29 de novembro de 2013

1º polo de reciclagem de lixo do país é inaugurado no Rio

Catadores do antigo lixão de Gramacho, em Duque de Caxias, na baixada fluminense, contarão do último dia 22.11(sexta-feira) com o primeiro polo de reciclagem de lixo do Brasil.

Na primeira etapa do projeto, cerca de 140 catadores terão à disposição dois galpões voltados para o recebimento, triagem, enfardamento e estocagem de resíduos para venda.

Ao final dessa fase, prevista para o fim deste ano, a Secretaria Estadual do Ambiente vai entregar os projetos executivos do polo aos parceiros financiadores. Os relatórios vão conter os respectivos custos previstos, que indicarão a construção de mais seis galpões.

Com isso, o espaço onde funcionava o lixão terá, no total, oito galpões com maquinário, duas unidades de processamento de resíduos, além de um centro administrativo para cursos de qualificação profissional e uma creche. A ideia é absorver 400 ex-catadores, promovendo a inclusão sócio-produtiva.

De acordo com ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, que esteve na inauguração, o Rio é um símbolo que vai inspirar outros estados a iniciarem projetos direcionados para ações sustentáveis.

"Nós encontramos uma forma adequada e fecunda que deu certo, juntando a capacidade de organização e luta dos catadores pela cidadania, com o apoio de entidades sociais e a sensibilidade dos governos municipal e estadual, que estimulou a criação desse projeto. Gente que era tida como margem da sociedade conseguem com essa luta dar um salto que reafirma sua condição humana e se tornam agentes econômicos importantes", disse Carvalho.

O secretário estadual de Meio Ambiente, Carlos Minc, disse que a intenção do governo é ampliar a iniciativa de reciclagem. "Nós estamos em contato com a UFRJ [Universidade Federal do Rio de Janeiro] para que eles possam nos apoiar nessa iniciativa, nos dando resíduos para que os catadores aqui possam reciclá-lo”. Segundo ele, o governo pretende implantar uma medida para que as cooperativas não esperem meses para conseguir tirar uma licença ambiental. Também haverá um trabalho de conscientização das grandes empresas.

Situado às margens da Baia de Guanabara, em Duque de Caxias, o Aterro Metropolitano de Jardim Gramacho, criado em 1976, era o maior lixão a céu aberto da América Latina, e recebia diariamente cerca de 11 mil toneladas de resíduos vindos do município do Rio.
A atividade de catação no local, que chegou a recuperar mais de 200 toneladas por dia de resíduos recicláveis e reaproveitáveis, movimenta, no seu entorno, uma economia que dava sustento a mais de 15 mil pessoas.

Com o fechamento do aterro, em 2012, os catadores organizados em cooperativa e em uma associação, assumiram a responsabilidade de dar continuidade na atividade de catação e propuseram ao governo federal e estadual a criação do polo.

O lixo da capital que era levado para Gramacho passou a ser transportado para a Central de Tratamento de Resíduos do Município de Seropédica. Em parceria com a Petrobras, com o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social e a Fundação Banco do Brasil, o polo de reciclagem de Gramacho conta com investimento de R$ 12 milhões. A Refinaria de Duque de Caxias (Reduc) está disponibilizando resíduos sólidos para que os catadores possam desenvolver os trabalhos iniciais.

(Fonte: Agência Brasil – 22/11/2013)
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Uso de agrotóxicos eleva o risco à saúde de trabalhadores rurais

Comércio irregular de agrotóxicos pela internet, em parte alimentado por produtos falsificados,
sem registro e vendidos por empresas fantasmas, eleva o risco à saúde de trabalhadores rurais que têm contato com produtos químicos. Com predomínio de minifúndios voltados à produção de uvas e hortigranjeiros, Bento Gonçalves é o município gaúcho com o maior número de registros de intoxicação por agrotóxicos no Sistema de Informação de Agravos de Notificação do governo federal.

Além do uso intensivo de defensivos na fruticultura, superior às lavouras de soja e milho, o elevado número de notificações é resultado da persistência da vigilância sanitária em confirmar casos suspeitos. De 2007 à metade deste ano, Bento Gonçalves teve 94 — quase um quinto — dos 458 casos do Estado. Mas o tamanho do problema é maior do que indicam os números. Estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostra que, para cada registro de intoxicação por agrotóxicos, outros 50 casos deixaram de ser verificados.


Falta de regulamentação facilita comércio irregular de agrotóxicos

Hoje trabalhando em uma empresa de transportes, o ex-agricultor Leodir de Paris, 55 anos, teve dois acidentes enquanto aplicava fungicidas em parreirais, nos últimos cinco anos. No primeiro, sofreu queimaduras em partes do rosto que estavam desprotegidas e, no segundo, as pernas foram atingidas.

— Nesta segunda vez, demorei 90 dias para ficar curado — lembra De Paris que diz ter usado equipamentos de proteção individual (EPIs) nas duas oportunidades. Para o ex-agricultor, a principal causa das intoxicações na região é a utilização desmedida dos produtos:
— O pessoal usa demais e de forma desordenada, sem consultar profissional habilitado, como agrônomos. Vai muito pelo que o vendedor — diz.

A exposição aos agrotóxicos desde a infância também cobrou um preço ao agricultor Jorge Salton, 59 anos, que há 15 decidiu abandonar a produção convencional e, por questão de saúde, dedicar-se aos orgânicos. Antes de tomar a decisão, conviveu por quatro anos com alergias, dores de cabeça e mal-estar sempre que aplicava químicos. A necessidade foi reforçada quando o filho Joemir, à época com 15 anos e hoje com 31, repetiu os sintomas.

— Quando entrava no parreiral onde o produto havia sido aplicado, já começava a me sentir mal. Eu usava proteção mas não adiantava — relata.
Para técnicos da Embrapa Uva e Vinho, poucos agricultores usam EPIs de forma adequada por falta de orientação e desconforto. Para completar, aplicam um volume de químicos superior ao necessário com medo de quebra na produção.

