30 de junho de 2013

Campanha “Bombeiro Sangue Bom 2013”



Andradina - Mais uma ação que promete reverter a situação crítica dos estoques dos Hemocentros e Bancos de Sangue de nossa região. No dia 1º de julho, começa a 10ª edição da campanha Bombeiro Sangue Bom, realizada pelo Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

Desde que foi criada, a ação conta com o apoio de todos os Hemocentros, que recepciona a iniciativa na cidade de Andradina. Durante o mês de julho, bombeiros dos diversos grupamentos se solidarizam à causa doação de sangue voluntária e se mobilizam aos diversos postos de coleta (Três Lagoas, Dracena e Araçatuba).

Toda a população interessada em doar sangue voluntariamente, deve entrar em contato com o Posto de Bombeiros de Andradina, através dos telefones 18-3722-7564 e 18-3722 7493 e agendar sua doação. O Corpo de Bombeiros agendará e levará todos os voluntários para a doação em um Banco de Sangue da região.

O evento é motivado por uma competição interna que incentiva todas as unidades da corporação a doarem sangue até o dia 31 de julho. A unidade vencedora receberá o troféu “Bombeiro Sangue Bom”.

A população também está convidada a participar da campanha e poderá indicar o 20º Grupamento de Bombeiros (Andradina) em sua doação.

Em 2012, a campanha conseguiu arrecadar 1.419 bolsas só nos postos da Fundação. A expectativa desse ano é superar a meta.

(Fábio Caires Fernandes - Cap PM Comandante do 2º Subgrupamento de Bombeiros).

A doação é simples e pode ser feito por qualquer pessoal que se interessar, procure o hemocentro ou hospital de sua cidade para maiores informações. Vamos ajudar outras pessoas.
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27 de junho de 2013

Fumo, Cigarro e Suas Conseqüências



  1. Introdução
     O cigarro é um dos produtos de consumo mais vendidos no mundo. Comanda legiões de compradores leais e tem um mercado em rápida expansão. Satisfeitíssimos, os fabricantes orgulham-se de ter lucros impressionantes, influência política e prestígio. O único problema é que seus melhores clientes morrem um a um.
     A revista The Economist comenta: “Os cigarros estão entre os produtos de consumo mais lucrativos do mundo. São também os únicos produtos (legais) que, usados como manda o figurino, viciam a maioria dos consumidores e muitas vezes o matam.” Isso dá grandes lucros para a indústria do tabaco, mas enormes prejuízos para os clientes.
      Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças, dos Estados Unidos, a vida dos fumantes americanos é reduzida, coletivamente, todo ano, em uns cinco milhões de anos ,cerca de um minuto de vida a menos para cada minuto gasto fumando.“ O fumo mata 420.000 americanos por ano”, diz a revista Newsweek. “Isso equivale a 50 vezes mais mortes do que as causadas pelas drogas ilegais”.


  1. O Que Vai no Cigarro
     Até setecentos aditivos químicos talvez entrem nos ingredientes utilizados na fabricação de cigarros, mas a lei permite que os fabricantes guardem a lista em segredo. No entanto, constam entre os ingredientes matais pesados, pesticidas e inseticidas. Alguns são tão tóxicos que é ilegal despejá-los em aterros. Aquela atraente espiral de fumaça está repleta de umas 4.000 substâncias, entre as quais acetona, arsênico, butano, monóxido de carbono e cianido. Os pulmões dos fumantes e de quem está perto ficam expostos a pelo menos 43 substâncias comprovadamente cancerígenas.

centenas de substâncias nocivas estão presentes no cigarro.


  1. O Que Há por Trás do Cigarro
     No mundo todo, três milhões de pessoas por ano -seis por minuto- morem por causa do fumo, segundo o livro Mortality From Smoking in Developed Countries 1950-2000, publicado em conjunto pelo Fundo Imperial de Pesquisas do Câncer, da Grã-Bretanha, pela OMS(Organização mundial de Saúde) e pela Sociedade Americana do Câncer. Essa análise das tendências mundiais com relação ao fumo, a mais abrangente até a presente data, engloba 45 países. “Na maioria dos países”, adverte Richard Peto, do Fundo Imperial de Pesquisas do Câncer, “o pior ainda está por vir. Se persistirem os atuais padrões de tabagismo, quando os jovens fumantes de hoje chegarem à meia-idade ou à velhice, haverá cerca de 10 milhões de mortes por ano causadas pelo fumo - uma morte a cada três segundos.
     O fumo é diferente de outros perigos”, diz o Dr. Alan Lopez, da OMS. “Termina matando um em cada dois fumantes”. Martin Vessey, do Departamento de Saúde Pública da Universidade de Oxford, diz algo parecido: “Essas constatações no período de 40 anos levam à terrível conclusão de que metade de todos os fumantes terminará morrendo por causa desse hábito – uma idéia muito aterradora.” Desde a década de 50,60 milhões de pessoas morreram por causa do fumo. Essa idéia é muito aterradora também para a indústria do tabaco. Se todo ano, no mundo todo, três milhões de pessoas morrem por motivos ligados ao fumo, e muitas outras param de fumar, então todo ano é preciso encontrar três milhões de novos fumantes.
      Uma fonte de novos fumantes surgiu por causa do que a indústria do tabaco aclama como liberação das mulheres. O fumo entre as mulheres é fato consumado já por alguns anos nos países ocidentais e agora está ganhando terreno em lugares em que se via nisso um estigma. Os fabricantes de cigarro pretendem mudar tudo isso. Querem ajudar as mulheres a comemorar a prosperidade e a liberação recém – conquistadas. Marcas especiais de cigarro que alegam ter baixos de nicotina e alcatrão engodam as mulheres que fumam e que acham esse tipo de cigarro menos prejudicial. Outros cigarros são perfumados ou então são longos e finos – o visual que as mulheres talvez sonhem conseguir fumando. Os anúncios de cigarro na Ásia apresentam modelos orientais, jovens e chiques, elegante e sedutoramente vestidas no estilo ocidental.

      No entanto, o saldo de mortes relacionadas com o fumo ganha terreno, junto com a “liberação” feminina. O número de vítimas de câncer de pulmão entre as mulheres dobrou nos últimos 20 anos na Grã-Bretanha, no Japão, na Noruega, na Polônia e na Suécia. Nos Estados Unidos e no Canadá, os índices aumentaram 300%. “Você percorreu um longo caminho, garota!”, diz um anúncio de cigarro. Alguns fabricantes de cigarro têm sua própria estratégia. Certa empresa nas Filipinas, país predominantemente católico, distribuiu calendários gratuitos em que logo abaixo da imagem da Virgem Maria aparecia, descaradamente, o logotipo do cigarro.
      “Nunca tinha visto nada igual”, disse a Dra.Rosmarie Erban, conselheira de saúde da OMS, na Ásia. “Estavam tentando relacionar o ícone ao fumo, para que as mulheres filipinas não se sentissem culpadas diante da idéia de fumar.” Na China, calcula-se que 61% dos homens adultos fumam, contra apenas 7% das mulheres. Os fabricantes ocidentais de cigarro estão de olho na “liberação” dessas belas orientais, milhões das quais por muito tempo foram privadas dos “prazeres” desfrutados pelas glamorosas ocidentais. Mas há uma pedra enorme no caminho: o fabricante estatal de cigarro supre o mercado com a maior parte do produto.

      As empresas ocidentais, porém, estão gradualmente conseguindo abrir as portas. Com oportunidades limitadas de publicidade, alguns fabricantes de cigarro procuram preparar o terreno para ganhar futuros clientes à surdina. A China importa filmes de Hong Kong, e em muitos deles os autores são pagos para fumar – um marketing sutil! Em vista do aumento das hostilidades em seu próprio país, a próspera indústria norte-americana do tabaco está estendendo seus tentáculos para aliciar novas vítimas. Os fatos mostram que os países em desenvolvimento são seu alvo, não importa o custo em vidas humanas.
      No mundo todo as autoridades sanitárias soam o alarme. Algumas manchetes: “África combate nova praga: o fumo.” “Fumaça vira fogo na Ásia enquanto o mercado tabagista dispara.” “Índices de consumo de cigarro na Ásia causarão epidemia de câncer.” “A nova batalha do Terceiro Mundo é contra o fumo” O continente africano tem sido castigado por secas, por guerras civis e pela epidemia da AIDS. No entanto, diz o Dr.Keith Ball, cardiologista britânico, “com exceção da guerra nuclear ou da fome, o fumo é a maior ameaça para a saúde da África no futuro”.
      Gigantes multinacionais contratam lavradores para cultivar tabaco. Estes derrubam árvores cuja madeira é extremamente necessária para cozinhar, aquecer ambientes e construir casas e a usam como combustível para a cura do tabaco. Cultivam lucrativas plantações de tabaco em vez de produtos alimentícios menos lucrativos. Os africanos pobres geralmente gastam grande parte de sua escassa renda em cigarro. As famílias africanas definham, desnutridas, enquanto os cofres dos fabricantes ocidentais de cigarro engordam com os lucros.
                                   
  1. A Praga se Espalha Pelo Mundo
     A África, a Europa Oriental e a América Latina são o alvo dos fabricantes ocidentais de cigarro, que vêem nos países em desenvolvimento uma gigantesca oportunidade comercial. Mas a populosa Ásia é de longe a maior mina de ouro de todos os continentes. Só a china atualmente tem mas fumantes do que toda a população dos Estados Unidos – 300millhões. Eles fumam o total assombroso de 1,6 trilhão de cigarro por ano, um terço do total consumido no mundo!

