26 de setembro de 2016

Alteração de Normas Regulamentadoras [ NR9, NR12, NR34 e NR35 ]


Em 22 de Setembro de 2016 o Ministério do Trabalha fez alterações em algumas Normas regulamentadoras. Vamos ficar de olho e nos atualizar quanto a essas alterações.
Segue a baixo as alterações e os links para as consultas.


-Portaria MTPS 1.109/2016 – Aprova o Anexo 2 – Exposição Ocupacional ao Benzeno em Postos Revendedores de Combustíveis – PRC – da Norma Regulamentadora 9  (NR-9)– Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA.
Leia a Portaria na Integra Clique Aqui.


-Portaria MTPS 1.110/2016 – Altera a Norma Regulamentadora 12 (NR-12) – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos.
Leia a Portaria na Integra Clique Aqui.


-Portaria MTPS 1.111/2016 – Altera a Norma Regulamentadora 12 (NR-12) – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos e dá nova redação aos Anexos VI Panificação e Confeitaria – e VII – Máquinas para Açougue e Mercearia – da NR-12.
Leia a Portaria na Integra Clique Aqui.


-Portaria MTPS 1.112/2016 – Altera a Norma Regulamentadora 34 (NR-34)– Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção e Reparação Naval.
Leia a Portaria na Integra Clique Aqui.


-Portaria MTPS 1.113/2016 – Altera a Norma Regulamentadora 35  (NR-35) – Trabalho em Altura o item 35.5 – Equipamentos de Proteção Individual, Acessórios e Sistemas de Ancoragem e inclui o Anexo o Anexo II – Sistema de Ancoragem.
Leia a Portaria na Integra Clique Aqui.


Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego;
           Diário Oficial da União.



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19 de setembro de 2016

Supervisor de Trabalho em Altura - NR35


Esse é um dos grandes questionamentos que recebo: O que é um Supervisor de Trabalhos em Altura? Para que um Supervisor de Trabalho em Altura? O que ele faz? e por aí vão as duvidas...
Vou falar um pouco sobre ele e deixar um pouco de informação referente, espero ajudar.


Para que possamos aplicar os preceitos da Norma Regulamentadora 35 - NR35, precisamos tirar as duvidas quanto a quem deve fazer o curso para Supervisor de trabalhos em Altura.

Transcrição da NR35
35.1.1 Esta  Norma estabelece  os requisitos  mínimos e  as  medidas de proteção  para  o  trabalho  em  altura, envolvendo  o  planejamento,  a  organização  e  a  execução,  de  forma a garantir  a  segurança  e  a  saúde  dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com esta atividade.

A NR35 vem tratar da segurança que se deve aplicar em trabalhos executados acima de 2,00 metros do nível inferior, onde haja risco de queda.

Com isso entendemos que a empresa deve capacitar seu funcionário para esses trabalhos e deve fazer isso por meio de treinamento, onde o trabalhador irá aprender a reconhecer riscos e como se proteger deles, pois em trabalhos em altura o risco de queda não é o único que está latente, temos a exposição às condições climáticas como: chuva, sol, ventanias...

Por um lado, é muito bom que o próprio trabalhador saiba reconhecer tais riscos e saiba também reconhecer os equipamentos para trabalho em altura. Por outro, é muito importante que ele tenha um supervisor de trabalho em altura para dar auxilio e apoio necessário nesses trabalhos de risco.

1-Quem é o Supervisor de Trabalhos em Altura?
O supervisor é basicamente um fiscal de serviços. Fiscaliza as condições de trabalho.

2-O que o Supervisor de Trabalho em Altura faz?
Ele fiscaliza as condições de trabalho, observando o que a NR35 pede como obrigação do empregador e do empregado. Isso quer dizer que ele fiscaliza tudo desde pessoas à condições de trabalho até os equipamentos e procedimentos que irão ser usados.

3-Como o Supervisor de Trabalho em Altura desenvolve seu trabalho?
Ele analisa e identifica os pontos de risco na empresa, orienta os trabalhadores quanto ao uso dos EPI's adequados e a outros equipamentos que forem necessários.
Deve preencher a permissão de Trabalho em Altura, aplicar procedimentos de emergência se necessário e prestar primeiros socorros se for o caso.

4-Quem pode fazer o curso de Supervisor de Trabalho em Altura?
Como estamos falando de riscos inerentes de uma função especifica o ideal para ser Supervisor de Trabalho em Altura são: Profissionais de Segurança do Trabalho, Lideres, e pelo próprio trabalhador tendo em vista que já seja uma atividade desempenhada pelo mesmo a algum tempo.

5-Como é o curso para Supervisor de Trabalhos em Altura?
Esse curso é bem estruturado e muito completo, conta com carga horária de 40 horas e repassa ao aluno muita informação referente ao riscos dos trabalhos em altura, equipamentos diversos, procedimentos que devem ser aplicados, o que fazer em situações de emergência, primeiros socorros entre outros.

