21 de abril de 2014

Primeiro Manual do Brasil auxilia profissionais na elaboração do PCMSO

                                             CLIQUE AQUI para baixar o manual

Recém lançado pela instituição, Manual foi elaborado com orientações didática. O Manual de orientação sobre controle médico ocupacional da exposição a substâncias químicas, recém lançado pela Fundacentro, e o único do Brasil, é uma obra considerada de grande importância aos profissionais que atuam na elaboração do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO).

De autoria do médico toxicologista e pesquisador da Fundacentro, José Tarcísio Penteado Buschinelli, que também é professor do Curso de Pós Graduação da entidade, a obra mostra como a má interpretação na dosagem das substâncias químicas pode ser desastrosa ao trabalhador. A má interpretação de indicadores biológicos pode levar trabalhadores saudáveis ao afastamento do trabalho e vice-versa.

Os profissionais devem fazer o controle médico recomendado pela NR-7, mas no entanto, não há critérios para medir a exposição dos trabalhadores. Para Tarcísio, este Manual vem em um momento oportuno para auxiliar os médicos da iniciativa privada e de instituições governamentais a não cometerem erros e conscientizá-los na elaboração desses indicadores. Tarcísio reforça ainda que é muito comum no Brasil se fazer dosagem de substâncias químicas sem que haja um indicador.

O médico ressalta que a elaboração do Manual não se deu somente pelo teor técnico, mas também pelo didático. Em cada capítulo abordado, há palavras de advertência como forma de chamar a atenção do leitor para melhor assimilação do assunto em questão.

Outro capítulo que merece atenção é o Apêndice. Nele, o autor reuniu em tabelas, os indicadores biológicos estabelecidos por instituições internacionais que mostram análises coletadas de urina e sangue divididos de acordo com o agente, indicador, coleta e índice de exposição biológica.

Idealizado tecnicamente por Tarcísio Buschinelli, o Manual contou com a participação de Eduardo Mello De Capitani, que contribuiu nos aspectos científicos da toxicologia, Marco Antônio Bussacos, na área de Estatística, Mário Parreiras de Faria, Médico e Auditor Fiscal do MTE na área de fiscalização do trabalho e Ricardo Luiz Lorenzi, na redação e compreensão do texto.

Curso sobre o tema acontece no dia 29 de abril   
( CLIQUE AQUI para Informações )

As inscrições para o primeiro curso sobre Monitoramento Biológico de Agentes Químicos poderão ser feitas a partir de hoje, 3 de abril. Paralelamente ao lançamento do Manual, o curso tem como objetivo fornecer informações e conhecimentos que auxiliem o médico do trabalho a elaborar e executar o monitoramento biológico da exposição ocupacional a agentes químicos dentro de um PCMSO.

Voltado para profissionais que comprovem experiência na área química, conforme programação e informações, o curso está sob coordenação técnica de Tarcísio, que ministrará o curso, e tem o apoio pedagógico de Cézar Akiyoshi Saito, Tecnologista do Serviço de Ações Educativas da Fundacentro.

Por ACS/A.R.
  •  Facebook
  •  Twitter
  •  Google+
  •              Print Friendly Version of this pageImprimir Get a PDF version of this webpagePDF   

9 de abril de 2014

Metas de redução de emissões não serão alcançadas, diz ONU



O mundo vai precisar de restrições muitos mais severas aos gases do efeito estufa, tanto por parte de países desenvolvidos como das economias emergentes, para evitar que o aquecimento global ultrapasse o teto da meta, de acordo com o rascunho de um relatório da ONU.
Países desenvolvidos, liderados pelos Estados Unidos, teriam de reduzir as emissões pela metade até 2030 em relação aos níveis de 2010 para limitar o aquecimento em até 2 graus Celsius acima dos níveis pré-industriais, de acordo com o relatório preliminar obtido pela Reuters.