“Os médicos dizem que as implicações do estouro do fumo na Ásia são nada menores que aterradoras”, diz o jornal New York Times Richard Peto calcula que, dos dez milhões de mortes relacionadas com o fumo que se espera que ocorram todo ano nas próximas ou três décadas, dois milhões se darão na China. Cinqüenta milhões de crianças chinesas hoje vivas podem vir a morrer de doenças ligadas ao fumo, diz Peto. O Dr.Nigel Gray resumiu isso nas seguintes palavras: “A história do fumo nas últimas cinco décadas na China e na Europa Oriental condena esses países a uma grande epidemia de doenças ligadas ao fumo.

     “Como pode um produto que é a causa de 400 mil mortes prematuras por ano nos EUA, um produto que o Governo norte-americano quer a todo custo que seus cidadãos deixem de consumir, de repente tornar-se diferente fora das fronteiras americanas!”, perguntou o Dr.Prakit Vateesatokit, da Campanha Antifumo da Tailândia. “Será que a saúde se torna irrelevante quando o mesmo produto é exportado para outros países?.
      A próspera indústria de tabaco tem no governo dos Estados Unidos um aliado poderoso. Juntos lutam para ganhar terreno no exterior, especialmente nos mercados asiáticos. Por anos os cigarros americanos foram impedidos de entrar no mercado do Japão, Taiwan (Formosa), Tailândia e outros países, porque alguns desses governos tinham seus próprios monopólios sobre produto do tabaco. Grupos antifumo protestam contra as importações, mas a administração norte-americana usou uma arma persuasiva: tarifas punitivas .

      A partir de 1985, sobre intensa pressão do Governo dos Estados Unidos, muitos países asiáticos abriram as portas, e os cigarros americanos estão invadindo o mercado. As exportações americanas de cigarro para a Ásia aumentaram 75% em 1988.
      Talvez as vítimas mas trágicas da competitividade no mundo do fumo sejam as crianças um estudo divulgado na revista The Journal of the American Medical Association diz que “as crianças e os adolescente constituem 90% de todos os novos fumantes.
      Um artigo na revista U.S.News & Would Report calcula em 3,1 milhões a quantidade de fumantes adolescente nos Estados Unidos. Todo dia, 3.000 jovens começam a fumar – 1.000.000 por ano. A publicidade de certo cigarro apresenta a imagem de um personagem de desenhos animados, muitas vezes com um cigarro na boca, um camelo que adora se divertir e vive atrás dos prazeres da vida. Essa publicidade é acusada de engodar crianças e adolescentes, tornando-os escravos da nicotina, antes que compreendam os riscos para a saúde. Em apenas três anos de divulgação dessa publicidade, o fabricante teve um aumento de 64% nas vendas para adolescentes. Um estudo realizado na Faculdade de Medicina da Geórgia (EUA) constatou que 91% das crianças de seis anos de idade que foram avaliadas conheciam esse camelo fumante.

      Outro personagem muito conhecido no mundo do cigarro é o cowboy machão, despreocupado, cuja mensagem, nas palavras de um rapaz, é: “quando você está fumando, ninguém o segura”. Consta que o produto de consumo mais vendido no mundo é um cigarro que controla 69% do mercado entre os fumantes adolescentes e que a marca que mais investe em publicidade. Como um incentivo a mais, todo maço traz cupons que podem trocados por jeans, bonés e roupas esportivas do gosto da moçada.
      Reconhecendo o tremendo poder da publicidade, grupos antifumo conseguiram que se proibissem em muitos países os anúncios publicitários de cigarro na televisão e no rádio. Mas um jeito que os espertos anunciantes de cigarro acharam de driblar o sistema foi colocar outdoors em pontos estratégicos em eventos esportivos. É por isso que numa partida de futebol televisionada para uma grande audiência de jovens talvez apareça, em primeiro plano, a imagem do jogador favorito desses telespectadores, prestes a fazer uma jogada, e em segundo plano, sorrateiramente, um enorme outdoor.

      Aqui no Brasil, a minissérie Presença de Anita , chamou a atenção aos vários cigarros consumidos pela protagonista de apenas 18 anos. A representação foi tamanha, ao ponto da própria atriz tornar-se dependente. A mensagem descarada é que fumar dá prazer, boa forma, virilidade e popularidade. “Onde eu trabalhava”, disse um consultor de publicidade, “tentávamos de tudo para influenciar a garotada de 14 anos a começar a fumar”. Os anúncios na Ásia apresentam ocidentais atléticos, saudáveis e cheios de juventude, divertindo-se a valer em praias e quadras esportivas – fumando, é claro. “Top models e estilos de vida ocidentais criam padrões glamorosos a imitar”, comentou um informe de marketing, “e os fumantes asiáticos nunca se fartam disso”.


  1. Não Fumantes em Risco
Você mora, trabalha ou viaja com fumantes inveterados? Então talvez corra o risco ainda maior de contrair câncer de pulmão ou doenças cardíacas. Um estudo realizado em 1993 pela Agência para Proteção do Meio ambiente (EPA, em inglês) concluiu que a fumaça de cigarro no ambiente é um carcinógeno do Grupo A, o mais perigoso. O relatório analisou exaustivamente os resultados de 30 estudos da fumaça produzidas pelo cigarro em repouso e da fumaça expelida depois de tragada.
      A EPA diz que a inalação passiva da fumaça de cigarro é responsável pelo câncer de pulmão que mata 3.000 pessoas todo o ano nos Estados Unidos. A Associação Médica Americana confirmou essas conclusões, em junho de 1994, com a publicação de um estudo que revela que as mulheres que nunca fumaram, mas que inalam fumaça de cigarro no ambiente, correm um risco 30% maior de contrair câncer de pulmão do que outras pessoas que também nunca fumaram.

      No caso das crianças pequenas, a fumaça de cigarro resulta em 150.000 a 300.000 casos anuais de bronquite e pneumonia. A fumaça agrava os sintomas de asma em 200.000 a 1.000.000 de crianças todo o ano nos Estados Unidos. A Associação Cardíaca Americana calcula que ocorram, todo o ano, 40.000 mortes por doenças cardiovasculares causadas pela fumaça de cigarro no ambiente. Um levantamento feito pela equipe de José Rosember, pneumologista brasileiro, avaliou os efeitos do tabagismo na saúde de 15 mil crianças entre zero e um ano. Nas famílias em que o pai fuma, cerca de 25%das crianças apresentou problemas respiratórios. Quando a mãe é fumante o número passa para 49%, pois ela tem mais contato com
 
Em 2002, o governo brasileiro estampará nos maços de cigarro, imagens e alertas aterradores, como por exemplo uma doente grave aparecendo num leito de hospital com câncer de pulmão. Terá também imagens de crianças prematuras para alertar o fumo durante a gravidez e frases de efeito como “Fumar causa impotência sexual”. Será a maior ofensiva contra os mais de 30 milhões de viciados, que segundo o Ministério da Saúde mata 80 mil brasileiros por ano.
      Mas, para quem quer se livrar da dependência, a medicina está trazendo tratamentos desde terapias e antidepressivos até chicletes e adesivos de nicotina. Já existem várias alternativas contra o cigarro, segundo o psiquiatra Montezuma Ferreira, do Ambulatório de Tabagismo do Hospital das Clínicas de São Paulo “Hoje é mais fácil parar de fumar”.

     Algumas dessas alternativas se baseiam na reposição de nicotina. O fumante é poupado dos efeitos da interrupção repentina do hábito, como a irritabilidade. Então, se oferece ao corpo a nicotina mas em doses menores até que ele dispense a substância, como é o caso do chiclete e do adesivo de nicotina. Há outros tratamentos que usam antidepressivos, com bupropriona (Zyban, da empresa Glaxowellcome). Mas ainda não se sabe como ele funciona contra a dependência. Acredita-se que a droga aumente o efeito de substâncias como a seretonina e a dopanina. Assim, o fumante teria as mesmas sensações de bem-estar causadas pela nicotina. Porém, esses tratamentos são recomendados para pacientes que fumam mais de quinze cigarros por dia, ou seja, um alto grau de dependência.

     Há até técnicas para quem, durante o tratamento, sente um desejo incontrolável de fumar. Trata-se de um sray de nicotina. Ao bater aquela vontade de tragar, o fumante pode borrifar um pouco do líquido no nariz. Mas esse produto só existe nos Estados Unidos. Já descobriu-se que o cérebro possui receptores de nicotina, espécies de fechadura localizadas nas células nas quais o composto se encaixa. A partir daí começam a ser liberadas no corpo substâncias como a seretonina, catecolamida e dopamina. Elas estão envolvidas no processamento de sensações como bom-humor e relaxamento. Com o tempo, o corpo se acostuma com a nicotina e precisa cada vez mais dela para sentir as mesmas coisas. Está consolidada a dependência.
      Sabe-se também que além da nicotina, o outro vilão é o alcatrão. Ele causa alterações nas células que podem levar ao desenvolvimento de vários tipos de câncer como o de pulmão e o de boca. 
 