É claro que  existe muito mais informação pertinente a esse assunto, muito mais mesmo. Pois o supervisor de Trabalhos em Altura tem que adquirir bastante conhecimento teórico e pratico para poder assegurar que os trabalhadores realmente terão segurança na atividade que irão desempenhar.
Sugiro à quem estiver interessado em saber mais sobre esse assunto que faça uma pequena pesquisa aqui mesmo no Blog, que com certeza, irá encontrar muito mais material relacionado ao supervisor e também sobre os trabalhos em altura ( pois no final das contas, todo o conhecimento do supervisor vem diretamente da atividade primária que é a do Trabalhador de Altura ).


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FISP 2016


FISP - Feira Internacional de Segurança e Proteção – a segunda maior feira mundial de segurança e proteção ao trabalhador. Com realização bianual a ultima edição apresentou as mais recentes inovações e tecnologias para o setor, reunindo em 50 mil m2, 850 marcas expositoras e público de 45 mil visitantes.

Considerado o principal evento de segurança e proteção no trabalho do hemisfério Sul a feira é organizada pelo Grupo CIPA Fiera Milano, em parceria com a Associação Brasileira dos Distribuidores e Importadores de Equipamentos e Produtos de Segurança e Proteção ao Trabalho (ABRASEG), a Associação Nacional da Indústria de Material de Segurança e Proteção ao Trabalho (ANIMASEG) e o Sindicato da Indústria de Material de Segurança (SINDISEG).



Simultaneamente à FISP acontece a FIRE SHOW – International Fire Fair, evento voltado à proteção contra incêndios.

Pra quem procura muita informação e atualização esse é o lugar certo. Estão todos convidados.

A FISP 2016 será realizada de 5 a 7 de outubro, das 13h às 21h, no São Paulo Expo Exhibition and Convention Center.

Maiores informações  pelo site:  http://www.fispvirtual.com.br/ 

 
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9 de setembro de 2016

Segurança com Serra Circular ( portátil e de bancada )



Equipamento versátil e eficiente no ambiente da construção civil, equipamento de grande precisão e rendimento. Mas deve ser tomado alguns cuidados quando em operação para evitarmos acidentes no seu manuseio.
Segue algumas dicas para facilitar a vida do operador e garantir que nada dará errado.



Lembre-se: Na empresa é necessário o Treinamento para Ferramentas Elétricas Rotativas, dessa forma o operador fica mais esperto, reconhece mais riscos e aprende a se proteger melhor.


Dicas de utilização:

1. Prenda de forma segura o material a ser cortado. O ideal é utilizar um grampo para marceneiro.

2. Tenha cuidado ao montar os discos, assegurando-se que a fixação seja pelo eixo da ferramenta e que a banda de corte não esteja em contato com qualquer outro elemento da serra quando em rotação.

3. Não use (nem tente reparar e utilizar) discos de serra circular que estejam rachados, empenados ou deformados.

4. Assegure-se de limpar as superfícies de fixação para remover sujeira, graxa, óleo e água.

5. Ajustar a profundidade do corte não mais que em 5 mm além da espessura do material que está sendo cortado. Use sempre óculos e luvas de segurança durante a execução das atividades.



6. Não tente reafiar a serra, sempre procure um profissional, pois a reafiação errada poderá danificá-la ou alterar sua geometria, tornando-a perigosa.

7. Não use o disco se este tiver dentes danificados, faltando ou gastos.

8. Certifique-se que a velocidade da máquina não exceda o limite máximo de operação do disco.

9. Não continue a usar os discos de serra circular quando o tamanho da ponta de metal duro estiver menor que 1 mm.

10. Nunca comece um corte no topo da madeira aterrissando o disco, isso é muito perigoso.

11. Não faça cortes curvos.

Os EPI's são muito importantes para garantir que o operador da serra não venha a sofrer ferimentos ou que reduza a gravidade desse caso ocorra.
indicamos os seguintes EPI's:

Protetor facial: Protege por completo a face do operador, uma vez que é extremamente resistente ao impacto de partículas.

Respirador descartável PFF1: Proteção contra a aspiração de poeiras e névoas não oleosas que são produzidas nos processos de trabalho.

Óculos de proteção: Evita o impacto de partículas contra os olhos do operador quando em trabalhos;

Protetores auditivos: Produz consideravelmente de ruídos, especialmente daqueles produzidos pelo disco, garantindo um trabalho mais focado.


Lembre-se que esses equipamentos devem possuir suas proteções originais, afim de garantir a integridade física do operador, evitando assim acidentes.
Não desmonte, não retire peças, não faça "gambiarras". Mantenha seu equipamento sempre em perfeitas condições de uso com suas devidas proteções.

