27 de novembro de 2017

Dia do Técnico de Segurança - 27 de Novembro


Parabéns a todos os prevencionista, a todos aqueles que zelam pela saúde e integridade física de outra pessoa.
Técnico de Segurança do Trabalho, profissional que não esquece nenhum detalhe para garantir a segurança de todos.
Nós do Blog SCN! reconhecemos seus esforços. Parabéns!

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7 de outubro de 2017

Diferença entre Laudo Técnico de Insalubridade e LTCAT


Aqui veremos 2 documentos completamente diferentes, é comum existir confusão entre eles, porém, depois da explicação não será mais um problema e saberemos para que serve cada um e quando eles se fazem necessários.

O LTI - Laudo Técnico de Insalubridade é um documento que tem como objetivo avaliar se os funcionários daquele estabelecimento trabalham expostos a agentes de risco ( agentes: físicos, químicos e biológicos ) que são capazes de causar danos a sua saúde, nos limites máximos de tolerância definidos pela NR15.

O LTI - Laudo Técnico de Insalubridade tem por objetivo principal, estabelecer se os funcionários tem direito a adicional de insalubridade, que podem variar de 10%, 20% ou 40% do salário mínimo ( dependendo do agente que estão expostos).

Para que se seja elaborado, existe o artigo 195 da CLT, que determiona que o profissional habilitado para isso são o Médico e o Engenheiro do Trabalho, podendo ser profissionais da empresa em questão ou podem ser profissionais contratos ( consultoria ).

Para que seja elaborado deve-se levar em conta os critérios da NR15, deve ter sugestões para eliminar ou reduzir a exposição dos funcionários a esses agentes de risco.





Sua importância se dá à atender as exigencias das Normas Regulamentadoras de Medicina e Segurança do Trabalho, e comprova se os funcionária da empresa em questão tem ou não o direito do adicional de insalubridade. Normalmente esse documento é solicitado em uma fiscalização trabalhista ou em ação judicial.


Porém, é uma grande ferramenta que avalia a necessidade de implementação de medidas para redução ou eliminação dos agentes que são prejudiciais a saúde e nesses medidas podem ser avaliados os EPI, mudanças de layout, substituição de insumos,  com isso gerando maior segurança e reduzindo o risco de doenças ocupacionais.

A diferença entre O LIT - Laudo Técnico de Insalubridade e o LTCAT - Laudo Técnico das Condições ambientais do Trabalho

Sempre se observou a confusão entre esses 2 documentos, porém, são documentos distintos, diferentes entre si. Podem ser solicitados para a mesma empresa em condições diferentes. ( um não substitui o outro ).





A exigencia do LTI - Laudo Técnico de Insalubridade vem do Ministério do Trabalho e Emprego, para que seja determoinado se existe o direito do pagamento de adicional de insalubridade naquela empresa.

O LTACT - Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho, por sua vez, é um documento exigido pelo INSS para a determinação de atividades de demandam aposentadoria especial. Está Fundamentado na Lei 8213/91 e NR15.
É por este documento que se preenche o PPP - Perfil Profissiográfico Previdenciário, que traz todo o histórico do funcionário nas questões de saúde do trabalho nos períodos em trabalhou.


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2 de setembro de 2017

Cinto de Segurança ( tipo Paraquedista )



Toda vez que você for fazer um trabalho em condições que possa ocorrer uma queda, use sempre o cinto de segurança.

O único cinto de segurança autorizado para uso nos trabalhos em altura é o cinto de segurança tipo pára-quedista. Este tipo de cinto distribui o peso do corpo em queda livre por vários pontos, entre os quais as duas coxas e o peito, assim, minimiza possíveis lesões na coluna pelo impacto de tração no estiramento do talabarte(cabo com gancho que prende o cinto).

Esta garantia não existe caso a pessoa esteja usando um cinto de segurança do tipo abdominal. O cinto do tipo abdominal(que envolver a cintura) somente poderá ser usado como limitador de distância horizontal.

Antes de se iniciar um trabalho em alturas deverá ser estudada uma ou mais formas seguras para se prender o cinto de segurança. Se não houver uma opção melhor deverá ser esticado um cabo de aço de dimensões adequadas(mínimo de 3/16") para que se possa prender o cinto e permitir o deslocamento do usuário.

Desta forma, trabalhos executados em pipe-rack, telhados e assemelhados somente poderão ser feitos com a fixação prévia deste cabo de aço, da mesma forma, que deverá ser preparado um "piso seguro" feito com pranchões sobre a estrutura do pipe-rack ou telhado.