A Ásia, que inclui a China e a Índia, teriam de limitar as emissões para os níveis de 2010 até 2030, como parte de uma divisão global, um objetivo difícil para países que afirmam ser necessária a queima de mais combustíveis fósseis para ajudar a acabar com a pobreza.
"A estabilização das concentrações de gases de efeito estufa exigirá transformações em larga escala nas sociedades", afirma o capítulo 6 do relatório produzido pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) que deve ser divulgado em Berlim, em meados de abril.

A maioria dos governos não está planejando restrições tão rigorosas, temendo que sejam economicamente incapacitantes. As temperaturas estão em vias de exceder o limite máximo, definido por cerca de 200 nações em 2010, de até 2 graus Celsius acima da época pré-industrial.
Mesmo assim, as restrições marcam uma mudança no debate sobre mudanças climáticas, que tem se concentrado mais em países emissores ricos.

"As implicações para todos os grandes emissores são rigorosas", disse Alden Meyer, Union of Concerned Scientists. "Todos eles têm agora algo com o que se preocupar". Como outros entrevistados, ele ainda não teve acesso ao relatório.
Os países em desenvolvimento têm frequentemente citado o relatório anterior do IPCC, de 2007, segundo o qual nações industrializadas deveriam reduzir emissões para entre 25 e 40 por cento abaixo dos níveis de 1990 até 2020. O documento não contém metas tão claras para países emergentes.

As reduções em países ricos estão muito aquém do 25 a 40 por cento. A União Europeia, com os planos mais ambiciosos entre os países desenvolvidos, está considerando cortes de 40 por cento abaixo dos níveis de 1990 até 2030.

O relatório de Berlim para uma solução da questão das mudanças climáticas vem após um relatório do IPCC sobre os impactos do aquecimento divulgado no Japão na segunda-feira que afirma que o mundo está, em muitos casos, mal preparado para mudanças graves e talvez irreversíveis.

(Fonte: Reuters – 04/04/2014)
  •  Facebook
  •  Twitter
  •  Google+
  •              Print Friendly Version of this pageImprimir Get a PDF version of this webpagePDF   

Segurança Elétrica





As estatísticas do Corpo de Bombeiros apontam: as instalações elétricas inadequadas aparecem como uma das principais causas de incêndio no País, independe da região. Por isso nunca será demais afirmar que a estrutura dos sistemas elétricos merece ser cuidadosamente observada e compreendida, a fim de minimizar riscos e economizar energia.

Quadro de luz:
é a peça chave inicial das instalações elétricas. Deve ser metálico ou de material não-combustível, tanto na sua parte interna ou externa. Se o quadro de luz for antigo ou de madeira, por exemplo, é aconselhável trocá-lo o quanto antes.
O quadro de luz não pode ser colocado em áreas "molhadas", como banheiro ou próximo de tanques e pias. Ele também precisa ter livre acesso, não devendo estar escondido no interior de armários. Recomenda-se ainda a distância de lugares onde haja instalações a gás. Uma faísca qualquer pode resultar num desastre fatal.
Os quadros de energia devem ser protegidos por uma barreira que evite o acesso aos barramentos ou fios da instalação elétrica, evitando assim o choque elétrico.

Disjuntores: apesar de haver a permissão de uso de alguns tipos de fusíveis, é recomendável que se use disjuntores como dispositivo de segurança contra sobre-cargas. Ele funciona como um guarda costas da instalação elétrica e desliga toda vez que sua capacidade é ultrapassada. Neste caso, é necessário verificar o problema. Depois de sanado, basta religá-lo, diferente de um fusível, que necessita ser substituído.
Na residência, loja ou escritório, os circuitos são divididos e devem ser protegidos por disjuntores de acordo com a capacidade de cada circuito. Vale lembrar que o disjuntor ou fusível serve para proteger os fios contra sobrecargas, não os equipamentos. Portanto não devemos substituir os disjuntores sem antes avaliar os fios dos circuitos.

Fiação: a escolha da bitola (tamanho) do fio ideal para cada circuito deve levar em conta as cargas associadas a cada circuito. As bitolas mínimas recomendadas são de 1,5mm² para iluminação e 2,5mm² para tomadas de força. Circuitos especiais, como do chuveiro ou da torneira elétrica devem ter a potencia do equipamento como parâmetro para a determinação da bitola do fio.

