30 de junho de 2014

Acidente de Trajeto


No percurso da residência para o trabalho ou deste para aquela. Aqui se caracteriza o trajeto normal do empregado, da residência para o trabalho e vice-versa. 
Deve-se atentar para o itens a seguir, conforme sistemática adotada pelo INSS, para caracterização do acidente de trajeto.

Trajeto Normal: É o caminho diariamente percorrido pelo empregado, não precisando ser necessariamente o mais curto. Pode ainda, não ser o normal, mas o obrigatório.

Tempo de Percurso Normal: Atentar para o tempo que o empregado, diariamente faz o percurso, ou tempo do desvio obrigatório.

Condições para o trajeto normal: Atentar para as condições físicas, tráfego, etc..; para que o empregado possa fazer o trajeto normal.

Atividade no Momento do Acidente: Notar que o empregado, ao sair da sua residência para a empresa ou vice-versa, tem como o objetivo o trabalho ou a residência. Caso o empregado saia da empresa para a residência, resolvendo ir visitar um parente, um amigo, ir ao supermercado, etc...; está extinta a atividade normal do trajeto.


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27 de junho de 2014

Risco e Percepção de Riscos



Risco e Percepção de Riscos
Um conceito que devemos ter em mente é que todo o risco é passível de identificação; e tudo o que é “reconhecido e identificado” pode ser “analisado e controlado”.

Conceitos importantes:

PERIGO
Fonte ou situação com potencial para provocar danos em termos de lesão, doença, dano à propriedade, dano ao meio ambiente do local de trabalho, ou uma combinação destes.

RISCO
Combinação da probabilidade de ocorrência e da(s) consequência(s) de um determinado evento perigoso. 


Risco = Frequência X Consequência  


 

O risco envolvido em uma atividade pode ser entendido como a probabilidade de um perigo tornar-se um acidente e a provável consequência deste acidente.

Exemplo: Vamos analisar qual o risco relacionado a atividade de substituição de telhas de um telhado com 4m de altura.

O perigo desta atividade é: Queda por diferença de nível

A provável consequência deste acidente (queda) é: Morte (devido à altura)

Desta forma o risco desta atividade é: “Queda por diferença de nível gerando a morte do colaborador.”

Dentro do mesmo exemplo, vamos supor que a troca de telhas ocorra sem qualquer tipo de controle, apenas sobe-se no telhado e realiza-se a troca da telha. Neste caso o risco é inaceitável, pois a consequência é a morte e as chances do acidente ocorrer são grandes, já que não possuímos controle algum.

Para diminuirmos o risco devemos ou diminuir as consequências ou a probabilidade dele se tornar um acidente.

Como não conseguimos diminuir as consequências de uma queda a 4 metros de altura e a telha necessita ser substituída devemos trabalhar na redução da probabilidade da queda.

Para que esta atividade possa ser realizada incluímos algumas salvaguardas importantes (instalação de linhas de vida e uso de cinto de segurança tipo pára-quedista, uso de capacete com jugular, uso de pranchão para a movimentação sobre o telhado, ferramentas amarradas, treinamento dos colaboradores quanto aos riscos e os cuidados necessários, etc) desta forma diminuímos o risco e chegamos a um risco aceitável.


PERCEPÇÃO DE RISCOS

É o ato de tomar contato com um perigo por meio dos sentidos (audição, tato, visão, olfato, gosto), interpretar essa informação e então decidir o que fazer!

Um exemplo clássico disto são os sinais de trânsito: Sabemos que no sinal vermelho a passagem pelo cruzamento é proibida, ao receber este sinal devemos tomar a decisão de parar ou não.
 


  
O que você vê na imagem abaixo?




No dia a dia as situações não são tão claras quanto gostaríamos, dependemos de muitas variáveis e dificilmente conseguimos identificar todos os riscos em uma simples olhada.

Este é o momento de usarmos nossa percepção de riscos e parar, avaliar e analisar as possibilidades, definir a forma mais segura e daí sim realizar a atividade.

Abaixo segue um teste de percepção bastante interessante, na verdade é uma campanha sobre os riscos de atropelamento de ciclistas.





Segue os principais inimigos da percepção de riscos:








 


 
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