1 de agosto de 2013

O que são DST - Doenças sexualmente transmissíveis

O que são DST

As doenças sexualmente transmissíveis (DST) são transmitidas, principalmente, por contato sexual sem o uso de camisinha com uma pessoa que esteja infectada, e geralmente se manifestam por meio de feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas. As mais conhecidas são gonorreia e sífilis.

Algumas DST podem não apresentar sintomas, tanto no homem quanto na mulher. E isso requer que, se fizerem sexo sem camisinha, procurem o serviço de saúde para consultas com um profissional de saúde periodicamente. Essas doenças quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, podem evoluir para complicações graves, como infertilidades, câncer e até a morte.

Usar preservativos em todas as relações sexuais (oral, anal e vaginal)  é o método mais eficaz para a redução do risco de transmissão das DST, em especial do vírus da aids, o HIV. Outra forma de infecção pode ocorrer pela transfusão de sangue contaminado ou pelo compartilhamento de seringas e agulhas, principalmente no uso de drogas injetáveis. A aids e a sífilis também podem ser transmitidas da mãe infectada, sem tratamento, para o bebê durante a gravidez, o parto. E, no caso da aids, também na amamentação.

O tratamento das DST melhora a qualidade de vida do paciente e interrompe a cadeia de transmissão dessas doenças. O atendimento e ao tratamento são gratuitos nos serviços de saúde do SUS.

Sintomas das DST

As doenças sexualmente transmissíveis (DST) são muitas e podem ser causadas por diferentes agentes. Apesar disso, elas podem ter sintomas parecidos. Veja, abaixo, os principais sintomas das doenças mais comuns.

Sintomas: Corrimento pelo colo do útero e/ou vagina (branco, cinza ou amarelado), pode causar coceira, dor ao urinar e/ou dor durante a relação sexual, cheiro ruim na região.
DST prováveis: Tricomoníase, gonorreia, clamídia.

Sintomas: Corrimento pelo canal de onde sai a urina, que pode ser amarelo purulento ou mais claro - às vezes, com cheiro ruim, além de poder apresentar coceira e sintomas urinários, como dor ao urinar e vontade de urinar constante.
DST prováveis: Gonorreia, clamídia, tricomoníase, micoplasma, ureoplasma.

Sintomas: Presença de feridas na região genital (pode ser uma ou várias), dolorosas ou não, antecedidas ou não por bolhas pequenas, acompanhadas ou não de “íngua” na virilha.
DST prováveis: Sífilis, cancro mole, herpes genital, donovanose, linfogranuloma venéreo.

Sintomas: Dor na parte baixa da barriga (conhecido como baixo ventre ou "pé da barriga") e durante a relação sexual.
DST prováveis: Gonorreia, clamídia, infecção por outras bactérias.

Sintomas: Verrugas genitais ou “crista de galo” (uma ou várias), que são pequenas no início e podem crescer rapidamente e se parecer como uma couve-flor.
DST prováveis: Infecção pelo papilomavírus humano (HPV)

Não sinta vergonha de conversar com o profissional de saúde e tirar todas as dúvidas sobre sexo ou qualquer coisa diferente que esteja percebendo ou sentindo. É direito de todo brasileiro buscar esclarecimento e informações durante o atendimento de saúde.

Quais são as DST - Doenças sexualmente transmissíveis

    AIDS
    Cancro mole
    Clamídia e Gonorreia
    Condiloma acuminado (HPV)
    Doença Inflamatória Pélvica (DIP)
    Donovanose
    Hepatites virais
    Herpes
    Infecção pelo Vírus T-linfotrópico humano (HTLV)
    Linfogranuloma venéreo
    O que é aids
    Sífilis
    Tricomoníase

Para saber mais detalhes sobre cada uma das DST acesse o link  

 http://www.aids.gov.br/pagina/dst-1

Por que alertar o parceiro

O controle das doenças sexualmente transmissíveis (DST) não se dá somente com o tratamento de quem busca ajuda nos serviços de saúde. Para interromper a transmissão dessas doenças e evitar a reinfecção, é fundamental que os parceiros sejam testados e tratados com orientações de um profissional de saúde.

Os parceiros devem ser alertados sempre que uma DST é diagnosticada. É importante repassar a eles informações sobre as formas de contágio, o risco de infecção, a necessidade de atendimento em uma unidade de saúde e a importância de evitar contato sexual até que o parceiro seja tratado e orientado.




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2 comentários:

  1. Muito bom o post. Queria saber como uma empresa pode ou não agir perante uma epidemia de doenças sexualmente transmissíveis no seu interior.

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    Respostas
    1. Olá RN, obrigado por ler e comentar no Blog. Seja sempre bem Vindo!

      A questão da doença sexualmente transmissível ela é complicada em qualquer situação, pois hoje temos informações suficientes para saber como nos cuidar e evitar tal situação.

      Infelizmente nem todas as pessoas tomam os devidos cuidados e acabam contraindo tais doenças que podem trazer severos problemas.

      A empresa que tiver número de funcionários portadores de alguma doença sexualmente transmissível deve em primeiro lugar promover palestras educativas e de conscientização na questão dessas doenças.

      Após isso deve fazer uma triagem com seu médico do trabalho para saber a quantidade de funcionários e quais doenças estão contaminados. Ele deve pedir um acompanhamento médico para tratamento.

      Esse é o procedimento de Saúde e Segurança do Trabalho, tendo em vista que a empresas irá tratar seus funcionários. Após isso possivelmente existe algum procedimento administrativo que pode ser utilizado, mais isso você deveria falar com um advogado especializado em direito do trabalho para maiores informações, tendo em vista que essa transmissão não se dá por exposição ao ambiente de trabalho e sim pelo contato sexual com outra pessoa.

      Como você citou em seu comentário "como agir perante uma epidemia", isso, a epidemia, só acontece por que alguém está espalhando e cabe a empresa repreender de forma legal [procedimento administrativo] esse funcionário, encaminha-lo para tratamento e posteriormente decidir qual será a melhor maneira de mantê-lo na empresa.

      Espero ter ajudado.
      Seja sempre bem vindo aqui no Blog SNC! - Segurança, Nosso Compromisso!
      Abraço.

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