— Além da perda financeira pelo excesso nas aplicações, aumenta o risco de intoxicação — avalia o supervisor de campos experimentais da Embrapa de Bento Gonçalves, Roque Antônio Zilio.
Uma das principais especialistas no tema no Estado, a médica Neice Faria, coordenadora da vigilância de saúde do trabalhador de Bento Gonçalves e professora de medicina do trabalho da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), lembra que, além dos episódios agudos, a exposição aos agrotóxicos é relacionada a males crônicos que podem se manifestar ao longo dos anos. São registrados casos de câncer, desequilíbrio hormonal, problemas respiratórios e de saúde mental, como depressão.

— Há pesquisas mostrando que os agrotóxicos fazem parte da cadeia causal de suicídios — observa Neice.
A cada quatro dias, cinco atendimentos
Embora não existam estatísticas precisas sobre intoxicações agudas, os números de atendimentos por telefone no Centro de Informação Toxicológica (CIT) do Estado mostram que o quadro é mais grave do que indica o Sistema de Informação de Agravos de Notificação. Considerando apenas acidentes e uso indevido, sem contabilizar tentativas de suicídio, foram 2.295 chamados ao CIT nos últimos cinco anos. Embora os acidentes se concentrem nos meses mais quentes, é como se, a cada quatro dias, cinco casos de intoxicação por defensivos fossem atendidos. Em dois terços dos casos, as ligações partem de profissionais como médicos e enfermeiros.
Para Virgínia Dapper, médica do trabalho e toxicologista do Centro Estadual de Vigilância em Saúde, um dos entraves para dados mais precisos é a falta de capacitação dos profissionais para diagnosticar as intoxicações agudas e as doenças crônicas causadas por agrotóxicos.

(Fonte: Zero Hora – 23/11/2013)
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27 de novembro de 2013

27 de Novembro dia do Técnico de Segurança

 Parabéns à todo os Técnicos de Segurança do Trabalho


Técnico em segurança do trabalho, no Brasil, é um profissional com formação de nível médio, regulado pela Lei nº 7.410, de 27 de novembro de 1985 . Dentre suas atribuições, definidas pela Portaria nº 3.275/89, na NR 27, do Ministro do Trabalho, destacam-se a informação do empregador e dos trabalhadores sobre os riscos presentes no ambiente de trabalho e a promoção de campanhas e outros eventos de divulgação das normas de segurança e saúde no trabalho, além do estudo dos dados estatísticos sobre acidentes e doenças relacionadas ao trabalho. No Brasil, o dia do técnico em segurança do trabalho é comemorado em 27 de novembro.

Na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), editada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, o técnico em segurança do trabalho recebe o código 3516-05. Segundo a CBO, os técnicos de segurança "Elaboram, participam da elaboração e implementam política de saúde e segurança no trabalho (sst); realizam auditoria, acompanhamento e avaliação na área; identificam variáveis de controle de doenças, acidentes, qualidade de vida e meio ambiente. Desenvolvem ações educativas na área de saúde e segurança no trabalho; participam de perícias e fiscalizações e integram processos de negociação. Participam da adoção de tecnologias e processos de trabalho; gerenciam documentação de sst; investigam, analisam acidentes e recomendam medidas de prevenção e controle."

As empresas podem ser obrigadas a contratar técnicos em segurança do trabalho para integrar o Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT), em razão de seu código na Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) e conforme o número de empregados. A obrigação está prevista no artigo 162 da Consolidação das Leis do Trabalho e detalhada na Norma Regulamentadora 46 , aprovada pela Portaria nº 3.214/78, da extinta Secretaria de Segurança e Medicina do Ministério do Trabalho (atual Secretaria de Inspeção do Trabalho).

A equipe do SESMT pode ser composta também por engenheiro de segurança do trabalho, médico do trabalho, enfermeiro do trabalho e auxiliar de enfermagem do trabalho.

A categoria é representada pela Federação Nacional dos Técnicos de Segurança do Trabalho (Fenatest), entidade vinculada à Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC).

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22 de novembro de 2013

LER - DORT Prejuízos para a Empresa

LER são as doenças do trabalho provocadas pelo uso inadequado e excessivo do sistema que agrupa ossos, nervos, músculos e tendões. Atingem principalmente os membros superiores: mãos, punhos, braços, ante-braço, ombros e coluna cervical. Típicas do trabalho intenso e repetitivo, as LER são causadas por diversos tipos de pressões existentes no trabalho, que atacam as pessoas tanto física quanto psicologicamente.

Dá-se o nome de LER ao conjunto de doenças causadas por esforço repetitivo. A LER envolve tenossinovite, tendenite, bursite e outras doenças. Embora conhecida há mais de 100 anos as LER tornaram-se, a partir da década de 1990, muito frequentes devido ao advento da informática e dos computadores.

Muitos estudiosos e instituições já preferem chamar as LER de DORT- doenças osteomusculares relacionadas ao trabalho. AS LER/DORT podem ser causadas por esforço repetitivo devido a má postura, stress ou trabalho excessivo. Também certos esportes se praticados intensivamente podem causar LER.

No ambiente de trabalho, a LER pode causar os seguintes Prejuízos:

Alto Absenteísmo, afastamentos prolongados, redução da produtividade;
Novas contratações;
- Re-Treinamento;
- Gastos com o tratamento;
- Estabilidade do funcionário;
- Fiscalizações / Sindicatos

O relacionamento do homem com o ambiente de trabalho é objeto de estudo da Ergonomia , que busca adaptar o trabalho ao ser humano. Nos últimos 30 anos, análises ergonômicas têm contribuído para transformar situações de trabalho, a fim de que os trabalhadores desenvolvam suas atividades com mais saúde, conforto, segurança e eficiência.


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20 de novembro de 2013

Especialista de Araçatuba orienta sobre cuidados com produtos tóxicos

Na última semana várias crianças da região noroeste paulista foram parar no hospital depois de
tomar produtos químicos. E dados da Sociedade Brasileira de Pediatria mostram que esse tipo de situação é mais comum do que se imagina. Especialistas alertam que a situação é caso de saúde pública, mas o principal cuidado deve vir dos pais.

