24 de dezembro de 2015

Feliz Natal e Próspero 2016

 Desejamos a todos um Natal cheio de paz e harmonia e um 2016 repleto de conquistas e realizações. Que o espírito natalino contagie e que a vinda de um novo ano motive cada vez mais em sua busca pelo sucesso.

Boas Festas!

São os votos da Família
Grupo Alpha Seg treinamentos. 




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23 de dezembro de 2015

Advertência por Falta de Uso de EPI



É quesito de norma que se faça o uso dos Equipamentos de Proteção Individual - EPI em praticamente todos os setores da empresa, isso está na Legislação Trabalhista. Isso quer dizer que seja uma Obra, um açougue, uma fabrica ou qualquer outro ambiente de trabalho, deve-se usar os devidos EPI's.

De acordo com a NR06 a empresa é obrigada a fornecer aos empregados, gratuitamente, EPI adequado ao risco, em perfeito estado de conservação e funcionamento e também exigir o seu uso.
Cabe ao empregado usar o EPI, guardar e conservar. ( leia a NR06 na Integra ).

Caso o funcionário não atender ao exigido por norma, sim é passível de penalização, como por exemplo a advertência e após ela medidas administrativas mais severas como a demissão.
"Caso as normas de segurança do trabalho previstas em Lei não sejam devidamente executadas pelos funcionários, medidas disciplinares poderão ser aplicadas, como advertências, suspensões e até demissão."

A empresa deve sempre fornecer o EPI adequado para o risco ao qual aquele funcionário, deve também manter fielmente atualizada a Ficha de EPI dos seus funcionários. É fundamental que medidas preventivas sejam devidamente aplicadas, tais como a obrigatoriedade do uso dos EPIs expressa na Ordem de Serviço. Neste documento a assinatura do funcionário é necessária.
A empresa deve também manter seus funcionário treinados quanto ao uso desses EPI's, mas lembre-se que é muito importante que haja registro desses treinamentos, uma lista de presença assinada pelo funcionário já garante um bom registro.


Existem alguns tipos e níveis de medidas que advertem o não ou mau uso dos EPIs pelos funcionários durante o expediente. São eles:

Advertência verbal

Geralmente aplicada pelo supervisor imediato, a advertência verbal é uma conversa na qual os riscos devem ser expostos e esclarecidos ao trabalhador. É essencial que a conscientização acerca do uso correto dos EPIs seja o objetivo principal.

Advertência por escrito

Não há na CLT ou normas regulamentadoras a previsão para advertência. Seu uso vem de longa data e é amplamente aceito em jurisprudência. A aplicação do costume tem previsão legal baseada no Artigo 8 da CLT.

Suspensão

Em alguns casos, em que comprova-se que o funcionário não colabora para que a utilização dos EPIs seja realizada, a empresa pode aplicar suspensão de, no máximo, 30 dias. Nos termos do Artigo 474 da CLT, a suspensão do empregado por mais de 30 dias consecutivos caracteriza-se como rescisão injusta do contrato de trabalho. Os dias de suspensão não são remunerados.
Demissão por justa causa

Apenas aplicada em casos extremos, em que comprova-se a omissão por parte do trabalhador na utilização dos equipamentos e o empenho da empresa em conscientizar e oferecer todas as condições de uso de todos os equipamentos.

Segue modelo de Ficha de Advertência por Falta do Uso de EPI.


Advertência por falta de EPI




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10 de dezembro de 2015

Lista de Presença para Treinamentos


Temos uma grande necessidade de manter nossos arquivos físicos sempre bem organizados, sejam eles planilhas, anotações, documentos, certificados ou mesmos as listas de presença dos treinamentos.

Pois é, manter organizado é realmente necessário, principalmente caso haja auditoria ou fiscalização e pensando nisso resolvi abordar esse tema: Lista de Presença de Treinamento.

Normalmente tenho visto que não estão dando a devida atenção a esse documento de tão grande importância que é a lista de presença de treinamento.

Normalmente as empresas fazem um cabeçalho simples com o logo da empresa o tema que será abordado e o nome do participante e um local para que o mesmo assine. Tudo certo? Não, não está tudo certo, devemos levar em consideração outros campos de grande importância a essas listas, pois quando passamos por auditoria ou mesmo fiscalização a falta desses campos serão cobradas.

Não adianta investir em treinamento e não poder provar que treinou, seja uma formação de Membros de Cipa ou Palestras de SIPAT ou Treinamentos como Brigada de Combate a Incêndio ou Trabalho em Altura, sempre teremos que provar. 

Para entender melhor irei listar os campos e explicar cada um deles:

  • Identificação da Empresa;

Logo e nome da empresa já são suficientes.

  • Tema do Treinamento;

Nesse campo colocamos qual será o Treinamento Ministrado e qual NR - Norma Regulamentadora, IT - Instrução Técnica, assim por diante. Aqui nesse campo pode ser Treinamento, DDS ou Palestra.

