15 de dezembro de 2014

Feliz Natal

Comunicamos aos parceiros e amigos que a partir de 20/12 entraremos em férias coletivas e retornaremos as nossas atividades normais dia 05/01/2015.
Agradecemos por mais um ano juntos e desejamos iniciar um 2015 com muito sucesso.

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1 de dezembro de 2014

1/12 - Dia Mundial de Combate a Aids


O dia 1 de dezembro foi internacionalmente instituído como o Dia Mundial de Combate à AIDS. É quando o mundo une forças para a conscientização sobre essa doença. Dados do Ministério da Saúde apontam que hoje existem 630 mil pessoas que vivem com HIV no Brasil, sendo que 255 mil desconhecem essa situação e cerca de 30% dos pacientes ainda chegam ao serviço de saúde tardiamente.

São várias as campanhas pelo país, escolas, posto de saúde e hospitais, poupa tempo, sem contar a veiculação nas redes sociais. Hoje a conscientização é fator primordial para o não contagio da AIDS.

Segue alguns links de matérias relacionadas para um melhor entendimento.


  


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27 de novembro de 2014

MTE Prorroga Novamente Prazo para Consulta Pública da NR-1



Por força da portaria nº 449, de 11 de novembro de 2014,  o Ministério do Trabalho e Emprego prorroga por mais 60 dias o prazo da consulta pública da nova Norma Regulamentadora n.º 1.

Portaria na íntegra:

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO - SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO PORTARIA N.º 446 DE 16 DE SETEMBRO DE 2014

(D.O.U. de 17/09/2014 – Seção 1)

Prorroga em 60 dias o prazo da consulta pública da nova Norma Regulamentadora n.º 01.

O SECRETÁRIO DE INSPEÇÃO DO TRABALHO, no uso das atribuições conferidas pelo art. 14, inciso II, do Anexo I do Decreto n.º 5.063, de 3 de maio de 2004, e em face do disposto nos arts. 155 e 200 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto n.º 5.452, de 1º de maio de 1943, e da Portaria MTE n.º 1.127, de 02 de outubro de 2003, resolve:

Art.1º Prorrogar por 60 (sessenta) dias o prazo estabelecido na Portaria SIT n.º 428, de 27 de maio de 2014, publicada no DOU de 28 de maio de 2014, referente à consulta pública do texto técnico básico da nova Norma Regulamentadora n.º 01 (Prevenção em Segurança e Saúde no Trabalho).

Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação.

PAULO SÉRGIO DE ALMEIDA



 Publicada em 25/11/2014

Fonte: Sintesp
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27 de Novembro ( Dia do Técnico de Segurança )


Profissão Técnico de Segurança do Trabalho
O Técnico em Segurança do Trabalho é o profissional que elabora e implementa políticas de saúde e de segurança do trabalho (SST).
Realiza auditorias, acompanhamento e avaliação na área. Identifica variáveis de controle de doenças,de qualidade e do meio ambiente.  Desenvolve ações educativas na área de saúde e segurança do trabalho. Participa de perícias e fiscalizações e atua em processos de negociação. Participa da adoção de tecnologias e de processos de trabalho. Gerencia documentação de SST. Investiga, analisa acidentes e recomenda medidas para sua prevenção e controle.

Suas atividades são dadas pela Portaria Nº 3.275 - 21/SET/1989. Sendo que foi publicada em Julho de 1.978 uma portaria própria para a atividade e registro do TST, que posteriormente em  Maio de 2008 foi revogada. Mesmo assim essa profissão vem crescendo e se desenvolvendo a cada dia mais e com isso vem sendo notado vários novos técnicos em segurança com uma visão avançada em questão de conscientização.


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24 de novembro de 2014

Respiradores Reutilizáveis


A linha de respiradores reutilizáveis conta com peças semifaciais e facial inteira. Vedação adequada para diferentes tipos de rostos. Devem ser bem escolhidos para que atenda a real necessidade do trabalhador.

Devemos lembrar que: 
  • Respirar algumas poeiras, névoas, fumos, gases ou vapores podem causar doenças ou até a morte.
  • Os respiradores ajudam a proteger quando utilizados durante todo o tempo de exposição.
  • Se não conseguir uma vedação adequada, não entre na área contaminada e entre em contato com o seu supervisor.
  • Contate seu supervisor sempre que houver dúvidas de qual respirador é o mais adequado e seu uso correto.
  • O Programa de proteção Respiratória (PPR) da Fundacentro requer que todos os usuários de respiradores passem pelo ensaio de vedação.
  • Não use com barbas ou outras condições que possam prejudicar a vedação entre o rosto do usuário e o respirador.
  • Baixas concentrações de Vapores Orgânicos ou Gases Ácidos são aquelas abaixo do nível de ação (metade do limite de tolerância) destes contaminantes.
Vamos ver um vídeo.


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Quanto vale a segurança?

Aos amigos que acompanham o nosso blog, segue uma matéria da Revista Proteção. Eu a li e achei bem interessante e resolvi compartilhar com vocês.
Tenham uma boa leitura.

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7 de novembro de 2014

Novembro Azul - Luta contra o Câncer de Próstata


Para fortalecer esta campanha, o Grupo Alpha Seg e todos os seus colaboradores estão empenhados para  que muito mais homens sejam conscientizadas sobre o diagnóstico precoce, o que pode prevenir o aparecimento da doença.
 
Novembro Azul  é uma campanha de conscientização realizada por diversas entidades no mês de novembro dirigida a sociedade e aos homens sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de próstata e outras doenças masculinas.
Em vários países, o Novembro Azul é mais do que uma simples campanha de conscientização. Há reuniões entre os homens com o cultivo de bigodes (ao estilo Mario Bros), símbolo da campanha, onde são debatidos, além do câncer de próstata, outras doenças como o câncer de testículos, depressão masculina, cultivo da saúde do homem, entre outros.
O movimento surgiu na Austrália, em 2003, aproveitando as comemorações do Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata, realizado a 17 de novembro.


Na verdade, novembro azul é mais tradicionalmente dedicado ao diabetes mellitus. Em 14 de Novembro, data do nascimento do Dr. Banting, descobridor da insulina, comemora-se o dia mundial do diabetes (a data foi instituída pela Federação Internacional de Diabetes - IDF e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) desde 1991, e conta com o reconhecimento e apoio da Organização das Nações Unidas (ONU), que em dezembro de 2006 assinou uma Resolução reconhecendo o diabetes como uma doença crônica e de alto custo mundial), e no mundo inteiro, ações são desenvolvidas para que o diabetes seja mais divulgado, seus modos de prevenção, diagnostico precoce e manejos. Em muitos locais do mundo, instituições são iluminadas de azul, caminhadas são propostas, ações em ruas movimentadas, etc.

Há também o agosto azul, mês dedicado à prevenção das causas gerais de mortes masculinas, incluindo a violência urbana com mortes por armas de fogo e armas brancas, mortes no trânsito, câncer de próstata, etc, mas sem menção ao diabetes. Portanto, classicamente, novembro azul é o movimento mundial para o diabetes. a IDF- Federação Internacional de Diabetes estima que haverão 410 milhões de diabéticos em 2025, hoje há mais de 230 milhões de diabéticos, uma doença que traz inúmeras complicações, mortes cardiovasculares, incapacitações e amputações, cegueira, etc.


O que é prevenção de um tipo de câncer?

Prevenir o aparecimento de um tipo de câncer é diminuir as chances de que uma pessoa desenvolva essa doença . Normalmente, isso se faz através de ações que a afastem de fatores que propiciem o desarranjo celular que acontece nos estágios bem iniciais da doença, quando apenas algumas poucas células estão sofrendo as agressões que podem transformá-las em malignas. São os chamados fatores de risco.

Além disso, outra forma de prevenir o aparecimento de câncer é promover ações sabidamente benéficas à saúde como um todo e que, por motivos muitas vezes desconhecidos, estão menos associadas ao aparecimento desses tumores.

Nem todos os cânceres têm esses fatores de risco e de proteção identificados e, entre os já reconhecidamente envolvidos, nem todos podem ser facilmente modificáveis, como a herança genética (história familiar), por exemplo.

