27 de novembro de 2017

Dia do Técnico de Segurança - 27 de Novembro


Parabéns a todos os prevencionista, a todos aqueles que zelam pela saúde e integridade física de outra pessoa.
Técnico de Segurança do Trabalho, profissional que não esquece nenhum detalhe para garantir a segurança de todos.
Nós do Blog SCN! reconhecemos seus esforços. Parabéns!

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7 de outubro de 2017

Diferença entre Laudo Técnico de Insalubridade e LTCAT


Aqui veremos 2 documentos completamente diferentes, é comum existir confusão entre eles, porém, depois da explicação não será mais um problema e saberemos para que serve cada um e quando eles se fazem necessários.

O LTI - Laudo Técnico de Insalubridade é um documento que tem como objetivo avaliar se os funcionários daquele estabelecimento trabalham expostos a agentes de risco ( agentes: físicos, químicos e biológicos ) que são capazes de causar danos a sua saúde, nos limites máximos de tolerância definidos pela NR15.

O LTI - Laudo Técnico de Insalubridade tem por objetivo principal, estabelecer se os funcionários tem direito a adicional de insalubridade, que podem variar de 10%, 20% ou 40% do salário mínimo ( dependendo do agente que estão expostos).

Para que se seja elaborado, existe o artigo 195 da CLT, que determiona que o profissional habilitado para isso são o Médico e o Engenheiro do Trabalho, podendo ser profissionais da empresa em questão ou podem ser profissionais contratos ( consultoria ).

Para que seja elaborado deve-se levar em conta os critérios da NR15, deve ter sugestões para eliminar ou reduzir a exposição dos funcionários a esses agentes de risco.





Sua importância se dá à atender as exigencias das Normas Regulamentadoras de Medicina e Segurança do Trabalho, e comprova se os funcionária da empresa em questão tem ou não o direito do adicional de insalubridade. Normalmente esse documento é solicitado em uma fiscalização trabalhista ou em ação judicial.


Porém, é uma grande ferramenta que avalia a necessidade de implementação de medidas para redução ou eliminação dos agentes que são prejudiciais a saúde e nesses medidas podem ser avaliados os EPI, mudanças de layout, substituição de insumos,  com isso gerando maior segurança e reduzindo o risco de doenças ocupacionais.

A diferença entre O LIT - Laudo Técnico de Insalubridade e o LTCAT - Laudo Técnico das Condições ambientais do Trabalho

Sempre se observou a confusão entre esses 2 documentos, porém, são documentos distintos, diferentes entre si. Podem ser solicitados para a mesma empresa em condições diferentes. ( um não substitui o outro ).





A exigencia do LTI - Laudo Técnico de Insalubridade vem do Ministério do Trabalho e Emprego, para que seja determoinado se existe o direito do pagamento de adicional de insalubridade naquela empresa.

O LTACT - Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho, por sua vez, é um documento exigido pelo INSS para a determinação de atividades de demandam aposentadoria especial. Está Fundamentado na Lei 8213/91 e NR15.
É por este documento que se preenche o PPP - Perfil Profissiográfico Previdenciário, que traz todo o histórico do funcionário nas questões de saúde do trabalho nos períodos em trabalhou.


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bons estudos!



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2 de setembro de 2017

Cinto de Segurança ( tipo Paraquedista )



Toda vez que você for fazer um trabalho em condições que possa ocorrer uma queda, use sempre o cinto de segurança.

O único cinto de segurança autorizado para uso nos trabalhos em altura é o cinto de segurança tipo pára-quedista. Este tipo de cinto distribui o peso do corpo em queda livre por vários pontos, entre os quais as duas coxas e o peito, assim, minimiza possíveis lesões na coluna pelo impacto de tração no estiramento do talabarte(cabo com gancho que prende o cinto).

Esta garantia não existe caso a pessoa esteja usando um cinto de segurança do tipo abdominal. O cinto do tipo abdominal(que envolver a cintura) somente poderá ser usado como limitador de distância horizontal.

Antes de se iniciar um trabalho em alturas deverá ser estudada uma ou mais formas seguras para se prender o cinto de segurança. Se não houver uma opção melhor deverá ser esticado um cabo de aço de dimensões adequadas(mínimo de 3/16") para que se possa prender o cinto e permitir o deslocamento do usuário.

Desta forma, trabalhos executados em pipe-rack, telhados e assemelhados somente poderão ser feitos com a fixação prévia deste cabo de aço, da mesma forma, que deverá ser preparado um "piso seguro" feito com pranchões sobre a estrutura do pipe-rack ou telhado.


Sob nenhuma hipótese deverão ser usadas cordas de fibras naturais ou sintéticas para prender o cinto ou para o deslocamento em alturas.

Nos deslocamentos verticais sem proteção com guarda corpo, deverá ser usado cinto de segurança conectado a um dispositivo trava-quedas.

Durante a montagem e desmontagem de andaimes deverá ser usado o cinto de segurança.

Os trabalhos feitos sobre andaimes também deverão prever o uso do cinto de segurança.



"Portar o cinto de segurança é diferente de usar o cinto de segurança. Use o seu, prenda-o adequadamente e preserve sua vida numa queda."


