30 de abril de 2013

Cadeirinha de Bebe no Carro

 Preciso mesmo usar cadeirinha no carro?

Sim, já que o uso da cadeirinha de carro é obrigatório no Brasil e quem não utilizá-la será punido com multa. Mais importante que a obrigatoriedade por lei, porém, é a segurança do seu filho. 

Segundo dados oficiais, em 2007 acidentes de transporte mataram 570 crianças de 0 a 4 anos no Brasil -- e o número pode estar subestimado.

Grande parte dos acidentes acontece perto de casa, em ruas onde a velocidade não passa de 60 km/h. O corpo das crianças é frágil, e as cadeirinhas são projetadas para segurá-las nos pontos mais resistentes do organismo, de modo a causar o mínimo de ferimentos internos.

O próprio impacto com o cinto de segurança, quando ele está na posição inadequada, ou muito largo, pode causar lesões nos órgãos e levar à morte.

Por isso, usar cadeirinha de carro para crianças deve ser um procedimento automático, como usar o cinto de segurança é para os adultos. Acostume seu filho desde pequeno a sempre usar a cadeirinha no banco de trás. Ele não vai estranhar -- vai simplesmente achar que é assim que as coisas funcionam.

Fiquei confusa com a variedade de cadeirinhas na loja. Qual é adequada para que idade?

Existem três tipos principais de poltronas para crianças. Em termos de segurança, mais que a idade, o que interessa é o peso e a altura do seu filho, em relação ao que está escrito no manual de cada cadeirinha.

- Bebê-conforto: São cadeirinhas adequadas para bebês recém-nascidos até cerca de 9 kg (algumas até 13 kg), mais reclinadas, e que devem ser colocadas de costas para o banco da frente do carro. Muitas vezes esses modelos possuem uma base que fica acoplada ao cinto de segurança, o que facilita a retirada da cadeirinha.

Esse tipo de bebê-conforto, com cinto de segurança interno de cinco pontos, encaixa na maioria dos carrinhos, o que significa que você pode tirar o bebê do carro dormindo, com cadeirinha e tudo, sem ter que incomodá-lo ou acordá-lo. São os chamados "travel systems".

A desvantagem é que, depois que a criança chega ao limite de peso (9 kg ou até 13 kg), é necessário comprar outra poltrona. Se a criança ainda não tiver 1 ano, a nova cadeira terá de ser do tipo reversível (leia a seguir).

- Poltronas reversíveis: São cadeirinhas projetadas para carregar desde recém-nascidos até crianças de cerca de 16 kg ou mais, dependendo do modelo. Enquanto o bebê é pequeno, esses modelos são instalados de costas para o banco da frente do carro. Essa é a posição mais segura, porque protege o pescoço do bebê em caso de impacto.

Antigamente a orientação era para que a poltrona fosse virada para a frente quando o bebê completasse 1 ano e atingisse 9 kg, mas hoje em dia fabricantes e especialistas recomendam que se mantenha a criança virada para trás pelo máximo de tempo possível (até o limite de peso de cada modelo). Um ano de idade e 9 kg é, então, o mínimo.

Essas poltronas têm cintos de segurança de cinco pontos, mas também existem modelos que se transformam em "boosters" para que a criança use o próprio cinto do carro (leia abaixo).

Existem também poltronas não reversíveis, que só podem ser usadas viradas para a frente. Essas só podem ser usadas com crianças de mais de 1 ano e mais de 9 kg. Confira sempre o manual antes de comprar.

- Poltronas para o posicionamento do cinto do carro (boosters): São poltronas ou "banquinhos" que servem para a criança ficar mais alta e dessa forma usar o cinto normal do carro na posição correta.

Esse tipo de assento de elevação pode ou não ter encosto. No caso dos sem encosto, é necessário que o carro tenha proteção para a cabeça, que evita o efeito de "chicote" em caso de acidente, um grande causador de lesões na medula espinhal.

Os assentos de elevação com encosto têm a vantagem de posicionar melhor a parte superior do cinto, pois costumam ter "passantes" e ser ajustáveis à altura da criança. Só podem usar esse tipo de poltrona crianças com mais de 4 anos de idade, segundo a resolução do Contran, mas não tenha pressa de fazer a mudança.

A legislação brasileira afirma que esse tipo de cadeira é obrigatório para crianças de até 7 anos e meio, mas o ideal é que ela seja usada até a criança ter 1,45 m de altura. A partir daí ela pode passar a utilizar o cinto normal do banco, sem assento.

Não basta ter a cadeirinha. É preciso saber instalar e usar

Instalar a cadeirinha do carro não é tarefa fácil. É preciso passar o cinto de segurança do veículo pelos locais indicados no manual de instrução do assento (nem sempre muito bem explicado) e apertar bem, até que a cadeira praticamente não se mexa. Para isso, você ou seu companheiro terão que literalmente subir na cadeira, para forçá-la contra o estofado e garantir que a instalação esteja realmente firme.

De acordo com especialistas, o melhor lugar para a instalação da cadeirinha é no assento do meio do banco traseiro, para diminuir o risco de um impacto no caso de acidentes. Sempre que possível, reserve esse lugar para a criança mais nova.

Não adianta ter a cadeirinha e não prender seu filho direito. O cinto da cadeirinha precisa ser colocado de forma que apenas um dedo caiba entre o cinto e o corpo da criança, ou seja, o cinto precisa ficar justo.