Sob nenhuma hipótese deverão ser usadas cordas de fibras naturais ou sintéticas para prender o cinto ou para o deslocamento em alturas.

Nos deslocamentos verticais sem proteção com guarda corpo, deverá ser usado cinto de segurança conectado a um dispositivo trava-quedas.

Durante a montagem e desmontagem de andaimes deverá ser usado o cinto de segurança.

Os trabalhos feitos sobre andaimes também deverão prever o uso do cinto de segurança.



"Portar o cinto de segurança é diferente de usar o cinto de segurança. Use o seu, prenda-o adequadamente e preserve sua vida numa queda."


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GHE - Grupo Homogêneo de Exposição


Por esses dias eu estava tirando dúvidas de um TST que solicitou auxilio e conversamos sobre riscos na empresa e de como elaborar alguns programas, dessa conversar saiu a indicação de ser elaborar um GHE para melhor gerenciar os riscos.

E aí que mora o problema, o que é GHE?  Como eu faço?
Bom, vamos ver isso na decorrencia do artigo, tenham uma boa leitura.


A Instrução Normativa Nº 1 de, 20/12/1995 do MTE diz: 
"O grupo homogêneo de exposição corresponde a um grupo de trabalhadores que ficam expostos de modo semelhante, de forma que o resultado da avaliação da exposição de qualquer trabalhador, ou do grupo, seja representativo da exposição do restante dos trabalhadores do mesmo grupo."

GHE é a união das funções e trabalhadores em um grupo especifico em decorrencia de seus riscos, sendo assim se separa em um grupo todas as funções de atividades semelhantes e que tenham os mesmos riscos. Com isso o gerenciamento dos riscos fica mais facil.


Exemplo:
Em ma pequena oficina nós temos:
-Eletricisa e Auxiliar Eletricista;
-Mecânico e Auxiliar Mecânico;
-Soldador;

Quando for elaborado o Gerenciamento pelo GHE, ficará assim:

GHE01 - Elétrica
Eletricista e Auxiliar Eletricista

GHE02 - Mecânica
Mecânico e Auxliar Mecânico

GHE03 - Soldagem
Soldador

Quase pronto, a primeira parte do GHE está feita, essa é a parte da separação das funções com os mesmo riscos. Agora dentro desses GHE's que determinamos temos que colocar os riscos que cada função está exposta.


Ficando assim:

GHE01 - Elétrica
Eletricista e Auxiliar Eletricista
Riscos: de Acidente- Choque Elétrico (etc...)

GHE02 - Mecânica
Mecânico e Auxliar Mecânico
Riscos: Químico - Óleo, Graxa e Solventes (etc...)

GHE03 - Soldagem
Soldador
Riscos: Químico - Fumos Metálicos (etc...)

Aqui estou simplificando tudo, então estou apontado apenas um risco para facilitar o entendimento, porém, quando você for elaborar o GHE na sua empresa você deve abranger todos os rsicos para cada função.

Agora você pode gerenciar as medidas de controle necessárias para cada risco em questão, ficará mais ou menos assim:

GHE01 - Elétrica
Eletricista e Auxiliar Eletricista
Riscos: de Acidente- Choque Elétrico (etc...)
Medida de Controle: APR

GHE02 - Mecânica
Mecânico e Auxliar Mecânico
Riscos: Químico - Óleo, Graxa e Solventes (etc...)
Medida de Controle: Luvas e cremes

GHE03 - Soldagem
Soldador
Riscos: Químico - Fumos Metálicos (etc...)
Medida de Controle: Respirador para FM


Levantamento dos Riscos

O levantamento dos riscos é muito importante para que seu GHE fique funcional, após ele ser concluído teremos o inicio de um gerenciamento de riscos com maior clareza, podendo assim trabalhar na escolha da  avaliação que cabe ao risco (quantitativa ou qualitativa), escolha do melhor EPI e EPC, Monitoramento, elaboração e desenvolvimento de PPRA, LTCAT e qualquer outro programa necessário para conseguir minimizar os riscos de acidente na empresa.

Para que nosso GHE seja eficiente devemos observar alguns pontos como:

– Tipo do processo ou operação;
– Atividades ou tarefas dos trabalhadores;
– Agentes ambientais, fontes, sua trajetórias, os meios de propagação;
– Intensidade e concentração dos agentes de risco;
– Identificação e o número de trabalhadores;
– Frequência das ocorrências;
– Interferência de tarefas que aconteçam simultaneamente;
– Dados das prováveis exposições, levantados na fase de antecipação;
– Metas e prioridades de avaliação adequadas à realidade da empresa.