Pulmão de Não Fumante                                                                   Pulmão de Fumante


  1. Constatações de 50.000 Estudos
A seguir temos uma pequena amostra do que preocupa os pesquisadores com relação ao fumo e à saúde:
  • Câncer de Pulmão:
    87% das mortes por câncer de pulmão ocorrem entre os fumantes.
  • Doenças Cardíacas:
    os fumantes correm um risco de 70% maior de apresentar doenças cardíacas
  • Câncer de Mama:
    as mulheres que fumam 40 ou mais cigarros por dia têm uma probabilidade 74% maior de morrer de câncer de mama.
  • Deficiências Auditivas:
    os bebês de mulheres fumantes têm maiores dificuldades em processar sons.
  • Complicações da Diabetes:
    os diabéticos que fumam ou que mascam tabaco correm maior risco de ter graves complicações renais e apresentam retinopatia (distúrbios da retina) de evoluções mais rápidas.
  • Câncer de Cólon:
    dois estudos com mais de 150.000 pessoas mostram uma relação clara entre o fumo e o câncer de cólon.
  • Asma:
    a fumaça pode piorar a asma em crianças
  • Predisposição ao Fumo:
    as filhas de mulheres que fumavam durante a gravidez têm quatro vezes mais probabilidade de fumar também.
  • Leucemia:
    suspeita-se que o fumo cause leucemia mielóide.
  • Contusões em Atividades Físicas:
    segundo um estudo do Exército dos Estados Unidos, os fumantes têm mais probabilidades de sofrer contusões em atividades físicas.
  • Memória:
    doses altas de nicotina podem reduzir a destreza mental em tarefas complexas.
  • Depressão:
    psiquiatras estão investigando evidências de que há uma relação entre o fumo e a depressão profunda, além da esquizofrenia.
  • Suicídio:
    um estudo feito entre enfermeiras mostrou que a probabilidade de cometer suicídio era duas vezes maior entre as enfermeiras que fumavam.
  • Outros perigos a acrescentar à lista:
    câncer da boca, laringe, gargantas, esôfago, pâncreas, estômago, intestino delgado, bexiga, rins e colo do útero; derrame cerebral, ataque cardíaco, doenças pulmonares crônicas, distúrbios circulares, úlceras pépticas, diabetes, infertilidade, bebês abaixo do peso, osteoporose e infecções dos ouvidos. Pode-se acrescentar ainda o perigo de incêndios, já que o fumo é a principal causa de incêndios em residências, hotéis e hospitais.


  1. O Pulmão e o Coração
lustração do Pulmão Humano
Ilustração do
Pulmão Humano
O pulmão humano é composto de pequenos glóbulos chamados alvéolos. O fluxo de sangue e a irrigação sanguinia entre o coração e o pulmão são intensos. A fumaça do cigarro prejudica diretamente o funcionamento do sistema coração-pulmão. Com o passar do tempo os alvéolos pulmonares vão sendo cimentados pelos componentes da fumaça do cigarro, deixando de fazer sua função. O organismo então passa a ter menor oxigenação dos tecidos, resultando em maior facilidade de cansaço para o fumante. O cigarro também causa inúmeros danos ao coração, tal como infarto.


  1. É Possível Libertar-se
    Milhões de pessoas conseguiram se libertar do vício da nicotina. Se você fuma, você também poderá largar esse hábito prejudicial.
    Aqui vão algumas dicas:

  • Saiba de antemão o que esperar. Os sintomas de abstinência podem incluir ansiedade, irritabilidade, tontura, dor de cabeça, insônia, distúrbios estomacais, fome, fortes desejos de fumar, talvez por causa de um momento estressante (lembre-se de que o impulso em geral passa dentro de cinco minutos), dificuldade de concentração e tremores. Isso não é nada confortável, mas os sintomas mais intensos duram apenas alguns dias e vão desaparecendo à medida que o corpo vai se livrando da nicotina.
  • Analise sua rotina para ver quando você procurava um cigarro e altere esse padrão, pois a mente estava condicionada por comportamentos associados ao fumo. Por exemplo, se fumava logo após as refeições, crie a determinação de levantar-se logo em seguida e caminhar ou lavar os pratos. Se estiver desanimado por causa de recaídas, não desista.
    O importante é continuar tentando.
  • Parar de fumar é uma coisa. Largar de uma vez por todas o fumo é outra coisa. Estabeleça alvos de abstinência: um dia, uma semana, três meses, para daí então parar de fumar para sempre.
  • Se a idéia de engordar o incomoda, lembre-se de que os benefícios de parar de fumar superam esses quilinhos a mais. É bom ter frutas e hortaliças à disposição. E beba muita água.

    E falando em benefícios ao parar de fumar saiba mais sobre isso:

  • Vinte minutos depois de deixar o cigarro, a pressão arterial e os batimentos cardíacos retornam ao normal
  • Um dia depois de largar o vício, as chances de infarto começam a se reduzir
  • Após três dias, há um aumento da capacidade respiratória
  • De duas a 12 semanas a circulação sangüínea melhora
  • No intervalo de 1 a 9 meses a tosse e as infecções das vias aéreas vão cessando. A capacidade física melhora
  • Em um ano diminui o risco de doença coronariana em 50% Em dez anos caem as chances do aparecimento de câncer
  • No período de dez a 15 anos o perigo de desenvolver problemas cardíacos se iguala ao de uma pessoa que nunca fumou.

  1. Estatísticas
       Mais de 300 pessoas morrem por dia no Brasil em conseqüência ao hábito de fumar. A Organização Mundial de Saúde prevê que, se nada for feito, em 2020 o vício do cigarro levará mais de 10 milhões de pessoas à morte, por ano.
 
 Estatísticas Sobre Uso do Cigarro
Tabela de Estatísticas Sobre Uso do Cigarro


  1. Conclusão
       O fumo e seus derivados fazem parte do grupo de drogas consideradas de alta periculosidade a saúde humana. Vidas são tragadas pelos malefícios do fumo a cada minuto. Entretanto o lucro gerado pelo fumo movimenta bilhões de dólares todos os anos. Milhares de horas de propaganda a favor do fumo são veiculadas nos meios de comunicação de massa toda semana buscando novos mercados consumidores. Se o fumo é um mal para uns, faz muito bem a outros tantos que usufruem do lucro gerado pelo fumo e seus derivados. A grande maioria entretanto, morre e adoece todos os dias. O fumo traz inúmeras despesas à nossa sociedade. 
 
 
Fica o alerta dos risco do cigarro, procure deixar o vício. 

Fonte: http://www.areaseg.com/toxicos/fumo.html
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Atitudes, Planejamento e Execução!


As empresas buscam motivar os colaboradores e chegam a gastar cifras elevadas em programas que culminam no fracasso. Onde estas organizações erram? Eu acredito que o erro número "um" é não perguntar o que é que motiva.

Tudo gira em torno de quatro grandes evidências que eu classifico como:

1. SABER FAZER; 

2. QUERER FAZER;

3. FAZER FAZER;

4. PROPÓSITOS;


SABER FAZER - É o método como as ações são feitas. Isso requer treinamento, educação para aplicar o que aprendeu e atitude para colocar em prática.

QUERER FAZER - É a disciplina que se deve ter para alcançar os objetivos. Vendedor que não vender é igual a um diamante no fundo do mar, não tem valor algum.

FAZER FAZER - Isso significa fazer com que a equipe faça. Ter atitude para fazer, para a ação. Pode até não pegar a mão na massa, mas tem que entender da massa para liderar. É o COMO FAZER que atende pelo nome de TREINAMENTO. Ter ideia que meta só existe para ser batida. Esse é modelo de governança, direção, liderança que tem como princípio as metas e como base o crescimento se tornar realidade. A palavra chave é EXECUÇÃO.

PROPÓSITOS - Constância, ou seja, os hábitos contínuos de bons propósitos, somados ao foco e a ideia constante de fazer bem feito, entendendo que qualidade e resultados não começam com algo, começam com alguém, ou seja, comigo, com você.

O conhecimento destrói incertezas. Mas para colocar o conhecimento em forma de resultados é preciso atitude, sendo esta a palavra mais importante do dicionário. E quando ela soma com foco que é o determinante de resultados através da execução, o sucesso está garantido.

O concorrente não está dormindo de touca ou dando bobeira na esquina. Ele está ativo e sorrateiro. As oportunidades na vida são assim, entram pela porta da frente e podem nos encontrar desprevenidos por falta de planejamento e atitude ou entram disfarçadas pela porta dos fundos e se não tivermos preparação e a mesma boa atitude, a execução e o sucesso serão do nosso adversário.

Ter propósitos simplifica a vida de quem precisa de resultados. Simplifica a própria vida. Faz com que ela tenha sentido. Dá direção e estímulo e nos deixa preparados.

Largue a camiseta velha e se renove. Pare um pouco e perceba que mudança é a nossa única grande certeza. Vamos trabalhar o erro honesto, aquele em que só faz quem tenta acertar, mesmo errando. Lembre-se, pai bravo cria filho mentiroso.

Sabemos que motivar 100% é quase impossível. Mas com certeza conseguimos motivar 80% das equipes. O grande ganho de causa é que além de termos a maioria motivada, os outros 20% não conseguem trabalhar contra.

Sucesso é igual: "saber fazer", "querer fazer", "fazer fazer" e "constância de propósitos".

Pense nisso!
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Inspeção Pré-Operacional em Pontes e Pórticos Rolantes

Apresentamos a seguir algumas regras essenciais que devem ser cumpridas diariamente pelos operadores antes das operações, visando conferir se os equipamentos encontram-se em condições seguras para operação.

Entendemos que é da competência dos SESMTs desenvolver um Check-List para inspeção em conjunto com a Supervisão do setor onde os equipamentos operam, e a Supervisão de Manutenção, e em seguida, divulgar este Check-List para os operadores e instruí-los quanto a sua aplicação e o trâmite que este documento deverá cumprir após o seu preenchimento.

