo ou amassá-lo;
-    Pendure num local onde não perturbe a passagem, ou possa representar riscos;
-    Nunca use cabos desencapados;
-    Use sempre as bitolas indicadas para cada tipo de tensão ou serviço desejado;
-    Esteja sempre utilizando seus EPIs quando estiver fazendo manutenções com cabos;
-    Tomadas, engates e conexões também devem sempre estar em perfeitas condições de uso;

Seguido essas dicas poderemos fazer um trabalho seguro e bem executado.

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Norma da saúde será debatida em teleconferência - NR 32



Entidades promovem debate entre trabalhadores da saúde com enfoque na NR 32
Por ACS/A.R. em 04/09/2013

A Norma Regulamentadora 32 (NR-32), publicada em 11 de novembro de 2005, será debatida pela primeira vez por meio de teleconferência para todos os trabalhadores da área da saúde em território nacional. O debate acontece no próximo dia 12 de setembro, das 15h às 16h30.
O evento, NR-32 – mitos e verdades – um desafio para a saúde será promovido pela Rede SESC-Senac Teleconferência conta com a participação da Fundacentro, representada por Érica Lui que é membro da Comissão Tripartite Permanente Nacional (CTPN) da NR-32 e falará sobre o papel da instituição.
De acordo com a pesquisadora esse evento será importante para que os profissionais possam ter melhor clareza sobre a aplicação da Norma, evitando dificuldades de interpretação. Ela destaca um exemplo que se refere ao uso de adornos no ambiente de trabalho. Para Érica, o mais importante é que o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) esteja em consonância com a Norma, a fim de evitar linguagens diferentes. “Só há efetividade no cumprimento da Norma quando existe uma fiscalização e uma penalização efetivas”, ressalta a pesquisadora.
O programa será dividido em dois 2 blocos. No primeiro, os palestrantes debaterão alguns dos assuntos abordados na Norma, e no segundo, eles responderão a perguntas encaminhadas pelo público.
Todos os palestrantes são membros da Comissão Tripartite Permanente Nacional da NR-32: o auditor fiscal do trabalho Antônio Carlos Ribeiro Filho é o coordenador da Comissão e da bancada do Governo (MTE); Maria Nelcy Oliveira da Costa é coordenadora da bancada dos Trabalhadores (FS); Luís Sérgio Soares Mamari é o coordenador da bancada Patronal na CTPN (CNC); e Vera Lúcia Cantalupo, que é assessora técnica da CTPN (CNFI). A mediação será feita pelo jornalista Sidney Resende, com apoio de Gildete Amorim, intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras).
A teleconferência será transmitida ao vivo dos estúdios do Condomínio Sesc-Senac, no Rio de Janeiro e poderá ser acompanhada em mais de 400 salas e auditórios espalhados pelos estados da Federação.
O público poderá participar nesses endereços ou enviando perguntas, comentários e sugestões pelo e-mail teleconfsesc@senac.br, pelo fax 0800-023-0220, pelo telefone 0800-283-0270 ou ainda pelo Twitter @telesescsenac. Mais informações poderão ser obtidas no site

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