Com certeza teremos outros pontos importantes à abordar e eles são característicos de cada seguimento de trabalho ou ramo de atividade.

Com esse gerenciamento montado, você terá uma excelente ferramenta de gerenciamento e prevenção de riscos na sua empresa, devido a possíbilidade de reconhecimento rápido e aplicação da medida de controle adequada a cada risco que o funcionário esteja exposto.

Também será possível determinar: implantação de ação de melhoria, prazos para que ocorram as implantações e com isso minimizando os riscos de acidentes e doenças ocupacionais no ambiente de trabalho para cada GHE determinado e de modo geral na empresa.


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27 de julho de 2017

27 de Julho - Dia Nacional de Prevenção de Acidentes no Trabalho


Parabéns à todos que fazem valer a segurança no ambiente de trabalho, que fazem da prevenção uma regra de ouro em todos os âmbitos.
A Prevenção, ainda é a melhor forma de se evitar acidentes. Pratique!

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2 de julho de 2017

02 de Julho - Dia do Bombeiro Brasileiro


Dia do Bombeiro Brasileiro

Bombeiro, a unica profissão que jura dar sua vida em troca de outra.
Parabéns à todos os Bombeiros ( Homens e Mulheres ) que dedicam suas vidas à essa profissão nobre.
Me orgulho de fazer parte dessa família!



Fonte do Vídeo:  Nando Pinheiro 
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12 de abril de 2017

eSocial - Saúde Ocupacional e Segurança do Trabalho



O eSocial é um projeto do governo federal que vai unificar o envio de informações pelo empregador em relação aos seus empregados.
Ele incide sob todas a informações pertinentes em relação empresa X funcionário, sendo assim existem vários campos para preenchimento e com certeza esses campos geram duvidas.
Trouxe aqui algumas questões para quem tem alguma duvida e também os links da página do eSocial e do Pdf de Perguntas e Respostas - Empregadores em Geral    que é o arquivo onde você poderá tirar todas suas duvidas em relação ao lançamento de informações.

Segue algumas das questões que estão relacionada diretamente com a Saúde Ocupacional e Segurança do Trabalho.


Afastamento Afastamento
40. Quando o médico assistente não informar os dias de afastamento no atestado médico, como a empresa deve proceder? Exemplo: atestado com prazo indeterminado.
A resolução 1851/08 informa que é obrigatória a informação do tempo necessário para a recuperação do trabalhador afastado. No entanto, o médico do trabalho da empresa pode fixar a data. 

42. Informar o afastamento do trabalhador somente se for superior a 15 dias?
Todos os afastamentos previstos na Tabela 18 do eSocial devem ser informados, não importando se de apenas um dia, ou mais. A informação deve se referir à data em que se iniciou o afastamento do trabalhador. 

Acordo Coletivo 
58. Sobre o acordo coletivo, qual data é válida, a data em que ocorreu o aumento de salário (data base da categoria) ou a data de homologação do acordo, ou seja, a data que o acordo foi fechado?
A data da vigência do acordo ou convenção. 

CAT
61. O eSocial devolverá a CAT com o protocolo (o número da CAT) mesmo que parcial? 
O protocolo será retornado ao empregador para qualquer evento que tenha sido transmitido e que tenha passado pelas validações. 

65. Pode existir CAT sem ser por acidente de trabalho?
Não existe essa possibilidade.


67. De acordo com as instruções do eSocial, não será necessário o envio da CAT pelo atual sistema do INSS, somente pelo eSocial. Contudo, é no atual sistema do INSS que se gera a numeração da CAT. No arquivo S-2260 é solicitado o número da CAT de Origem (campo 66), nos casos de CAT de Reabertura, mas não é solicitada nenhuma outra identificação da CAT. Após o início do envio pelo eSocial, como a CAT será identificada? Pelo o próprio “número do recibo” do arquivo S-2260 (campo 7)? Ou será gerada uma numeração após o envio?
A CAT será identificada pelo próprio número de recibo de envio do evento. 