Para evitar tantos acidentes, os pais precisam criar hábitos de prevenção. “Quem é responsável pela segurança da criança é a família. A criança é curiosa, não tem ciência do perigo. Então não se pode guardar coisas perigosas em embalagens que chamam atenção das crianças, como garrafas de refrigerantes, e principalmente deixar medicamentos longe de crianças”, diz o médico pediatra o pediatra Geraldo Costa.

Quando tinha dois anos, a filha da dona de casa Andreia Manfrinati bebeu um produto químico usado para combater fungos de aquário e ela ficou bem perto da morte. A mãe teve que agir rápido. “Sai correndo e pedi para meu vizinho me levar para o Pronto Socorro porque  eu sabia que aquilo não poderia ter sido ingerido”, afirma a mãe.

Casos como da Júlia, filha de Andreia, estão se tornando cada vez mais comuns. Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, 14 crianças morrem por dia no país vítimas de acidentes domésticos: uma média de 5 mil mortes por ano, que poderiam ter sido evitadas.

A estatística reúne vários tipos de acidentes como intoxicação, queda, queimaduras e choques elétricos. Nesta semana, o médico pediatra atendeu o caso de um menino de apenas um ano que foi queimado por soda caustica. “A mãe disse que deixou a vasilha com a soda em uma mesa e que ela caiu sobre a criança. Foi uma queimadura de primeiro grau, mas poderia ser pior”, afirma o pediatra Geraldo Costa.

Na Santa Casa de Araçatuba, uma criança de um ano e oito meses que tomou solvente permanece internada.  Em São José do Rio Preto (SP) uma menina de 2 anos engoliu um produto altamente tóxico que continha cianeto. O líquido usado para limpar joias estava em uma garrafa plástica de isotônico, que o pai costumava deixar dentro do carro.

(Fonte: G1 - 16/11/2013)
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19 de novembro de 2013

20 de Novembro Dia Nacional da Consciência Negra

Para homenagear Zumbi dos Palmares, herói da resistência negra para o fim da escravidão no Brasil, morto em 20 de novembro de 1695, e ampliar os espaços de debates sobre questões raciais no Brasil, a Lei 12.519/2011 instituiu a data como o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra.

Fruto de uma intensa articulação do Movimento Negro Brasileiro, o 20 de Novembro é uma referência à reflexão sobre o papel dos negros e negras para construção do país. Entretanto, ainda não é um feriado nacional. A adesão ao feriado, ou instituição de ponto facultativo, é uma decisão de cada estado ou município. Atualmente, mais de 1000 municípios já decretaram feriado no Dia Nacional da Consciência Negra.

Celebrações – A data é celebrada com atividades durante todo mês de novembro. Entidades da sociedade civil, principalmente o Movimento Negro, instituições públicas e privadas se mobilizam, em todo o país, para discutir as violações aos direitos da população negra, o enfrentamento do racismo, mais oportunidades para ascensão socioeconômica dos afro-brasileiros, entre outros temas.

Zumbi - Zumbi dos Palmares nasceu em 1655, no estado de Alagoas. Ícone da resistência negra à escravidão, liderou o Quilombo dos Palmares, comunidade livre formada por negros escravizados saídos das fazendas no Brasil Colonial. O reduto era localizado na região da Serra da Barriga, que atualmente integra o município alagoano de União dos Palmares, cujo abriga hoje o Parque Memorial Quilombo dos Palmares.

Embora tenha nascido livre, Zumbi foi capturado aos sete anos de idade e entregue a um padre católico, do qual recebeu o batismo e foi nomeado Francisco. Aprendeu a língua portuguesa e a religião Católica, ajudava nas celebrações das missas. Aos 15 anos, voltou a viver no quilombo, onde lutou contra a escravidão até a morte, em 1695.

       " O Racismo é Produto da Mediocridade Intelectual."




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18 de novembro de 2013

Use Protetor Solar

Quem pensa que filtro solar não faz efeito está muito enganado, pois ele é extremamente importante. Ele ajuda a combater o câncer de pele, que pode ser causado pelo longo período de exposição ao sol.

O filtro solar também tem como objetivo evitar a insolação, e inclusive queimaduras. O filtro solar não deve ser apenas utilizado nos dias de sol, pois deve ser usado todo os dias até mesmo no inverno.

O sol pode trazer sérias complicações para a pele, inclusive manchas, envelhecimento precoce, flacidez, lesões entre outras complicações, e o filtro solar vai ajudar a combater esses problemas, ou pelo menos diminuir as chances de alguma doença aparecer. Então não deixe de usar protetor solar.
O uso do protetor solar é extremamente importante, ele ajuda a combater o câncer de pele, que pode ser causado pelo longo período de exposição ao sol. Além de evitar a insolação, queimaduras, manchas, envelhecimento precoce, flacidez, lesões, entre outras complicações. O Protetor Solar não deve ser utilizado apenas nos dias de sol, deve ser usado todos os dias até mesmo no inverno. Especialistas da área, afirmam que a eficácia do protetor está diretamente relacionada com a dosagem correta que deve ser aplicada sobre o corpo, levando-se em consideração a cor e o tipo de pele.

O dermatologista Thomas Fitzpatrick classificou a pele em 6 tipos e deu dicas de proteção:

Tipos 1 e 2: Peles muito brancas e peles brancas. Dica: Para esses tipos de peles, que jamais se bronzeiam e queimam-se com extrema facilidade, recomenda-se o fator de proteção 60, pois, tais protetores são capazes de bloquear 98,5% dos raios ultravioletas;
 
Tipo 3 e 4: Peles ligeiramente morenas e peles morenas. Dica:Essas peles já contam com uma pequena proteção natural. Queimam-se com facilidade, mas podem ficar bronzeadas e, por isso, podem ser protegidas com o fator de proteção 30 que filtra 96% dos raios ultravioletas;
 
Tipo 5 e 6: Peles muito morenas e peles negras. Dica: Para essas peles, que ficam bronzeadas com facilidade e raramente se queimam, o fator de proteção 15, que filtra 87% dos raios ultravioletas, é o mais indicado.