  • Data de Realização;

Aqui iremos colocar o dia da realização do treinamento, sempre que for mais que um dia providenciar nova lista.

  • Carga Horaria;

Temos treinamentos que nos tomam vários dias ministrando aula, dessa forma podemos evidenciar aqui a carga horaria aplicada naquele dia e posteriormente totalizaremos a carga horaria com  a somatória das horas de cada lista.

  • Nome do Instrutor;

É de fundamental importância saber quem ministrou o treinamento, sendo assim, aplica-se um campo para o nome do instrutor.

  • Registro de Classe do Instrutor;

Se já sabemos o nome do instrutor, também é importante sabermos sua formação ou qualificação, então aplicamos um campo onde podemos colocar um número de registro de classe como o Crea, Crm, Coren e assim por diante.

  • Número de Participantes;

Esse campo nos auxilia a saber a quantidade de pessoas que participaram do treinamento.

  • Nome dos Participantes;

Mome de quem estará participando do Treinamento, para posteriormente podermos fazer a emissão de sua certificação.

  • Documento de identificação do Participante;

Nesse campo temos que colocar o número de um documento que identifique essa pessoa na empresa, normalmente usamos o RG ou CPF mais pode ser usado também o Número da Matricula ou ID do funcionário.

  • Assinatura do Participante;

A assinatura do participante irá apontar que realmente ele compareceu ao treinamento.

  • Conteúdo Programático Ministrado;

Um dos campos mais importantes em toda a lista de presença, é esse o campo que mostra qual foram as instruções passadas, dessa forma podemos entender como foi esse treinamentos e também podemos ver se o que foi ministrado atende a necessidade da empresa.

  • Assinatura do Instrutor;

Aqui é onde o profissional que ministrou o treinamento assina, aqui ele mostra que concluiu o treinamento.

Precisamos de todos esses campos mesmo? Não é muita coisa?
Precisamos sim, e não são tantos campos, apenas são os necessários para que nossa lista de presença fique de acordo ao entendimento de quem a aditora ou fiscaliza, pois nela constará as mesmas informações que a certificação do participante.

Esse modelo de lista que estou disponibilizando para download grátis pode ser adaptado de acordo com a necessidade da empresa, sendo assim pode ser para Treinamento, Palestras, DDS ou Reuniões.





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6 de dezembro de 2015

Controle e Inspeção de EPI - NR35



Uma das maiores preocupações dos profissionais de segurança nas empresas são as questões envolvidas com Gestão de EPI de Trabalho em Altura, pois como devemos controlar esses equipamentos e inspeciona-los? É necessario acompanhamento e controle de tempo em tempo? 

Duvidas comuns e fáceis de serem resolvidas bastantão apenas um pouco de atenção na norma NR35 e um pouco de criatividade para desenvolver uma planilha de gestão de EPI.

A norma regulamentadora 35 - NR35 Segurança em Trabalhos em Altura menciona  no subitem 35.5.2 que devemos fazer inspeção em todos nossos epi, acessórios e  sistemas de ancoragens.

Então entendemos que esses equipamentos são:
  • Cinto de segurança tipo paraquedista;
  • Cordas certificadas;
  • Fitas de ancoragens;
  • Mosquetes;
  • Talabartes;
  • Trava quedas;
  • Blocantes;
  • Cabos de aço; e tantos outros equipamentos utilizados para segurança nos ambientes verticais.

Transcrição da NR35
35.5.2 - Na  aquisição  e  periodicamente  devem  ser  efetuadas  inspeções  dos  EPI,  acessórios  e  sistemas  de ancoragem,  destinados  à  proteção  de  queda  de  altura,  recusando-se  os  que  apresentem defeitos  ou deformações.


Esse subitem da norma nos diz para inspecionar nossos equipamentos na Aquisição e Periodicamente, até aí tudo bem, vamos entender.

Na aquisição:
Quando compramos os equipamentos é normal que façamos a primeira inspeção em cada um dos equipamentos destinados a trabalho em altura, caso encontramos alguma deformidade ou defeito nós de imediato já fazemos a devolução e solicitação de equipamento novo.

Na Inspeção Periódica: 
A norma não é clara quanto ao tempo desse período e com isso dificulta a vida dos profissionais de segurança, pois os mesmo tem que fazer fichas de controle desses equipamentos e garantir que estão em perfeitas condições.

Mas uma boa dica para cuidar desses equipamentos e garantir sua integridade é ler seu manual, lá vem informações preciosas para guarda e manutenção ( higienização ), devemos fazer levantamento da data de compra, a quanto tempo estão guaradados, com qual frequencia são utilizados, e deve-se dar numeros a cada epi, para podermos fazer a gestão desse epi.