Para o pleno sucesso desta medida preventiva, é essencial que os operadores tenham sido adequadamente treinados e conheçam as características técnicas e operacionais dos equipamentos que operam, além disso, o Setor de Manutenção deve estar devidamente preparado para corrigir eventuais problemas mecânicos ou elétricos identificados por ocasião das inspeções pré-operacionais.

A implantação de um Check-List requer planejamento, disciplina e comprometimento de todos os profissionais envolvidos de forma a assegurar a mais absoluta segurança e confiabilidade das operações de içamento de cargas.
 
Regra 1
Conferir o estado geral da botoeira, controle remoto ou painel de comandos no caso de Ponte ou Pórtico com cabines.

Regra 2
Conferir o funcionamento do botão de emergência existente na botoeira, controle remoto ou no painel de comandos, além da chave geral que deve existir na cabine em local de acesso fácil do operador.

Regra 3
Conferir o funcionamento do alarme sonoro e visual. (Giroflex na cabeceira do Pórtico que translada no piso)

Regra 4
Conferir o funcionamento dos botões de comando de todos os movimentos.

Regra 5
Conferir o funcionamento de todos os dispositivos limitadores dos movimentos existentes na translação longitudinal (Ponte ou Pórtico), translação transversal (Trolley) e na vertical (Gancho)

Regra 6
Conferir o funcionamento dos freios dos movimentos de translação longitudinal e transversal (Trolley) e observar os espaços de frenagem após a desaceleração.

Regra 7
Conferir o funcionamento dos freios do mecanismo de elevação, em seu movimento de descida da carga, e observar os espaços de frenagem após a desaceleração.

                                                                                                                        

 Regra 8
Conferir os batentes de fim-de-curso existentes nas extremidades dos caminhos de rolamento, e os amortecedores existentes nas extremidades das cabeceiras das Pontes, Pórticos e de seus respectivos Trolleys.


Regra 9
Conferir visualmente as condições dos cabos de aço do mecanismo de elevação, sobretudo nos pontos críticos de contato com as polias da caixa de gancho.

Regra 10
Conferir visualmente, quando possível, o funcionamento do guia de enrolamento do cabo de aço no tambor.

Regra 11
Conferir o estado geral dos ganchos principal e auxiliar, o seu movimento de giro 360º e o estado e funcionamento das suas travas de segurança.

Regra 12
Conferir visualmente os caminhos de rolamento da Ponte, do Pórtico e de seus Trolleys.

Regra 13
Conferir a posição de perpendicularidade (esquadro) da Ponte e do Pórtico, em relação aos seus batentes de fim-de-curso.

Regra 14
Conferir a sinalização, o acesso e o funcionamento da chave geral que corta a energia do barramento elétrico da Ponte e do Pórtico.

Regra 15
Conferir a sinalização de alerta de segurança que deve existir ao longo do percurso da Ponte e do Pórtico.



Recomenda-se colocar no rodapé do Check-List o seguinte alerta para os operadores:

"Em nenhuma circunstância opere a Ponte ou Pórtico Rolante com problemas mecânicos ou elétricos, ou ainda, qualquer outro problema que possa influir na segurança das operações.


Comunique imediatamente o problema identificado ao Supervisor do setor".

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26 de junho de 2013

A Importância e as Vantagens da Consultoria


A consultoria representa inúmeras vantagens para o cliente, pois caracteriza-se sobretudo por exercer uma visão externa atuando na sua empresa, permitindo desta forma uma percepção mais crítica da realidade em relação aos envolvidos na rotina, que já estão acostumados e não percebem mais a existência e a ação de fatores indesejáveis que podem comprometer a normalidade e a confiabilidade dos processos, exercendo influências negativas nos resultados.

Os serviços de consultoria de um modo geral, podem ser avaliados como recursos eficazes e decisivos, se considerarmos a necessidade inquestionável e cada vez maior das empresas melhorarem o seu desempenho, a sua produtividade, as suas orientações táticas e estratégicas, e seus planos de ação, procurando sempre inovar e agregar mais valor aos seus produtos oferecidos ao mercado.

Por outro lado, nenhum empresário deve ter a ilusão de que, ao contratar uma consultoria externa, terá uma empresa, ou um processo de trabalho inteiramente novo, confiável e eficiente, sem contudo participar diretamente, empenhando-se e não medindo esforços no apoio ao desenvolvimento dos trabalhos previstos.

Destacamos que os trabalhos de consultoria somente apresentarão resultados se forem desenvolvidos em conjunto com o cliente, de forma coesa e transparente, evitando grandes surpresas na apresentação final do trabalho, caso contrário, será perceptível a postura de ausência e indiferença do cliente durante o desenvolvimento das etapas do trabalho, não vivenciando nem aprendendo o que deveria com o consultor.

Na atualidade, a competitividade e os diferenciais oferecidos pelas empresas são considerados como elementos chaves para o sucesso de qualquer negócio, enganando-se aqueles que pensam que a busca por mudanças e aperfeiçoamentos somente devem ser realizadas por grandes empresas, pois, entendemos que todas as organizações empresariais devem perseguir este objetivo independentemente do seu porte ou da sua atividade.

Todos os processos de consultoria em empresas devem cumprir algumas etapas fundamentais para a obtenção dos resultados esperados, iniciando-se pela escolha criteriosa da empresa especializada que prestará os serviços, a realização das entrevistas iniciais com o objetivo de definir claramente os rumos do trabalho e a projeção dos resultados, o levantamento de dados e informações, a elaboração das propostas técnica e comercial, e as reuniões finais para a formalização do negócio após a constatação que os interesses das partes foram claramente expostos e aceitos.

Outras vantagens a serem consideradas na contratação dos serviços de consultoria são a imparcialidade na análise dos problemas diagnosticados, neutralidade absoluta, experiência com os trabalhos realizados em outras organizações, atenção concentrada nas tarefas estratégicas, considerando que o consultor procura problemas, negocia soluções e alavanca as mudanças necessárias.

Ainda nesta etapa, é importante ressaltar que o núcleo essencial dos serviços reside na realização de diagnósticos técnicos e de gestão, no planejamento estratégico das mudanças e na implementação de ações que devem ser obrigatoriamente acordadas entre o responsável pela consultoria e o cliente.

Concluindo, destacamos 10 fatores divididos em vantagens e cuidados a serem considerados pelo cliente antes da contratação dos serviços de consultoria, e durante o seu andamento:

a) Reflita e analise bem os motivos que criam a necessidade de se contratar uma consultoria.

b) Tenha absoluta clareza dos seus objetivos com a consultoria para poder apresentar ao consultor, visando o direcionamento correto dos trabalhos.

c) Analise se o problema diagnosticado não pode ser solucionado a contento internamente.

d) Procure uma consultoria que tenha boas referências no mercado.

e) Pense bem na relação custo-benefício que a consultoria está propondo.

f) Somente decida pela contratação da consultoria se você estiver realmente disposto a trabalhar juntamente com o consultor no planejamento, nas decisões e na implementação e mobilização dos envolvidos.

g) Mantenha-se constantemente inteirado em relação ao desenvolvimento dos trabalhos, dos próximos passos do consultor, e se os objetivos estão gradativamente sendo alcançados.

h) Forneça todas as informações necessárias e seja absolutamente transparente com o consultor.

i) Reflita se você e os seus colaboradores estão realmente dispostos e preparados para as mudanças que eventualmente sejam propostas.

j) Após a conclusão dos trabalhos, continue aferindo e monitorando os resultados das mudanças, e realizando as alterações de rumo sugeridas pelo consultor.


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PGRSS - Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde


GPRSS- Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde resoluções:
RD C 306 / Conama 358.

O gerenciamento dos RSS ( Resíduos de Serviços de Saúde ) constitui-se em um conjunto de procedimentos de gestão local, planejados e implementados a partir de bases científicas e técnicas, normativas e legais, com o objetivo de minimizar a produção de resíduos e proporcionar aos resíduos gerados, um encaminhamento seguro, de forma eficiente, visando à proteção dos trabalhadores, a preservação da saúde pública, dos recursos naturais e do meio ambiente bem como a educação continuada de seus trabalhadores. A elaboração do PGRSS consiste em um estudo residual local , específico, direcionado, integrado e continuado , não sendo apenas um documento passivo.

O PGRSS não é apenas um documento, é um plano participativo e integrado de ações. Precisa ser elaborado com consciência e conhecimento, pois gerenciar é analisar, é planejar , é cuidar e prevenir.

O PGRSS só pode ser elaborado mediante análise residual local, onde fazemos um mapa de risco com vistas aos resíduos, e conhecendo os tipos de resíduos gerados, é elaborado o plano.


Faça o Download Grátis do Manual Passo a Passo de PGRSS da Anvisa a baixo.




Responsabilidade civil:

Art. 3° da Lei de Introdução ás Normas do Direito Brasileiro:
  
“Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece”

fonte:http://www.cmqv.org/


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EIA - RIMA: O que é e para que serve?


De acordo com a Resolução Conama de 1986: 

“Impacto Ambiental é qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente, causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas que, direta ou indiretamente afetam:

I. a saúde, a segurança e o bem-estar da população;
II. as atividades sociais e econômicas;
III. a biota;
IV. as condições estéticas e sanitárias do meio ambiente;
V. a qualidade dos recursos ambientais.”