Por fim, os especialistas fazem as seguintes recomendações para o uso dos Protetores e Bloqueadores: espalhar no corpo e no rosto, sem esquecer orelhas, pés e pescoço, no mínimo 30ml de protetor; usar sempre a palma das mãos para aplicar o creme ou o gel; passar nova camada após contato com a água; usar o boné que já funciona como fator de proteção 7 para o rosto e 5 para o pescoço.

Hoje as empresas estão se preocupando mais com seus colaboradores e estão implantando o uso de protetor ou bloqueador solar, garantindo assim a saúde dos colaboradores e mantendo a empresa sempre respaldada pelas normas de saúde, segurança e higiene do trabalho.

Cuide-se, não deixe de usar Protetor Solar!

Confira os infográficos a seguir.








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15 de novembro de 2013

Prevenção de Incêndios envolvendo Líquidos Inflamáveis

Líquidos inflamáveis servem a várias finalidades, mas também representam sérios riscos de incêndio. Quando inflamados, podem gerar fogo intenso que se alastra com rapidez, tornando se, quase sempre, incontrolável. No entanto, com certas precauções, muitos incêndios envolvendo líquidos inflamáveis podem ser evitados.

Com manuseio e estocagem de líquidos inflamáveis em ambiente seguro, a sua empresa pode:
• reduzir perdas de patrimônio
• evitar interrupções onerosas nos negócios
• ajudar a manter a participação no mercado e conservar funcionários experientes
• evitar o risco de ter que se submeter a novas normas de construção que, em alguns casos, podem tornar os custos de reconstrução proibitivos ou exagerados
• motivar o funcionário, delegando maior responsabilidade e autoridade

O Desafio
 
A maioria dos líquidos inflamáveis ou melhor, de seus vapores é facilmente inflamado mesmo por fontes fracas de ignição, como a eletricidade estática. Os líquidos inflamáveis queimam rápido, liberando muito calor, o que explica o seu potencial explosivo. Seus vapores agem também como fluidos; em geral, são mais pesados do que o ar e podem ficar ao nível ou próximo ao nível do solo. Se inflamados, as chamas irromperão diretamente de volta à fonte de liberação.
Os elementos de prevenção de perdas destinados à contenção de líquidos e vapores para evitar que fontes de ignição causem incêndios podem ajudar a minimizar os riscos dos líquidos inflamáveis.

Como iniciar um programa

A fim de obter o melhor aproveitamento em termos de custo-benefício da proteção de sua empresa, você deve avaliar o papel da prevenção envolvendo líquidos inflamáveis na estratégia global de gerenciamento de riscos de sua empresa.
Primeiro, você terá de assegurar boas condições básicas para os líquidos inflamáveis, as quais incluem a aplicação de métodos elementares de proteção, como ventilação, drenos e diques.
Dependendo da natureza de suas operações e do nível das outras medidas de prevenção e controle que sua empresa possa ter, como proteção por sprinklers automáticos, você pode escolher trabalhar em um nível de prevenção mais alto e dirigido.
A sua empresa encontrará seu nicho em algum lugar entre o nível básico, de proteção localizada, e o nível dirigido, que demanda mais envolvimento e colaboração. Embora possa não ser necessário em todos os tipos de empresas, o nível dirigido certamente diminuirá o número de perdas.
Relacionamos de forma resumida os elementos¬-chaves para prevenção de perdas envolvendo líquidos inflamáveis.

Líquidos inflamáveis


1.0) Elementos Básicos
De uma forma geral, utilize controles físicos passivos apropriados, forneça treinamento em procedimentos e estimule a consciência do manuseio seguro com procedimentos rigoroso de fiscalização.

1.1) Controles físicos passivos dos recipientes metálicos constituindo de:
• recipientes de segurança,
• barras de aterramento,
• válvulas de segurança,
• bandejas com areia, para controlar respingos ou pequenos vazamentos durante a manipulação de recipientes

Você deve avaliar a sua empresa no tocante a estocagem, descarte, bombeamento, processamento, etc. de líquidos inflamáveis. Esses controles passivos de prevenção de perdas eliminam ou reduzem fontes comuns de ignição e limitam combustíveis que favoreçam incêndios.


                         

Foto: A seta preta - indica bomba de segurança
A seta azul - funil apropriado para manuseio de líquidos inflamáveis. Toda transferência de líquidos o conjunto deverá ser aterrado


1.2) Controle físicos passivos da área de armazenagem ou de manipulação
Os líquidos inflamáveis podem se esparramar com rapidez por uma área muito grande. Se não forem contidos por barreiras ou diques (projetados para conter os maiores transborda¬mentos previsíveis), podem alcançar rapidamente áreas vizinhas que abrigam materiais inflamáveis e provocar um incêndio incontrolável.

Os líquidos inflamáveis e seus vapores devem ser confina¬dos em equipamentos fechados e canalizados, de forma a evitar contato com o ar e com quaisquer fontes de ignição. O confinamento deve:

• impedir o escape do liquido e de seus vapores
• possibilitar fechamentos e drenagem rápidos na eventualidade de um escape acidental
• limitar a área pela qual o liquido liberado possa se espalhar


                         


Foto:A seta preta - indica válvula de segurança (alívio)
A seta amarela - indica aterramento entre o tambor e o vasilhame de segurança

 

Portanto o controle deve consistir;

Tanques armazenados ao ar livre
• construção de dique e sistema de drenagem
• construção e assentamento em local isolado

Tambores ou bombonas e outros tipos de recipientes
• construção de edifícios em alvenaria, com sistema de ventilação natural ou mecânica, com instalação elétrica a prova de explosão
• construção em local isolado
• construção de drenos, com caixas de recepção suficiente para contenção do maior vazamento possível.

1.3) Todos os empregados envolvidos recebem treinamento básico em riscos de líquidos inflamáveis e procedimentos de manuseio seguro
Todos os empregados que manipulam ou estão envolvidos com líquidos inflamáveis, devem receber treinamento básico em riscos de líquidos inflamáveis. Em geral os incêndios por derramamento ou vazamento são resultantes de erro humano no manuseio de recipientes (tambores ou bombonas) de estocagem e/ou na transferência de líquidos inflamáveis para pequenos recipientes com controles passivos inadequados (utilização de mangueiras, inclinação dos tambores, adaptação de torneiras, falta de aterramento, etc).