ASO
132. A inclusão dos riscos químicos, físicos, biológicos, ergonômicos e mecânico/acidentes, sem que haja campo específico para a empresa indicar quais os agentes mitigadores destes riscos, pode gerar interpretações equivocadas, tanto por parte da fiscalização quanto do próprio empregado, que terá acesso ao sistema e com base nessas informações poderá pleitear estabilidade por doença ocupacional. Os riscos ergonômicos e mecânico/acidentes não se inserem no conceito de agente nocivo.
As informações dos riscos são obrigatórias e a empresa possui os programas exigidos pelas NR's do MTE, para provar as ações de segurança. O fato de elencar os riscos não se traduz necessariamente em acidente de trabalho. 

133. No retorno do afastamento maior de 30 dias, existe a previsão do Exame de Retorno ao Trabalho. Na NR-7 e nas opções de exames ocupacionais (ASO) não existe a opção de Exame de Retorno ao Trabalho. Poderá ser utilizada a opção de monitorização pontual? Não seria o correto, mas é a alternativa?
A NR07 prevê:
7.4.1 O PCMSO deve incluir, entre outros, a realização obrigatória dos exames médicos:
a) Admissional;
b) Periódico;
c) De retorno ao trabalho;
d) De mudança de função;
e) Demissional. 

PPP
198. A partir da implantação do eSocial, já será disponibilizado PPP para impressão?
Após a implantação do eSocial não será mais exigido o PPP do empregado, uma vez que o INSS terá as informações necessárias em seu banco de dados. 

PPRA e PCMSO 
199. As alterações dos Programas de Prevenção dos Riscos Ambientais (PPRA) e de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) serão atualizadas com que frequência?
Com a mesma frequência com que as empresas já o fazem atualmente. Essas alterações devem ser informadas ao eSocial sempre que ocorrerem. 


EPI
213. Se o empregado possuir dois tipos de riscos diferentes, mas que utilizam o mesmo EPI para proteção, poderá ser enviado em registros diferentes o mesmo caEPI?
Sim, desde que o EPI se preste à proteção dos dois riscos. Não existe regra de validação restringindo múltiplos caEPI iguais. Entretanto, nada se acrescenta, uma vez que não há vinculação entre o registro "Fatores de Risco" e o registro "EPI". Isto é, não há como traçar uma relação entre os dois registros.


Para maiores informações, acessem os links a baixo.




Entenda um pouquinho o eSocial




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Sobre as NR's - parte #8



41) A eleição pode ser anulada ?
Sim, desde que constatado alguma irregularidade na sua realização.

42) Por quanto tempo deve durar o mandato dos membros da CIPA ?
Terá a duração de 01(um) ano, permitida uma reeleição.

43) Quando é que o membro de CIPA perde o direito a reeleição ?
Quando o mesmo participa de menos da metade do número de reuniões da CIPA.

44) Quando ocorre de o membro titular perder o mandato ?
Quando o mesmo faltar a mais de 04(quatro) reuniões ordinárias sem justificativa.

45) Quem deve designar o Presidente da CIPA ?
O empregador .

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Sobre as NR's - parte #7



36) Por quantos mandatos consecutivos poderão ser reconduzidos os membros titulares da CIPA representantes do empregador ?
Por até dois mandatos.

37) Quando é que deve ser procedido o registro da CIPA no órgão regional do MTb ?
Até 10(dez) dias após a eleição.

38) Quais documentos devem ser apresentados quando do pedido de registro da CIPA ?
Cópia da ata de eleição, cópia da ata de instalação e posse, o calendário das reuniões ordinárias, onde deve constar o dia, mês, hora e local de realização das reuniões.

39) Qual é o procedimento legal para compor a representação, titulares e suplentes, dos empregados na CIPA ?
Através de eleição por escrutínio secreto.

40) Como deve ser realizada a eleição dos membros representantes dos empregados na CIPA ?
Deverá ser realizada durante o expediente normal da empresa, respeitados os turnos, e será obrigatória, devendo ter a participação de, no mínimo, a metade mais um do número de empregados de cada setor.

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Segurança do Trabalho no Trânsito



Todos os dias a todo momento nos deparamos com riscos os mais variados e, muitos deles estão fora do trabalho, estão na nossa casa, no convívio social e no dia a dia do trânsito.

Cada um de nós, diariamente percorre grandes distâncias para chegar e voltar do trabalho, muitas vezes é preciso inclusive, irmos de uma área de trabalho para outra de automóvel ou de moto.

Dessa forma, estamos freqüentemente convivendo com os riscos das ruas e estradas. Seguidamente ficamos sabendo que um colega, um amigo próximo ou até mesmo um familiar se envolveu num acidente de trânsito.