 
EIA - Estudo de Impacto Ambiental

A RESOLUÇÃO CONAMA Nº 001/86 define que o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) é o conjunto de estudos realizados por especialistas de diversas áreas, com dados técnicos detalhados. O acesso a ele é restrito, em respeito ao sigilo industrial. No artigo 6° dessa resolução define que o EIA desenvolverá as seguintes atividades técnicas:

I - Diagnóstico ambiental da área de influência do projeto completa descrição e análise dos recursos ambientais e suas interações, tal como existem, de modo a caracterizar a situação ambiental da área, antes da implantação do projeto, considerando:

a) o meio físico - o subsolo, as águas, o ar e o clima, destacando os recursos minerais, a topografia, os tipos e aptidões do solo, os corpos d'água, o regime hidrológico, as correntes marinhas, as correntes atmosféricas;

b) o meio biológico e os ecossistemas naturais - a fauna e a flora, destacando as espécies indicadoras da qualidade ambiental, de valor científico e econômico, raras e ameaçadas de extinção e as áreas de preservação permanente;

c) o meio sócio-econômico - o uso e ocupação do solo, os usos da água e a sócio-economia, destacando os sítios e monumentos arqueológicos, históricos e culturais da comunidade, as relações de dependência entre a sociedade local, os recursos ambientais e a potencial utilização futura desses recursos.

II - Análise dos impactos ambientais do projeto e de suas alternativas, através de identificação, previsão da magnitude e interpretação da importância dos prováveis impactos relevantes, discriminando: os impactos positivos e negativos (benéficos e adversos), diretos e indiretos, imediatos e a médio e longo prazos, temporários e permanentes; seu grau de reversibilidade; suas propriedades cumulativas e sinérgicas; a distribuição dos ônus e benefícios sociais.

III - Definição das medidas mitigadoras dos impactos negativos, entre elas os equipamentos de controle e sistemas de tratamento de despejos, avaliando a eficiência de cada uma delas.

IV - Elaboração do programa de acompanhamento e monitoramento (os impactos positivos e negativos, indicando os fatores e parâmetros a serem considerados).



Devemos nos utilizar de todos os meios necessários para a preservação do Meio Ambiente



RIMA – Relatório de Impacto Ambiental

O relatório de impacto ambiental, RIMA, refletirá as conclusões do estudo de impacto ambiental (EIA). O RIMA deve ser apresentado de forma objetiva e adequada a sua compreensão. As informações devem ser traduzidas em linguagem acessível, ilustradas por mapas, cartas, quadros, gráficos e demais técnicas de comunicação visual, de modo que se possam entender as vantagens e desvantagens do projeto, bem como todas as consequências ambientais de sua implementação. Dessa forma, o Relatório de Impacto Ambiental deverá conter os seguintes itens:

I - Os objetivos e justificativas do projeto, sua relação e compatibilidade com as políticas setoriais, planos e programas governamentais;

II - A descrição do projeto e suas alternativas tecnológicas e locacionais, especificando para cada um deles, nas fases de construção e operação a área de influência, as matérias primas, e mão-de-obra, as fontes de energia, os processos e técnica operacionais, os prováveis efluentes, emissões, resíduos de energia, os empregos diretos e indiretos a serem gerados;

III - A síntese dos resultados dos estudos de diagnósticos ambiental da área de influência do projeto;

IV - A descrição dos prováveis impactos ambientais da implantação e operação da atividade, considerando o projeto, suas alternativas, os horizontes de tempo de incidência dos impactos e indicando os métodos, técnicas e critérios adotados para sua identificação, quantificação e interpretação;

V - A caracterização da qualidade ambiental futura da área de influência, comparando as diferentes situações da adoção do projeto e suas alternativas, bem como com a hipótese de sua não realização;

VI - A descrição do efeito esperado das medidas mitigadoras previstas em relação aos impactos negativos, mencionando aqueles que não puderam ser evitados, e o grau de alteração esperado;
VII - O programa de acompanhamento e monitoramento dos impactos;

VIII - Recomendação quanto à alternativa mais favorável (conclusões e comentários de ordem geral).

Atividades que exigem o EIA/RIMA

De acordo com o artigo 2° da Resolução Conama, a elaboração de estudo de impacto ambiental (EIA) e respectivo relatório de impacto ambiental (RIMA), a serem submetidos à aprovação do órgão estadual competente, e do IBAMA em caráter supletivo, devem ser realizados para o licenciamento de atividades modificadoras do meio ambiente, tais como:

I - Estradas de rodagem com duas ou mais faixas de rolamento;

II - Ferrovias;

III - Portos e terminais de minério, petróleo e produtos químicos;

IV - Aeroportos, conforme definidos pelo inciso 1, artigo 48, do Decreto-Lei nº 32, de 18.11.66;

V - Oleodutos, gasodutos, minerodutos, troncos coletores e emissários de esgotos sanitários;

VI - Linhas de transmissão de energia elétrica, acima de 230KV;

VII - Obras hidráulicas para exploração de recursos hídricos, tais como: barragem para fins hidrelétricos, acima de 10MW, de saneamento ou de irrigação, abertura de canais para navegação, drenagem e irrigação, retificação de cursos d'água, abertura de barras e embocaduras, transposição de bacias, diques;

VIII - Extração de combustível fóssil (petróleo, xisto, carvão);

IX - Extração de minério, inclusive os da classe II, definidas no Código de Mineração;

X - Aterros sanitários, processamento e destino final de resíduos tóxicos ou perigosos;

XI - Usinas de geração de eletricidade, qualquer que seja a fonte de energia primária, acima de 10MW;

XII - Complexo e unidades industriais e agroindustriais (petroquímicos, siderúrgicos, cloroquímicos, destilarias de álcool, hulha, extração e cultivo de recursos hídricos);

XIII - Distritos industriais e zonas estritamente industriais - ZEI;

XIV - Exploração econômica de madeira ou de lenha, em áreas acima de 100 hectares ou menores, quando atingir áreas significativas em termos percentuais ou de importância do ponto de vista ambiental;

XV - Projetos urbanísticos, acima de 100 ha ou em áreas consideradas de relevante interesse ambiental a critério da SEMA e dos órgãos municipais e estaduais competentes;

XVI- Qualquer atividade que utilizar carvão vegetal, derivados ou produtos similares, em quantidade superior a dez toneladas por dia;

XVII - Projetos Agropecuários que contemplem áreas acima de 1.000 ha ou menores, neste caso, quando se tratar de áreas significativas em termos percentuais ou de importância do ponto de vista ambiental, inclusive nas áreas de proteção ambiental.


 

fonte: www.matanativa.com.br
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25 de junho de 2013

Como faço pra disciplinar um trabalhado que não quer usar EPI?

As vezes nos deparamos com algumas situações que são contrárias a nossa boa prática de segurança e um exemplo disso é quando o funcionário não quer fazer o uso de seus EPI's, ou mesmo faz o uso somente na presença do técnico em segurança ou quando um gerente ou chefe de sessão está presente. Caso o Treinamento inicial mostrando a importância da utilização dos EPI´s não tenha efeito, mostre a eles cenas trágicas do que acontece com quem não segue os procedimentos.

É Importante que tenha provas do treinamento e de seu conteúdo pois ele pode alegar judicialmente que não recebeu as devidas orientações de como utilizar, das obrigatoriedades, perante CLT, NR6, e normas internas da empresa, por isso ele tem que participar do treinamento, assinar lista de presença com conteúdo incluso.

O recibo de entrega de EPI é um documento sim, ele é assinado e tem número de documento e nome completo.

O recibo de entrega do EPI, deve constar as seguintes informações:

"Declaro que recebi gratuitamente da empresa os EPi´s pertinentes a minha função, treinamento e demais orientações de uso, guarda e conservação, e me comprometo a usá-lo da maneira que me foi orientado garantindo assim a minha integridade física e saúde, durante o exercício das minhas funções na empresa"

Algo mais ou menos assim:


Ele deve assinar essa declaração, este é o documento que garante a você que ele DEVE utilizar os EPI´s, que ele se COMPROMETEU com a empresa em utilizá-lo.

Breve Exemplo:

                           
                                                           

Como membro de SESMT, você pode:

1) Treinamento de reciclagem orientá-lo novamente (formalize como novo treinamento, lista de presença assinada por ele, contendo conteúdo programático), sugestão faça um treinamento com vários funcionários para não parecer perseguição. Neste treinamento mostre a eles este documento de entrega de EPI´s e mencione que isto tem força legal e que eles podem ser demitidos por não cumprir o que está escrito, mostre neste treinamento as normas internas da empresa que exigem o uso de EPI´s, e que no contrato de trabalho eles assumem que vão seguir as normas da empresa, e este desvio também caracteriza demissão, fale sobre imprudência, imperícia e negligencia, mencione que eles devem agir com prudência pois caso contrário poderão ser processados por imprudência e negligência por expor a própria vida ou a de ouros colegas ao risco de acidentes e/ou morte, isto além de ser CLT é lei federal, expor a própria vida ou a de outras pessoas ao risco é crime passível de prisão, um advogado pode lhe falar o numero correto da lei não me recordo no momento.