     
                          
             
Foto: Contêiner de segurança para transporte de líquidos inflamáveis

1.4) Programa de resposta adequada para vazamentos, incluindo um plano de resposta para escapes razoavelmente previsíveis, com a providência de qualquer equipamento necessário
Designe um responsável (supervisor) treinado no manuseio de líquidos inflamáveis. As operações devem ser avaliadas para escapes previsíveis e possíveis fontes de ignição.
Um programa de resposta para vazamentos deve então ser elaborado com a definição das etapas de ação. Essas etapas podem incluir:

• eliminação imediata de toda fonte de ignição (por exemplo: equipamento elétrico, maquinário, empilhadeiras)
• medidas temporárias para limitar a área de vazamento (exemplo: uso de rodos ou outros meios físicos para restringir o espalha¬mento de líquidos)
• limitar o acesso não-autorizado à área de vazamento
O treinamento regular dos membros indica¬dos da equipe de resposta para escapes é crucial para o seu sucesso.

1.5) Ventilação
Os vapores não devem acumular-se em áreas de trabalho a ponto de favorecer um incêndio ou uma explosão. Providencie ventilação mecânica natural ou artificial em áreas confinadas que envolvam líquidos inflamáveis a fim de eliminar concentrações de vapores inflamáveis.
Uma regra pratica para ventilação em operações com líquidos inflamáveis consiste em prover ventilação mecânica contínua de 0,3 m3 de ar por minuto para cada m2 de piso onde haja líquidos inflamáveis com pontos de fulgor iguais ou inferiores a 43o C, ou com pontos de fulgor inferiores a 149o C sendo os líquidos aquecidos acima de seus pontos de fulgor.

1.6) Equipamentos elétricos adequados
O uso de equipamentos elétricos adequados, como empilhadeiras e instalações elétricas à prova de explosão, reduz as fontes de ignição. Use somente equipamentos que correspondam ao nível de risco de suas operações com líquidos inflamáveis.

1.7) Fiscalização rigorosa dos procedimentos de manuseio seguro
A empresa deve estabelecer e fiscalizar procedimento de manuseio seguro. A empresa deve incentivar os funcionários que manipulam líquidos inflamáveis a efetuarem medidas corretivas quando necessárias, para que eles possam perceber a importância das medidas de segurança para manuseio e operação de líquidos inflamáveis.
Essa atitude deixará clara a todos os envolvidos o impacto que possa ter um incêndio por líquidos inflamáveis.

2.0) Elementos dirigidos
Além dos elementos básicos, estabeleça uma política formal que inclua o envolvimento da gerencia, responsabilidade por follow-up documentado e por ações corretivas imediatas e respostas para escapes conforme programa correspondente. Encoraje a participação dos funcionários.

2.1) A política formal exige segurança no uso e manuseio de líquidos inflamáveis
Elabore o documento da política da corporação, com o apoio da gerência: a política destaca a importância do programa de prevenção e controle e estabelece consistência nos procedimentos de toda a empresa, com finalidade:

■ uniformizar a operação e manipulação de líquidos inflamáveis
■ usar os controles passivos necessários
■ e finalmente possuir um plano de emergência para ser acionado em caso de vazamento.
Em geral, a política formal da corporação concorre para a criação de programas formais de treinamento, manuais e procedimentos administrativos. Essas políticas costumam autorizar os funcionários a efetuarem prontamente ações corretivas de emergência. Elas encarregam os administradores de identificarem pontos fracos e implementarem melhorias contínuas.

2.2) Devem ser selecionados supervisores de departamentos ou representantes de áreas para realizarem o treinamento de empregados em tarefas específicas a cada local de trabalho
Programas formais de treinamento, regular¬mente reavaliados, devem ser implementados e apoiados pela gerencia.

2.3) Cada um dos gerentes da instalação e os supervisores designados compreendem integralmente e são capazes de explicar as exigências do programa de comunicações de riscos da companhia e, também, de aplicá los na instalação
Grande parte dos regulamentos sobre o meio ambiente relacionados à liberação de resíduos químicos e tóxicos causa impacto direto na maneira pela qual a indústria trabalha com líquidos inflamáveis. Compreender essas exigências lhe ajudará a estabelecer critérios de proteção e prevenção em suas operações com líquidos inflamáveis. Para determinar quais delas dizem respeito a sua empresa, consulte as autoridades governamentais locais.

2.4) Um plano de respostas de emergência testado e aprovado para eliminar escapes e vazamentos contém procedimentos de follow up e revisão para a implementação de ações corretivas
Este elemento assemelha-se ao quarto elemento básico (1.4), apresentando, ainda, um sistema apoiado pela gerência para necessidades pontuais de auditoria e ações corretivas.

2.5) Apoio e participação de funcionários em procedimentos seguros de manuseio
Obtenha comprometimento com a prevenção de perdas de todos os empregados que trabalham direta ou indiretamente com líquidos inflamáveis. Incentive esse comprometimento com treinamentos regulares, reconhecimento de empregados, feedback e delegação de poder para fiscalizar as práticas seguras e a política da companhia.

Roteiro para análise inicial
Na análise de suas insta1ações use o questionário a seguir para avaliar a sua situação e para ajudá-lo a decidir quais mudanças são necessárias.

Elementos Básicos
1-Controles físicos passivos (recipientes de segurança, barras de aterramento, válvulas de segurança, travas, válvulas de fechamento, interruptores, isolamento)
2-Drenos e diques
3-Treinamento em riscos e manuseio seguro para os empregados envolvidos
4-Resposta de emergência adequada para vazamentos relativamente previsíveis
5-Ventilação
6-Equipamentos elétricos adequados
7-Fiscalização rigorosa dos procedimentos de manuseio seguro

Elementos Dirigidos
Todos os elementos básicos mais:

1-A política formal exige segurança no uso e manuseio de líquidos inflamáveis
2-Os gerentes selecionam supervisores ou representantes para treinarem empregados em tarefas especificas ao local
3-Gerentes/supervisores designados compreendem e são capazes de explicar e aplicar as exigências do programa de comunicações de riscos da empresa
4- Plano de resposta de emergência para escapes testado e aprovado inclui follow-up/revisão para ações corretivas
5- Apoio e participação constatados de funcionários em procedimentos seguros de manuseio

Elementos Adicionais
Detalhe que elementos adicionais, dirigidos as suas necessidades específicas de seu programa deve conter.