Nós todos sabemos o quanto é importante reduzirmos os transtornos provocados por esses acidentes, só que eles continuam acontecendo e muitos de nós permanecemos pensando que essas coisas acontecem apenas com os outros, conosco dificilmente acontecerá.

Até onde vamos nessa condição? O quê podemos fazer para contribuir com números melhores, com situações menos arriscadas e com menos sofrimentos e prejuízos ?

Nada muda sem metas e objetivos definidos. Somente mudamos alguma coisa quando assumimos responsabilidades, isso pressupõe fazer alguma coisa mesmo que signifique fazer o mínimo.

Melhorar a segurança do trânsito - essa meta é nossa. Como vamos alcançá-la?
  • Respeitar os outros, as regras e a sinalização é um bom começo;
  • Não ingerir bebida alcoólica antes de dirigir;
  • Responsabilizar-se pelo veículo mantendo-o em boas condições de manutenção;
  • Não usar o automóvel para exibição e sim para deslocamentos tranquilos;
  • Colaborar com campanhas de prevenção orientando os desatentos, comprometendo todos na busca pela preservação da vida;
  • Sempre que puder, pensar no assunto e assumir uma postura de mudança.


"Pense nisso, comente com seus colegas. Isso valerá a pena!"


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Planejar Antes de Executar


Antes de executar uma tarefa estude detalhadamente todos os aspectos de segurança envolvidos.
Muitos acidentes podem ser evitados se isto for praticado no dia a dia. 
Nenhuma tarefa é tão importante e urgente que não possa ser planejada e executada com segurança.

Discuta com seu encarregado os seguintes aspectos antes de iniciar uma tarefa:

  • Haverá trabalhos em locais elevados? 
  • Será necessário montar andaime? 
  • O andaime está em perfeitas condições, protegido contra queda de pessoas e materiais?


  • Ocorrerá trabalho em espaço confinado? 
  • Foram tomadas todas as medidas de proteção em conjunto com a operação? 
  • Haverá a necessidade de providenciar exaustão e ventilação? 
  • Onde colocar? 
  • Quem irá instalar? 
  • Como irá instalar? 
  • Quando irá instalar? 
  • Haverá a necessidade de suprimento de ar para respiração? 
  • Quem, como, quando e onde irá instalar?


  • Haverá a necessidade do uso de quais EPI's?
  • Haverá a necessidade de instalar algum esquema especial de prevenção contra incêndio? 
  • Qual? 
  • Onde instalar? 
  • Quem irá providenciar?
  • Haverá a necessidade de providenciar algum recurso para eventual remoção de acidentado?
  • Que outros profissionais, equipamentos, ferramentas e máquinas serão necessários?
  • Para cada etapa de execução da tarefa quais são os possíveis riscos de acidentes?
  • Para cada um dos riscos possíveis quais são as medidas de prevenção que devem ser adotadas?


Esse com certeza é o questionamento mais simples que podemos fazer antes de qualquer trabalho que tenha riscos, questionamento simples e o mais preventivo possível. 

Lembre-se: Com poucas perguntas se consegue eliminar vários riscos e garantir a saúde e integridade do funcionário.

"Você não é somente mão de obra, você também pensa, dá sugestões, propõe alternativas e, é o maior responsável pelo sucesso do seu trabalho. Tudo depende de você - pense nisto!"


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6 de abril de 2017

Abril - Mês da Prevenção e Segurança no Trabalho


O movimento Abril Verde reúne diversas entidades relacionadas à saúde e ao mundo do trabalho e tem por objetivo pautar a temática da segurança e saúde do trabalhador brasileiro. 
O mês foi escolhido para discutir o tema por conter as datas importantes: Dia Mundial da Saúde, no dia 7, e Dia Mundial em Memória às Vítimas de Acidentes do Trabalho, no dia 28, pela Organização Internacional do Trabalho (OIT). 

Para maiores informação sobre o movimento Abril Verde



Dia Mundial - No Brasil, desde 2005, com a sanção da Lei nº 11.121, o dia 28 é lembrado como Dia Nacional em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho. A Organização Internacional do Trabalho (OIT) denomina esse dia, desde 2003, como Dia Mundial de Segurança e Saúde no Trabalho.


" Pela Saúde e Segurança do Trabalhador"




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29 de março de 2017

Designado de Cipa - NR5



Hoje vamos tratar sobre o Designado de Cipa, vamos ver quem ele é, o que faz etc. Venho recebendo algumas solicitações para falar sobre essa atribuição e ainda não tinha conseguido falar sobre isso, mas agora vamos desvendar a atribuição do Designado.