2) caso continue insistindo, pode fazer uma ADVERTÊNCIA formal e solicitar que ele assine essa advertência que deve mencionar de que ele foi instruído de que deveria utilizar os EPI´s da maneira correta.*

* caso ele se recuse a assinar, solicite que duas testemunhas assinem no lugar dele recolhendo nomes e números de documentos dos mesmos, informe as testemunhas de que eles estão expostos ao risco de acidentes por conta da imprudência daquele funcionário, eles assinarão

3) mais uma chance, mas essa precisa ver se a empresa permite, SUSPENSÃO TEMPORÁRIA, como no colégio mesmo, assinar um documento de suspensão dos serviços por x dias por não cumprir as determinações da empresa, sendo ciente de que está expondo a vida dele e de demais funcionários ao risco de acidentes, essa suspensão não é remunerada que isso fique bem claro no documento.

4) por último a DEMISSÃO, juntando todas as provas, existe argumento mais que suficiente de que este funcionário não está nem um pouco preocupado em cooperar com a própria segurança nem dos demais funcionários, isso pode ser até mesmo caracterizado como justa causa.

Lembrando:

a) emissão inicial de recibo de EPI´s
b) lista de presença com conteúdo programático do treinamento de uso guarda e conservação de EPI´s (inicial e "reciclagem")
c) advertência assinada pelo funcionário,
d) documento de suspensão temporária

Reunindo todos esses documentos você consegue provas mais que suficientes de que tentou de diversas formas orientá-lo sobre a importância de utilizar os EPI´s e que ele não quiz cooperar.

Muitas vezes as empresas preferem simplesmente desligar os funcionários, a processá-los por tentativa de homicídio, mas a lei diz claramente isso que expor a própria vida ou a de outras pessoas ao risco é CRIME, passível de prisão.

Existem alguns modelos de recibos, você pode alterá-los e colocar as informações que achar mais conveniente, desde que eles assinem o compromisso, isso é que vale. Lembrando que neste recibo deve constar todos os dados dos funcionários assim como nas listas de presença, conteúdo programático antes das assinaturas, nome completo, numero de registro na empresa, documento e assinatura,
Acredito que assim você fica resguardado como empresa de que tentou orientá-lo, adverti-lo e cumpre seu papel de orientá-lo devidamente, com muitas redundâncias, para juiz nenhum questionar, sobre uma demissão precipitada e infundada. Nada justifica você tirar sua vida ou de seus colegas de trabalho por falta de equipamento de proteção individual, o nosso compromisso é com a segurança. Sempre!
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Esteja alerta aos riscos com baterias

As baterias comuns de automóveis parecem bastante inofensivas. Porém, isto pode representar seu maior perigo, porque muitas pessoas que trabalham com elas ou próximas delas parecem desatentas em relação a seus riscos em potencial. O resultado é um crescente número de ferimentos no trabalho, relacionados com o mal uso ou abuso das baterias.
 
Vemos que inúmeras vezes é tratado da segurança no trabalho mais em áreas já bem conhecidas e muito pouco se fala de outras áreas como é o caso dos profissionais que trabalham com Baterias Veiculares, seja na sua fabricação ou aplicação em veículos. Segue algumas indicações importantes de segurança a ser seguida para um trabalho mais seguro.

Muitos destes acidentes podem ser evitados se respeitarmos os principais riscos da bateria.

- O elemento eletrolítico nas células das baterias é ácido sulfúrico diluído que pode queimar a pele e os olhos. Mesmo a borra corrosiva que se forma devido a ácido derramado é muito prejudicial para a pele e os olhos.


- Quando uma bateria está carregada, o hidrogênio pode se acumular no espaço vazio próximo da tampa de cada célula e, a menos que o gás possa escapar, uma centelha pode inflamar o gás aprisionado e explodir a bateria.

O controle desses riscos é bastante simples. Quando você estiver trabalhando sob o capô do compartimento do motor do veículo ou debaixo do motor, use ferramentas metálicas com muito cuidado. Isto é especialmente importante se você estiver perto da bateria, porque uma centelha provocada pelo impacto de metal com metal, ou devido a um aterramento elétrico acidental de uma ferramenta, pode inflamar o hidrogênio da bateria. Pelo mesmo motivo, nunca acenda um fósforo ou fume perto de uma bateria.

Ao abastecer a bateria com ácido, não encha em excesso ou derrame o eletrólito. Se derramar um pouco, limpe-o imediatamente, tomando cuidado para proteger os olhos e a pele exposta, assim como para jogar fora o pano ou papel usado para que outras pessoas não fiquem expostas ao ácido.

Nunca instale uma bateria veicular até que esta tenha sido totalmente inspecionada quanto à pólos enfraquecidos, laterais partidas ou células vazando. A estrutura de suporte da bateria no veículo não deve ser excessivamente rígida. Caso contrário, as paredes da bateria podem ser enfraquecidas, permitindo o vazamento do ácido.

Nunca trabalhe em torno de uma bateria que possua um acúmulo de ácido na forma de pó ou massa seca até que o acúmulo tenha sido removido. O pó é tão potencialmente prejudicial quanto o eletrólito e pode se deslocar e ser soprado contra seus olhos e face ou cair sobre qualquer um que estiver trabalhando sob o veículo.


Óculos de segurança ou outros tipos de protetores para os olhos podem proteger contra esta poeira ácida ou eletrólito quando você precisar ficar perto destas substâncias perigosas.

Um curto entre placas pode eventualmente causar vazamentos de ácido e vazamentos de hidrogênio que encurtam sua vida e que possam ser perigosos para qualquer um que esteja trabalhando perto de uma bateria defeituosa.

O recarregamento da bateria provoca o acúmulo de hidrogênio que é altamente inflamável. Assim faça o recarregamento ao ar livre ou numa área bem ventilada, com as tampas da bateria removidas. Primeiro, ligue os conectores tipo jacaré do carregador nos terminais da bateria e ligue depois o carregador na tomada de alimentação.


Qualquer fonte de centelhas durante ou imediatamente após o recarga pode causar uma explosão. Fique atento, especialmente em relação ao centelhamento quando se tentar jumpear uma bateria descarregada. Estas pontes (jumpers) podem provocar um arco voltaico e centelhas que podem inflamar o hidrogênio.

                                  

Sempre que tentar dar partida num veículo usando fios pontes, siga os seguintes passos:
Se o carro com problema tiver um terra negativo:
- Ligue uma extremidade do cabo ponte ao pólo positivo da bateria descarregada;
- Ligue a outra extremidade deste mesmo cabo ao pólo positivo da bateria boa;
- Ligue uma extremidade do outro cabo ao pólo negativo da bateria boa;
- Ligue a outra extremidade do mesmo cabo ao chassi com problema.

Nunca ligue os cabos pontes dos terminais positivos aos terminais negativos
Ao fazer isto, os componentes elétricos serão queimados se for feita uma tentativa de dar partida no veículo.
Nunca ligue os terminais da bateria com cabos pontes enquanto o motor estiver funcionando. A colocação dos terminais em curto pode criar centelhas que podem inflamar o hidrogênio criado pelo carregamento.
Finalmente, nunca verifique uma bateria colocando-a em curto com uma chave de fendas ou qualquer metal. As centelhas podem inflamar o hidrogênio na bateria.

Vamos evitar o acidente, uso de EPI's e atenção no serviço que está sendo executado nunca é de mais.

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24 de junho de 2013

Conceitos de Segurança do Trabalho

 

Muitas vezes nos é feita algumas perguntas em relação a segurança do trabalho, por parte de colaboradores da própria empresa, pois os mesmo não tem um noção mais abrangente do que é a segurança do trabalho, sendo assim esclareceremos alguns pontos que seguem:



Segurança do Trabalho - É o conjunto de medidas técnicas, médicas e educacionais, empregadas para prevenir acidentes, quer eliminando condições inseguras do ambiente de trabalho quer instruindo ou convencionando pessoas na implantação de práticas preventivas.

Acidente do Trabalho - É o que ocorre pelo exercício do trabalho, a serviço da empresa, provocando lesão corporal ou perturbação funcional, que cause a morte ou perda ou redução permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho.

Acidente de Trajeto - Fica caracterizado como acidente de trabalho também aquele que ocorre na ida ou na volta do trabalho ou no mesmo trajeto, quando o trabalhador efetua as refeições em sua residência. Deixa de caracterizar-se o acidente quando o trabalhador, por vontade própria, interrompa ou altere seu trajeto normal.

Doença Ocupacional/Profissional - É a produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar à determinada atividade e constante da respectiva relação elaborada pelo Ministério do Trabalho e Emprego e o da Previdência Social.
Ex: Saturnismo (intoxicação provocada pelo chumbo), Silicóse (sílica) e a LER (lesões por esforços repetitivos).

Doença do Trabalho - É a adquirida ou desencadeada em função de condições especiais em que o trabalho é realizado e com ele se relacione diretamente (também constante da relação supracitada).
Ex: Disacusia (surdez) em trabalho realizado em local extremamente ruidoso.

Incidente - No conceito prevencionista é todo acidente sem lesão física, sendo que esta conceituação permite a análise de todos os acidentes ocorridos, para que possamos descobrir as verdadeiras causas e as conseqüentes medidas de prevenção.

Causas do Acidente de Trabalho
Em um passado não muito distante, a responsabilidade do acidente do trabalho era colocada nos trabalhadores, através dos atos inseguros, essa tendência acabou criando uma "consciência culposa" nos mesmos, pois era comum a negligência, o descuido, a facilitação e o excesso de confiança serem apontados como causas dos acidentes.

Atualmente com o avanço e a socialização das técnicas prevencionistas o que queremos é apurar quais são as verdadeiras causas e não os culpados pelos acidentes do trabalho, portanto, não é que não exista o ato inseguro e a condição insegura, mas o que precisamos é compreendê-los melhor.