Atenção com os fios que não ficam embutidos nas paredes. Eles precisam estar sempre com uma segunda capa plástica protetora, além da isolação. É recomendável instalá-los dentro de canaletas aparentes.
No caso dos aparelhos de ar condicionado, a bitola recomendada para o fio é de no mínimo 6 mm² (também para o fio terra). O chuveiro elétrico também requer tratamento especial, tanto na fiação quanto nos disjuntores no quadro de força. É necessário um disjuntor bipolar (ou dois unipolares). Do quadro de força sairão dois fios (bitola 6 mm²), direto para o chuveiro, além do fio terra (também de 6 mm²)

Interruptores e tomadas:
a distribuição dos fios até esses pontos requer estudo minucioso das necessidades da casa para evitar que no futuro fiquem sobrecarregados e incentivem o uso de "extensões" e "benjamins". Uma dica é sempre disponibilizar mais tomadas que o mínimo obrigatório.
Não se deve usar tomadas em equipamentos de grande potência, como é o caso de chuveiros e torneiras elétricas. Estes equipamentos devem ser interligados por conectores especiais.

Cordões paralelos ou torcidos: embora proibidos pela norma, são muito comuns no Brasil e empregados nos rodapés com braçadeiras plásticas. Este segundo acessório, que leva dois preguinhos, é capaz de fazer um grande estrago caso um desses pregos atinja o fio.

Vida Útil: um sistema bem feito dura em média 20 anos, mas 10 anos já é um bom período para se fazer uma revisão: verificar a fiação, os soquetes, os interruptores... Um soquete com problemas rouba energia da lâmpada e um interruptor com algum fio solto ou com mal contato pode causar um curto circuito.

Dicas sobre Instalações Elétricas


• Nunca aumente o valor do disjuntor ou do fusível sem trocar a fiação. Deve haver uma correspondência entre eles


• A menor bitola permitida por norma para circuitos de lâmpadas é de 1,5mm² e para tomadas é de 2,5mm²


• Devem ser previstos circuitos separados para iluminação e tomadas


• Nunca inutilize o fio terra dos aparelhos. Ao contrário, instale um bom sistema de aterramento na sua residência


• Nunca utilize o fio neutro (cor azul) como fio terra


• Mantenha o quadro de luz sempre limpo, ventilado e desimpedido, longe de botijões de gás


• Evite a utilização dos chamados “benjamins” ou “Ts”, pois o uso indevido dos mesmos pode causar sobrecargas nas instalações. Para resolver o problema, instale mais tomadas, respeitando o limite dos fios


• Recorra sempre aos serviços de um profissional qualificado e habilitado


Assim como o diâmetro de um cano é determinado em função da quantidade de água que passa em seu interior, a bitola de um condutor elétrico depende da quantidade de elétrons que por ele circula (corrente elétrica). Toda vez a corrente circula pelo condutor, ele se aquece devido ao atrito dos elétrons em seu interior.

No entanto, há um limite máximo de aquecimento suportado pelo fio ou cabo, acima do qual ele começa a se deteriorar. Nessas condições, os materiais isolantes se derretem, expondo o condutor de cobre, podendo provocar choques e causar incêndios. Para evitar que os condutores se aqueçam acima do permitido, devem ser instalados disjuntores ou fusíveis nos quadros de luz. Esses dispositivos funcionam como uma espécie de “guarda-costas” dos cabos, desligando automaticamente a instalação sempre que a temperatura nos condutores começar a atingir valores perigosos.

O valor do disjuntor ou fusível (que é expresso sempre em ampéres) deve ser compatível com a bitola do fio, sendo que ambos dependem da corrente elétrica que circula na instalação.

Fio Terra
Dentro de todos os aparelhos elétricos existem elétrons que querem fugir do interior dos condutores. Como o corpo humano é capaz de conduzir eletricidade, se uma pessoa encostar-se a esses equipamentos, ela estará sujeita a levar um choque, que nada mais é do que a sensação desagradável provocada pela passagem dos elétrons pelo corpo.