Você saberá que ele está bem colocado se não conseguir "pinçar" o tecido usando os dedos polegar e indicador. O motivo disso é que, se o cinto estiver largo, além de a criança poder se soltar, no caso de acidente haverá um forte impacto do corpo dela com o cinto, o que já é suficiente para provocar lesões graves.

Em outros países, como nos Estados Unidos, os carros são equipados com um sistema, chamado LATCH, que facilita a instalação das cadeirinhas. No Brasil o sistema não é obrigatório, portanto você vai precisar instalar o equipamento com o cinto de segurança do veículo.

A regularidade no uso também é essencial. Não use a cadeirinha só para viajar, ou apenas em distâncias mais longas. Acostume seu filho a usá-la sempre, nem que seja para ir até a esquina.

Exatamente o que determina a legislação brasileira?

Em boa parte dos países desenvolvidos o uso da cadeirinha já era obrigatório havia anos quando o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) divulgou, em 2008, a determinação obrigando ao uso desse tipo de assento no Brasil.

A lei foi criticada por especialistas por ser branda demais e determinar a obrigatoriedade por idade, em vez de por altura e/ou peso, que são parâmetros mais exatos. Ela também isenta veículos de transporte escolar e de transporte coletivo, como táxis e ônibus, da obrigatoriedade.

Leia abaixo os principais pontos da resolução do Contran:

• Crianças de 0 a 1 ano têm que usar bebê-conforto ou poltrona reversível voltados para a traseira do veículo.

• Crianças de 1 a 4 anos têm de usar cadeirinha.

• Crianças de 4 a 7 anos e meio têm de usar assento de elevação, ou "booster", com o cinto de segurança de três pontos do carro.

• Crianças de 7 anos e meio a 10 anos devem viajar no banco traseiro com o cinto de segurança do veículo.

• Se houver mais de três crianças abaixo de 10 anos no carro, a mais alta pode ir no banco da frente com o dispositivo de retenção adequado (cadeirinha ou booster, se tiver menos de 7 anos e meio) para sua altura e peso. O mesmo se aplica a carros que não tenham banco traseiro ou em que não seja possível instalar cadeirinhas. Especialistas, porém, não recomendam que crianças viajem no banco da frente.

• Montadoras e fabricantes de veículos podem estabelecer restrições extras ao uso de cadeirinhas, e essas restrições devem constar do manual do carro.




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25 de abril de 2013

28 de Abril - Dia Mundial de Segurança e Saúde no Trabalho

Evento marca Dia Mundial de Segurança e Saúde no Trabalho

MTE, MPAS e MS realizam cerimônia para lembrar vítimas e alertar sobre acidentes de trabalho

Brasília, 25/04/2013 - Os Ministérios do Trabalho e Emprego (MTE), da Previdência Social (MPAS) e da Saúde (MS) realizarão, nesta sexta-feira (26), um evento ao Dia Mundial de Segurança e Saúde no Trabalho e ao Dia Nacional em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho. O evento ocorrerá no Auditório do MTE/MPAS, a partir das 9h30.

A solenidade será marcada pela Cerimônia da Vela, quando será solicitado um minuto de silêncio em memória às vítimas de acidentes e doenças relacionados ao trabalho com o acendimento de velas. Ao mesmo tempo, num telão, serão projetados os nomes dos 2.739 trabalhadores vítimas fatais de acidentes de trabalho do ano de 2012.

Dados da Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), do MTE, mostram que no ano passado foram realizadas 154.361 ações fiscais de Segurança e Saúde no Trabalho. Este ano, de janeiro a março, já foram realizadas 29.607 fiscalizações, com o intuito de reduzir o número de acidentes.
Números da Previdência Social demonstram que, em 2011, foram registrados 711.164 acidentes de trabalho, sendo que 2.884 resultaram em morte. Em 2012, o número de vítimas fatais apresentou leve queda em relação a 2011, alcançando 2.739 trabalhadores.

Dia Mundial - No Brasil, desde 2005, com a sanção da Lei nº 11.121, o dia 28 é lembrado como Dia Nacional em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho. A Organização Internacional do Trabalho (OIT) denomina esse dia, desde 2003, como Dia Mundial de Segurança e Saúde no Trabalho.

Assessoria de Comunicação Social - MTE
(61) 2031-6537/2430 acs@mte.gov.br
 
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24 de abril de 2013

Cuidados com GLP



O gás liquefeito de petróleo (GLP), que é mais conhecido como gás de cozinha, é muito utilizado nas ações diárias de aquecimento de alimentos e atividades domésticas. Com a finalidade de obter o maior aproveitamento desta fonte de energia sem risco para as pessoas, os animais e o patrimônio, o Corpo de Bombeiros Militar orienta sobre como se prevenir e agir em situações adversas.
                                                                                      
Os cuidados devem começar na instalação do botijão. Há a necessidade de identificar os principais componentes do botijão e os objetivos de cada um: as abraçadeiras são utilizadas para fixar a mangueira que deve ser fixada ao regulador de pressão  e ao botijão.
"Sempre manter o Botijão de gás do lado de fora de casa"
Recomendações
A mangueira deverá ser fixada sempre com abraçadeiras para melhor segurança;
O tipo de mangueira é a certificada pelo Inmetro com a gravação NBR 8613, em PVC transparente com tarja amarela e prazo de validade;
O regulador de pressão também deve respeitar a norma NBR 8473 e possuir certificado do Inmetro;
O botijão também é construído respeitando a norma da ABNT 8460, e possui massa de 13 Kg;
Preferencialmente o botijão deve ficar do lado de fora da residência, protegido do tempo. Caso não seja possível, deverá ficar em local ventilado;
Compartimentos fechados e de pouca circulação de ar ou próximo a ralos devem ser evitados, pois o gás é mais pesado que o ar e poderá se concentrar ou adentrar por esses locais, aumentando o risco de explosão por queima acelerada do gás;