Ato Inseguro - Toda forma incorreta de trabalhar, desrespeito às normas de segurança, ou seja, ações conscientes ou inconscientes que possam causar acidentes ou ferimentos.

Condição insegura - É a condição do ambiente de trabalho, que cause o acidente ou contribua para sua ocorrência.

Fator pessoal de insegurança - É a causa relativa ao comportamento humano, que propicia a ocorrência de acidentes.
Ex: Doença na família, excesso de horas trabalhadas, problemas conjugais, etc.

Comunicação de Acidente de Trabalho - É o documento padronizado pelo INSS, utilizado pela empresa para informar a Previdência Social, o acidente de trabalho ou ocorrência de doença profissional no ambiente da empresa, de forma a viabilizar para o empregado o auxílio-doença ou auxílio-acidente. Caso a empresa não queira emitir a CAT o empregado poderá emiti-la, para isso ele conta com o auxilio do seu sindicato. Caso o empregado tenha dúvidas no preenchimento do formulário basta ler o Manual de Preenchimento da CAT disponível no site da Previdência Social.

A C.A.T serve para:
Que o acidente seja legalmente reconhecido pelo INSS;
Que o trabalhador receba o auxílio acidente, se for o caso, bem como as indenizações que gerar o acidente;
Que os serviços de saúde tenham informações sobre os acidentes e doenças e possam direcionar ações para redução de acidentes de trabalho e doenças profissionais e do trabalho;
Dar conhecimento aos serviços de fiscalização (Sindicato, DRT, INSS), que vão desencadear iniciativas, que evitem acidentes semelhantes ou nas mesmas condições se repitam;

A emissão da CAT é obrigatória pela empresa mesmo que o acidente não gere afastamento. Muitas empresas, equivocadamente, deixam de emitir a CAT quando se verifica que não haverá necessidade do empregado se afastar do trabalho por mais de 15 (quinze) dias.

Ocorrendo o acidente de trabalho, independentemente de afastamento ou não, ainda que por meio período, é obrigatória a emissão da CAT por parte do empregador, sob pena de multa pelo Ministério do Trabalho, que pode variar entre 630 (seiscentos e trinta) e 6.304 (seis mil, trezentos e quatro) UFIR, dependendo da gravidade apurada pelo órgão fiscalizador.

A emissão da CAT, além de se destinar para fins de controle estatísticos e epidemiológicos junto aos órgãos Federais, visa principalmente, a garantia de assistência acidentária ao empregado junto ao INSS ou até mesmo de uma aposentadoria por invalidez.

O fato de não haver afastamento ou se este for inferior aos 15 (quinze) dias, não desobriga a empresa do cumprimento da legislação trabalhista e de preservar a saúde do trabalhador.

Hoje qualquer trabalhador que incorra em algum acidente de trabalho, poderá se dirigir a um hospital devidamente credenciado junto ao INSS e registrar formalmente este acidente, independentemente da empresa fazê-lo ou não. Isto lhe dará todas as garantias advindas do acidente do trabalho, estabelecidas pela legislação.

A Constituição Federal de 88 refere, no art. 7º, inciso XXVIII, que é garantia do empregado seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.



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Quem é quem no SESMT

 
Sabemos da grande importância de cada um dos membros do SESMT, independente de sua qualificação. Todos tem suas atribuições e obrigações a cumprir com os órgãos competentes, empresa e trabalhadores.
Aqui vou listar um pouquinho disso para nosso melhor entendimento.


Engenheiro de Segurança do Trabalho - CBO 0-28.40

Assessora empresas industriais e de outro gênero em assuntos relativos à segurança e higiene do trabalho, examinando locais e condições de trabalho, instalações em geral e material, métodos e processos de fabricação adotados pelo trabalhador, para determinar as necessidades dessas empresas no campo da prevenção de acidentes;

Inspeciona estabelecimentos fabris, comerciais e de outro gênero, verificando se existem riscos de incêndios, desmoronamentos ou outros perigos, para fornecer indicações quanto às precauções a serem tomadas;

Promove a aplicação de dispositivos especiais de segurança, como óculos de proteção, cintos de segurança, vestuário especial, máscara e outros, determinando aspectos técnicos funcionais e demais características, para prevenir ou diminuir a possibilidade de acidentes;

Adapta os recursos técnicos e humanos, estudando a adequação da máquina ao homem e do homem à máquina, para proporcionar maior segurança ao trabalhador;

Executa campanhas educativas sobre prevenção de acidentes, organizando palestras e divulgações nos meios de comunicação, distribuindo publicações e outro material informativo, para conscientizar os trabalhadores e o público, em geral;

Estuda as ocupações encontradas num estabelecimento fabril, comercial ou de outro gênero, analisando suas características, para avaliar a insalubridade ou periculosidade de tarefas ou operações ligadas à execução do trabalho;

Realiza estudos sobre acidentes de trabalho e doenças profissionais, consultando técnicos de diversos campos, bibliografia especializada, visitando fábricas e outros estabelecimentos, para determinar as causas desses acidentes e elaborar recomendações de segurança.


Técnico de Segurança do Trabalho - CBO 0-39.45

Inspeciona locais, instalações e equipamentos da empresa, observando as condições de trabalho, para determinar fatores e riscos de acidentes; estabelece normas e dispositivos de segurança, sugerindo eventuais modificações nos equipamentos e instalações e verificando sua observância, para prevenir acidentes;

Inspeciona os postos de combate a incêndios, examinando as mangueiras, hidrantes, extintores e equipamentos de proteção contra incêndios, para certificar-se de suas perfeitas condições de funcionamento;

Comunica os resultados de suas inspeções, elaborando relatórios, para propor a reparação ou renovação do equipamento de extinção de incêndios e outras medidas de segurança;

Investiga acidentes ocorridos, examinando as condições da ocorrência, para identificar suas causas e propor as providências cabíveis;

Mantém contatos com os serviços médico e social da empresa ou de outra instituição, utilizando os meios de comunicação oficiais, para facilitar o atendimento necessário aos acidentados;

Registra irregularidades ocorridas, anotando-as em formulários próprios e elaborando estatísticas de acidentes, para obter subsídios destinados à melhoria das medidas de segurança;

Instruí os funcionários da empresa sobre normas de segurança, combate a incêndios e demais medidas de prevenção de acidentes, ministrando palestras e treinamento, para que possam agir acertadamente em casos de emergência;

Coordena a publicação de matéria sobre segurança no trabalho, preparando instruções e orientando a confecção de cartazes e avisos, para divulgar e desenvolver hábitos de prevenção de acidentes;

Participa de reuniões sobre segurança no trabalho, fornecendo dados relativos ao assunto, apresentando sugestões e analisando a viabilidade de medidas de segurança propostas, para aperfeiçoar o sistema existente.


Médico do Trabalho - CBO - 0-61.22

Executa exames periódicos de todos os empregados ou em especial daqueles expostos a maior risco de acidentes do trabalho ou de doenças profissionais, fazendo o exame clínico e/ou interpretando os resultados de exames complementares, para controlar as condições de saúde dos mesmos a assegurar a continuidade operacional e a produtividade;

Executa exames médicos especiais em trabalhadores do sexo feminino, menores, idosos ou portadores de sub-normalidades, fazendo anamnese, exame clínico e/ou interpretando os resultados de exames complementares, para detectar prováveis danos à saúde em decorrência do trabalho que executam e instruir a administração da empresa para possíveis mudanças de atividades;

Faz tratamento de urgência em casos de acidentes de trabalho ou alterações agudas da saúde, orientando e/ou executando a terapêutica adequada, para prevenir consequências mais graves ao trabalhador;

Avalia, juntamente com outros profissionais, condições de insegurança, visitando periodicamente os locais de trabalho, para sugerir à direção da empresa medidas destinadas a remover ou atenuar os riscos existentes;

Participa, juntamente com outros profissionais, da elaboração e execução de programas de proteção à saúde dos trabalhadores, analisando em conjunto os riscos, as condições de trabalho, os fatores de insalubridade, de fadiga e outros, para obter a redução de absenteísmo e a renovação da mão-de-obra;

Participa do planejamento e execução dos programas de treinamento das equipes de atendimento de emergências, avaliando as necessidades e ministrando aulas, para capacitar o pessoal incumbido de prestar primeiros socorros em casos de acidentes graves e catástrofes;

Participa de inquéritos sanitários, levantamentos de doenças profissionais, lesões traumáticas e estudos epidemiológicos, elaborando e/ou preenchendo formulários próprios e estudando os dados estatísticos, para estabelecer medidas destinadas a reduzir a morbidade e mortalidade decorrentes de acidentes do trabalho, doenças profissionais e doenças de natureza não-ocupacional;

Participa de atividades de prevenção de acidentes, comparecendo a reuniões e assessorando em estudos e programas, para reduzir as ocorrências de acidentes do trabalho;

Participa dos programas de vacinação, orientando a seleção da população trabalhadora e o tipo de vacina a ser aplicada, para prevenir moléstias transmissíveis;

Participa de estudos das atividades realizadas pela empresa, analisando as exigências psicossomáticas de cada atividade, para elaboração das análises profissiográficas;

Procede aos exames médicos destinados à seleção ou orientação de candidatos a emprego em ocupações definidas, baseando-se nas exigências psicossomáticas das mesmas, para possibilitar o aproveitamento dos mais aptos;

Participa da inspeção das instalações destinadas ao bem-estar dos trabalhadores, visitando, juntamente com o nutricionista, em geral (0-68.10), e o enfermeiro de higiene do trabalho (0-71.40) e/ou outros profissionais indicados, o restaurante, a cozinha, a creche e as instalações sanitárias, para observar as condições de higiene e orientar a correção das possíveis falhas existentes. 