É preciso lembrar que correntes elétricas de apenas 0,05 ampère já podem provocar graves danos ao organismo! Sendo assim, como podemos fazer para evitar os choques elétricos?

O conceito básico da proteção contra choques é o de que os elétrons devem ser desviados da pessoa. Como um fio de cobre é um milhão de vezes melhor condutor do que o corpo humano, se oferecermos aos elétrons dois caminhos para eles circularem (sendo um o corpo e o outro um fio), a maioria deles circulará pelo fio, minimizando os efeitos do choque na pessoa. Esse fio pelo qual irão circular os elétrons que escapam dos aparelhos é chamado de fio terra.

A função do fio terra é recolher elétrons "fugitivos", mas muitas vezes as pessoas esquecem de sua importância para a segurança. É como em um automóvel: é possível fazê-lo funcionar e nos transportar até o local desejado, sem o uso do cinto de segurança. No entanto, os riscos relativos à segurança em caso de acidente aumentam em muito sem ele.
A figura indica a maneira mais simples e correta de instalar o fio terra em uma residência.
Observe que a bitola do fio terra deve ser a mesma que a do fio fase. Pode-se utilizar um único fio terra por eletroduto, interligando vários aparelhos e tomadas. Por norma, a cor do fio terra é obrigatoriamente verde/amarela ou somente verde.

Dispositivos DR

Desde dezembro de 1997 é obrigatório no Brasil o uso do chamado dispositivo DR (diferencial residual) nos circuitos elétricos que atendem aos seguintes locais: banheiros, cozinhas, copas-cozinhas, lavanderias, áreas de serviço e áreas externas.
O dispositivo DR é um interruptor automático que desliga correntes elétricas de pequena intensidade (da ordem de centésimos de ampère), que um disjuntor comum não consegue detectar, mas que podem ser fatais se percorrerem o corpo humano. Dessa forma, um completo e eficaz sistema de aterramento deve conter o fio terra e o dispositivo DR.

A figura mostra a ligação desses dispositivos em uma instalação elétrica.

                    

Podemos resumir as funções de um sistema de aterramento nos seguintes tópicos:

Segurança pessoal: a conexão dos equipamentos elétricos ao sistema de aterramento deve permitir que, caso ocorra uma falha na isolação dos equipamentos, a corrente de falta passe através do condutor de aterramento ao invés de percorrer o corpo de uma pessoa que eventualmente esteja tocando o equipamento.

                     

Desligamento automático: o sistema de aterramento deve oferecer um percurso de baixa impedância de retorno para a terra da corrente de falta, permitindo, assim, que haja a operação automática, rápida e segura do sistema de proteção

                       

Controle de tensões: o aterramento permite um controle das tensões desenvolvidas no solo (passo, toque e transferida) quando um curto-circuito fase-terra retorna pela terra para a fonte próxima ou quando da ocorrência de uma descarga atmosférica no local.

Transitórios: o sistema de aterramento estabiliza a tensão durante transitórios no sistema elétrico provocados por faltas para a terra, chaveamentos, etc, de tal forma que não apareçam sobretensões perigosas durante esses períodos que possam provocar a ruptura da isolação dos equipamentos elétricos. Cargas estáticas: o aterramento deve escoar cargas estáticas acumuladas em estruturas, suportes e carcaças dos equipamentos em geral.


                       


Equipamentos eletrônicos: especificamente para os sistemas eletrônicos, o aterramento deve fornecer um plano de referência quieto, sem perturbações, de tal modo que eles possam operar satisfatoriamente tanto em altas quanto em baixas freqüências.


                        


Circuitos

A NBR 5410/97, norma da ABNT sobre instalações elétricas de baixa tensão, prescreve a separação dos circuitos de iluminação e tomadas em todos os tipos de edificações e aplicações, independentemente do local (quarto, sala, etc).