A gestão dos EPI consiste em criarmos uma ficha de controle de uso, onde iremos observar a frequência de uso, danos, desgastes, higienização e assim por diante. Esse é um processo trabalhoso, mais garante um excelente controle de vida util dos equipamentos de trabalho em altura.

Devemos adotar alguns itens para as fichas de  controle e inspeção que são: 
  • Modelo do equipamento;
  • Número de série ou código/número que você atribuiu;
  • Ano de fabricação;
  • Ano da compra;
  • C.A, CE ou outra numeração de certificação;
  • Numero da nota fiscal;
  • Data do primeiro uso;
  • Nome do usuário;
  • Condições em que é usado ( tipo de trabalho );
  • Data de inspeção inicial;
  • Data das próximas inspeções;
  • Condições do equipamento: 1 ok ( bom pra uso ) / 2 Duvidoso ( quarentena ) / 3 Ruim ( descartar )
Com esses dados já é possível começar a arrumar a casa. Lembre-se que a Norma  diz que toda documentação referente a NR-35 deve ficar arquivada na empresa, ou  seja, a disposição da fiscalização e mais importante, ela não dá prazo de guarda. Então; faça bem feito e guarde bem.

É necessario que façamos a inspeção na aquisição e periodicamente, recomendo uma inspeção geral e bem detalhada a cada 6 meses, essa deve ser a inspeção que vai ser anotada na ficha de controle.
A cada novo uso deve ser feito inspeção pelo usuário, antes e após os trabalhos, essa inspeção não precisa ser controlada a não ser que seja averiguado irregularidades nos equipamentos.
As inspeções que irão para a ficha de controle devem ser feitas por profissional com conhecimento no assunto acompanhado de profissional de segurança.
É de grande importância treinar o pessoal para reconhecer os diversos tipos de defeitos, anomalidades e problemas com os epis.  

Estou disponibilizando um modelo de Ficha de Controle de EPI - NR35, este eu uso aqui na empresa e sempre me atendeu muito bem. O modelo está preenchido para que vocês tenham noção de como fazer, mas lembre-se, para cada equipamento uma ficha diferente. É trabalhoso, mais depois de tudo catalogado você terá total controle sobre seus equipamentos de Trabalho em Altura.


 

  




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27 de novembro de 2015

27 de Novembro - Dia do Técnico de Segurança do Trabalho

Técnico de Segurança do Trabalho é alguém que passa dias inteiros se preocupando com a segurança de quem trabalha, tem como maior recompensa o sorriso daqueles que um dia irão continuar construindo este país. Por tudo o que tem feito, o nosso muito obrigado.



https://www.instagram.com/grupoalphaseg/

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22 de outubro de 2015

Dicas Enchentes - Infográfico



Fonte: Corpo de Bombeiros da Policia Militar do Estado de São Paulo
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Dicas Uso de Elevador - Infográfico



Fonte: Corpo de Bombeiros da Policia Militar do Estado de São Paulo
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17 de setembro de 2015

Extintor deixa de ser obrigatório em carros que circulam no Brasil

Extintor de incêndio em carro deixa de ser item obrigatório a partir dos próximos dias

Depois de o Contran (Conselho Nacional de Trânsito) determinar que carros com mais de dez anos de uso deveriam trocar de extintor (de BC para ABC), no começo deste ano, o órgão decidiu, nesta quinta-feira (17), que não será mais obrigatório ter o equipamento nos veículos que circulam no Brasil.

A medida passa a valer a partir do momento em que a decisão aparecer no Diário Oficial da União, algo que deve acontecer entre esta sexta (18) e segunda (21).

Com isso, o uso será opcional para carros, utilitários, camionetas, caminhonetes e triciclos de cabine fechada. Até então, rodar sem extintor ou com ele vencido era considerado infração média, com multa de R$ 127,69 e cinco pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação).  Essa medida que obrigava o uso do equipamento foi estabelecida em 1968 e passou a vigorar em 1970.

O extintor continua sendo obrigatório em caminhões, micro-ônibus, ônibus, tratores e veículos de transporte de produtos inflamáveis.

O que houve?
O Contran havia adiado para outubro a exigência de troca do item pelo tipo ABC (carros produzidos desde 2005 já contêm esse tipo de equipamento). Por conta disso, houve correria nas lojas e denúncias de alta nos preços.

Segundo o presidente do Contran e diretor do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Alberto Angerami, a prorrogação teve como objetivo dar prazo para reuniões com os setores envolvidos. "Tivemos encontros com representantes dos fabricantes de extintores, corpo de bombeiros e da indústria automobilística, que resultaram na decisão de tornar opcional o uso do extintor", explica o executivo.

Dos fabricantes, o Denatran ouviu que era necessário um prazo maior, de cerca de três a quatro anos, para atender a demanda. Porém, segundo o presidente Angerami, essa justificativa era dada pelas empresas há 11 anos.