Uma coisa que devemos entender é que a Cipa ( formato convencional ) e Designado de Cipa, são a mesma coisa. Apesar de que o Designado trabalha sozinho em todas as atribuições de uma cipa "convencional".

Toda empresa tem que constituir sua Cipa, independente de ser em formato convencional ou por Designado. Está lá na NR05.

Transcrição da NR05 Cipa
5.2 Devem constituir CIPA, por estabelecimento, e mantê-la em regular funcionamento as empresas privadas, públicas, sociedades de economia mista, órgãos da administração direta e indireta, instituições beneficentes, associações recreativas, cooperativas, bem como outras instituições que admitam trabalhadores como empregados.
5.6.4 Quando o estabelecimento não se enquadrar no Quadro I, a empresa designará um responsável pelo cumprimento dos objetivos desta NR, podendo ser adotados mecanismos de participação dos empregados, através de negociação coletiva. 

O que tudo isso quer dizer?
Quer dizer que quando se tem um estabelecimento em funcionamento e se conta com empregados, e mesmo que a empresa não se enquadre no Quadro I na NR05, ela tem que Designar um funcionário para cuidar das questões voltadas a Cipa.


O Designado de Cipa deve fazer o que?
Ele deverá fazer todas as atribuições previstas na NR05, com exceção de Reuniões Ordinárias ( pois ele é apenas 1 ). Do restante ele fará tudo, Relatórios de Segurança, Inspeção de Segurança, Indicar melhorias, Apontar pontos fracos ou de Risco na Empresa, entre tantas outras atividades.


Quem poderá ser o Designado de Cipa?
Para ser o Designado, esse funcionário deverá celetista, isso é, ser um funcionário contratado em regime CLT. Não importa o cargo que ocupa.


Como vou saber qual dos funcionário é melhor para essa atribuição?
Aqui temos um ponto positivo por que podemos escolher a pessoa, como ele é designado e quem designa é o empregador, então você deverá selecionar pela afinidade que a pessoa tenha com os interesses da empresa, em segurança de modo coletivo, que seja pró ativo e que tenha visão de coletividade.

Como Protocolo a Designação no M.T.E?
A NR05 passou por alterações em 2011 e a partir dessas alterações, não é mais necessário protocolar a documentação da Cipa no Ministério do Trabalho ou em suas Regionais.
Ao sindicato só é necessário enviar documento informando o inicio do processo eleitoral como trata o item: 5.38.1.
Nesse processo de Designado não tem Processo Eleitoral, pois iremos designar 1 unica pessoa, então não é necessário comunicar.


Designado de Cipa tem Estabilidade de Emprego?
Ele não tem, pois esse "benefício" somente é válido para o modo convencional de Cipa, onde temos uma eleição com cipeiros eleitos pelos funcionários, como aponta o item 5.8.

É necessário documento para a Posse do Designado?
Sempre é bom documentar e essa etapa deve ser documentada também. Nesse caso deve-se utilizar um formulário simples que aponte o empossamento do designado.
Esse formulário deverá ser preenchido pela empresa e assinado pela empresa e pelo designado, sendo esse formulário guardado na empresa junto dos documentos referentes a cipa ( Designado de Cipa ). 
O designado terá mandato de 01 ( um ) ano, como se fosse uma cipa convencional. Ele poderá ter vários mandatos seguidos.

Como se deve fazer o Treinamento de Designado de Cipa?
Deve ser o mesmo treinamento que fosse ser feito a uma cipa convencional, devemos adequar o treinamento de cipa ás realidades da empresa. Deverá constar o conteúdo do item 5.33 alínea "A até G".
Deve conter a mesma carga horário do treinamento convencional, 20 horas.


Passo a passo para Regularizar o Designado de Cipa
Sim, existe um passo a passo até que bem simples para que possamos regularizar esse designado de cipa na empresa.

Dimensionamento da Cipa
Deverá ser feito o dimensionamento da cipa como aponta o item 5.6 da NR05. Esse dimensionamento irá apontar como será o dimensionamento de indicados e votados.
Se não for necessário ter Cipa Convencional aí sim iniciamos o processo para o designado.
Elaborar Formulário de Designado de Cipa, preencher e assinar.
Deverá ser feito o treinamento para o designado com a mesma carga horária da Cipa convencional, 20 horas, deverá ocorrer durante horário de trabalho.
Gerar uma pasta, um prontuario referente ao Designado de Cipa e tudo o que ele realizar em prol da NR05. Isso deverá ficar guardado na empresa à disposição da fiscalização do Ministério do Trabalho.