Segue Download Grátis de Treinamento para Operador de Serra Circular.

Treinamento Operador de Serra Circular

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Linha de Vida - NR35



Nos trabalhos em Altura existe sempre a preocupação de algo dar errado e uma queda acontecer. Pensando nisso foi desenvolvido a Linha de Vida, que garante que o trabalhador fique acoplado nela e evite a queda.

A linha de vida também recebe o nome de Linha de Ancoragem, todos os funcionários que fazem trabalhos em altura deve ter conhecimentos desse equipamento e o empregador deve providencia-lo a fim de garantir a segurança do pessoal.

Transcrição da NR35 Trabalho em Altura
35.1.2 Considera-se  trabalho  em  altura  toda  atividade  executada  acima  de  2,00  m (dois  metros)  do  nível inferior, onde haja risco de queda.

A linha de vida deve ser utilizada em qualquer atividade em altura, seja ela em andaimes, escadas marinheiro, plataformas fixas, telhados planos ou inclinados entre outros, mais não devemos nos esquecer de trabalhos especiais como escavações, poços, minas, torres de resfriamento e uma outra infinidade de outros pontos de altura.


Linhas de vida para trabalhos em telhados, linha de vida para uso em equipamentos sem pontos de ancoragem e para uso em conferencia de cargas.


As linhas de vida são determinadas em duas formas. Linha de Vida Fixa e Linha de vida Temporal (Temporária).
-Linda de Vida Fixa: Será permanente naquele local - ex: escada marinheiro, telhados, plataformas fixas, etc.

-Linha de Vida Temporária ou Temporal: Será montada no local e ao final do trabalho será desmontada. Ex: Serviços em fachadas, uso construção civil, escavação etc.



Transcrição da NR35 Trabalho em Altura
35.5.3.2 O  trabalhador  deve  permanecer  conectado  ao  sistema  de  ancoragem  durante todo  o  período  de exposição ao risco de queda.

Para se aplicar uma linha de vida, primeiro se deve estudar o local e prever toda a possível movimentação do trabalhador. Para que se possa determinar o tipo de equipamento que ele deverá utilizar para se manter acoplado  (ancorado) na linha de vida.

Lembrando que sempre o trabalhador deverá se manter ancorado por 2 pontos diferentes.

Transcrição da NR35 Trabalho em Altura
35.5.4 Quanto ao ponto de ancoragem, devem ser tomadas as seguintes providências:
a)ser selecionado por profissional legalmente habilitado;
b)ter resistência para suportar a carga máxima aplicável;
c)ser inspecionado quanto à integridade antes da sua utilização.

Deverá ser respeitado a quantidade de trabalhadores acoplados na mesma linha de vida, a fim de não ultrapassar sua capacidade nominal de resistência. Pelo mesmo uma linha de vida deve ser projetada por um engenheiro mecânico e deve ser laudada também.

Já sabemos que o trabalhador deverá estar munidos de seus epi's mais não custa recapitular quais são.  
E segue a lista:

- Capacete com jugular;
- Cinto de segurança tipo paraquedista;
- Talabarte de 2 espias com absorvedor de energia;
- Trava quedas apropriado ( corda ou cabo de aço );
- Fitas de ancoragem;
- Mosquetes ( conectores );
- Luvas pigmentada e de vaqueta;
- Óculos anti impacto;

Poderá ser necessário também dependendo do serviço a ser executado:

- Acessores;
- Decessores;
- Polias simples ou duplas;
- Cordas Certificadas;

Todo equipamento para trabalho em altura deve ser inspecionado antes e após os trabalhos, afim de sempre manter os equipamentos em perfeito estado de uso. Se encontrar qualquer avaria, analise seu descarte.

Transcrição da NR35 Trabalho em Altura
35.4.3 Todo trabalho em altura deve ser realizado sob supervisão, cuja forma será definida pela análise de risco de acordo com as peculiaridades da atividade.

Outra indicação de segurança muito importante para os trabalhos em altura é a Capacitação dos Trabalhadores, os mesmos devem passar por treinamento a fim de serem informados dos riscos e e das medidas de controle e segurança, e os trabalhos em altura devem ser sempre supervisionados.

Regras de Segurança

Utilização:
Olhar para cima antes de progredir numa linha de vida temporária;
No usar as linhas de vida para elevar cargas ou rebocar viaturas;
Formar adequadamente todos os trabalhadores sobre as regras de montagem e utilização.

Manutenção dos cabos de aço:
Inspecionar, antes de cada uso, o cabo de aço com a finalidade de detectar a existência das seguintes deficiências:

Formação de nó fechado resultante do seu mau manuseamento;
Número de arames rompidos, os quais não podem ser = 6 ou = 3 numa única perna;
Existência de corrosão na galvanização;
Qualquer outro defeito que possa ser considerado grave.
Afastar os cabos de aço de produtos químicos nocivos (ácidos), abrasivos e cantos afiados.
Armazenar os cabos de aço em local seco, por meio de carretel, para fácil manuseio, sem torção estrutural.