Ao adquirir o botijão verifique visualmente as condições de conservação, se possui alguma área enferrujada ou amassada. Confira também o selo de garantia do produto (lacre) observando se está violado ou não. Caso perceba qualquer irregularidade exija a troca imediata da botijão;

Ao trocar o botijão observe os seguintes cuidados:
a) Verifique se todos os botões dos queimadores estão fechados antes de trocar o botijão;

b) Feche o registro regulador de pressão;

c) Não acenda ou permita que acendam chama ou acionem qualquer fonte de calor durante a operação de troca;

d) Retire o lacre do botijão e coloque o regulador de pressão ajustando-o sem o uso de ferramentas, para não danificar ou instalar inadequadamente o regulador.

Caso perceba qualquer indício de vazamento, confira com espuma de sabão. Não utilize fogo para essa atividade. Abra portas e janelas e não ligue tomadas, eletrodomésticos ou produza qualquer fonte de calor. Se o botijão estiver vazando e você não puder conter, leve-o para um local arejado para que o gás se disperse no ambiente;
O botijão foi projetado e construído para evitar a explosão. Se todos os dispositivos de segurança do botijão estiverem funcionando, dificilmente isso acontecerá. Mas é preciso sempre ter o cuidado de não aquecer o botijão ou deixá-lo próximo a fontes de calor; 



Se ainda existirem dúvidas sobre a botijão, ligue para o Corpo de Bombeiros Militar, através do telefone 193.
Fonte: www.cb.es.gov.br – Corpo de Bombeiros Militar do Espírito Santo.
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5 dicas para melhorar o dia a dia

Sabemos que na vida corrida e agitada que a maioria de nós leva, fica quase impossivél ter uma vida saudavel, mais realmente precisamos nos manter com uma alimentação balanceada e praticar algum exercício físico.
Aqui segue algumas dicas para cuidar melhor de sua saúde e bem estar.  E como dizia um velho amigo... "- A flexibilidade do corpo é muito importante quando se está envelhecendo."



1 - Beba muita água - Após os 60 anos, a sensação de sede diminui, então você pode não perceber que está com sede. De acordo com pesquisas, os benefícios da água são vastos – beber cinco a oito copos por dia pode cortar o risco de um infarto do miocárdio fatal em até 54%, alivia a constipação intestinal, melhora a energia e até diminui o risco de câncer de mama, próstata e intestino grosso.

2 - Coma com mais frequência - Três pequenas refeições e dois ou três lanches ao dia são uma forma excelente de se obter toda a nutrição necessária... e mais. Você manterá o nível de açúcar no sangue mais baixo e mais estável, o que protege seu corpo contra o diabetes e os problemas cardíacos associados a ele.

3 - Afaste-se do fast-food - É ótimo comer comida orgânica quando você pode. Ainda mais importante, porém, é evitar os ingredientes e aditivos que são potentes destruidores da saúde: excesso de sódio, gorduras trans, gordura saturada, açúcar e carboidratos refinados. Eles têm pouco valor nutritivo, e uma alimentação rica em ingredientes de baixa qualidade aumenta o risco de  obesidade, hipertensão arterial e doença cardíaca, podendo colocar seus níveis de açúcar em uma montanha-russa e desencadear inflamações crônicas em todo o corpo – um poderoso fator de risco.

4 - Descanse o quanto precisar - Insônia torna-se comum à medida que envelhecemos. Os padrões de sono alteram-se após os 55 anos, quando seu relógio biológico se ajusta e os níveis de melatonina e hormônio do crescimento caem. Problemas de saúde, remédios, hábitos alimentares e de exercício, tempo que se passa ao ar livre e rotinas antes de dormir desempenham papéis importantes na qualidade do sono.

5 - Aprenda a relaxar - Em um estudo com 202 homens e mulheres por mais de 18 anos, pesquisadores descobriram que os que praticavam meditação corriam um risco 23% menor de morrer por qualquer causa durante o estudo e risco 30% menor de morte por doença cardíaca. Diminuir o estresse pode ajudar o corpo a recuperar-se mais rapidamente e sua mente e digestão a funcionar melhor. Você dormirá melhor também. A boa notícia: você não precisa sentar-se sozinho em uma sala dizendo “Omm...” Passar tempo com amigos, aproveitar a natureza e ouvir música promovem o relaxamento de que todos nós precisamos.


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22 de abril de 2013

Improviso é um risco


Na vida fazemos muitos improvisos. Quando não há chave de fenda usamos uma faca para apertar um parafuso. Usamos bancos em cima de outros móveis para alcançar uma lâmpada a ser trocada. Colamos fitas isolantes em um fio elétrico desencapado. Batemos um prego com um martelo sem o cabo. Além de outros improvisos. O mau do improviso é que, geralmente, ele acaba sendo permanente e logo esquecido. Por exemplo: se vemos um fio elétrico desencapado, o improvisamos colando fita isolante com o objetivo de ser provisório. O ideal seria substituir o fio elétrico já que a fita isolante, com certo tempo, perderá a sua aderência e deixará o fio exposto novamente. Mas quando improvisamos, achamos que não haverá riscos.