Como se faz prevenção no câncer de próstata?

A próstata é uma glândula masculina que se localiza entre a bexiga e o reto. Essa glândula participa da produção do sêmen, líquido que carrega os espermatozóides produzidos no testículo. Ela envolve a uretra e seu tamanho normal é de uma azeitona. A próstata, como todo o aparelho sexual masculino, tem o seu funcionamento regulado pelos níveis de testosterona circulantes, o hormônio masculino.

O câncer de próstata, como a maioria dos tipos de câncer, tem fatores de risco identificáveis (para maiores informações sobre fatores de risco para este tipo de câncer leia o artigo "Detecção Precoce do Câncer de Próstata" neste site).

Alguns desses fatores de risco são modificáveis, ou seja, pode-se alterar a exposição que cada pessoa tem a esse determinado fator, diminuindo a sua chance de desenvolver esse tipo de câncer.

Há também os fatores de proteção. Ou seja, fatores que se a pessoa está exposta a sua chance de desenvolver esse tipo de câncer diminui. Entre esses fatores de proteção também há os que se pode modificar, se expondo mais a eles.

Os fatores de risco e proteção para o câncer de próstata mais conhecidos e que podem ser modificados são
Idade, Dieta, Histórico Familiar e Raça.
 
Idade
O câncer de próstata é incomum em homens de 50 anos ou menos. Porém depois dessa idade torna-se mais comum a cada década que passa. Por isso, fazer exames de detecção precoce após essa idade é importante.
Quanto mais precocemente se diagnostica um tumor, maior são as chances de cura.
Os exames mais comumente realizados para se detectar esse tipo de câncer, precocemente ou não, são o toque retal, o exame de ultra-sonografia transretal e o exame de PSA (antígeno prostático-específico).

Dieta
Uma dieta pobre em gordura, principalmente de origem animal, e rica em frutas, legumes e verduras parece estar associada a uma diminuição no risco para esse tipo de câncer. Algumas substâncias têm sido apontadas como responsáveis por esse fator de proteção. Os estudos com Vitamina E, Vitamina D, Selenium e Lycopene (esse último presente nos tomates) na sua forma natural ou como suplementação dietética são os mais consistentes em demonstrar essa associação. Entretanto ainda há controvérsias sobre a real capacidade dessas substâncias em diminuir a mortalidade associada a esse tipo de câncer, além de não ter se esclarecido a forma e a quantidade em que estas substâncias se tornam especificamente benéficas.
   
História familiar
Quinze por cento (15%) dos homens que tem câncer de próstata tem um familiar de primeiro grau com esta doença. Por isso, ter pai, irmão ou filho com esse tipo de tumor é indicação para fazer um seguimento mais cuidadoso com o objetivo de detectar precocemente esse tumor, assim como com o passar da idade.
   
Raça
Nos EUA, homens negros têm mais câncer de próstata que homens brancos, e mais que homens de origem oriental. Aparentemente, essa diferença racial se dá pelo níveis de testosterona circulante em cada raça. Porém, outros fatores que podem estar distribuídos de forma diferente nas raças podem ser responsáveis por essa diferença na distribuição desse tipo de câncer. De qualquer forma, homens da raça negra devem dar uma atenção especial para esse risco elevado e fazer os exames de detecção precoce rotineiramente.

Prevenção com o uso de hormônios.
Vários estudos estão sendo feitos para se definir o valor do uso de hormônios que se opõem à ação da testosterona com o objetivo de diminuir as chances de se desenvolver esse tipo de câncer. Esse tratamento seria utilizado naquele grupo de homens com risco muito aumentado. Nenhuma conclusão se obteve até o momento.

Perguntas que você pode fazer ao seu médico
Meu pai teve câncer de próstata. Isso eleva o meu risco para esse tipo de câncer?
Já fiz o exame de PSA várias vezes. Até quando terei que fazer esse tipo de exame?


Fontes: ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Novembro_Azul )    
(http://www.abcdasaude.com.br/cancerologia/cancer-de-prostata-prevencao )
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25 de outubro de 2014

O que é C.A?



O CA - Certificado de Aprovação - é um documento emitido pelo Ministério do Trabalho e Emprego que tem por finalidade avaliar e manter um padrão nos equipamento de proteção.

A NR6 - que regulariza os equipamentos de proteção individual - exige que todo equipamento de proteção individual, de fabricação nacional ou importado, só poderá ser posto à venda ou utilizado com a marcação do CA.

Para se obter um CA, o fabricante ou importador, deve enviar uma amostra do equipamento para um laboratório autorizado, o laboratório faz testes com esse equipamento e emite um laudo com as características do produto. Esse laudo é enviado ao M.T.E para emissão do CA que garantirá o padrão dos equipamentos que devem obedecer as especificações presentes no laudo.

Aqui no Blog é possível fazer a consulta de CA, na página inicial temos um link que nos permite a consulta em poucos clique e também podemos fazer diretamente pelo M.T.E.

Vou deixar logo a baixo os links para as consultas.



Consulta de C.A no Ministério do Trabalho
C.A - M.T.E                  Faça sua consulta e verifique se seu C.A está em conformidade.
Consulta de C.A no ConsultaCA
C.A - Consulta C.A Faça sua consulta e verifique se seu C.A está em conformidade.
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14 de outubro de 2014

Ebola - Entenda um pouco mais


Ebola, esse é um assunto que tem despertado grande atenção por parte estudiosos, cientistas, médicos, governos entre outros. Pois esse vírus vem fazendo um numero muito grande de vitimas e na maioria dos casos tem levado a óbito.
Já recebemos noticia de que uma pessoa poderia estar infectada com o vírus e estaria aqui no Brasil, será que é mesmo? Será que estamos preparados para combate-la ou ao menos nos cuidar?
Segue uma matéria que esclarece bastante e um infográfico que também ajuda muito.
Boa leitura.

Ebola é uma febre grave do tipo hemorrágico transmitida por um vírus do gênero Filovirus, altamente infeccioso, que desenvolve seu ciclo em animais Há cinco espécies diferentes desse vírus, que recebe o nome do local onde foi identificado. Zaire, Bundibugyo, Costa do Marfim, Sudão e Reston. Este último ainda não foi encontrado em humanos.

A doença é classificada como uma zoonose. Embora os morcegos frutívoros sejam considerados os prováveis reservatórios naturais do vírus Ebola, ele já foi encontrado em gorilas, chimpanzés, antílopes, porcos e em minúsculos musaranhos. Os especialistas defendem a hipótese de que a transmissão dos animais infectados para os seres humanos ocorre pelo contato com sangue e fluidos corporais, como sêmen, saliva, lágrimas, suor, urina e fezes.

Daí em diante, o vírus Ebola pode ser transmitido pelo contato direto entre as pessoas, pelo uso compartilhado de seringas e, por incrível que pareça, até depois da morte do hospedeiro. Ou ainda, caso o paciente tenha sobrevivido, o vírus Ebola pode persistir ativo em seu sêmen durante semanas. Possivelmente, uma das razões para ser tão mortal e resistente é que libera uma proteína que desabilita o sistema de defesa do organismo.

Surtos de ebola atingiram países da África em 1995, 2000, 2007, mas foram controlados. O surto de 2014 atinge Guiné, Serra Leoa e Libéria e já há casos confirmados na Nigéria. A OMS determinou estado de “emergência sanitária mundial” com o objetivo de conter o vírus e barrar surto de Ebola, o maior de que se tem conhecimento até agora.

Oficialmente, só se considera que um surto de ebola chegou ao fim após 42 dias sem nenhum novo caso registrado.

Sintomas

O período de incubação dura de 2 a 21 dias. Os sinais e sintomas variam de um paciente para outro. Metade dos pacientes infectados vão a óbito.

Febre, dor de cabeça muito forte, fraqueza muscular, dor de garganta e nas articulações, calafrios são os primeiros sinais da doença que aparecem de forma abrupta depois de cinco a dez dias do início da infecção pelo vírus Ebola. Com o agravamento do quadro, outros sintomas aparecem: náuseas, vômitos e diarreia (com sangue), garganta inflamada, erupção cutânea, olhos vermelhos, tosse, dor no peito e no estômago, insuficiência renal e hepática. No estágio final da doença, o paciente apresenta hemorragia interna, sangramento pelos olhos, ouvidos, nariz e reto, danos cerebrais e perda de consciência.