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GHE - Grupo Homogêneo de Exposição


Por esses dias eu estava tirando dúvidas de um TST que solicitou auxilio e conversamos sobre riscos na empresa e de como elaborar alguns programas, dessa conversar saiu a indicação de ser elaborar um GHE para melhor gerenciar os riscos.

E aí que mora o problema, o que é GHE?  Como eu faço?
Bom, vamos ver isso na decorrencia do artigo, tenham uma boa leitura.


A Instrução Normativa Nº 1 de, 20/12/1995 do MTE diz: 
"O grupo homogêneo de exposição corresponde a um grupo de trabalhadores que ficam expostos de modo semelhante, de forma que o resultado da avaliação da exposição de qualquer trabalhador, ou do grupo, seja representativo da exposição do restante dos trabalhadores do mesmo grupo."

GHE é a união das funções e trabalhadores em um grupo especifico em decorrencia de seus riscos, sendo assim se separa em um grupo todas as funções de atividades semelhantes e que tenham os mesmos riscos. Com isso o gerenciamento dos riscos fica mais facil.


Exemplo:
Em ma pequena oficina nós temos:
-Eletricisa e Auxiliar Eletricista;
-Mecânico e Auxiliar Mecânico;
-Soldador;

Quando for elaborado o Gerenciamento pelo GHE, ficará assim:

GHE01 - Elétrica
Eletricista e Auxiliar Eletricista

GHE02 - Mecânica
Mecânico e Auxliar Mecânico

GHE03 - Soldagem
Soldador

Quase pronto, a primeira parte do GHE está feita, essa é a parte da separação das funções com os mesmo riscos. Agora dentro desses GHE's que determinamos temos que colocar os riscos que cada função está exposta.


Ficando assim:

GHE01 - Elétrica
Eletricista e Auxiliar Eletricista
Riscos: de Acidente- Choque Elétrico (etc...)

GHE02 - Mecânica
Mecânico e Auxliar Mecânico
Riscos: Químico - Óleo, Graxa e Solventes (etc...)

GHE03 - Soldagem
Soldador
Riscos: Químico - Fumos Metálicos (etc...)

Aqui estou simplificando tudo, então estou apontado apenas um risco para facilitar o entendimento, porém, quando você for elaborar o GHE na sua empresa você deve abranger todos os rsicos para cada função.

Agora você pode gerenciar as medidas de controle necessárias para cada risco em questão, ficará mais ou menos assim:

GHE01 - Elétrica
Eletricista e Auxiliar Eletricista
Riscos: de Acidente- Choque Elétrico (etc...)
Medida de Controle: APR

GHE02 - Mecânica
Mecânico e Auxliar Mecânico
Riscos: Químico - Óleo, Graxa e Solventes (etc...)
Medida de Controle: Luvas e cremes

GHE03 - Soldagem
Soldador
Riscos: Químico - Fumos Metálicos (etc...)
Medida de Controle: Respirador para FM


Levantamento dos Riscos

O levantamento dos riscos é muito importante para que seu GHE fique funcional, após ele ser concluído teremos o inicio de um gerenciamento de riscos com maior clareza, podendo assim trabalhar na escolha da  avaliação que cabe ao risco (quantitativa ou qualitativa), escolha do melhor EPI e EPC, Monitoramento, elaboração e desenvolvimento de PPRA, LTCAT e qualquer outro programa necessário para conseguir minimizar os riscos de acidente na empresa.

Para que nosso GHE seja eficiente devemos observar alguns pontos como:

– Tipo do processo ou operação;
– Atividades ou tarefas dos trabalhadores;
– Agentes ambientais, fontes, sua trajetórias, os meios de propagação;
– Intensidade e concentração dos agentes de risco;
– Identificação e o número de trabalhadores;
– Frequência das ocorrências;
– Interferência de tarefas que aconteçam simultaneamente;
– Dados das prováveis exposições, levantados na fase de antecipação;
– Metas e prioridades de avaliação adequadas à realidade da empresa.

Com certeza teremos outros pontos importantes à abordar e eles são característicos de cada seguimento de trabalho ou ramo de atividade.

Com esse gerenciamento montado, você terá uma excelente ferramenta de gerenciamento e prevenção de riscos na sua empresa, devido a possíbilidade de reconhecimento rápido e aplicação da medida de controle adequada a cada risco que o funcionário esteja exposto.

Também será possível determinar: implantação de ação de melhoria, prazos para que ocorram as implantações e com isso minimizando os riscos de acidentes e doenças ocupacionais no ambiente de trabalho para cada GHE determinado e de modo geral na empresa.


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Bons estudos!

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27 de julho de 2017

27 de Julho - Dia Nacional de Prevenção de Acidentes no Trabalho


Parabéns à todos que fazem valer a segurança no ambiente de trabalho, que fazem da prevenção uma regra de ouro em todos os âmbitos.
A Prevenção, ainda é a melhor forma de se evitar acidentes. Pratique!

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2 de julho de 2017

02 de Julho - Dia do Bombeiro Brasileiro


Dia do Bombeiro Brasileiro

Bombeiro, a unica profissão que jura dar sua vida em troca de outra.
Parabéns à todos os Bombeiros ( Homens e Mulheres ) que dedicam suas vidas à essa profissão nobre.
Me orgulho de fazer parte dessa família!



Fonte do Vídeo:  Nando Pinheiro 
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