Há dois motivos básicos para essa exigência. O primeiro é que um circuito não deve ser afetado pela falha de outro, não permitindo que, por ocasião de um defeito em circuito, toda uma área fique desprovida de alimentação elétrica. O segundo é que a separação dos circuitos de iluminação e tomadas auxilia, de modo decisivo, na implementação das medidas de proteção adequadas contra choques elétricos.

Nesses casos, quase sempre é obrigatória a presença de um dispositivo DR nos circuitos de tomada, o que não acontece com os circuitos de iluminação. Ao contrário do que pode parecer, o aumento de custo de uma instalação é quase insignificante quando se separam os circuitos de iluminação e tomadas.
Além disso, a crescente presença de aparelhos eletrônicos (computadores, videocassete, DVDs, reatores eletrônicos, etc.) nas instalações provoca um aumento na presença de harmônicas nos circuitos, perturbando assim o funcionamento geral da instalação. Uma das recomendações básicas quando se trata de reduzir a interferência provocada pelas harmônicas é separar as cargas perturbadoras em circuitos independentes dos demais.

A NBR 5410/97 exige ainda que a seção mínima dos circuitos de iluminação seja de 1,5 mm² e a dos circuitos de força, que incluem as tomadas, de 2,5 mm². Portanto, a exigência da norma de separar os circuitos de iluminação e força tem forte justificativa técnica, seja no que diz respeito ao funcionamento adequado da instalação, à segurança das pessoas ou à qualidade de energia no local.


Fonte: Portal SESMT
  •  Facebook
  •  Twitter
  •  Google+
  •              Print Friendly Version of this pageImprimir Get a PDF version of this webpagePDF   

8 de abril de 2014

Multa por Não Informar Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) ao INSS

Acidente do trabalho é aquele que ocorre com segurado empregado, exceto o doméstico, e o trabalhador avulso no exercício de atividade a serviço da empresa e provoca lesão corporal ou perturbação funcional, que pode causar o falecimento, a perda ou a redução permanente ou temporária da capacidade para o trabalho, conforme Lei nº 8.213/1991.

A comunicação de acidente do trabalho (CAT) deverá ser emitida pela empresa, ou na falta desta, pelo próprio acidentado, seus dependentes, pela entidade sindical competente, pelo médico assistente ou por qualquer autoridade pública, sendo o prazo de até o primeiro dia útil seguinte ao da ocorrência e, em caso de falecimento, de imediato, à autoridade competente, sob pena de multa variável entre o limite mínimo e o teto máximo do salário de contribuição, sucessivamente aumentada na reincidência.

Todo acidente do trabalho ou doença profissional deverá ser comunicado pela empresa ao INSS, sob pena de multa em caso de omissão.

Desde 1º de março de 2011, a empresa que deixar de emitir a CAT no prazo indicado, se sujeita ao pagamento de multa variável de R$ 545,00 (quinhentos e quarenta e cinco reais) a R$ 3.689,66 (três mil seiscentos e oitenta e nove reais e sessenta e seis centavos), sucessivamente aumentada nas reincidências, aplicada e cobrada pela Previdência Social, de acordo com a Portaria MF/MPS nº 115/2011.

O formulário do Comunicado de Acidente do Trabalho (CAT) deverá ser guardado pelo prazo de 05 (cinco) anos.

Fonte: Blog Trabalhista
  •  Facebook
  •  Twitter
  •  Google+
  •              Print Friendly Version of this pageImprimir Get a PDF version of this webpagePDF   

4 de abril de 2014

Plano de Trabalho da CIPA



O plano de trabalho é ferramenta importante de auxilio para a CIPA, contribui na organização efetiva da Comissão, dentro de suas possibilidades, colaborando para que a gestão da CIPA seja organizada e eficiente.

Cabe ressaltar que o plano pode estar estruturado na própria ata, não necessitando que seja feito um documento em separado.
A CIPA, deverá fazer um Plano de Trabalho simples, sem burocracia e, este plano deve conter objetivos, metas, cronograma de execução e estratégia de ação.