 Diagnóstico

Uma das dificuldades para estabelecer o diagnóstico precoce da doença provocada pelo vírus Ebola é que, no início, os sintomas podem ser confundidos com os de enfermidades como gripe, dengue hemorrágica, febre tifoide e malária. O levantamento da história do paciente, se esteve exposto a situações de risco e o resultado de testes sorológicos (Elisa IgM, PCR) e o isolamento viral são fundamentais para determinar a causa e o agente da infecção.

Diante da possibilidade de uma pessoa ter entrado em contato com o vírus Ebola, ela deve ser mantida em isolamento e os serviços de saúde obrigatoriamente notificados.

Tratamento

Não existe tratamento específico para combater o vírus Ebola, que infecta adultos e crianças sem distinção. Não existe também uma vacina contra a doença, mas já foi testada uma fórmula em macacos, morcegos e porcos-espinhos que mostrou resultados positivos nesses animais.

O único recurso terapêutico contra a infecção causada pelo Ebola é oferecer medidas de suporte, como reposição de fluidos e eletrólitos, hidratação, controle da pressão arterial e dos níveis de oxigenação do sangue, além do tratamento das complicações infecciosas que possam surgir.

No Brasil, existem dois centros de referência preparados para tratar pacientes infectados pelo vírus ebola: o Fiocruz, no Rio de Janeiro, e o Hospital Emílio Ribas, em São Paulo.

Prevenção

Não só os agentes de saúde, mas todas as pessoas que precisam aproximar-se de pacientes com caso confirmado de ebola ou suspeita da doença são obrigadas a usar um equipamento de proteção que cobre o corpo da cabeça aos pés e que deve ser retirado com todo o cuidado para evitar contaminação.

Recomendações

As seguintes medidas são fundamentais para evitar o contato com o vírus Ebola, como forma de prevenir a infecção e evitar a disseminação da doença;

Lave as mãos com frequência com água e sabão. Se não for possível, esfregue-as com álcool gel;
Procure não frequentar lugares que facilitem a exposição ao vírus Ebola;
Evite contato com pessoas infectadas. Quanto mais avançada a doença, maior a concentração de vírus e mais fácil o contágio;
Use vestimentas de proteção, como macacões e botas de borracha, aventais, luvas e máscaras descartáveis e protetores oculares, sempre que tiver de lidar com os pacientes. Sob nenhum pretexto reutilize agulhas e seringas. Instrumentos médicos metálicos que serão reaproveitados devem ser esterilizados.
Só coma alimentos exóticos de procedência conhecida;
Lembre que o corpo dos doentes continua oferecendo risco de contágio mesmo depois da morte.

Fonte: http://drauziovarella.com.br/letras/e/ebola/


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1 de outubro de 2014

Outubro Rosa - Luta Contra o Câncer de Mama

O movimento começou a surgir em 1990 na primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, e desde então, promovida anualmente na cidade. Entretanto, somente em 1997 é que entidades das cidades de Yuba e Lodi, também nos Estados Unidos, começaram a promover atividades voltadas ao diagnóstico e prevenção da doença, escolhendo o mês de outubro como epicentro das ações. Hoje o Outubro rosa é realizado em vários lugares.

Para fortalecer esta campanha, o Grupo Alpha Seg e todos os seus colaboradores estão empenhados para  que muito mais mulheres sejam conscientizadas sobre o diagnóstico precoce, o que pode levar a um  tratamento eficaz e consequentemente a cura.

A luta contra o câncer de mama, listado como o mais comum entre as mulheres, ganha destaque a partir de hoje em todo o mundo. Divulgue essa imagem, apoie também essa luta.


Tire 13 duvidas

1 - O que causa o câncer de mama?
Na maioria dos casos de câncer de mama, não há uma causa específica. Há alguns fatores que estão associados ao aumento do risco de desenvolver a doença. A própria idade é um deles, pois a chance aumenta na medida em que se envelhece. Menarca precoce, menopausa tardia, nuliparidade (não ter filhos), primeiro filho em idade avançada, não amamentação e uso de terapia de reposição hormonal são fatores associados ao risco. Consumo excessivo de álcool, obesidade na pós-menopausa e sedentarismo também. Os fatores hereditários são responsáveis por menos de 10% dos cânceres de mama. O risco é maior quando os parentes acometidos são de primeiro grau (pai, mãe, irmãos, filhos).

2 - Atinge homens em que proporção?
O câncer de mama em homens é raro. Estima-se que, do total de casos da doença, apenas 0,8% a 1% ocorram em pessoas do sexo masculino.

3 - Existe algum sintoma além de caroço no seio?
A forma mais habitual é o aparecimento de nódulo, geralmente indolor. Outros sinais e sintomas menos frequentes são edemas semelhantes à casca de laranja, irritação ou irregularidades na pele, dor, inversão ou descamação no mamilo e descarga papilar (saída de secreção pelo mamilo). Podem também surgir nódulos palpáveis na axila.

4 - É sempre possível notar a doença por meio do toque nos seios?
Não, a patologia tem uma fase em que as lesões são do tipo não-palpáveis. Por isso, é importante a realização de exames de imagem na faixa etária de maior risco.

5 - Segundo o Inca, o autoexame não é estimulado como medida de detecção. Por quê?
Considerando as evidências atualmente disponíveis, não se pode recomendar ou fomentar o ensino do autoexame como método de rastreamento. Também não foi evidenciada diminuição da mortalidade por câncer de mama com o uso do autoexame. Entretanto, o Inca destaca a importância de que a mulher esteja atenta ao seu corpo e à saúde das mamas. A recomendação é que, diante da observação de qualquer alteração ou mudança nas mamas, busque imediatamente a avaliação de um médico.

6 - Prótese de silicone nos seios pode levar à doença?
Não há evidência científica de que exista associação entre implantes mamários de silicone e o risco de desenvolvimento de câncer de mama.

7 - Como é o tratamento de câncer de mama?
O tratamento é multidisciplinar, ou seja, deve incluir a opinião de vários especialistas médicos, como o mastologista, o radiologista, o oncologista clínico, o radioterapeuta, assim como enfermeira especializada, psicóloga, fisioterapeuta e assistente social. Habitualmente, o tratamento pede cirurgia e é complementado pela radioterapia e quimioterapia/hormonioterapia.

8 - Quais são as chances de cura de câncer de mama?

Quando diagnosticado precocemente, há até 95% de chance de cura. Por isso, é importante que toda mulher de 50 a 69 anos faça mamografia a cada dois anos.

10 - Quais alimentos ajudam a prevenir a doença?
Os de origem vegetal: frutas, legumes, verduras e leguminosas (como feijão, lentilha, grão-de-bico). Têm o poder de inibir a chegada de compostos cancerígenos às células e, ainda, consertar o DNA danificado quando a agressão já começou. Se a célula foi alterada e não foi possível consertar o DNA, alguns compostos promovem a morte delas, interrompendo a multiplicação desordenada.
A ideia de que determinado alimento é bom para tal tipo de câncer não se aplica. Tem de haver sinergismo entre os compostos, o que ajuda em todos os tipos da doença. Por isso, é importante variar a alimentação ao máximo. A recomendação é consumir, no mínimo, 400g por dia de vegetais, sendo 2/5 de frutas e 3/5 de legumes e verduras. Cada porção equivale a uma quantia que caiba na palma da sua mão, do produto picado ou inteiro, totalizando 80g.

11 - O que não se deve comer para ajudar na prevenção?
Entre os alimentos prejudiciais estão os embutidos, que apresentam grande quantidade de sal, nitritos e nitratos. Os conservantes em contato com o suco digestivo do estômago se transformam em compostos cancerígenos. Evite ao máximo comê-los, mas o ideal é que não sejam consumidos.
Limite carne vermelha a 50g semanais. A forma de preparo dos alimentos, especialmente das carnes (de qualquer tipo), pode influenciar. Os feitos na chapa ou fritos trazem malefícios, porque a exposição a altas temperaturas também atua na formação de compostos cancerígenos. Prefira levá-los ao forno ou usá-los em ensopados. Se quiser grelhar, opte pelo pré-cozimento. O churrasco também eleva os riscos. Além da temperatura alta, a fumaça do carvão tem dois componentes cancerígenos (alcatrão e hidrocarboneto policíclico aromático), que impregnam na refeição.