Fonte: FM Global
Referências bibliográficas para pesquisa:
Data Sheets FM - os Data Sheets 7-29, Flammable Liquids in Drums and Smaller Containers; 7-32, Flammable Liquid Pumping and Piping Systems; 7-36, Flammable Liquid Mixing Operations e 7-88 Storage Tanks for Flammable Liquids.)
Data Sheet FME&R 5-1, Electrical Equipment in Hazardous Loca¬tions, descreve locais e equipamentos necessários, referindo-se a códigos nacionais, como o National Electrical Code (NEC).


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13 de novembro de 2013

Direção Defensiva, Evasiva e Ofensiva

Neste artigo o leitor irá conhecer alguns conceitos de direção defensiva, evasiva e ofensiva. A primeira já é conhecida de todos, pois, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro , tem sido aplicada nos Cursos de Formação de Condutores "CFC".
Dirigir defensivamente é planejar todas as ações pessoais com antecedência, a fim de prevenir-se contra o mau comportamento de outros motoristas e diminuir os riscos de acidentes em pista com condições adversas , como  dirigir com chuva, neblina ou cerração, à noite ou com  luz em excesso. Todas essas situações podem prejudicar o real desempenho do motorista.

A cada dia aumentam o número de acidentes de trânsito provocados por falhas humanas, diante do fato usamos uma máxima na direção defensiva que é bem clara " O bom motorista é aquele que dirigi por si e  pelos outros".
A direção evasiva é um conjunto de técnicas e manobras realizadas em situação de emergência, como acidentes de trânsito, surpresas na pista, emboscadas para sequestros ou roubos.  Estes conhecimentos são de fundamental importância para aqueles que se preocupam com a segurança preventiva, são aconselháveis ao motorista particular, ao agente  de segurança pessoal ou até mesmo ao motorista comum. As técnicas de direção evasiva, utilizadas  por exemplo com um carro blindado diminuem as chances e os riscos de você se tornar  vítima dos criminosos.
A direção ofensiva é a utilização do veículo como instrumento de ataque, ou seja, em uma situação de emboscada ou perseguição, você irá "bater" em pontos específicos no carro inimigo, para provocar um acidente e imobilizar o veículo agressor.
Em direção defensiva, evasiva e ofensiva o treinamento é 10% teoria e 90% prática. Não adianta falar em giro de 180º de frente e de ré ( cavalo-de pau) ou slalon (zigue-zague) ou ainda sobre utilização dos freios ABS só na  teoria.  O conceito aqui apresentado é para o leitor ter uma idéia das técnicas  existentes e que podem melhorar sua segurança.

É aconselhável que motoristas particulares e agentes de segurança sejam capacitados para realizar manobras que possam surpreender os marginais e fugir da emboscada. Para tanto, é necessário conhecimento aprofundado dos tipos de direção na condução do veiculo e que tenha rapidez de raciocínio e reflexos.

Para aqueles que não possuem escolta de agentes, e nem motorista particular, é recomendável aumentar suas habilidades na direção realizando algum curso deste tipo. Veja mais algumas dicas:

- Procure seguir todos os procedimentos de direção defensiva aplicados nos cursos de CFC;

- O ajuste do cinto de segurança e do encosto de cabeça e o banco numa posição confortável  são técnicas de direção simples, porém, fundamentais na condução do veículo ;

- Segurar o volante de forma correta é muito importante . Por exemplo, imagine que  o volante é um relógio, segure-o como se seus braços fossem ponteiros marcando 14h45 ou  09h15hs, esta posição é o principio para qualquer manobra e controle do veículo;

- Atenção aos acontecimentos à frente do veículo: colisões, incêndios e obstáculos na pista; é importante ter sempre 200 a 300 metros livre à frente;

- Evite a permanência atrás de veículos lentos como ônibus, caminhões ou mesmo caminhonetes  que possam dificultar a visão;

- O condutor deve estar sempre alerta a tudo, enxergar longe, antever situações. Quem está  à frente ? Atrás ?  Aos lados ? Enfim, estar atento a qualquer veículo que pareça segui-lo;

Lembre-se: a prática  e o treinamento levam à perfeição, a habilidade do motorista se desenvolve por meio de aprendizado. Ver , pensar e agir com conhecimento, rapidez e responsabilidade são os princípios básicos na direção defensiva, evasiva e ofensiva.
Siderley Andrade de Lima, é consultor de segurança pessoal,
Fonte: Manual de Trânsito (CFC), Jornal da Segurança nº 115/04 e Livro Reaja Técnicas Israelenses de Combate.
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Idade máxima para doação de sangue passa para 69 anos


Da Agência Brasil

Brasília - O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou hoje (12) a ampliação da idade máxima de doação de sangue para 69 anos. Atualmente, a faixa etária para doação é de 16 a 67 anos.O ministro assinou, também, a portaria que torna obrigatória a realização do Teste de ácido nucleico (Nat) em todas as bolsas de sangue coletadas pelos bancos de sangue públicos e privados do país.

'Estamos adotamos este teste como obrigatório tanto nos bancos de sangue públicos quanto nos privados. [O teste] já acontece em 100% dos bancos públicos brasileiros e agora nos permitir colocar nos bancos privados', disse Padilha.

Hoje são coletadas no Brasil 3,6 milhões de bolsas por ano, o que corresponde ao índice de 1,8% do parâmetro estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O ministro destacou que o objetivo do governo é atingir o parâmetro de 3% de bolsas coletadas ao ano. Ele frisou que o atual parâmetro já está dentro da faixa proposta pela OMS.

No ano passado Alexandre Padilha diminuiu de 18 anos para 16 anos a idade mínima para a doação de sangue. Com as idades mínima e máxima para doação ampliadas, 8,7 milhões novos voluntários poderão contribuir para manter os bancos de sangue. Países como os Estados Unidos, a França e a Espanha já trabalham com a faixa etária de até 69 anos.