Manutenção das cordas os cabos de aço:
Protegê-las dos cantos afiados e do piso das obras;
Evitar pisar na corda;
Armazenar a corda em carretel, em local seco, à sombra e devidamente afastada de fontes de calor, produtos químicos, abrasivos ou cortantes;
Não usar detergente na sua lavagem, mas apenas sabão neutro e deixar secar na sombra.

Certificação das linhas de vida fixas
As linhas de vida fixas são alvo de grande desgaste, por sua exposição às condições atmosféricas e também pela frequência de utilização quando a elas se ligam os equipamentos anti queda de proteção individual.

Consequentemente a inspeção, teste e certificação anual por parte de uma empresa devidamente credenciada, são procedimentos fundamentais para se avaliar a conformidade das linhas de vida.

Trabalho em altura parece ser fácil, mas implica grande demanda de equipamentos, procedimentos e responsabilidades. Fique sempre atento.

Cartilha Altiseg Trabalho em Altura para Download Grátis.

Cartilha Altiseg - Altura


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Fonte de Imagens: Cartilha Altiseg - Altura; Internet.

 
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6 de setembro de 2016

Ergonomia e suas variações



Não serei muito abrangente, mas apontarei cada uma das variações da ergonomia para um breve entendimento.

O que é ergonomia?
É estudo científico das relações entre homem e máquina, visando a uma segurança e eficiência ideais no modo como um e outra interagem. Otimizando das condições de trabalho humano, por meio de métodos da tecnologia e do desenho industrial.

Norma Regulamentadora 17 - Esta Norma Regulamentadora visa a estabelecer parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar um  máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente.

Quais suas variações ou tipos?


- Ergonomia de Correção: atua de maneira restrita e parcial, modificando elementos como iluminação, ruídos, dimensões e temperatura;

- Ergonomia de Concepção: interfere no projeto do ambiente, promovendo uma melhor organização do trabalho, dos sistemas de produção, uso correto dos equipamentos e melhor postura dos funcionários;

- Ergonomia de Conscientização: envolve a realização de palestras, treinamentos e cursos responsáveis por educar colaboradores sobre os hábitos e métodos de trabalho que podem ser prejudiciais à saúde — como má postura, uso inadequado de equipamentos e trabalho em excesso;

- Ergonomia Participativa: visa a criação de um Comitê Interno de Ergonomia (CIE), que trabalha em prol da conscientização e viabilização de um projeto ergonomicamente correto e saudável.

Para que as alterações ergonômicas atinjam o efeito desejado e se tornem eficazes é necessária a participação e conscientização da empresa e principalmente dos funcionários.

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Temas para Campanha de Segurança do Trabalho



Aqui deixo alguns temas que podem ser adotados para campanhas de segurança do trabalho na empresa, afim de orientar e conscientizar o funcionário.

Se você não leu o artigo sobre Campanha de Segurança no Trabalho, agora é uma boa hora para isso. Acesse o link Clique Aqui!  


Alguns Temas para Campanhas de Segurança do Trabalho
-Campanhas educativas sobre coleta seletiva;
-Campanhas sobre Segurança “fora do trabalho”, também conhecido como curso de férias;
-Normas de segurança interna da empresa;
-A importância de comunicar os acidentes e incidentes de trabalho;
-A importância de comunicar os locais com risco de acidente;
-A importância da sinalização de segurança do trabalho;
-Quais as principais formas de controle dos acidentes do local;
-Prevenção de acidentes com as mãos e dedos;
-Prevenção de acidentes com trabalho em altura;
-Prevenção de acidentes com eletricidade;
-Prevenção de acidentes com máquinas e equipamentos;
-Forma correta de transporte de cargas;
-Riscos do uso do celular;
-Comunicar de maneira sistemática as ações de segurança;
-Como proceder em casos de emergência;
-Como comunicar emergências;
-Como Utilizar corrimão de escadas;
-Organização do local de trabalho - 5S;
-Orientar quanto aos males do Tabagismo;
-Orientar quanto aos males do Alcoolismo;
-Orientar quanto a Drogas Licitas e Ilícitas;
-Orientar o uso dos equipamentos de combate a incêndio;
-Orientar quanto ao Uso correto, guarda e conservação dos EPI's;
-Orientar como se prevenir de  LER/Dort;

Os temas são diversos, não só estes, muitos outros. Tenha em mente que o importante é levantar a necessidade que existe dentro da empresa, em cada setor, e aí sim buscar material relacionado e desenvolver a campanha especifica de acordo com essa necessidade.

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