12 - Qual é a importância da amamentação?
Amamentar diminui entre 10% e 20% os riscos de a mãe ter a doença. Enquanto o bebê suga o leite, o movimento promove uma espécie de esfoliação do tecido mamário por dentro. Assim, se houver células agredidas, são eliminadas e renovadas. Quando termina a lactação, várias células se autodestroem, entre elas algumas que poderiam ter lesões no material genético. Outro benefício é que as taxas do hormônio feminino estrogênio caem durante o período de aleitamento.

13 - Pílula anticoncepcional aumenta o risco da doença?

Existem estudos que demonstram fraca relação de causalidade entre pílula anticoncepcional e risco da doença, enquanto outros demonstram alguma relação.


Fontes: ( Terra - http://saude.terra.com.br ), ( Wikipedia - http://pt.wikipedia.org/ )
 
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29 de agosto de 2014

Insalubridade x Periculosidade


Insalubridade e Periculosidade, são assuntos que sempre nos fazem pensar qual aplicar, qual está correta dependendo do tipo de atividade exercida etc..., pois bem, vamos esclarecer.

A insalubridade, segundo a CLT, contempla as operações insalubres, os riscos físicos, químicos e biológicos existentes no ambiente de trabalho acima dos limites de tolerância, que são agentes nocivos à saúde capazes de causar doenças crônicas devido ao tempo de exposição.

A periculosidade, por sua vez, se aplica quando há um risco imediato de vida. A legislação contempla:
  • As atividades associadas a explosivos e inflamáveis (CLT, art.193, e NR16 do MTE);
  • A atividade dos eletricitários (Lei 7.369/85 e seu Decreto 93.412/86);
  • As atividades em proximidade de radiação ionizante (Portaria MTE 518/03).

A caracterização da insalubridade e da periculosidade é evidenciada através de perícia realizada por médico ou engenheiro do trabalho, segundo as normas do Ministério do Trabalho e Emprego MTE, (Normas Regulamentadoras 15 e Normas Regulamentadoras 16 da CLT) e o empregado não pode receber simultaneamente os dois adicionais, ele tem que optar por um ou por outro, mesmo que os dois se apliquem ao seu ofício.
Em alguns casos a justiça pode determinar o pagamento de ambos, seria o cumulativo de insalubridade e periculosidade, Acesse o link e saiba mais sobre isso Cumulativo de Insalubridade e Periculosidade.

As atividades insalubres são classificadas como de grau máximo, médio ou mínimo e o adicional é de 40%, 20% e 10%, respectivamente.

O adicional de periculosidade para quem trabalha com inflamáveis e explosivos é de 30% sobre o salário básico, excluídas gratificações, prêmios e participação nos lucros. Para quem trabalha com eletricidade o adicional também é de 30% sobre o salário recebido, desde que a permanência na área de risco não seja eventual.


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27 de agosto de 2014

Documentação básica em caso de Fiscalização



Sabemos que em caso de auditorias e fiscalizações, principalmente quando são de órgãos ligados a saúde e segurança do trabalho, temos que estar devidamente munidos de todos os documentos possíveis para que não haja as tão famosas "Não Conformidades" e em decorrência delas as tão odiadas penalizações ( multas ).

Pensando nisso, resolvi listar aqui alguns documentos que são essenciais em caso de fiscalizações, sendo que esses são o básico, caso sua empresa tenha mais documentos, laudo etc, sempre é bom mantê-los a disposição.

Segue a lista:
  • Licenças - Alvará, Habite-se, AVCB do Bombeiro, Meio Ambiente e Policia Federal;
  • Convenções Coletivas ou Acordos Coletivos da categoria e todos os seus aditivos ou Adendos ( NR01 );
  • Política de Saúde, Segurança e Meio Ambiente;
  • Levantamentos Ambientais ( NR09 );
  • Estatísticas de Acidentes ( NR04 );
  • Registro e Ata da Cipa ( NR05 );
  • PCMSO - Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional - ( NR07 );
  • ASO - Atestado de Saúde Ocupacional - ( NR07 );
  • PPRA - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - ( NR09 );
  • PPOB - Programa de Prevenção da Exposição Ocupacional - ( NR15 );
  • PCMAT - Programa de Condições de Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção - ( NR18 );
  • CAT - Comunicação de Acidente de Trabalho - ( NR05 e INSS );
  • PCA - Programa de Conservação Auditiva ( Levantamento Ambiental, Controle de EPI, Treinamento, eficácia de protetores auriculares ) - ( NR06 e NR15 );
  • Cópia dos CA dos EPIs utilizados pelos funcionários - ( NR06 );
  • Ficha de EPI ou catalogo de EPI usados na empresa - ( NR06 );
  • PPR - Programa de Proteção Respiratória - ( NR06 );
  • PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos - ( NR22 );
  • Planta de Incêndio e Inventário de Extintores ( NR23 );
  • Atestado de Brigada de Incêndio;
  • Inventário e Manifesto de Resíduos ( NR25 );
  • PGRS - programa de Gerenciamento de Resíduos - ( NR25 );
  • Laudos de Insalubridade e Periculosidade;
  • Planejamento de Inspeções de Segurança, Saúde e Meio Ambiente;
  • Programa e Registro de Treinamento de Integração de Novos Funcionários;
  • Advertência a funcionários por desvio as instruções de segurança;
  • LTCAT - Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho;
  • GFIP - Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e Informações a Previdencia Social; RE - Relação de Empregados;
  • SAT - Seguro de Acidente do Trabalho;
  • LRI - Livro de Registro de Inspeções;
  • PPP - Perfil Profissiografico Previdenciário;
  • PPRAD - Programa de Proteção Radiológica;
  • PCE - Programa de Contingencia e Emergência;

Lembrando que essa lista pode aumentar por vários outros itens, tudo isso depende muito do ramo de atividade da empresa e grau de risco envolvido.
Segue Link para uma melhor leitura:





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26 de agosto de 2014

Levante dessa Cadeira ( Saúde Ocupacional )


Desde o surgimento dos espaços de trabalhos, ficar sentado durante um longo período de tempo tornou-se normal. Escritórios quase em sua totalidade possuem estruturas com cadeiras e mesas, e o colaborador fica sentado cerca de 8 horas por dia.
 
Para muitos, trabalhar sentado é uma característica positiva devido à comodidade da prática, mas não é bem assim, há diversos estudos que indicam que isso pode ser muito prejudicial à saúde. Em pesquisas frequentes realizadas por institutos da área de saúde, constatou-se que ficar sentado 8 horas por dia pode aumentar o risco de morte de doenças cardiovasculares em até 50%.

Para o neurocirurgião Mauricio Mandel, o corpo humano não está estruturado para ficar muito tempo parado em uma posição. A falta de movimento faz com que os músculos entrem em estado de fadiga e comecem a doer. E os músculos estão longe de serem os únicos prejudicados.

Em entrevista para o New York Times, o pesquisador da Clínica Mayo James Levine ressaltou: “Passar muito tempo sentado é uma atividade letal. Ao simples ajuste do corpo na cadeira, vários processos negativos se iniciam no corpo, a perna perde as atividades elétricas e a queima de caloria diminui em 75%, após algumas horas sentado a eficiência da insulina diminui e o corpo fica mais suscetível ao risco de diabetes”.


Evite a L.E.R, mexa-se:
Parece uma situação sem resolução, mas não é! Confira na sequência algumas dicas que ajudam evitar as lesões por esforço repetitivo (L.E.R), e minimizar os riscos de doenças e mal estares para pessoas que ficam sentadas por longos períodos.

Saiba quanto você anda: Hoje é possível contar os passos dados durante o dia por meio de diversos dispositivos, com contadores de passos oficiais, aplicativos para celular, entre outras opções. O ideal é dar 10.000 passos por dia, se você está longe deste número se organize para caminhar por mais tempo.