Quase inútil
A AEA (Associação Brasileira de Engenharia Automotiva) informou que dos dois milhões de acidentes em veículos cobertos por seguros, apenas 800 tiveram incêndio como causa. Desse total, somente 24 informaram que usaram o extintor, o equivalente a apenas 3%.

Além disso, estudos realizados pelo Denatran constataram que as inovações tecnológicas introduzidas nos veículos nos últimos anos resultaram em maior segurança contra incêndio. Entre as quais, o corte automático de combustível em caso de colisão, localização do tanque de combustível fora do habitáculo dos passageiros e baixa flamabilidade de materiais e revestimentos, entre outras.

Fonte: Carros Uol
Leonardo Felix
André Deliberato
Do UOL, em São Paulo (SP)


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Projeto Série 100% Seguro | Trabalho em altura (Versão Completa)



Todo cuidado é pouco acima do térreo. Primeiro, faça a Análise de Risco para verificar a rede elétrica. Se precisar, use a Permissão de Trabalho. Caso surja alguma situação perigosa que não dá para resolver na hora, interrompa as atividades. Além disso, todo canteiro demanda procedimentos de resgate seguro e socorro para possíveis vítimas.
O operário também precisa ser muito bem avaliado. Não basta um exame físico detalhado, para o atestado de saúde ocupacional é importante verificar se não há histórico de desmaio, tonteira, epilepsia, arritmia, uso de medicamentos, drogas ou álcool e fobia de altura.
Após o exame médico, o candidato recebe treinamento e orientações do supervisor.

Fonte:  Sesi - Projeto 100% Seguro
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Projeto Série 100% Seguro | Espaço Confinado (Versão Completa)


O espaço confinado é perigoso devido à pouca ventilação e ao risco de explosão, incêndio e asfixia. Tanto que vale a pena retomar o assunto. O local só deve ser área de trabalho nas situações em que é a única opção, desde que nenhum operário fique sozinho lá dentro.
Quem trabalha nesse ambiente deve ter avaliação médica atualizada e específica para a função, com emissão do Atestado de Saúde Ocupacional (ASO). É preciso ainda um sistema para identificar os perigos e as medidas preventivas, que ficam por conta das NRs 18 e 33.

Fonte:  Sesi - Projeto 100% Seguro



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Dicas RCP Ressuscitação Cardiopulmonar - Infográfico


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Dicas de Primeiros Socorros - Infográfico


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27 de julho de 2015

27/07 dia Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho


As ações das instituições e novas medidas prevencionistas no ambiente de trabalho, vêm colaborando com as reduções dos acidentes.  No dia 27 de julho celebramos o Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho. A data é símbolo da luta dos trabalhadores brasileiros por melhorias nas condições de saúde e segurança no trabalho.

No início da década de 70, a iniciativa do Banco Mundial em cortar os financiamentos para o Brasil, caso o quadro de acidentes de trabalho não fosse revertido, resultou na publicação das portarias nº 3236 e 3237, em 27 de julho de 1972. Segundo estimativas da época, 1,7 milhão de acidentes ocorriam anualmente e 40% dos profissionais sofriam lesões.

O então ministro do Trabalho, Júlio Barata, além de assumir as implementações das portarias, que regulamentavam a formação técnica em Segurança e Medicina no Trabalho, atualizou o artigo 164 da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), que discorre sobre as condições internas de uma empresa, em relação à saúde e a segurança, mas precisamente sobre a atuação e formação da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA).

De acordo com a Previdência Social, acidente de trabalho é aquele que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa ou pelo exercício dos segurados especiais, provocando lesão corporal ou perturbação funcional, permanente ou temporária, que causa a morte, a perda ou a redução da capacidade para o trabalho.

Conforme estatísticas de abril de 2009 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), segundo o site, os acidentes do trabalho são a causa da morte de dois milhões de pessoas por ano, em todo o mundo e de acordo com a Organização, esses números representam mais mortes do que as ocasionadas pelo uso de drogas e álcool juntos. Somados a esses números são registrados em média quase 270 milhões de acidentes não fatais e 160 milhões de novos casos de doenças ocupacionais.

O Brasil foi o primeiro país a ter um serviço obrigatório de Segurança e Medicina do Trabalho em empresas com mais de 100 funcionários. Este passo foi dado no dia 27 de julho de 1972, por iniciativa do então ministro do trabalho Júlio Barata, que publicou as portarias 3.236 e 3.237, que regulamentavam a formação Técnica em Segurança e Medicina do Trabalho e atualizando o artigo 164 da CLT. Por isto, a data foi escolhida para ser o Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho.

Era um período de fragilidade no tocante à segurança dos trabalhadores no Brasil. O número dos acidentes de trabalho era tão grande, que começaram a surgir pressões exigindo políticas de prevenção, inclusive com ameaças do Banco Mundial de retirar empréstimos do país, caso o quadro continuasse.