A realização do teste Nat permite maior rapidez na identificação de vírus como o HIV e o da hepatite C no sangue de doadores.O exame reduz a chamada janela imunológica para a identificação mais rápida desses vírus. A redução do tempo que o vírus permanece indetectável - a janela imunológica - por teste é de 35 dias para 12 dias no caso da hepatite C e de 22 dias para dez dias, no caso do HIV. O Nat identifica o material genético do vírus e não os anticorpos como ocorre com o exame Elisa, normalmente utilizado nos bancos de sangue, o que permite um resultado mais rápido e eficaz.

De acordo com Padilha, a implantação desses novos testes que aumentam a sensibilidade para detectar a infecção pelo HIV e pela hepatite C não exclui as outras medidas do questionário, de critério de doação por dois motivos: elas ajudam a reforçar a sensibilidade e potencializam a ação dos testes. 'É a parte mais importante da segurança de um banco de sangue e afasta qualquer pessoa que tenha se exposto a uma situação de risco', frisou Padilha.

'Todo eles [os testes] são absolutamente confiáveis. O Nat descobre mais precocemente se aquela pessoa está infectada pelo vírus, por isso é importante para transfusão de sangue, é um passo importante para dar mais segurança' acrescentou o ministro.

O Sistema Único de Saúde (SUS) conta com 32 hemocentros coordenadores e 368 regionais, além de núcleos de hemoterapia distribuídos em todo o país. Atualmente, 75% da coleta de sangue é feita na rede pública e 25%, na rede privada. Os bancos de sangue terão 90 dias para se adequar às novas regras. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) será responsável pela fiscalização das redes.

Edição: Marcos Chagas

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3 de novembro de 2013

NR 35 - Segurança nos Trabalhos em Altura





Objetivo:
Estabelecer os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura,envolvendo o planejamento, a organização e a execução, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com esta atividade.

Curso Periodicidade Carga Horária:
Segurança nos Trabalhos em Altura
Capacitação - 08 horas
Reciclagem - 08 horas - Bienal

Conteúdo Programático

Objetivo e campo de aplicação;
Responsabilidades;
Capacitação e treinamento;
Planejamento, organização e execução;
Equipamentos de proteção individual,
Acessórios e  sistemas de ancoragem;
Emergência e salvamento;

Faça seu Orçamento
Tel:    ( 19 ) 3455-3320   ou   ( 19 ) 3454-2217
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NR 33 - Trabalhador Autorizado e Vigia de Espaços Confinados


Objetivo:
Apresentar os riscos envolvidos nos trabalhos em espaço confinado, e as técnicas seguras de realizar uma entrada e trabalho no interior dos espaços confinados de acordo com NR 33.

Curso Periodicidade Carga Horária:
Trabalhador Autorizado e Vigia de Espaço Confinado
Capacitação - 16 horas
Reciclagem - 08 horas - Anual

Conteúdo Programático

MÓDULO I – Segurança em Trabalhos Realizados em Espaços Confinados
Definições de Espaços Confinados
Norma Regulamentadora   
Exemplos de Espaços Confinados
APR – Análise de Preliminar de Risco   
Limites de Inflamabilidade
Chama Aberta       
Ambiente I.P.V.S.                                                      
Engolfamento           
Auto Resgate
Risco Grave e Eminente               
Tipos de Riscos
Equipamentos Intrinsecamente Seguros
Intoxicação, Programa de Proteção Respiratória   
Origem dos Riscos           
Atividades Agravantes       
Programa para Entrada em Espaços  Confinado   
Equipamentos Utilizados
Resgate em Espaço Confinado
Serviço de Emergência e Resgate NR 33

MÓDULO II – Resgate    Primeiros Socorros
Conceitos e Definições       
Avaliação da Vítima       
A.B.C.D.E. do Trauma       
Liberação das Vias Aéreas       
Parada Respiratória       
Parada Cardio-Respiratória   
Ferimentos               
Hemorragias               
Estado de Choque           
Queimaduras           
Fraturas, Luxações, Entorse   
Resgate de Acidentado   
Transporte de Acidentado

Faça seu Orçamento
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NR 33 - Supervisor de Entrada em Espaços Confinados






Objetivo:
Capacitar os funcionários da empresa para a Supervisão em Espaços Confinados com o objetivo de estabelecer os requisitos mínimos para identificação de espaços confinados e o reconhecimento, avaliação, controle dos riscos existentes, funcionamento dos equipamentos utilizados, procedimentos e utilização da permissão de entrada e noções básicas de primeiros socorros.

Curso Periodicidade Carga Horária:
Supervisor de Entrada em Espaços Confinados
Capacitação - 40 horas
Reciclagem - 08 horas - anual

Conteúdo Programático

Módulo 1: Gestão de Segurança e Saúde em Espaço Confinado
- Processo de Identificação de espaço confinado.
- Cadastro de Espaço Confinado e Sinalização.
- NR 33: Segurança e Saúde nos Trabalhos em espaços Confinados.
- Normas Regulamentadoras aplicáveis.
- Normas da ABNT: NBR 14787 e NBR 14606;
- Normas Internacionais.
- Responsabilidade Civil e Penal.
- Reconhecimento de Riscos Ocupacionais. 
- Técnicas de Análise de Riscos aplicáveis .
- Reconhecimento e Avaliação;
- Saúde Ocupacional e riscos psicossociais;

Módulo 2: Equipamentos e acessórios para Controle dos Riscos
- Seleção de equipamentos para Movimentação Vertical e Horizontal.
- Seleção de acessórios de Lock out e Tag out.
- Seleção de equipamentos de Detecção de Gás: Calibração, amostragem remota, sensores, desvios mais comuns.
- Seleção de equipamentos de Comunicação.
- Seleção de equipamentos para Ventilação (insuflamento/exaustão)..