Faça pausas: Quebre a rotina, se programe para levantar pelo menos uma vez por hora, se estique, pegue uma água! A água além de seus conhecidos benefícios para saúde o fará ir ao banheiro, ou seja, aumenta o tempo em movimento.

Mude hábitos: Você come sempre no mesmo local? Aquele ambiente mais perto do trabalho? Se respondeu sim para as perguntas, você pode mudar. Conheça outros locais, além de experimentar novos sabores, você pode se exercitar mais.

Menos tecnologia: Precisa de uma resposta rápida em outro departamento, ou de um colaborador que fica longe? Esqueça o telefone e o e-mail, visite seu colega!

Ande, ande, ande: Sim, ande o máximo que você puder, se utiliza condução desça um ponto antes e vá andando. Caso utilize carro, deixe-o em um estacionamento mais longe. Não perca nenhuma oportunidade de caminhar e aumentar a quantidade de movimento, sua saúde agradece.

Fonte: MSN Empregos
Autor: Roni Silva

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25 de agosto de 2014

Programa 5S



O 5S é o bom-senso que pode ser ensinado, aperfeiçoado, praticado para o crescimento humano e profissional. Convém se tornar hábito, costume, cultura. Sua implantação tras melhorias de qualidade, organização e otimização  para qualquer tipo de empresa independente do porte e ramo de atividade. A filosofia do 5S visa conscientizar a todos quanto a qualidade no ambiente de trabalho.

O 5S surgiu no Japão no início dos anos 1950. Na indústria, seus principais papéis são: liberar áreas, evitar desperdícios, melhorar relacionamentos, facilitar as atividades e localização de recursos disponíveis. Trata de uma sigla formada pelas iniciais de cinco palavras japonesas. No Brasil, alguns “S” foram traduzidos usando palavras variadas. Com isso, o 5S gerou resultados diferentes de um para outro local. A tradução que adotamos é uma das mais praticadas, graças ao trabalho feito pela Fundação Christiano Ottoni (FCO), em empresas e escolas, a partir da década de 90. É tradução adequada a qualquer lugar onde se vive, por não usar expressões exclusivas do meio empresarial.

Observando os métodos de gestão e o potencial das pessoas em variados ambientes, sentimos que, devidamente entendido e apresentado, o 5S pode ser praticado por qualquer pessoa, em qualquer circunstância. Com isso, o 5S que praticamos hoje é mais humano do que quando começou a ser divulgado no Brasil, nos anos 1980. Seus princípios são semelhantes aos princípios da vida.

A sigla 5S saiu de cinco palavras japonesas que começam com a letra S.



Vejamos separadamente os conceitos de cada um dos 5S:

1) SEIRI – Senso de Utilização

Significa utilizar materiais, ferramentas, equipamentos, dados, etc. com equilíbrio e bom senso. Onde é realizado o descarte ou realocação de tudo aquilo considerado dispensável para realização das atividades. Os resultados da aplicação do Senso de Utilização são imediatamente evidenciados.

Ganho de espaço
Facilidade de limpeza e manutenção
Melhor controle dos estoques
Redução de custos
Preparação do ambiente para aplicação dos demais conceitos de 5S

2) SEITON – Senso de Organização

O senso de organização pode ser interpretado como a importância de se ter todas as coisas disponíveis de maneira que possam ser acessadas e utilizadas imediatamente. Para isto devem-se fixar padrões e utilizar algumas ferramentas bem simples como painéis, etiquetas, estantes, etc. Tudo deve estar bem próximo do local de uso e cada objeto deve ter seu local específico. Podemos identificar como resultados do senso de organização:

Economia de tempo;
Facilidade na localização das ferramentas;
Redução de pontos inseguros.

3) SEISO – Senso de Limpeza

A tradução para a palavra Seiketsu é limpeza. Este senso define a importância de eliminar a sujeira, resíduos ou mesmo objetos estranhos ou desnecessários ao ambiente. Trata-se de manter o aceio do piso, armários, gavetas, estantes, etc. O senso de limpeza pode ir além do aspecto físico, abrangendo também o relacionamento pessoal onde se preserva um ambiente de trabalho onde impere a transparência, honestidade, franqueza e o respeito. A aplicação do senso de limpeza traz como resultado:

Ambiente saudável e agradável;
Redução da possibilidade de acidentes;
Melhor conservação de ferramentas e equipamentos;
Melhoria no relacionamento interpessoal.

4) SEIKETSU – Senso de Padronização e Saúde

O senso de padronização é traduzido na fixação de padrões de cores, formas, iluminação, localização, placas, etc. Como abrange também o conceito de saúde, é importante que sejam verificados o estado dos banheiros, refeitórios, salas de trabalho, etc. afim de que sejam identificados problemas que afetam a saúde dos colaboradores como os problemas ergonômicos, de iluminação, ventilação, etc. Este senso tem como principal finalidade manter os 3 primeiros S’ (seleção, ordenação e limpeza) de forma que eles não se percam. Podem-se evidenciar como principais resultados da aplicação deste conceito:

Facilidade de localização e identificação dos objetos e ferramentas;
Equilíbrio físico e mental;
Melhoria de áreas comuns (banheiros, refeitórios, etc);
Melhoria nas condições de segurança.

5) SHITSUKE – Senso de Auto-disciplina

A última etapa do programa 5S é definida pelo cumprimento e comprometimento pessoal para com as etapas anteriores. Este senso é composto pelos padrões éticos e morais de cada indivíduo. Esta etapa estará sendo de fato executada quando os indivíduos passam a fazer o que precisa ser feito mesmo quando não há a vigilância geralmente feita pela chefia ou quando estendem estes conceitos para a vida pessoal demonstrando seu total envolvimento. Diante de um ambiente autodisciplinado a cerca dos princípios 5S é possível que se tenha:

Melhor qualidade, produtividade e segurança no trabalho;
Trabalho diário agradável;
Melhoria nas relações humanas;
Valorização do ser humano;
Cumprimento dos procedimentos operacionais e administrativos;

A convivência com os cinco sensos apresentados leva os indivíduos a compreenderem melhor o seu papel dentro de uma organização e os torna parte da pirâmide dos resultados alcançados, fazendo nascer a consciência de que é preciso ser disciplinado mesmo quando não há cobranças. Por isso, os Programas de Qualidade têm auxiliado as empresas no processo de melhoria contínua dos produtos ou serviços, principalmente através da mudança cultural, a fim de se obter a vantagem competitiva necessária que será colhida a curto, médio e longo prazo.

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22 de agosto de 2014

O seguro de responsabilidade civil ambiental na gestão das empresas



A preocupação crescente com a responsabilidade civil ambiental vem ganhando cada vez mais importância na área de gerenciamento de risco das empresas, principalmente daquelas com atividades de maior geração de resíduos poluentes. Neste contexto, o seguro de responsabilidade civil ambiental (RC Ambiental) tem sido contratado pelas empresas para compor os seus sistemas de gestão e proteger as operações em casos de poluição súbita ou gradual. Súbita quando ocorre um acidente industrial no processo produtivo ou durante o transporte de mercadorias. E gradual em casos de vazamentos imperceptíveis por um período longo e que causam danos ao lençol freático, por exemplo.

Embora ainda seja alto o índice de acidentes com o meio ambiente no país, principalmente nos segmentos industriais e de transporte de produtos tóxicos e perigosos, a prática deste seguro por aqui não é tão comum, expondo as empresas a eventuais danos ao meio ambiente e gerando passivos ambientais, além de danos à reputação e à imagem.