Ao completar 40 anos, não se pode pensar em uma empresa que não esteja preocupada com os índices de acidentes de trabalho. A segurança é sinônimo de qualidade e de bem-estar para os trabalhadores. Financeiramente, também é vantajoso: treinamento e infra-estrutura de segurança exigem investimentos, mas por outro lado evitam gastos com processos, indenizações e tratamentos de saúde, em casos que poderiam ter sido evitados.

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24 de julho de 2015

Dica Acidentes com Motocicletas - Infográfico





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Dica Acidentes de Trânsito - Inforgráfico







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23 de julho de 2015

A importância das brigada de incêndio ( Cana Online )


Olá leitores do Blog SNC!, hoje trago uma matéria sobre brigada de incêndio em canaviais, essa matéria nós tivemos uma pequena participação na Edição nº 22  Junho de 2015 da Revista Cana Online . Espero que gostem da matéria. A Revista on line está disponível para Download.

  • Aguarde a revista carregar e boa leitura!



Algumas Questões comuns sobre a Incêndio em Canaviais.

Quais são as principais causas de incêndios em canaviais? Estiagem, descuido humano, bitucas de cigarros lançadas em rodovias e estradas rurais que tangencia os canaviais, queima não controlada  em  pastos  e  canaviais,  queima  de  lixo  e por  pessoas  que  praticam  atos  de vandalismo colocando fogo nos canaviais.  
 
Existem condições que favorecem os incêndios? Condições climáticas é uma delas, a estiagem, o clima muito quente por si só já é um fator. As atividades humanas em relação aos desmatamentos e atividades agrícolas. O uso de soltar balões também contribui muito.
 
Incêndios criminosos são comuns? Quais seriam os motivos?Sim, são comuns, os motivos são diversos, um deles é o adiantamento do corte da cana, rinha entre produtores, pessoas que soltam balões.
 
O que deve ser feito para prevenir esses incêndios?Devemos ter pessoal treinado e capacitado par atender esse tipo de emergência, a empresa deve possuir equipamento de combate a incêndio especifico. Deve ser feito aceiros secos  e aceiros molhados ( caso já tenha iniciado o principio de incêndio ), devemos possuir o PAME - Plano de Auxilio Mutuo a Emergência em conjunto com empresas da região. Manter vigilância constante nos canaviais, essa vigilância pode ser própria ou contratada.
 
Quais equipamentos são necessários para essa prevenção e combate?Precisamos ter Mirante ( plataforma de observação posicionada em ponto estratégico ), Caminhão Pipa ( ou caminhão Bombeiro ), Abafadores, mangotes, mangueiras, esguichos, EPI - equipamento de proteção individual adequado para os brigadistas, veículos leves para apoio, ambulância ( caso ocorra emergência com vitimas ). Algumas empresas se utilizam de espuma nos caminhões para economizar agua e abafar o fogo sem causar mais danos.
 
Quais as características de uma brigada de incêndios para combate a incêndios em canaviais?A brigada deve ser constituída de pessoal treinado e capacitado para esse tipo de atendimento, devem estar aptos para o uso dos EPI's necessários, para uso dos caminhões bombeiro e manuseio de mangueiras, devem estar aptos a ministrar primeiros socorros se for necessário.
 
Como funciona o treinamento para o combate a incêndios?Os treinamentos  são anuais  aos brigadistas  (teóricos  e  práticos),  capacitando  quanto  aos  métodos  preventivos  e  de combate  a  incêndios. Também é aplicado curso de primeiros socorros, usos de EPI adequado. Mais não se limita só a isso, boa parte das empresas que treinamos, também optam por aperfeiçoar os conhecimentos de seus brigadistas nas questões de Proteção Respiratória, Produtos Químicos, Segurança com eletricidade entre outros.  
 
Vocês realizam treinamentos nas usinas? Como funcionam?Sim, realizamos. A principio nos reunimos com os integrantes da engenharia e segurança do trabalho para termos uma ideia do que eles já possuem como brigada, após essas informações temos a condição de indicar a melhor forma de treinamento, de dizer se é necessário novo dimensionamento dessa brigada, determinamos carga horária e conteúdo programático adequado conforme legislação vigente.
 
Quantas turmas você já formaram? Quantas estão em andamento?Ao logo de nossa jornada de Formação e Reciclagem das Brigada de Combate a incêndio em Canavial, formamos em média 53 turmas anuais, sendo que basicamente todas estão em atividade. 

Fontes e Créditos:
Cana Online - Site Cana Online
Eduardo F Mendes - Grupo Alpha Seg Treinamentos  | Blog SNC!
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16 de julho de 2015

Laudos Técnicos de Segurança do Trabalho



Tendo em vista que para quase tudo dentro da segurança do trabalho devemos ter um laudo técnico, resolvi listar alguns dos mais solicitados. Vou dar uma breve explicação sobre eles e é claro aqui vou listar só alguns. Vamos lá! - Boa leitura.