Acabamos esquecendo-o e o improviso acaba sendo permanente. O mesmo acontece com a falta de um martelo. Batemos um prego com um alicate, sapato social, pedra ou um martelo sem o cabo. Achamos que não precisamos comprar o martelo porque acreditamos que não iremos usar-lo novamente. E sabe quando compramos um martelo?
Quando nos acidentamos. Se não compramos um martelo prontamente pede-se emprestado ao vizinho.
  
O improviso é uma das maiores causas de acidentes tanto em casa quanto no ambiente de trabalho. O pior disso tudo é que o improviso muitas vezes é cruel e malicioso. Há pessoas que perdem a própria vida somente porque fizeram um pequeno improviso. Se não perde a vida tem alguma seqüela. Há trabalhadores que querem mostrar suas capacidades intelectuais para improvisar. A autoconfiança é um dos maiores indícios de acidentes do trabalho. São esses tipos de comportamentos inseguros que podem ocasionar o acidente. 
Evite improvisos. Se não há ferramentas adequadas, solicite-as ao seu superior hierárquico no local de trabalho. Mesmo que o chefe de departamento ou a pessoa a qual você está subordinado exigir que improvise a atividade, explique sobre os riscos. Muitas vezes o seu superior pode não saber das conseqüências que o improviso pode acarretar. 
Lógico que devemos saber como falar a respeito. Com educação e sem arrogância, podemos solicitar melhorias nas condições de trabalho. Se houver Cipeiros na empresa estes são os mais indicados para solucionar os problemas e evitar o improviso.
  
Em casa, se acha que não vai precisar de ferramentas, procure analisar as atividades que possivelmente podem fazer no futuro próximo. Se você é uma pessoa que gosta de artes futuramente pode ter um quadro na sala. E que ferramenta usamos para pendurar o quadro na parede? 
O martelo, evidentemente. E se o cano da pia estiver com vazamentos? Usamos uma chave de boca. E se o móvel estiver com um parafuso folgado? 
Apertamos com uma chave de fenda. Viu que precisamos de ferramentas adequadas em casa? Ou prefere pedir ao vizinho todas as ferramentas quando precisar? 
Chato, não? Portanto. Usar as ferramentas adequadas e executar as atividades sem improvisos é a melhor maneira de evitar acidentes. 
No trabalho, o ato de não improvisar faz de nós um funcionário ideal e em casa podemos dar exemplos aos nossos filhos e vizinhos.


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Dia da Terra

Dia 22 de abril é Dia da Terra (ou Dia do Planeta Terra), um dia para reconhecer a importância do planeta Terra, e um dia para refletir naquilo que podemos fazer para ajudar a Terra.

Dia da Terra nos Estados Unidos

O Dia da Terra foi comemorado pela primeira vez nos Estados Unidos, no dia 22 de abril de 1970. No primeiro "Dia da Terra", o senador americano Gaylord Nelson organizou um tipo de fórum ambiental, que chamou a atenção de 20 milhões de participantes.

Atualmente o Dia da Terra é comemorado anualmente no dia 22 de abril por mais de 500 milhões de pessoas no mundo todo.

 

Atividades para o Dia da Terra

No Dia da Terra a sensibilização para os problemas que o planeta enfrenta é essencial. Experimente estas dicas de atividades para o Dia da Terra:

Plante uma árvore típica da sua zona;
Pinte um desenho do planeta Terra;
Incentive a reciclagem;
Reutilize materiais como plásticos e papelão e crie vários tipos de material escolar, como estojos, copos para lápis e caneta, pastas, etc;
Faça uma limpeza na escola;
Pinte um muro com motivos ecológicos;
Use menos energia, desligue as luzes quando possível.

Apagar as Luzes no Dia da Terra

Em alguns lugares, surgem campanhas que incentivam as pessoas a desligarem as luzes durante um minuto no Dia da Terra, como forma de consciencializar as pessoas para um gasto menor de eletricidade. É um evento parecido com a Hora do Planeta, que ocorre normalmente no último sábado do mês de março, e que propõe exatamente a mesma coisa.
Dia da Terra: Objetivos
No Dia da Terra os objetivos principais são sensibilizar e consciencializar as pessoas, especialmente as crianças, para tudo o que podemos fazer para proteger o planeta Terra.


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19 de abril de 2013

Cordel sobre construção está disponível no site da Fundacentro

A Peleja do Servente de Pedreiro que Apareceu no Canteiro em Forma de Assombração- 2ª edição

Esta publicação conta a história de Pedro José Valente, um servente de pedreiro que perde a vida em um canteiro de obra em João Pessoa. Para narrar a história, utiliza-se a literatura de cordel. Dessa forma, fala-se sobre os riscos e as condições de trabalho, além de relatar a saga de muitos trabalhadores que se acidentam. O passo lento das mudanças também é apontado no texto, assim como as questões das áreas de vivência, a falta de proteção coletiva e individual.


Autor: Graco Medeiros
Ano: 2013

Download  CLIQUE AQUI

É possível ainda assistir ao vídeo com a apresentação do cordel no YouTube da Fundacentro, CLIQUE AQUI   


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NR 13 e NR 16 em Consulta Publica

Aos amigos prevencionista vale a pena ficar de olho no site do Ministério do Trabalho, pois temos mais 2 normas regulamentadoras em consulta publida.