Testemunhamos no Brasil, nos últimos anos, emblemáticos acidentes que marcaram a nossa história. Um deles ocorreu em 2003, no município mineiro de Cataguases. A barragem de um dos reservatórios da Indústria Cataguases de Papel rompeu-se e liberou no córrego do Cágado e no rio Pomba cerca de 1,4 bilhão de litros de lixívia (ou licor negro), que é a sobra industrial da produção de celulose. O acidente afetou três estados, deixando 600 mil pessoas sem água e levando a morte diversas espécies vegetais e animais da região.
Outro caso emblemático foi o vazamento de gasolina em um dos oleodutos da Petrobrás, na Vila Socó, em Cubatão (SP), que ligava a Refinaria Presidente Bernardes ao Terminal de Alemoa. O acidente ocorreu no início da década de 80. Devido há uma falha que gerou sobrepressão e ruptura da tubulação, vazaram 700 mil litros do combustível. Com a movimentação das marés, o produto inflamável espalhou-se pela região alagada e cerca de duas horas após o vazamento resultando em incêndio.
Em 2013 contabilizamos também o incêndio que destruiu o depósito de açúcar no porto seco de Santa Adélia, município de São Paulo. Parte do açúcar caiu no rio São Domingos, que nasce em Santa Adélia e corta outros cinco municípios do noroeste paulista. A água foi contaminada e peixes apareceram mortos em uma área que ficava a sete quilômetros do local do acidente.

Ilustrando com estes acidentes, é importante salientar que o seguro é apenas uma parte de todo o processo de gerenciamento de risco ambiental para prevenção de acidentes. A empresa que pretende contratar uma apólice de responsabilidade civil para este fim deve ter, também, um amplo sistema de gestão que contemple um estruturado programa de gerenciamento e monitoramento ambiental. Por outro lado, o papel da seguradora será executar uma análise preliminar dos riscos, aplicar uma inspeção ou até mesmo uma auditoria ambiental para mapear e localizar o risco passível de ser segurado e a extensão do seu dano, a frequência e a severidade, de acordo com a atividade exercida pela empresa.

Ao contrário do que ocorre nos EUA e Europa, em alguns casos no Brasil as empresas ainda não são obrigadas a contratar um seguro ambiental para proteger as suas operações. Discute-se ainda a obrigatoriedade da apólice. Uma das iniciativas para tornar o seguro obrigatório no país foi a do Projeto de Lei 937/2003, que alterava a Lei da Política Nacional do Meio Ambiente, para que o licenciador de projetos pudesse exigir a contratação da apólice.

No Brasil existem outros instrumentos que têm chamado a atenção das empresas para os riscos ambientais. O artigo 40 da Lei nº 12.305/10, o qual trata do tema, salienta que no licenciamento ambiental de empreendimentos ou atividades que operem com resíduos perigosos, o órgão licenciador do SISNAMA (Sistema Nacional do Meio Ambiente) pode exigir a contratação do seguro de responsabilidade civil por danos causados ao meio ambiente ou à saúde pública.

As seguradoras têm colaborado para fortalecer no Brasil a cultura do gerenciamento de risco ambiental trazendo ao país experiências internacionais. Desde 2008, após a abertura do mercado de resseguros, o seguro de responsabilidade civil ambiental tem se tornado gradativamente mais conhecido. Já compõe a estratégia de gestão de diversas empresas nacionais e internacionais de grande e médio porte, com o objetivo de atender legislações federais, estaduais e municipais, e as exigências de clientes e fornecedores.

(Fonte: Luiz Antonio Oliveira Liberty Seguros - 21.08.2014)

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Brasil terá centro de Assistência e Proteção contra Emergências Químicas

CPAQ inclui atividades de detecção e descontaminação

O Brasil vai contar com o primeiro Centro de Assistência e Proteção Contra Emergências Químicas da América Latina e Caribe. O anúncio foi feito no último dia 18.09 (segunda-feira), durante a solenidade de abertura do I Exercício Regional de Assistência e Proteção para os Países Membros da Convenção para Proibição de Armas Químicas (CPAQ), que acontece no Rio de Janeiro até o dia 22 de agosto.

De acordo com o comandante de Pessoal de Fuzileiros Navais, almirante Alexandre José Barreto de Mattos, o Centro será subordinado ao Ministério da Defesa e deverá abrigar exercícios, seminários, workshops e outros cursos práticos.

I Exercício CPAQ
Cerca de 70 representantes dos países membros da CPAQ participam do exercício ao longo desta semana. No início do evento, o subchefe de Assuntos Internacionais do Ministério da Defesa, general Décio Luís Shons, ressaltou que o evento da CPAQ está alinhado com a Política e a Estratégia Nacional de Defesa, além de fazer parte dos objetivos da pasta e das Forças Armadas.
Ainda segundo o general, o sistema de defesa nuclear, biológica, química e radiológica faz parte do rol de atividades das três forças singulares.

“Este seminário também dá seguimento a duas outras reuniões que ocorreram este ano em Santiago do Chile e Buenos Aires, na Argentina. Este evento tem um caráter mais prático. Amanhã haverá uma visita as instalações da Marinha e no dia seguinte no Centro Tecnológico do Exército, na Restinga da Marambaia”, comentou.

Já Sérgio Antônio Frazão Araújo, secretário executivo da Autoridade Nacional do Brasil junto à Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ), e coordenador geral de Bens Sensíveis do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, disse que o evento consolida o protagonismo do Brasil em âmbito regional nessa área.

Sistema de defesa nuclear, biológica, química e radiológica faz parte do rol de atividades das três forças.

O secretário falou que o país tem interesse em parceria com os membros da CPAQ na cooperação técnica, na implementação de uma legislação específica e na introdução de mecanismos de controle e no aprimoramento de profissionais. “O Brasil sempre apoiou iniciativas internacionais e multilaterais para o desarmamento e não-proliferação de armas de destruição em massa”, disse.

Segundo Frazão, exercícios como o que acontece no Rio de Janeiro nesta semana são primordiais porque partem para a prática na identificação e prevenção de riscos e ameaças provocadas por agentes químicos de guerra.


O I Exercício da CPAQ inclui atividades de detecção e descontaminação, bem como a elaboração do planejamento e preparação para resposta a emergências químicas.
 
Rio 2016
O representante do Ministério das Relações Exteriores, conselheiro Joaquim Arnaldo de Paiva Oliveira, relatou que o Brasil serve de modelo para a eliminação de todas as armas de destruição em massa e a proibição da fabricação de novas armas químicas. Segundo ele, o evento é um foro importante para troca de experiências e subsídios para apoio a grandes eventos, como os Jogos Olímpicos Rio 2016.

Participam do I Exercício da CPAQ, além do Brasil, representantes da Argentina, Bolívia, Colômbia, Costa Rica, Chile, Cuba, República Dominicana, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Pero, São-Cristovão-e-Neves e Uruguai.
Na terça-feira (19) e quarta-feira (20), respectivamente, os participantes conhecerão as instalações do Centro Tecnológico do Corpo de Fuzileiros Navais (CTeeCFN), no Complexo Naval Caxias-Meriti, e do Centro Tecnológico do Exército (CTEx), em Guaratiba.
 
OPAQ
A Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) é uma organização internacional criada em 1997. Sua convenção, a CPAQ, recebeu em 2013 o prêmio Nobel da Paz.
A finalidade da CPAQ é trabalhar, entre outras atribuições, em prol da destruição de armas químicas e não proliferação de armas de destruição em massa.

(Fonte: Ministério da defesa - 18/08/2014)

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20 de agosto de 2014

Como calcular Multa - NR 28 Fiscalização e Penalidades



Para o empregador não é muito interessante receber uma notificação de multa do Ministério do Trabalho, mas por outro lado, para o funcionário é algo que tende a trazer melhorias para sua vida laboral, pois algumas coisas irão entrar nos eixos.
Recebemos frequentemente solicitações de empresas notificadas pelo M.T.E para que façamos o calculo das multas impostas e pensando nisso resolvi escrever essa postagem. Pois não é só os TST que tem dificuldade em fazer o calculo, em alguns casos o pessoal do RH ou outras áreas tem a mesma duvida devido cuidar desse tipo de serviço, sendo assim vou explicar como realizar o cálculo de multa aplicada pelo Ministério do Trabalho conforme a NR 28 Fiscalização e Penalidades ( atualizada 2014 ).

Devemos fazer esse calculo passo a passo e para isso vamos precisar se atentar aos anexos da NR 28 ( Anexo I, IA e II ):

O anexo I, trás a gradação de multa em segurança do trabalho ou medicina do trabalho por BTN* número de funcionários. 
O Anexo IA, trás a gradação de multa em segurança do trabalho ou medicina do trabalho em Reais ( Trabalho Portuário ) 
O anexo II, trás cada item e subitens das outras NR que podem ser aplicadas multas.