  • L.T.C.A.T. – (Laudo Técnico das Condições do Ambiente de Trabalho)
Reuni informações sobre as atividades e condições de trabalho dos funcionários. Sua finalidade é cumprir as exigências da legislação previdenciária – artigo 58 da Lei 9.528 de 10/12/1997, dar sustentabilidade técnica às condições ambientais existentes na empresa e subsidiar o seu enquadramento.
  • Laudo de Insalubridade e Periculosidade
Esse laudo apontará setorialmente, quais as atividades que podem ser classificadas como perigosas e insalubres. Após a constatação da existência de tais situações, serão propostas medidas que poderão eliminar condições insalubres ou perigosas, neutralizando a ação do agente insalubre ou eliminando a causa da periculosidade, legalmente equiparado nas NR-15 e NR-16 da portaria 3214/78.
  • Laudo Ergonômico
Visando adequar o ambiente de trabalho do funcionário, evitando lesões – LER/DORT, em atendimento à NR-17 da Portaria 3.214/78.

O Laudo Ergonômico deve ser elaborado por posto de Trabalho individual, sempre levando em consideração a empresa como um todo.

Nada deve ser analisado de forma segmentada. Conforme a NR 17, o objetivo do Laudo Ergonômico é estabelecer parâmetros para a adaptação das condições de trabalho as características psicofisiológicas dos trabalhadores.

O desenvolvimento de um Laudo Ergonômico consta de:

- Estudo detalhado dos processos utilizados no desenvolvimento das atividades;
- Avaliações qualitativa e quantitativa dos riscos ergonômicos;
- Avaliação do mobiliário e equipamentos frente as atividades (hora x homem x trabalho);
- Aferição e análise das condições ambientais dos locais de trabalho;
- Recomendações técnicas para melhoria das condições de trabalho.
- Implantação de medidas de controle;
- Treinamentos e cursos sobre ergonomia;
  • Laudo de Condições Inseguras
Analisa e aponta condições inseguras e a forma de corrigi-las de modo preventivo, eliminando pontos estratégicos de acidentes do trabalho.
  • L.R.A. (Laudo de Riscos Ambientais)
Rigorosa análise quantitativa e qualitativa dos agentes ambientais, bem como, das proteções disponíveis e utilizadas até o momento pela empresa e proposição de recomendações para correção.


  • Laudo de Resistência Ôhmica nos Pontos de Aterramento
Esta a NBR 5419 que fixa as condições exigidas ao elaborar o projeto, instalar e fazer manutenção de sistemas de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA) das estruturas definidas, bem como das pessoas. Aplica-se a estruturas comuns utilizadas para fins comerciais, industriais, agrícolas administrativos e residenciais, também para estruturas especiais.
  • Laudo de Habitabilidade em Containers
Elaboração do Laudo Técnico de Habitabilidade para Contêineres (certificando a ausência de Riscos Físicos, Químicos e Biológicos), conforme Portaria n° 30, baixada pelo MTE em 13/12/00, que acrescenta o item da NR 18.4.1.3.2.
  • Laudo de Aterramento Elétrico
O Objetivo do laudo é estabelecer prescrições e procedimentos de segurança que devem ser observados conforme a NR 10 - Segurança em Instalações Elétricas, da ABNT – NBR 5410 Segurança em Instalações Elétricas de Baixa Tensão e NBR 14039 Segurança em Instalações Elétricas de Média Tensão.
A finalidade do levantamento é a verificação e a avaliação das condições elétricas dos aterramentos elétricos dos equipamentos e painéis elétricos e outros que se fizerem necessários.
  • Outros Laudos
    Amostragens de poeiras, gases e vapores;
    Laudos de ruído;
    Laudos de exposição ao calor (conforto térmico);
    Laudos de luminância;

Acho que até aqui deu para ter uma ideia mais abrangente da quantidade de Laudos Técnicos possuímos dentro da segurança do trabalho, mais eles não param por aqui, existem outros, mas esses são os mais solicitados.

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Programa de Conservação Auditiva - PCA


Olá leitores do Blog SNC! estou trazendo hoje uma matéria  sobre Programa de Conservação Auditiva , mas ao invés de gerir a matéria eu trouxe o texto e o vídeo lá da 3M, que é gigante em matéria de Conservação auditiva.
Aproveitem a postagem.

Programa de Conservação Auditiva - PCA

Guia prático para elaboração de Programa de Conservação Auditiva - PCA para profissionais de segurança no trabalho

O propósito deste guia da 3M do Brasil é apresentar os requerimentos mínimos aplicáveis para a elaboração, execução e administração de um Programa de Conservação Auditiva, para que a saúde dos trabalhadores expostos a níveis de ruído perigosamente altos seja preservada.