É importante que a empresa garanta aos cipeiros o tempo necessário para que este plano seja elaborado e monitorado.
Os procedimentos para o plano não estão em livro ou norma alguma. Vale ressaltar, que para se estabelecer um plano com a visão do trabalhador, deve-se levar em conta algumas etapas e procedimentos importantes, que são:

• Conhecer os riscos existentes no ambiente (local de trabalho). Isto pode e deve ser feito por meio de um bom MAPA DE RISCOS, elaborado, realmente, pelos cipeiros, e com a participação da maioria dos trabalhadores.
• Estudar e discutir propostas de melhorias ou soluções para eliminar os riscos.
• Definir com os colegas de trabalho as prioridades, preferencialmente, por consenso entre os trabalhadores.
• Estabelecer metas de acompanhamento das mudanças no ambiente e negociação das melhorias.


E também deve ser elaborado observando-se os seguintes critérios:

Planejamento: é estabelecer o que a CIPA vai realizar no futuro, baseando-se nas necessidades e deficiências da organização, respeitando a política e regulamentos da empresa.
   
Organização: estabelecer e fixar objetivos claros, distribuindo as tarefas e responsabilidades adequadas à competência e disponibilidade de cipeiros.
   
Controle: limitar os planos no sentido pré-estabelecido, para garantir que os mesmos não se desviem ou diluam de seu objetivo.
   
Avaliação: checar os resultados, apurando as distorções e corrigir as falhas mediante a um replanejamento.

Ao elaborar o PLANO DE TRABALHO devemos contemplar as metas para o cumprimento das soluções, de forma simples, porém, traçadas para ser a base da gestão da CIPA organizada e eficiente.

A CIPA deverá estar sintonizada e com todos os programas de prevenção adotados pela empresa, como PCMSO, PPRA, PCMAT e outros. É importante que os responsáveis pela elaboração destes programas contem com a colaboração dos cipeiros, por ocasião do desenvolvimento e implantação destes. Os cipeiros devem exigir esta participação, é direito.

Esse trabalho da CIPA pode ter o acompanhamento e a participação do sindicato representante da categoria, e deve ter total colaboração e orientação do técnico de segurança do trabalho.

Deixo aqui o link para baixar grátis um Modelo de Plano de Trabalho da Cipa.

Plano de Trabalho




  •  Facebook
  •  Twitter
  •  Google+
  •              Print Friendly Version of this pageImprimir Get a PDF version of this webpagePDF   

1 de abril de 2014

Acidentes com Motociclistas Profissionais


Definitivamente a atividade dos motociclistas profissionais em todas as capitais e municípios do Brasil é uma realidade presente. As ações desses profissionais tem alavancado o desenvolvimento de nossas empresas notavelmente, porém o que mais nos chama atenção em nossa rotina diária pelo trânsito é o quantitativo de acidentes que vitima essa categoria profissional, elevando cada vez mais as estatísticas de acidentes de trânsito e mascarando de certa forma os acidentes de trabalho onde os mesmos se enquadrariam. 

Diante dessa realidade, o que sempre vem à tona nas discussões das instituições envolvidas com o assunto é o modelo de conscientização para as práticas seguras de pilotagem. A FUNDACENTRO como sempre vem se apropriando desse assunto e tem publicado o resultado de pesquisas realizadas em todo o País sobre o tema.


Abaixo no link presentamos o vídeo produzido pela FUNDACENTRO, material de grande importância e relevância para a conscientização de todas as categorias que utilizam a motocicleta como seu principal instrumento de trabalho.

CLIQUE AQUI e assista ao vídeo da Fundacentro


  •  Facebook
  •  Twitter
  •  Google+
  •              Print Friendly Version of this pageImprimir Get a PDF version of this webpagePDF   

12 Mandamentos para a Segurança do Motociclista


A Associação Brasileira dos Motociclistas (Abram) elaborou um manual com 12 mandamentos para a segurança do motociclista. Outra medida para incentivar profissionais que trabalham sobre duas rodas a guiar com cuidado é oferecer uma condecoração para os que não se envolverem em acidentes de trânsito.