Lembrando que o Anexo I  trás 2 quadros um deles Segurança do Trabalho e o outro Medicina do Trabalho - ( o quadro de Medicina do Trabalho se aplica apenas a NR 07 - Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional ).

 Se você quiser aprender como calcular as Multas de Medicina do Trabalho acesse o link
Calcular Multas de Medicina do Trabalho NR28 e tenha uma boa leitura.

Vamos lá!

Vamos gerar um caso fictício, um exemplo para que nosso calculo seja mais próximo do real possível.

Temos uma empresa com 40 funcionários, onde o empregador não fornece EPI adequado a seus funcionários, esses epi não não estão conforme Norma Regulamentadora 06 - Equipamento de Proteção Individual, onde diz que os epi devem ser "aprovado pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho", então é um epi sem procedência e que pode vir a prejudicar o trabalhador ao invés de ajudar.

NR 06 - Equipamento de Proteção Individual - EPI


Podemos observar que essa alínea já trás as indicações para o calculo da multa.
( C=206.026-4/I=4/T=S)

Mais o que quer dizer todos essas letras e números? Vou explicar.

( C=206.026 "Código de autuação" /I=4 "Infração" /T=S " Tipo de autuação - Segurança ou Medicina")

Para realizar o calculo precisamos saber:
  • Número da infração;
  • Tipo de Infração;
  • Quantidade de funcionários;

1 - Deve-se identificar o item da NR a qual foi multado, deve-se verificar se é multa de Segurança do Trabalho ou Medicina do Trabalho e a quantidade de funcionários.

Anexo I da NR 28 ( Gradação de Multa )

Aqui já encontramos os campos que precisamos para constituir o cálculo. Observe:
  • 1º - Número de infração ( mínimo e máximo );
  • 2º - Quantidade de funcionários; e
  • 3º -  Tipo de infração ( S ou M )

Aqui no Anexo II podemos confirmar todo os dados:

Anexo II da NR 28 ( Normas Regulamentadoras )

Podemos observar que essa alínea já trás as indicações para o calculo da multa. 206026-4 4 S 
( C=206.026-4/I=4/T=S)

2 - O cálculo dessas multas são feitos em UFIR, por isso consulte aqui o valor da UFIR
*Até o mês 08/2014 a base de cálculo da UFIR é R$ 2,5473

*** Vide Explicação sobre UFIR no final da Matéria.

3 - Agora que já temos todos os dados, basta cruzar as informações e chegar ao valor determinado da multa.

Nº mínimo da infração:  3335 x R$ 2.5473 ( valor da UFIR ) = R$ 8.495,24
Nº máximo da infração: 3876 x R$ 2.5473 ( valor da UFIR ) = R$ 9.873,33

Chegamos a conclusão que utilizar EPI inadequado e foras dos padrões estipulados por norma gera multa mínima de R$ 8.495,24, e máxima de R$ 9.873,33 para a empresa de até 50 funcionários.

O Ministério do Trabalho poderia aplicar a multa mínima ou máxima pelo descumprimento do item 6.6.1 - alínea "c".

Importante: Segundo entendimento do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) as infrações não relacionadas na NR 28 poderão ser enquadradas no item 1.7 da NR 1, que determina ser obrigação do empregador cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho, isso fica a critério do Auditor do Trabalho.

*** Explicação sobre a UFIR ***

Atualização para UFIR aqui na matéria: O valor NACIONAL do UFIR foi congelado no ano 2000 por força do §3º do Artigo 29 da Medida Provisória 2095-76.  Seu valor foi fixado em R$ 1,0641 e vigora desde então.

Outros valores que são atribuídos a UFIR são baseados em outros estados como mostro no exemplo retirado do site www.debit.com.br

"Observações: UFIR/NACIONAL disponível até OUTUBRO/2000, a partir de NOVEMBRO/2000 dispomos da UFIR-RJ."
 Leitores, não deixem de checar as fontes desses valores,  façam o calculo pelo valor congelado, pois é o valor que vigora no site da Receita Federal.




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18 de agosto de 2014

20 Dicas para Falar em Público


Sei que esse tema é bem popular na internet e que isso pode ser mais do mesmo, mais tem sido a base de formação para novos instrutores e palestrantes que passam por aqui e tem funcionado muito bem. 
Essa postagem é direcionada aqueles que estão iniciando em treinamentos e palestras ou mesmo para aqueles que querem se aperfeiçoar em relação de falar em publico e estar mais seguro e confiante. Segue 20 dicas para melhor falar em publico, espero que gostem e que aproveitem.


1. Observe bons oradores. Quem são seus grandes mestres em oratória? Em quem você se espelha para falar em público? Bons exemplos são de grande valia, afinal eles podem ajudar (e muito) no seu desempenho.

2. Tenha um objetivo. Qual é o tema que você se propôs a discursar? Por quê? A quem se direciona? O que motivaria alguém a ouvi-lo? Quais os ganhos que essa pessoa teria? Não fale só o que você quer, mas o que as pessoas precisam. Não fale qualquer coisa, seja relevante!

3. Pense positivamente. A maioria das pessoas, antes de falar em público, enche a cabeça “de minhoca”: “não vou conseguir”, “vai dar tudo errado”, “o que a plateia vai pensar de mim” etc. Esses pensamentos, além de aumentar a ansiedade, só atrapalham a sua performance como orador. Pense que vai dar tudo certo, você consegue!

4. Treine antes de falar em público. Ninguém consegue correr uma maratona sem antes treinar. Você terá um melhor desempenho e ficará mais seguro se praticar seu discurso antes de pronunciá-lo. Treine sozinho, com os amigos, na frente do espelho etc.

5. Não decore palavra por palavra. Querendo ou não, as pessoas percebem quando seu discurso está decorado, pois ele não “flui”, fica artificial. Grife palavras-chaves no seu texto, faça anotações que lhe serão úteis ao longo da apresentação e procure ser o mais natural possível.

6. Cuide da gramática. Até os melhores oradores “escorregam na língua”, mas isso não significa que você precisa ir “ladeira abaixo” com ela. Revise seu texto antes de expô-lo e tenha a certeza de que “cê num vai errá no portugueis”.

7. Estude sobre o que você vai falar. A maioria das pessoas não gosta de comida crua, muito menos de um discurso “mal passado”. Prepare seu texto, acrescente ingredientes consistentes, fuja do “arroz com feijão”, do senso comum, da informação de “domínio público”. Estude e esteja preparado, seus convidados agradecem.

8. Tenha confiança em si. Se você tem um objetivo com o seu discurso, treinou e estudou o texto e considera-o relevante ao público alvo, não há por que temer. Naquele lugar, você é quem mais sabe sobre o assunto exposto!

9. Partilhe suas experiências. “Conheci meu marido em um almoço de negócios”  pode ser um exemplo bastante interessante em um discurso. Geralmente, quando você compartilha sua vida com seu público, este se identifica com você e presta mais atenção naquilo que você tem a dizer. Mas não seja moderado também.

10. Limite o assunto. Discursar sobre “Os Efeitos Positivos do Brigadeiro na Alimentação” não quer dizer que você também deva falar sobre o beijinho, o olho-de-sogra, o cajuzinho etc. Não perca o foco daquilo que você se propôs a dizer. Além de deixar o discurso longo e cansativo, você pode deixar seu público se perguntando: “sobre o que ele falou?”.

11. Apoie suas ideias. Se eu dissesse que a frase “nada há que não exista” foi de minha autoria, você a acharia boba e sem sentido; porém, se eu dissesse que Carlos Drummond a escreveu, você, com certeza, pensaria melhor antes de julgá-la. Portanto, apoie suas ideias em pesquisas concretas e confiáveis, em citações sérias e em escritores coerentes.

12. Use ilustrações e exemplos. Dificilmente você dará uma palestra a um grupo de filósofos, portanto não deixe que seu discurso se torne subjetivo e fique apenas no “mundo das ideias”. Exemplifique, conte histórias, mostre imagens.

13. Varie o tom da voz e sua expressão corporal. Não deixe seu discurso cair na monotonia. Use gestos, fale mais alto em alguns momentos, demonstre que você realmente acredita no que está falando!