A abordagem é generalizada, para o entendimento inicial de cada etapa que faz parte do programa, necessitando que o conteúdo seja desenvolvido por cada empresa, por apresentarem situações e oportunidades diferentes em cada caso. É um direcionador que menciona as etapas que não podem ser deixadas de lado em um programa.

O responsável pela conservação auditiva dentro de cada empresa deve analisar se particularidades desta proposta de trabalho são viáveis ou não, em cada PCA, de cada planta industrial, fazendo o melhor julgamento de como adaptar a proposta para atender as necessidades da empresa, a fim de alcançar a efetiva prevenção da perda auditiva ocupacional.

A linha de protetores auriculares tipo concha da 3M é construida com o que existe de melhor em engenharia acústica, o que a torna bastante versátil. Seu design é focado no conforto do usuário, na atenuação adequada e na compatibilidade com outros Epis.

Atenção

1. Para garantir a eficiência de um protetor auditivo, o mesmo deve ser utilizado durante 100% do tempo de exposição.

2. A Superatenuação não causa perda auditiva, porém pode limitar o usuário a identificar sinais sonoros importantes, comprometendo a segurança do mesmo
3. A escolha do modelo de protetor utilizado também varia de acordo com as condições do ambiente, tipo de atividade e físico do usuário
4. A escolha deve ser baseada no nível de atenuação, tipo de haste, material, aceitabilidade dos usuários e compatibilidade com outros EPIs.
5. Segundo a norma regulamentadora nº 15, os limites de tolerância estabelecidos para ruídos contínuos ou intermitentes são de 85 dB (A) por 8 horas diárias de trabalho. Já para ruídos de impacto (caracterizados por duração menor que 1 segundo e intervalos superiores a 1 segundo) o limite de tolerância é de 130dB (linear) ou 120 dB (C). Os trabalhadores expostos a níveis maiores que os estabelecidos devem ter suas exposições neutralizadas pelo uso de equipamentos de proteção individual.


Assista ao Vídeo  




Baixe o Guia PCA 2012 ( 3M )


https://drive.google.com/file/d/0BwKv58EjJf5gMGFKY1RCWmZEUjA/view?usp=sharing


 Baixo um Treinamento de Proteção Auditiva


https://drive.google.com/file/d/0BwKv58EjJf5gbjJsRldtTmlXOGs/view?usp=sharing


Créditos e maiores informações
3M Protegendo seu Mundo
Para mais informações acesse: http://www.3Mepi.com.br
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15 de julho de 2015

Dica Acidente com Animais Peçonhentos - Infografico




Fonte: Corpo de Bombeiros da Policia Militar do Estado de São Paulo
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Dica Engasgamento de Bebê - Infografico




Fonte: Corpo de Bombeiros da Policia Militar do Estado de São Paulo
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Programa de Proteção Respiratória - PPR


Olá leitores do Blog SNC! estou trazendo uma matéria sobre Programa de Proteção Respiratória como solicitado, mas ao invés de gerir a matéria eu trouxe o texto e o vídeo lá da 3M, que é gigante em matéria de proteção respiratória.
Aproveitem a postagem.

Programa de Proteção Respiratória - PPR

O PPR é um conjunto de medidas práticas e administrativas que devem ser adotadas por toda empresa onde for necessário o uso de respirador, obrigatório desde 15/08/1994.

O propósito do PPR é proporcionar o controle de doenças ocupacionais provocadas pela inalação de poeiras, fumos, névoas, fumaças, gases e vapores.

Além disso, faz se necessária recomendações para elaboração, implantação e administração de um programa de como selecionar e usar corretamente os equipamentos de proteção respiratória.
Os equipamentos e procedimentos 3M proporcionam uma maneira simples e efetiva de atender aos requerimentos para ensaio de vedação facial qualitativo contidos na publicação da FUNDACENTRO intitulada PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA - Recomendações, Seleção e Uso de Respiradores.

O ensaio de vedação qualitativo, também conhecido como "FIT TEST", consiste basicamente em nebulizar uma solução doce ou amarga dentro do ambiente do capuz. Se o usuário não detectar o gosto do agente de ensaio nebulizado, a vedação proporcionada pelo respirador em uso é considerada aceitável.

Atenção

1. Respirar algumas poeiras, névoas, fumos, gases ou vapores podem causar doenças ou até a morte.
2. Os respiradores ajudam a proteger quando utilizados durante todo o tempo de exposição.
3. Se não conseguir uma vedação adequada, não entre na área contaminada e entre em contato com o seu supervisor.
4. Contate seu supervisor sempre que houver dúvidas de qual respirador é o mais adequado e seu uso correto.
5. O Programa de proteção Respiratória (PPR) da Fundacentro requer que todos os usuários de respiradores passem pelo ensaio de vedação.
6. Não use com barbas ou outras condições que possam prejudicar a vedação entre o rosto do usuário e o respirador.
7. Baixas concentrações de Vapores Orgânicos ou Gases Ácidos são aquelas abaixo do nível de ação (metade do limite de tolerância) destes contaminantes.