Trata-se de proposta de texto para criação do Anexo III da Norma Regulamentadora n.º 16 (Atividades e Operações Perigosas) disponibilizada em Consulta Pública e também da proposta de texto para revisão da Norma Regulamentadora n.º 13 (Caldeiras e Vasos de Pressão) também disponibilizada em Consulta Pública.

Vale a pena verificar, analisar e opinar.  Clique Aqui para ser direcionado ao site do MTE. Aproveite também para ler sobre a nova NR 36 Segurança e Saúde no Trabalho em Empresas de Abate e Processamento de Carnes e Derivados, que foi assinada ontem18/04 e foi publicada hoje 19/04/2013 no Diário Oficial da União.





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NR 36 entra em Vigor

Manoel Dias assina Norma dos Frigoríficos

NR-36 regulamenta condições de trabalho em áreas de abate e processamento de carnes e derivados

Brasília, 18/04/2013 - Com o objetivo de melhorar as condições de trabalho nos frigoríficos, o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, assinou nesta quinta-feira (18) a Norma Regulamentadora nº 36 (NR-36), que trata do ambiente de trabalho em áreas de abates e processamentos de carnes e derivados.

No ato de assinatura, o ministro destacou a importância do processo tripartite de elaboração da norma. “Nós entendemos que da conversa, do diálogo e do entendimento sempre se avança. De nada adianta a gente querer baixar normas que na prática não se adéquam as realidades. O ato de hoje, realizado de forma tripartite, serve de modelo e certamente será exemplo para outros setores do MTE”.

O representante do setor empresarial, Clovis Veloso, estimou que nos próximos dois anos será necessário um investimento da ordem de R$ 7 bilhões para as empresas se adequarem à norma. Segundo ele, esse montante não está sendo visto como um custo e “sim como um investimento na busca de uma melhor qualidade de vida para os trabalhadores”.

Segundo o representante da classe trabalhadora, Siderlei de Oliveira, a NR-36 é um passo importante na “guerra das doenças ocupacionais”. “Estou saindo à tarde para Argentina a convite dos sindicatos levando a nossa norma como exemplo e no mês que vem vou à Europa. Antes usávamos a Europa como exemplo, quando se queria falar de segurança e saúde, hoje é com orgulho que nós estamos dando esse exemplo pro mundo”, avaliou Oliveira.

A NR-36 será publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (19) e tem prazo de até seis meses para que as mudanças entrem em vigor, com exceção de alguns itens que demandam mais tempo, como intervenções estruturais (12 meses) e alterações nas instalações das empresas (24 meses).

Conhecida como NR dos Frigoríficos, a norma busca a prevenção e a redução de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais, com adequação e organização de postos de trabalho, adoção de pausas, gerenciamento de riscos, disponibilização de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) adequados, rodízios de atividades, entre outras. De acordo com dados do Ministério da Previdência Social (MPAS), ocorreram 19.453 acidentes de trabalho em frigoríficos no ano de 2011, 2,73% de todos os acidentes. Foram registrados também, em 2011, 32 óbitos no setor.

Grupo de estudo - A construção da NR-36 teve inicio em 2004, com a criação de equipes de estudos e pesquisas no setor de frigoríficos, desenvolvida pelo Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho da Secretaria de Inspeção do Trabalho (DSST/SIT) do MTE. Em 2011 foi implantado o Grupo de Estudo Tripartite (GET), por meio da portaria da SIT, que desenvolveu o texto técnico básico da norma.

O texto da NR-36 passou por consulta pública e recebeu sugestões, analisadas pelo Grupo de Trabalho Tripartite (GTT) e encaminhada para consolidação. A proposta foi aprovada, em novembro de 2012, na 71ª Reunião da Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP).

Frigoríficos- O setor abrange as empresas que abatem gado, suínos e aves, determinando medidas no processo produtivo, de maneira que reduza o risco à sua saúde e segurança. As atividades são fragmentadas, sujeitas à cadência imposta por esteiras e máquinas e pela organização da produção, com pressões de tempo, que não permitem que os trabalhadores tenham controle sobre a sua jornada.

De acordo com dados do MPAS, dos 15.141 acidentes de trabalho ocorridos no setor que foram registrados na Comunicação de Acidente do Trabalho (CAT), 817 resultaram em doença ocupacional. As atividades são fixas e realizadas em pé, com ciclos de trabalhos muito curtos, inferiores há 30 segundos e repetitivas o que evidencia os números da CAT. Há ainda a exigência de força no manuseio de produtos, o uso constante de ferramentas de trabalho, como facas, a exposição a frio, umidade e a níveis de pressão sonora elevados.

A Norma Regulamentadora é obrigação exigida pelo MTE em todos os locais de trabalho e estabelece as medidas que devem ser tomadas para garantir segurança e saúde dos trabalhadores, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. A construção das NRs é realizada de forma tripartite, com a participação de representantes do governo, trabalhadores e empregadores.

Assessoria de Comunicação Social MTE
(61) 2031-6537/2430 acs@mte.gov.br
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16 de abril de 2013

País retoma produção de Insulina Humana


O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou hoje (16) a retomada da produção de insulina humana, destacando que a medida marca a história da saúde pública no país. Segundo ele, o Brasil será a quarta nação no mundo a produzir o medicamento, indicado para o tratamento do diabetes. A expectativa é que o produto chegue às farmácias em 2014.