14. Seja modesto. Ninguém assiste a uma palestra a fim de saber quantos diplomas você tem, em quantos países já foi passar as férias, quantos carros você possui etc. Exibicionismo gera um efeito negativo na plateia. Quando for falar das suas conquistas pessoais e profissionais, tome cuidado para não exagerar!

15. Faça seu público participar. Com certeza as pessoas aprendem melhor praticando do que apenas ouvindo. Jogue uma pergunta ao seu público, desenvolva uma atividade relacionada à sua palestra, faça uma dinâmica! Seu discurso ficará mais interessante e o ouvinte aprenderá melhor.

16. Cuidado com seu vocabulário. Não use um vocabulário técnico da área jurídica se você não vai dar uma palestra para advogados. É importante você conhecer seu público e falar “a língua deles”.

17. Seja você mesmo. Os melhores oradores são aqueles que seguem um estilo próprio, sem imitações nem superficialidade. Seja natural, use seus talentos para atrair a plateia.

18. Identifique-se com seu público. Não demonstre que você é um estranho que “caiu de paraquedas” no meio daquelas pessoas. Converse sobre assuntos que fazem parte do cotidiano daquele grupo, busque pontos em comum com os participantes, enfim: interaja!

19. Faça uma conclusão. Não se esqueça de “amarrar” todo o assunto apresentado no seu discurso. Isso evita possíveis incompreensões que possam ter surgido ao longo da palestra e ajuda o participante a gravar o conteúdo.

20. Não fale “concluindo” se sabe que vai discursar por mais 40 minutos. Essa dica é muito importante! A maioria das pessoas fica com raiva daquele palestrante que diz estar finalizando seu discurso mas não o termina nunca! Dizendo: “concluindo”, termine!

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15 de agosto de 2014

Trabalhadora que se acidentou ao operar máquina sem treinamento adequado receberá indenização.


Uma auxiliar de produção de um frigorífico de aves do Sudoeste do Paraná será indenizada por danos morais e estéticos após sofrer acidente em atividade que não era de sua atribuição e para a qual não tinha recebido qualquer treinamento. Como resultado do acidente, a trabalhadora perdeu metade do dedo médio da mão esquerda, além de sofrer esmagamento do dedo indicador.
A indenização foi estabelecida em R$ 5.000,00 além do pagamento de pensão vitalícia de 5% do valor do salário da trabalhadora, correspondente ao percentual de redução da capacidade laborativa, pelos danos materiais.
Imagem Ilustrativa
O acidente aconteceu em outubro de 2009 no setor de evisceração de aves da Diplomata S.A. Industrial e Comercial, no município de Capanema.

O superior da funcionária solicitou que ela ajudasse uma colega no repasse de moelas, que não era sua função. Ao executar o serviço, a trabalhadora prendeu a luva na máquina, tendo o dedo médio da mão esquerda esmagado, além de perder parcialmente o dedo indicador. Ela não recebeu orientações nem foi alertada de que deveria retirar as luvas.
 
"Os desembargadores da 6ª Turma do TRT confirmaram o entendimento de que houve culpa exclusiva da empresa, cabendo indenização por danos morais e pensão vitalícia correspondente ao percentual de redução da capacidade para o trabalho."

Após ser desligada da empresa, a trabalhadora ajuizou ação na Vara do Trabalho de Dois Vizinhos pedindo reparação pelos prejuízos causados pelo acidente. Na sentença de primeiro grau, o juiz Osmar Rodrigues Brandão destacou que o empregador tem o dever de treinar e alertar os empregados quanto aos riscos existentes nas rotinas de trabalho. O magistrado entendeu que a empresa não orientou adequadamente a funcionária e deu razão aos pedidos de indenização.

Os desembargadores da 6ª Turma do TRT confirmaram o entendimento de que houve culpa exclusiva da empresa, cabendo indenização por danos morais e pensão vitalícia correspondente ao percentual de redução da capacidade para o trabalho. “A reparação pecuniária responde mais ao civilizado desejo coletivo de justiça social do que ao inato sentimento individual de vingança. Não objetiva apenas ressarcir ao empregado o denominado ‘prejuízo’, principalmente que este é incomensurável. Visa, sim, enquanto pena pecuniária e pedagógica que é, impor sanção ao agressor”, concluíram os julgadores.
Da decisão, cabe recurso.

Fonte: Tribunal Regional do Trabalho 9ª Região Paraná
Publicada em 13/08/2014


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13 de agosto de 2014

Sinalização de Segurança na Industria



Placas, luzes, alarmes, sirenes... Uma simples sinalização pode salvar vidas. Ela não elimina riscos, porém identifica o perigo antes dele aparecer. Mas para funcionar, os operários devem ficar atentos. As obras mudam o tempo todo, e as ameaças também.
Todos os locais do canteiro precisam de sinalização e indicações de saída, em setas ou palavras escritas, avisos ou cartazes.
O importante é manter a comunicação com os operários e alertar quanto aos riscos: de quedas, de contato acidental com as partes móveis das máquinas e de passagem quando o pé direito for baixo.




A sinalização de segurança é muito importante como sabemos, já tratamos aqui no Blog SNC! sobre esse tema e direcionamos de modo geral com Cores da Segurança  e também com Sinalização de segurança na Construção Civil, também falamos um pouco sobre Placas Obrigatórias . Todas essas postagens tratando de um mesmo assunto, a segurança do trabalhador por cores e placas.

Classificação da sinalização de segurança

A sinalização de segurança é dividida em áreas específicas para julgar em que tipos de momento devem-se usar determinado tipo de placa sinalizadora. Deve-se seguir a indicação das cores e das figuras geométricas. São eles:


  • 1. Sinais de Obrigação: têm como objetivo indicar comportamentos ou ações que obrigam a utilização de determinado equipamento de proteção individual (EPI). Busca evitar acidentes de trabalho causando danos morais e financeiros à empresa e ao trabalhador acidentado.



  • 2. Sinais de Perigo: são apropriados e obrigatórios em situações e locais que exigem atenção, cautela, precaução, ou afirmação de que algo é perigoso. Buscar alertar o trabalhador de modo que ele tenha controle sobre tudo o que esteja fazendo e não se prejudique ou não prejudique ninguém.



  • 3. Sinais de Aviso: qualquer lei do local, ou atitude proibida ou perigosa é alertada nesse tipo de sinalização de segurança. Evita acidentes de trabalho e consequências graves.



  • 4. Sinais de Emergência: indicam saídas de emergência, direções de fuga ou localização de algum equipamento útil em situações emergenciais, como incêndio, alagamento, vazamento de gás, entre outros. São úteis para guiar trabalhadores e visitantes aos rumos corretos oferecendo capacidade de fuga ou até de solução para o problema (como um extintor num incêndio, por exemplo).



  • Sinalização complementar
Luzes em sinalização de segurança
Sinal contínuo e/ ou iminente: Perigo extremo ou emergência.
Duração da intermitência: Assegurar boa recepção da mensagem e evitar confundir com outros sinais.
  • Sinais acústicos em sinalização de segurança
Devem ser nitidamente superiores aos ruídos do ambiente como o maquinário, por exemplo, porém sem agredir a audição de modo doloroso e excessivo; deve ser facilmente reconhecido e lembrado quando tocado posteriormente.
  • Indicação de obstáculos
Cones, fitas zebradas, correntes plásticas entre outras.


  • Rotulagem
Indicação de produtos químicos ou perigosos.



  • Sinalização de transito
Também é de extrema importância conhecer a sinalização de transito dentro das empresas e seguir a risca o que cada uma delas nos informa, como: Velocidade máxima permitida, faixa de pedestres, proibido estacionar e por aí vai.  



Segue um vídeo que trata sobre o assunto:

Toda situação de trabalho apresenta riscos. Entre medidas preventivas que se pode adotar, uma delas é um bom projeto de sinalização de segurança. É fundamental conhecer e aplicar as normas nacionais relativas à sinalização de segurança no trabalho, como a NBR de sinalização contra incêndio e pânico, a NR 26, e as NBRs relativas às cores em sinalização, mas de maneira complementar também se deve dar atenção às situações de riscos típicos do trabalho em toda sua amplitude.

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