Assista ao vídeo



Baixe o Programa de Proteção Respiratória ( Fundacentro )

https://drive.google.com/file/d/0BwKv58EjJf5gZmQ3SmVnWEtQSnc/view?usp=sharing

Créditos e maiores informações
3M Protegendo seu Mundo
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8 de julho de 2015

Dicas Acidentes Domésticos - Infografico


Fonte: Corpo de Bombeiros da Policia Militar do Estado de São Paulo

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Dicas Uso de Gás de Cozinha - Infografico

 


Fonte: Corpo de Bombeiros da Policia Militar do Estado de São Paulo   

 

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6 de julho de 2015

Dicas de Segurança no Trabalho


No  ambiente de trabalho é comum encontrarmos diversos riscos associados com as atividades que iremos desempenhar, por isso devemos tomar o máximo de cuidado e ter muita atenção, se utilizar dos epi’s recomendados pela segurança do trabalho e nunca achar que acidentes não acontecem.
Em seguida iremos listar algumas dicas de segurança para facilitar nossa vida no trabalho.


  • A distração é um dos maiores fatores de acidentes. Trabalhe com atenção e dificilmente se acidentará.
  • Seus olhos não se recuperam depois de perdidos. Use óculos protetores sempre que o seu trabalho exigir.
  • A pressa é companheira inseparável dos acidentes. Faça tudo com tempo para trabalhar bem e com segurança.
  • A oficina é lugar de trabalho. As brincadeiras devem ser reservadas para as horas de folga.
  • Quando não souber ou tiver dúvida sobre algum serviço, pergunte ao seu chefe ou encarregado, para prevenir-se contra possíveis acidentes.
  • As suas mãos levam para casa o alimento para sua família. Evite pô-las em lugares perigosos.
  • Não deixe tábuas com pregos espalhadas pela oficina ou obra, porque podem ser causa de sérios acidentes.
  • Comunique ao seu chefe toda e qualquer anormalidade ou defeito que notar na máquina ou ferramenta que for utilizar.
  • Não improvise ferramentas, procure uma que seja adequada para seu serviço.
  • Lembre-se que você não é o único no serviço e que a vida de seu companheiro é tão preciosa quanto a sua.
  • Utilize em seus trabalhos ferramentas em bom estado de conservação, para prevenir possíveis acidentes.
  • Não fume em lugares onde se guardam explosivos e inflamáveis.
  • Coopere com seus companheiros em benefício da segurança de todos e siga os conselhos de seu chefe ou encarregado ou líder.
  •  Hábito de usar cabelos soltos durante o serviço tem dado causa a graves e irreparáveis acidentes. Use touca protetora quando seu trabalho reclamar.
  • Manda a lei que o seu patrão forneça os equipamentos de proteção que você necessita para o trabalho, mas você também está obrigado a usá-los, para prevenir acidentes e evitar as doenças profissionais.
  • Mostre ao seu novo companheiro os perigos que o cercam no trabalho.
  • Cada acidente é uma lição que deve ser apreciada, para evitar maiores desgraças.
  • Todo o acidente tem uma causa que é preciso ser pesquisada, para evitar a sua repetição.
  • Se você for acidentado, procure logo o socorro médico adequado. Não deixe que "entendidos" e "curiosos" concorram para o agravamento de sua lesão.
  • Se você não é eletricista, não se meta a fazer serviços de eletricidade.
  • Procure o socorro médico imediato, se você for vítima de um acidente, amanhã será tarde demais.
  • As máquinas não respeitam ninguém; mas você deve respeitá-las.
  • Atenda às recomendações de seus mestres e chefes.
  • Conheça sempre as regras de segurança da seção onde você trabalha.
  • Conversa e discussão no trabalho predispõem a acidentes pela desatenção.
  • Leia e reflita sempre os ensinamentos contidos nos cartazes e avisos sobre prevenção de acidentes. 
  •  Os anéis, pulseiras, gravatas e mangas compridas não fazem parte do seu uniforme de trabalho.
  • Mantenha sempre as guardas protetoras das máquinas nos devidos lugares.
  • Pare a máquina quando tiver que consertá-la ou lubrificá-la.
  • Habitue-se a trabalhar protegido contra os acidentes. Use equipamentos de proteção adequados a seu serviço.
  • Conheça o manejo dos extintores e demais dispositivos de combate ao fogo existentes em seu local de trabalho. Você pode ter necessidade de usá-los algum dia. 

 NR06 - Considera-se Equipamento de Proteção Individual - EPI, todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho.

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