Pode participar do planejamento, instalação e funcionamento dos serviços médicos da empresa. Pode elaborar laudos periciais sobre acidentes do trabalho, doenças profissionais e condições de insalubridade. Pode participar de reuniões de órgãos comunitários governamentais ou privados, interessados na saúde e bem-estar dos trabalhadores. 

Pode participar de congressos médicos ou de prevenção de acidentes e divulgar pesquisas sobre saúde ocupacional.


Enfermeiro do Trabalho CBO - 0-71.40

Estuda as condições de segurança e periculosidade da empresa, efetuando observações nos locais de trabalho e discutindo-as em equipe, para identificar as necessidades no campo da segurança, higiene e melhoria do trabalho;

Elabora e executa planos e programas de proteção à saúde dos empregados, participando de grupos que realizam inquéritos sanitários, estudam as causas de absenteísmo, fazem levantamentos de doenças profissionais e lesões traumáticas, procedem a estudos epidemiológicos, coletam dados estatísticos de morbidade e mortalidade de trabalhadores, investigando possíveis relações com as atividades funcionais, para obter a continuidade operacional e aumento da produtividade;

Executa e avalia programas de prevenções de acidentes e de doenças profissionais ou não-profissionais, fazendo análise da fadiga, dos fatores de insalubridade, dos riscos e das condições de trabalho do menor e da mulher, para propiciar a preservação de integridade física e mental do trabalhador;

Presta primeiros socorros no local de trabalho, em caso de acidente ou doença, fazendo curativos ou imobilizações especiais, administrando medicamentos e tratamentos e providenciando o posterior atendimento médico adequado, para atenuar consequências e proporcionar apoio e conforto ao paciente;

Elabora e executa ou supervisiona e avalia as atividades de assistência de enfermagem aos trabalhadores, proporcionando-lhes atendimento ambulatorial, no local de trabalho, controlando sinais vitais, aplicando medicamentos prescritos, curativos, instalações e teses, coletando material para exame laboratorial, vacinações e outros tratamentos, para reduzir o absenteísmo profissional; organiza e administra o setor de enfermagem da empresa, provendo pessoal e material necessários, treinando e supervisionando auxiliares de enfermagem do trabalho, atendentes e outros, para promover o atendimento adequado às necessidades de saúde do trabalhador;

Treina trabalhadores, instruindo-os sobre o uso de roupas e material adequado ao tipo de trabalho, para reduzir a incidência de acidentes;

Planeja e executa programas de educação sanitária, divulgando conhecimentos e estimulando a aquisição de hábitos sadios, para prevenir doenças profissionais, mantendo cadastros atualizados, a fim de preparar informes para subsídios processuais nos pedidos de indenização e orientar em problemas de prevenção de doenças profissionais.


Auxiliar de Enfermagem do Trabalho - CBO 3222-35

Desempenha tarefas similares às que realiza o auxiliar de enfermagem, em geral (5-72.10), porém atua em dependências de fábricas, indústrias ou outros estabelecimentos que justifiquem sua presença.


Bombeiro Profissional Civil - CBO 5171-10 

Em muitas empresas esse profissional é escalado para dar auxilio ao SESMT no que se refere a prevenção de sinistros, ele não faz parte do quadro do SESMT, mais seu conhecimento é de grande valia na conscientização prevencionaista.

Agente de investigação de incêndio, Bombeiro de empresas particulares, Bombeiro de estabelecimentos comerciais, Bombeiro de estabelecimentos industriais, Bombeiro de segurança do trabalho.

Previnem situações de risco e executam salvamentos terrestres, aquáticos e em altura, protegendo pessoas e patrimônios de incêndios, explosões, vazamentos, afogamentos ou qualquer outra situação de emergência, com o objetivo de salvar e resgatar vidas; prestam primeiros socorros, verificando o estado da vítima para realizar o procedimento adequado; realizam cursos e campanhas educativas, formando e treinando equipes, brigadas e corpo voluntário de emergência.

( Comumente esse profissional acaba ficando responsável diretamente pela área emergencial da empresa, tudo o que se diz respeito as questões de incendio, primeiros socorros e equipamentos de prevenção e combate a incêndio )


Fonte: Código Brasileiro de Ocupação - CBO

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Cores da Segurança

Devem ser adotadas cores para segurança em estabelecimentos ou locais de trabalho, a fim de indicar e advertir acerca dos riscos existentes.
As cores utilizadas nos locais de trabalho para identificar os equipamentos de segurança, delimitar áreas, identificar tubulações empregadas para a condução de líquidos e gases e advertir contra riscos, devem atender ao disposto nas normas técnicas oficiais.
 
A utilização de cores não dispensa o emprego de outras formas de prevenção de acidentes.
A Norma Regulamentadora 26 dava ciência quanto a isso mais foi alterada pela portaria SIT n.º 229, de 24 de maio de 2011, onde nos direciona a utilizar cores e inscrições de adivertencia para produtos quimicos.

Com isso temos também uma  NBR que também nos auxilia nessa questão de cores, é a ABNT NBR 7195 - Cores para Segurança, que nos traz mais informações e também nos diz sobre as cores de contraste. Esta Norma fixa as cores que devem ser usadas para prevenção de acidentes, empregadas para identificar e advertir contra riscos.

As cores adotadas são as seguintes:

- vermelho;
- amarelo;
- branco;
- preto;
- azul;
- verde;
- laranja;
- púrpura;
- lilás;
- cinza;
- alumínio;
- marrom.


 


O preto é empregado para identificar : 
Em canalizações de líquidos inflamáveis e combustíveis de alta viscosidade (ex: óleo lubrificante, asfalto, óleo combustível, alcatrão, piche, etc.).
Poderá ser usado em substituição ao branco, ou combinado a este, quando condições especiais o exigirem.

O azul é empregado para identificar : 
"Cuidado!", ficando o seu emprego limitado a avisos contra uso e movimentação de equipamentos, que deverão permanecer fora de serviço.
Empregado em barreiras e bandeirolas de advertência a serem localizadas nos pontos de comando, de partida, ou  fontes de energia dos equipamentos.
Canalizações de ar comprimido;
Prevenção contra movimento acidental de qualquer equipamento em manutenção;
Avisos colocados no ponto de arranque ou fontes de potência.

O verde é a cor que caracteriza "segurança" O verde é empregado para identificar :
- canalizações de água;
- caixas de equipamento de socorro de urgência;
- caixas contendo máscaras contra gases;
- chuveiros de segurança;
- macas;
- fontes lavadoras de olhos;
- quadros para exposição de cartazes, boletins, avisos de segurança, etc.;
- porta de entrada de salas de curativos de urgência;
- localização de EPI; caixas contendo EPI;
- emblemas de segurança;
- dispositivos de segurança;
- mangueiras de oxigênio (solda oxiacetilênica).

O Vermelho é empregado para identificar:
- caixa de alarme de incêndio;
- hidrantes;
- bombas de incêndio;
- sirenes de alarme de incêndio;
- caixas com cobertores para abafar chamas;
- extintores e sua localização;
- indicações de extintores (visível a distância, dentro da área de uso do extintor);
- localização de mangueiras de incêndio (a cor deve ser usada no carretel, suporte, moldura da caixa ou nicho);
- baldes de areia ou água, para extinção de incêndio;
- tubulações, válvulas e hastes do sistema de aspersão de água;
- transporte com equipamentos de combate a incêndio;
- portas de saídas de emergência;
- rede de água para incêndio (sprinklers);
- mangueira de acetileno (solda oxiacetilênica).

O Amarelo é empregado para identificar:
- Em canalizações, para identificar gases não liquefeitos.
O amarelo deverá ser empregado para indicar "Cuidado!", assinalando:
- partes baixas de escadas portáteis;
- corrimões, parapeitos, pisos e partes inferiores de escadas que apresentem risco;
- espelhos de degraus de escadas;
- bordas desguarnecidos de aberturas no solo (poços, entradas subterrâneas, etc.) e de plataformas que não possam ter corrimões;

A cor Púrpura deverá ser usada para indicar os perigos provenientes das radiações eletromagnéticas penetrantes de partículas nucleares.
Deverá ser empregada a púrpura em:
- portas e aberturas que dão acesso a locais onde se manipulam ou armazenam materiais
radioativos ou materiais contaminados pela radioatividade;
- locais onde tenham sido enterrados materiais e equipamentos contaminados;
- recipientes de materiais radioativos ou de refugos de materiais e equipamentos contaminados;
- sinais luminosos para indicar equipamentos produtores de radiações eletromagnéticas penetrantes e partículas nucleares.

O lilás deverá ser usado para indicar canalizações que contenham álcalis.
As refinarias de petróleo poderão utilizar o lilás para a identificação de lubrificantes.

A cor Cinza é empregado em :
a) Cinza claro - deverá ser usado para identificar canalizações em vácuo;
b) Cinza escuro - deverá ser usado para identificar eletrodutos.

A cor alumínio será utilizado :
- em canalizações contendo gases liquefeitos, inflamáveis e combustíveis de baixa viscosidade (ex. óleo diesel, gasolina, querosene, óleo lubrificante, etc.).

A cor marrom pode ser adotado, a critério da empresa, para identificar qualquer fluído não identificável pelas demais cores. 






Vamos ficar atentos com as cores da segurança.
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