Módulo 3: Medidas Administrativas
- Elementos para elaboração de Procedimento.
- Parâmetros para Elaboração de uma Permissão de Entrada e Trabalho – PET.
- Requisitos para contratação de serviços de Terceiros.
- Elementos de um Programa de Controle de Energia Perigosa – PCEP.
- Elementos de um Programa de Proteção Respiratória:
- Legislação -  Instrução Normativa 01/1994.
- Ar respirável e Atmosferas IPVS.
- Fator de Proteção dos respiradores.
- Ensaio de Vedação.
- Limitações no uso de respiradores.
- Situações de emergência.

Módulo 4: Áreas Classificadas
- Conceitos básicos.
- Parâmetros a serem avaliados.
- Portaria 83/2006 do INMETRO.
- Requisitos da NR 10, Portaria 598/2004.
- Normas da ABNT: NBR 5418, NBR 9518.
- Normas Internacionais: IEC. .
- Código IP (Ingress Protection).

Módulo 5: Emergência e Salvamento
- Cenários de Emergência.
- Técnicas de Resgate.
- Rotinas para Casos de Intoxicação.
- Planejamento para o uso de Recursos Adicionais.
- Primeiros Socorros.
- Elementos de um Plano de Resgate.

Módulo 6: Parte Prática.
- Simulação de Entrada e Saída em espaço confinado, com uso de equipamentos.
- Erros sistemáticos e aleatórios. 

Faça seu Orçamento
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NR 20 Líquidos Inflamáveis e Combustíveis

NR20 - LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS 

Objetivo:
O principal objetivo do curso da NR20 – SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO COM INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS é estabelecer requisitos mínimos para a gestão da segurança e saúde no trabalho contra os fatores de risco de acidentes provenientes das atividades de extração, produção, armazenamento, transferência, manuseio e manipulação de inflamáveis e líquidos combustíveis.
Sendo assim, os trabalhadores em postos de gasolina, mercados (atacadistas, varejistas), trabalhadores de empresas que possuem armazenados, líquidos inflamáveis e/ou combustíveis de 10m3 até 5.000m3 e mais de 2 toneladas até 60 toneladas de gases inflamáveis, devem possuir o curso de integração e/ou básico, em outra situação, devem possuir o intermediário e o avançado.
É muito importante que os proprietários de empresas, gerentes, supervisores, líderes e contratados, leiam atentamente na íntegra a NR 20 e suas atualizações, e façam uma análise de abrangência para a sua atividade comercial. E nós da Alpha Seg Treinamentos estamos a disposição para atende-los.

Curso Periodicidade Carga Horária
Básico - Trienal
Intermediário - Bienal
Avançados I e II - Anual

Conteúdo programático:

a) Curso Integração
Carga horária: 4 horas
1. Inflamáveis: características, propriedades, perigos e riscos;
2. Controles coletivo e individual para trabalhos com inflamáveis;
3. Fontes de ignição e seu controle;
4. Procedimentos básicos em situações de emergência com inflamáveis.

b) Curso Básico
Carga horária: 8 horas
Conteúdo programático teórico:
1. Inflamáveis: características, propriedades, perigos e riscos;
2. Controles coletivo e individual para trabalhos com inflamáveis;
3. Fontes de ignição e seu controle;
4. Proteção contra incêndio com inflamáveis;
5. Procedimentos básicos em situações de emergência com inflamáveis;
Conteúdo programático prático:
Conhecimentos e utilização dos sistemas de segurança contra incêndio com inflamáveis.

c) Curso Intermediário
Carga horária: 16 horas
Conteúdo programático teórico:
1. Inflamáveis: características, propriedades, perigos e riscos;
2. Controles coletivo e individual para trabalhos com inflamáveis;
3. Fontes de ignição e seu controle;
4. Proteção contra incêndio com inflamáveis;
5. Procedimentos em situações de emergência com inflamáveis;
6. Estudo da Norma Regulamentadora n.º 20;
7. Análise Preliminar de Perigos/Riscos: conceitos e exercícios práticos;
8. Permissão para Trabalho com Inflamáveis.
Conteúdo programático prático:
Conhecimentos e utilização dos sistemas de segurança contra incêndio com inflamáveis.

d) Curso Avançado I
Carga horária: 24 horas
Conteúdo programático teórico:
1. Inflamáveis: características, propriedades, perigos e riscos;
2. Controles coletivo e individual para trabalhos com inflamáveis;
3. Fontes de ignição e seu controle;
4. Proteção contra incêndio com inflamáveis;
5. Procedimentos em situações de emergência com inflamáveis;
6. Estudo da Norma Regulamentadora n.º 20;
7. Metodologias de Análise de Riscos: conceitos e exercícios práticos;
8. Permissão para Trabalho com Inflamáveis;
9. Acidentes com inflamáveis: análise de causas e medidas preventivas;
10. Planejamento de Resposta a emergências com Inflamáveis;
II) Conteúdo programático prático:
Conhecimentos e utilização dos sistemas de segurança contra incêndio com inflamáveis.

e) Curso Avançado II
Carga horária: 32 horas
Conteúdo programático teórico:
1. Inflamáveis: características, propriedades, perigos e riscos;
2. Controles coletivo e individual para trabalhos com inflamáveis;
3. Fontes de ignição e seu controle;
4. Proteção contra incêndio com inflamáveis;
5. Procedimentos em situações de emergência com inflamáveis;
6. Estudo da Norma Regulamentadora n.º 20;
7. Metodologias de Análise de Riscos: conceitos e exercícios práticos;
8. Permissão para Trabalho com Inflamáveis;
9. Acidentes com inflamáveis: análise de causas e medidas preventivas;
10. Planejamento de Resposta a emergências com Inflamáveis;
11. Noções básicas de segurança de processo da instalação;
12. Noções básicas de gestão de mudanças.
Conteúdo programático prático:
Conhecimentos e utilização dos sistemas de segurança contra incêndio com inflamáveis.

f) Curso Específico
Carga Horária: 16 horas
Conteúdo programático teórico:
- Estudo da Norma Regulamentadora n.º 20;
- Metodologias de Análise de Riscos: conceitos e exercícios práticos;
- Permissão para Trabalho com Inflamáveis;
- Acidentes com inflamáveis: análise de causas e medidas preventivas;
- Planejamento de Resposta a emergências com Inflamáveis;

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