Segue Formulário de Designado de Cipa para Download Grátis.

 Formulário de Designado de Cipa


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Bons estudos!

Vou deixar alguns links aqui do Blog com materiais que vão ser muito uteis para quem quiser conhecer mais sobre Cipa.




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8 de março de 2017

08/03 - Dia Internacional da Mulher



Que todos os dias sejam celebrados a delicadeza e  a beleza que se traduzem na força de ser mulher!

Parabéns à todas as mulheres.

Equipe Blog SNC!

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6 de março de 2017

INSS - Comunicação de Acidente de Trabalho ( Não é mais Obrigatória? )


A comunicação de Acidente de trabalho com afastamento de até 15 dias e acidentes de percurso não serão mais obrigatórias suas comunicações.

Não vejo como isso pode ser algo bom para o trabalhador, mesmo para o empregador que fica desobrigado de comunicar, mas não de cumprir com qualquer pagamento que eventualmente seja necessário.

Essa é uma notícia um tanto chata ( e polemica ), pois hoje em dia muitos dos empregadores não fazem a CAT - Comunicação de Acidente de Trabalho e como vai ficar agora com essa desobrigação?

Amigos leitores, vamos ficar de olho bem aberto no que vem daqui para frente em termos de legislação trabalhista e previdenciária.


Leia a matéria na Integra, acesse o link   

Fonte: Matéria Previdência Social

Assista ao vídeo




Fonte: Vídeo Matéria Rede TVT

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4 de março de 2017

Lockout / Tagout- Bloqueio e Etiquetagem ( parte 2 )



Aqui no blog, já escrevi sobre esse assunto, irei falar mais um pouquinho sobre ele, mais dessa vez irei falar um pouco sobre procedimentos.

Se você não viu o primeiro artigo, acesse o link Lockout / Tagout- Bloqueio e Etiquetagem  e leia o artigo todo, faça o download grátis que disponibilizo, dessa forma você já terá um bom material referente a Lockout / Tagout- Bloqueio e Etiquetagem. 




Hoje, aqui nesse artigo quero complementar o outro artigo e com isso deixar um material mais abrangente à quem se interessar. Sendo assim irei abordar a área de procedimentos escritos e sua aplicação na empresa para se ter o Bloqueio e a Etiquetagem feitos de forma correta.

Muitas empresa já aplicam procedimentos iguais a esse (Lockout - Tagout), mas ele pode ter outros nomes como: LOTO, LIBRA, Bloqueio etc. Na verdade o nome não importa muito, o que realmente importa é o procedimento de bloqueio e etiquetagem que deve ser utilizado de forma correta e documentada.

O Procedimento de Etiquetamento, Bloqueio e Testes deve sempre ser utilizado em conjunto com uma APR - Analise Preliminar de Risco, Check-List de Equipamentos ( EPI-EPC ) que deverão ser utilizados para o trabalho e o Cartão de Impedimento preenchido de forma correta.

Cartão de Bloqueio
O procedimento visa prevenir acidentes com pessoas ou equipamentos, evitando operações indevidas durante o processo de manutenção ou testes em equipamentos elétricos, mecânicos, pneumáticos e hidráulicos.

Central de Bloqueio

Todos os envolvidos na tarefa deverão estar identificados no procedimento de etiquetamento, bloqueio e testes ( Nome, Matricula, Assinatura ).


Multi Trava

Ao final do serviço, quando tudo estiver em ordem, o procedimento de etiquetamento, bloqueio e testes junto com a APR, Check-list e o cartão de Impedimento utilizado, deverão ser entregues ao departamento de segurança do trabalho a fim de ser arquivado junto do prontuario do serviço realizado.

O cartão de Impedimento é uma ferramenta a mais para ser utilizada a fim de garantir a saúde e integridade dos trabalhadores.


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O cartão de impedimento deverá ser fixado de maneira segura, em caixas de fusíveis, válvulas, tanques, máquinas, painéis, etc.

Só poderá ser retirado após a anotação do término da operação, pelo responsável pela interdição.

A liberação em outros turnos somente poderá ocorrer, se o responsável do outro turno estiver convicto da existência de condições de segurança para o desimpedimento.