Durante cerimônia oficial em Belo Horizonte, ele avaliou que é preciso aproveitar o potencial da saúde para estimular a economia brasileira. Segundo Padilha, o setor demanda 9% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, conta com 16 milhões de trabalhadores na produção de medicamentos e equipamentos e representa 30% do esforço nacional de inovação.

A produção de insulina humana no Brasil foi interrompida em 2001. Desde então, o país depende de importações. De acordo com o ministro, a compra de produtos biológicos, como a insulina, representa um impacto de 34% no orçamento da pasta.

A estimativa do ministério é que 7,6 milhões de brasileiros tenham diabetes, mas o número pode chegar a 10 milhões se considerados os casos ainda não diagnosticados. Atualmente, 1 milhão de pessoas utilizam insulina pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

"Além de incentivar a inovação, estamos construindo segurança para os milhões de diabéticos do nosso país, entregando insulina de qualidade", disse Padilha. "Em 2014, vamos ter nas farmácias populares insulina made in Brasil", completou. A insulina brasileira será produzida em uma parceria entre a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o laboratório Biomm, na cidade de Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte.

A previsão, segundo o governo, é de investimento de R$ 430 milhões nos próximos cinco anos - R$ 80 milhões do Ministério da Saúde e Fiocruz e o restante por meio de financiamento do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

A presidenta Dilma Rousseff destacou que o país pretende competir no mercado internacional de insulina preservando preço, prazo e qualidade. "Não temos hoje a insulina pronta. Temos a certeza de que, em 2014, colocaremos essa insulina em todas as farmácias populares e conseguiremos, com isso, mudar a história do Brasil no que se refere a uma linha tecnológica."

Apesar da expectativa para 2014 apresentada pelo ministro e pela presidenta, o Ministério da Saúde informou por meio de nota, no fim da manhã, que a produção só começará em 2015 e o medicamento estará disponível à população em 2017.

Para o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, a retomada da produção representa o sucesso da política industrial brasileira. Ele lembrou que o Brasil ocupa posições de destaque no consumo de diversos produtos e que, "quem tem mercado, tem obrigação de ter produção".

Ainda durante a cerimônia, o governador de Minas Gerais, Antônio Anastasia, avaliou que o anúncio representa um investimento altamente estratégico não só para o estado, mas para o Brasil e para o mundo, já que o número de diabéticos é cada vez maior.

Fonte: Agência Brasil
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Radiações

Vou fazer uma breve explanação sobre Radiações para levar um pouco mais de conhecimento sobre esse assunto. Temos uma NR que  trata sobre esse assunto mais não abrange plenamente, sendo necessário a busca por outras legislações, ela é a NR 15 no Anexo 7.


Denomina-se como fenômeno natural, que pode ocorrer de muitas formas. Dependendo da quantidade de energia, a radiação pode ser classificada em ionizante e não-ionizante.

RADIAÇÕES IONIZANTES:
Possuem relativamente baixa energia. De fato, elas estão sempre a nossa volta. Ondas eletromagnéticas como a luz, o calor e as ondas de rádio são formas comuns de radiações, sua frequência é igual ou menos que a luz (luz ultra-violeta).
Elas não alteram o átomo, mas ainda assim algumas podem causar problemas de saúde. Esta provado, por exemplo que as microondas podem causar além de queimaduras, danos ao sistema reprodutor.

RADIAÇÕES IONIZANTES:
Oferecem riscos à saúde dos indivíduos expostos. São assim chamadas pois produzem uma ionização dos materiais sobre os quais incidem, isto inicialmente neutras em partículas eletricamente carregadas. As radiações ionizantes são provenientes de materiais radioativos como é o caso dos raios alfa (a) , beta (b) e gama (g), que são produzidas artificialmente em equipamentos como é o caso do Raio X. A Radiação Ionizante também é considerada a que possui mais energia suficiente para ionizar átomos e moléculas. Pode danificar as células e afetar o material genético (DNA), causando doenças graves como câncer, levando até a morte.

EXEMPLOS: Raio X, Tomografia Computadorizada, Ressonância Magnética, Medicina Nuclear.




Aqui podemos ver como acontece a penetração das radiações em alguns materiais e no nosso corpo.





USO DAS RADIAÇÕES IONIZANTES

Conservação de alimentos: hoje muitos alimentos são conservados através da incidência da radiação ionizante sobre eles. A conservação dos alimentos, através deste método depende da intensidade da radiação. Quanto maior a intensidade, maior o tempo de duração do produto e menores, os cuidados adicionais de conservação que devem serem tomados.

MEDICINA NUCLEAR: Através de tratamentos terapêuticos, como a radiologia e sua esterilização de materiais cirúrgicos, tais como: luvas e seringas. Eliminando bactérias por meio de radiação. Exames e diagnósticos: como Raio X, Cintilografia, Tomografia.

AGRICULTURA: Na Agricultura algumas técnicas, conseguem obter novas variedades de plantas, através da irradiação de sementes e plantas. Também no controle e iluminação de insetos, estilização dos machos pela irradiação.

INDÚSTRIA DO PETRÓLEO: Usando a radiografia e a gamo-grafia para detectar a descontinuidade em chapas de tubulações.


