20 de novembro de 2013

Especialista de Araçatuba orienta sobre cuidados com produtos tóxicos

Na última semana várias crianças da região noroeste paulista foram parar no hospital depois de
tomar produtos químicos. E dados da Sociedade Brasileira de Pediatria mostram que esse tipo de situação é mais comum do que se imagina. Especialistas alertam que a situação é caso de saúde pública, mas o principal cuidado deve vir dos pais.

Para evitar tantos acidentes, os pais precisam criar hábitos de prevenção. “Quem é responsável pela segurança da criança é a família. A criança é curiosa, não tem ciência do perigo. Então não se pode guardar coisas perigosas em embalagens que chamam atenção das crianças, como garrafas de refrigerantes, e principalmente deixar medicamentos longe de crianças”, diz o médico pediatra o pediatra Geraldo Costa.

Quando tinha dois anos, a filha da dona de casa Andreia Manfrinati bebeu um produto químico usado para combater fungos de aquário e ela ficou bem perto da morte. A mãe teve que agir rápido. “Sai correndo e pedi para meu vizinho me levar para o Pronto Socorro porque  eu sabia que aquilo não poderia ter sido ingerido”, afirma a mãe.

Casos como da Júlia, filha de Andreia, estão se tornando cada vez mais comuns. Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, 14 crianças morrem por dia no país vítimas de acidentes domésticos: uma média de 5 mil mortes por ano, que poderiam ter sido evitadas.

A estatística reúne vários tipos de acidentes como intoxicação, queda, queimaduras e choques elétricos. Nesta semana, o médico pediatra atendeu o caso de um menino de apenas um ano que foi queimado por soda caustica. “A mãe disse que deixou a vasilha com a soda em uma mesa e que ela caiu sobre a criança. Foi uma queimadura de primeiro grau, mas poderia ser pior”, afirma o pediatra Geraldo Costa.

Na Santa Casa de Araçatuba, uma criança de um ano e oito meses que tomou solvente permanece internada.  Em São José do Rio Preto (SP) uma menina de 2 anos engoliu um produto altamente tóxico que continha cianeto. O líquido usado para limpar joias estava em uma garrafa plástica de isotônico, que o pai costumava deixar dentro do carro.

(Fonte: G1 - 16/11/2013)
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