Na avaliação do presidente da Abram, Lucas Pimentel, a deficiência no processo de habilitação seria a responsável pela maioria dos acidentes. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aposta na melhora do quadro com a Resolução 285/08, em vigor, que prevê maior carga horária para os cursos de formação de condutores. Mas, para Pimentel, isso não é o suficiente. “O motociclista precisa de um curso de aperfeiçoamento que inclua pilotagem segura, direção defensiva e manutenção preventiva, porque todo condutor de motocicleta sem um curso de aperfeiçoamento é um acidentado em potencial”. Ainda segundo o presidente da Abram, cerca de 12 milhões de motociclistas rodam no país. De acordo com dados de 2006 da secretaria municipal de Transportes, apenas 23% dos acidentes com motociclistas envolviam profissionais. “A grande maioria dos motociclistas que perderam suas vidas no trânsito da cidade de São Paulo eram os chamados motociclistas-usuários, que usam as motos para substituir o carro e ônibus no seu deslocamento diário”, diz Pimentel.

Doze mandamentos

Confira as recomendações da Abram para a segurança dos motociclistas nas ruas e nas estradas brasileiras:

1 – Mantenha a motocicleta sempre em ordem 
A manutenção é importante, a calibragem e o estado geral dos pneus. Cheque o funcionamento do farol, setas, lanterna e luz de freio; verifique o cabo, lonas, ou pastilhas, fluido e a regulagem se for freio hidráulico. Confira o cabo e a regulagem da folga ideal do sistema hidráulico; revise os amortecedores traseiros e as bengalas dianteiras quanto a vazamentos; verifique a vela, cachimbo e cabo; troque periodicamente o conjunto de coroa, corrente e pinhão; tenha sempre a mão a CNH e o CRLV; use o protetor de pernas (mata-cachorro) e a antena anti-cerol.

2 – Pilote usando equipamentos de segurança
Capacete aprovado pelo Inmetro; calça e jaqueta de tecido resistente (preferencialmente de couro); botas ou sapatos reforçados e luvas (de preferência de couro).

3 – Reduza a velocidade
Quanto menor a velocidade, maior será o tempo disponível para lidar com o perigo de uma condição adversa ou situações inesperadas, como mudança súbita de trajetória de outro veículo.

4 – Atenção e concentração
O ato de pilotar motocicletas exige muita atenção do motociclista, por isso evite se distrair.

5 – Respeite a sinalização de trânsito
Conheça e respeite os sinais e as placas de trânsito.

6 – Cuidado nos cruzamentos 
Os cruzamentos são os locais de maior incidência de acidentes de trânsito, então redobre a atenção e reduza a velocidade ao se aproximar dos mesmos, principalmente nos cruzamentos sem sinalização de semáforos.

7 – Cuidado nas ultrapassagens 
Sinalize as manobras com antecedência e certifique-se de que você realmente foi visto pelo motorista a ser ultrapassado. Tenha cuidado ao passar entre veículos, principalmente ônibus e caminhões.

8 – Cuidado com pedestres 
Lembre-se de que o pedestre tem prioridade no trânsito urbano. Seja cordial e fique alerta para os pedestres desatentos, principalmente crianças e idosos.

9 – Seja visto 
Ao pilotar à noite, use roupas claras e com materiais refletivos.

10 – Alcoolismo 
Está comprovado que bebida e direção não combinam. Então, se beber, não pilote. Fique vivo no trânsito.

11 – Mantenha distância 
É imprescindível manter uma distância segura dos veículos à frente (cerca de cinco metros), principalmente em avenidas e rodovias.

12 – Cuidado com a chuva 
Redobre a atenção, reduza a velocidade e evite freadas bruscas; lembre-se de que nestas condições o tempo de frenagem é duas vezes maior que o normal.

Fonte: Educador de trânsito Patrick Morais



  •  Facebook
  •  Twitter
  •  Google+
  •              Print Friendly Version of this pageImprimir Get a PDF version of this webpagePDF