ALTERAÇÃO NA PLACA DE SEGURANÇA SOBRE RADIAÇÃO


 

                            Antes                                                                                                      Hoje

Hoje ainda não são todos os lugares que utilizam a placa nova mesmo estando a disposição para tal.                                      



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14 de abril de 2013

Trabalhos em Alturas com Escadas, Andaimes e Plataformas

São várias as NR que nos indica o uso correto de escadas entre elas NRs 18 (Construção Civil), 22 (Mineração), 29 (Portuário) e 34 (Const e Rep Naval), que determinam onde e como montá-las.
Pensando nisso segue algumas dicas para uso correto não só de escadas mais também para uso de andaimes e plataformas elevadas.   
 

 Escadas de Mão

Devem ser utilizadas apenas para serviços rápidos e de pequeno porte;
Ao apoiá-las, observar sempre a relação 4 para 1 (comprimento x pé/parede);
Devem ser amarradas na base ou providas de base antiderrapante apropriada;
Escadas extensíveis devem possuir limitador de curso (mínimo 1 metro de superposição);
As escadas devem ter comprimento suficiente para ultrapassar em 1 metro do piso superior que se pretende alcançar.
Não utilizar escadas metálicas ou com reforço de aço ao executar trabalho em eletricidade;
Posicionamento na melhor localização que determine afastamento máximo de objetos equivalente ao comprimento de um braço;
Ao trabalhar sobre escadas acima de 2 metros, fazer uso de cinto de segurança preso em estrutura independente da escada.
 
Escadas de Abrir

Deve ser rígida, estável e provida de dispositivo que a mantenha com abertura constante, devendo ter comprimento máximo de 6 metros, quando fechada;
Deverão ser posicionadas no sentido da realização da atividade para que o trabalhador não realize deslocamentos laterais;
Quando da impossibilidade, um auxiliar no piso, garantindo a estabilidade da escada;
Os dois últimos degraus superiores não devem ser utilizados, pois o usuário ficaria mais propenso a quedas.

Andaimes

O profissional deve ser capacitado para montagem/desmontagem;
As torres dos andaimes não podem exceder, em altura, três vezes a menor dimensão da base de apoio, quando não estaiadas;
Para andaimes acima de 2 m de altura, as escadas devem possuir guarda corpo e/ou cabo guia com sistema trava queda;
Não acumular materiais sobre os andaimes;
Não realizar serviços em andaimes sob intempéries, bem como por pessoa desacompanhada;
Toda movimentação vertical de componentes para montagem / desmontagem de andaimes deve ser feita através de cordas ou sistema próprio de içamento;
O acesso vertical ao andaime para trabalhos em altura deve ser feito com dupla segurança, sempre um dos talabartes ancorado;
Intervalo máximo de sustentação deve ser de 2,5m;
Proibido o deslocamento da estrutura dos andaimes com trabalhadores sobre os mesmos;
Proibido, sobre o piso de trabalho de andaimes, a utilização de escadas e outros meios para se atingir lugares mais altos.

Andaimes Móveis

Os rodízios dos andaimes devem ser providos de travas de modo a evitar deslocamento acidentais;
Os andaimes móveis somente poderão ser utilizados em superfícies planas;
Nunca deslocar o andaime com pessoas trabalhando sobre ele;
Para a ancoragem dos cintos devem ser utilizadas estruturas independentes ao andaime;
Travas nas rodinhas de modo a evitar deslocamento acidentais.

Plataformas Elevatórias

Operador qualificado portando crachá com autorização da contratada;
Cintos de segurança com dois talabartes afixados;
Afastamento mínimo 3 metros entre qualquer parte da máquina a uma rede ou dispositivo elétrico energizado;
Local onde estiver sendo realizado o trabalho deve ser devidamente isolado;
Ao abandonar, o operador deve verificar se a mesma está parada e com o sistema de freio travado;
Não elevar a plataforma enquanto estiver em movimento.

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13 de abril de 2013

Tributo aos Homens do Fogo


O filme foi produzido pelo diretor americano Bobby Cohen que já trabalhou com Wood Allen, dedicado ao Corpo de Bombeiros da Polícia Militar de São Paulo.

Filme- documentário em agradecimento aos bombeiros que se dedicam a sociedade com carinho e atenção com suas vidas.

B.C. Filmes - SP - Brasil - este filme foi um presente que fizemos aos bombeiros .
 

Este é um filme que começou a ser produzido em 2005 sem patrocínio e com a dedicação de seus diretores que queriam retratar a gratidão de quem foi salvo com quem o salvou.

- Para assistir o filme, acesse:
http://bit.ly/ZdGPQf

- Curtir a fan page do filme, acesse: http://on.fb.me/12CbY2S


Vale a pena conferir.

 
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SESI e CNI - Realizam Treinamentos de Segurança e Saúde para Frigoríficos

Cursos ajudam empresas a se adequar à Norma Regulamentadora 36, que deve ser publicada no Diário Oficial da União neste mês de abril.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Serviço Social da Indústria (SESI) preparam frigoríficos de todo o país para se adequar à Norma Regulamentadora 36, que estabelece regras de segurança e saúde para o setor. Aproximadamente 600 empresários e gestores de frigoríficos participaram de treinamentos no mês passado em cinco capitais – Porto Alegre, Curitiba, Cuiabá, São Paulo e Belo Horizonte. No dia 3 de maio será a vez de Palmas, cuja previsão é que cerca de 100 pessoas participem do encontro.

Entre as principais novidades da NR 36, que deve ser publicada no Diário Oficial da União ainda neste mês, está o estabelecimento de períodos de pausas durante o trabalho e a compra de equipamentos e ferramentas mais seguros e ergonômicos. Segundo estimativas do setor, cerca de R$ 7 bilhões serão investidos para atender às novas regras.

Embora as empresas tenham seis meses para começar a investir em novos equipamentos e ferramentas após a publicação da Norma, algumas questões terão vigência imediata. Uma delas são os períodos das pausas, que devem ocorrer de forma gradual. Por exemplo, os trabalhadores com carga horária diária de 8 horas e 48 minutos terão pausa de 40 minutos logo que a norma for publicada. Depois de nove meses, as pausas serão de 50 minutos e, aos 18 meses, as empresas deverão conceder os 60 minutos de intervalo previstos na NR 36.

De acordo com Moacir Cerigueli, engenheiro de segurança do trabalho da BRF e ministrante dos cursos promovidos pela CNI, as pausas estabelecidas pela NR 36 são tanto pelas baixas temperaturas – abaixo de 15ºC, 12°C ou 10°C dependendo da região do país – quanto por questões antiergonômicas, como a repetição de movimentos e posições, além do uso da força. Ele explica que, enquanto nas pausas ergonômicas os trabalhadores não precisarão sair das câmaras frigoríficas, nas pausas térmicas eles precisarão ter uma sala separada.

AVANÇO – Para o período das pausas, os frigoríficos terão até 12 meses para a aquisição de assentos e até 24 meses para construir as salas de descanso. “Embora tudo isso represente um custo bem significativo para as empresas, a NR 36 vai melhorar ainda mais as condições de segurança e saúde no trabalho da indústria frigorífica”, destaca Ceriguelli.

O presidente do Conselho Temático de Relações do Trabalho da CNI, Alexandre Furlan, destaca que a NR 36 foi um avanço, pois foi a primeira regulamentação construída por meio de um diálogo efetivo entre as partes envolvidas: governo, empresários e trabalhadores. “É uma norma moderna e que realmente contempla a opinião de todos os segmentos envolvidos”, avalia.

O setor frigorífico exporta, em média, US$ 15 bilhões por ano e emprega cerca de 1 milhão de trabalhadores. Segundo Furlan, o setor já vinha melhorando as condições de segurança e saúde de seus empregados. Com a NR 36, esse trabalho se intensificará. “Tanto que a CNI não apenas participou da criação da norma, mas tem realizado eventos para preparar as empresas para cumpri-la”, afirma.

Fonte: Portal da Indústria. Maria José Rodrigues de Souza, 08/04/2013.

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11 de abril de 2013

Causas Trabalhistas por Falta de Treinamento


 
Hoje em dia a maioria das empresas sofrem causas trabalhistas, sejam elas de pequeno, médio ou de  grande porte e essas causas trabalhistas na maioria das vezes são valores elevados. Os ex-funcionários quando optam por esse tipo de situação acabam expondo as empresas e deixando claro que nunca tiveram amparo por parte da empresa e nisso sobressalta a questão dos treinamentos e dos epi’s que na maioria das vezes a empresa não observa ou não investe. Com isso as empresas na maioria das vezes perdem a causa para o ex-funcionário.

Por que as Empresas Perdem para os Funcionários?

O Ministério do Trabalho e Emprego é rigoroso em relação às fiscalizações no ambiente de trabalho, e a maioria das empresas não anda cumprindo com as obrigações impostas  e descritas no capitulo V da CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) e entre outras  que se referem à Saúde e o Bem Estar de seus colaboradores no ambiente de trabalho. As vezes por não ter um responsável legal pela execução dessa legislação ou mesmo por desatenção do setor responsável.

Um exemplo:

Uma empresa contrata uma pessoa para operar um trator; mas este funcionário não tem um treinamento de segurança para operar a maquina de forma segura. Acontece um acidente que envolve o operador e outros funcionários, os fiscais primeiramente ao avaliar o acidente irão  querer saber se o funcionário é treinado. E a empresa, será que treinou o funcionário?
A empresa primeiramente tem que verificar se o funcionário contratado tem treinamento, se tiver cobrar o certificado, caso não tiver ou não encontrar providenciar o mais rápido possível à qualificação desse funcionário, antes que o mesmo inicie suas atividades laborais.
Com essa atitude o empregador estará amparado por estar cumprindo a legislação e o funcionário estará apto a desempenhar aquela função.

Mas quais são as Empresas que devem cumprir essas Exigências?

Deixo bem claro que todas as empresas que possuam CNPJ e funcionários em regime CLT, com
(Carteira Assinada) devem cumprir a legislação, sendo assim quanto mais funcionários maiores são as exigências dependendo da atividade econômica da empresa. Os fiscais cobrarão das empresas, o PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais), o PCMSO (Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional), o  PPP (Perfil Profissiografico Previdenciário), a Formação de uma Brigada de Incêndio, Constituição da CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) entre outros.

É  bom termos em mente que Treinar os funcionários não significa gastar e sim  investir em segurança, pois  o funcionário bem treinado aumenta sua auto-estima pelo aprendizado e conhecimento e com isso ele se sentirá parte da organização, não vendo o empregador como um “carrasco” e sim como alguém que se preocupa com ele. O funcionário motivado se preocupará mais em  preservar o seu ambiente de trabalho, se tornando um multiplicador evitando acidentes e conscientizando os companheiros de trabalho, com isso a empresa aumentará sua produtividade  e diminuirá as despesas com honorários  advocatícios e indenizações trabalhistas.

Por
Eduardo Mendes
Consultor Técnico em Saúde e Segurança do Trabalho
Grupo Alpha Seg  Treinamentos
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