A violação do cartão de impedimento implicará em punição nos termos da lei.

Quando se der o termino dos trabalhos, o cartão juntamente com os demais documentos deverão ser entregues à segurança do trabalho por um de período mínimo de cinco ( 05 ) dias, para possíveis averiguações. Após esse período, arquivamento no prontuario do serviço.

Cofre ou Caixa de Bloqueio

Devo lembrar que para cada atividade voltada a esses serviços, devemos nos atentar para o treinamento que esse pessoal deve receber, que devem ser:

  • Lockout / Tagout- Bloqueio e Etiquetagem;
  • NR10 - Básico;
  • NR10 - Sep;
  • NR12 - Maquinas e Equipamentos;
  • NR33 - Segurança em Espaços Confinados;
  • NR35 - Segurança nos Trabalhos em Altura;

e qualquer outro que se faça necessário dentro da atividade a ser desempenhada.

Vou deixar logo a baixo material para Download Grátis, estou deixando um material de cartão de bloqueio e uma APR.

 Cartão Bloqueio e APR

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1 de março de 2017

Reconhecendo um AVC



O que é um AVC?
AVC (Acidente Vascular Cerebral) ou popularmente conhecido como "derrame", causa alteração repentina da circulação sanguínea no cérebro, causando evento agudo potencialmente grave. Faz uma vítima a cada cinco minutos no Brasil, sendo a maioria delas formada por mulheres.

Ele pode ser isquêmico ou hemorrágico, isto é:

AVC Isquêmico (AVCi) é quando existe a obstrução do vaso sanguíneo no cérebro. É bem mais comum que o hemorrágico (cerca de 80% de todos os AVC´s). Pode ocorrer um qualquer região do cérebro.



AVC Hemorrágico (AVCh) é quando existe a ruptura de vaso sanguíneo no cérebro. Cerca de 20 % doa AVC´s são hemorrágicos. Geralmente estão associados a hipertensão arterial mal controlada.



Com isso se dá a alteração repentina da circulação sanguínea no cérebro, causando evento agudo potencialmente grave.
Deve ser identificado e o mais rápido possível a fim de se dar o tratamento adequado, para minimizar o risco de vida ou de sequelas graves.



Quem tem maior chance ou risco de ter AVC?

Pessoas em maior risco de ter um AVC é aquele com mais de 50 anos e com fatores de risco: Cardiovasculares;
Diabetes;
Colesterol Alto; 
Hipertensão Arterial Sistêmica; 
Obesidade;
Tabagismo; 
Doenças cardíacas com ICC (insuficiência Cardíaca Congestiva) ou arritmias (principalmente fibrilação atrial);
entre outros.
Todos os fatores de risco reversíveis devem ser monitorados e controlados.



Sintomas de um AVC

Fraqueza facial com dificuldade para sorrir e canto da boca ou olhos com aparência caída.
Fraqueza nas pernas em um dos lados do corpo.
Dificuldade para articular palavras, assim como para entender o que as pessoas dizem. Às vezes as pessoas ao redor não entende claramente o que a outra está falando, confusão mental.
Perda de visão, de um ou dos dois olhos.
Tontura e desequilíbrio.
Dor de cabeça forte e perpétua.
Dificuldade para movimentar os braços.

Como identificar um AVC?

Existem algumas maneiras simples de identificar alguém que está com suspeita de AVC. Veja abaixo como verificar os sintomas de AVC:
- Peça para que a pessoa sorria com força e assim observe a simetria de sua face. 
- Peça que levante os dois braços e que mantenha ambos alinhados. Observe se ocorrerá a queda de algum deles.
- Peça que a pessoa responda a uma pergunta simples, caso ocorra alteração do discurso ou da voz algo de errado pode estar acontecendo.



Fazendo Prevenção

O melhor tratamento para o AVC é identificar e tratar os fatores de risco como a hipertensão, aterosclerose, o diabetes mellitus, o colesterol elevado, parar o tabagismo e o etilismo, além de reconhecer e tratar problemas cardíacos.  Essa é prevenção primária.


Se houver atendimento médico rápido, dentro de um determinado tempo, a área afetada poderá ser normalizada. Essa é prevenção secundária.



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19 de fevereiro de 2017

Não use o Celular enquanto dirige



É grande número de acidentes causados por condutores que se utilizam de celulares ao volante. Tenho recebido bastante solicitação de palestras de conscientização sobre esse tema para empresas de logística, transportadoras, sucroalcooleiras e de transporte de passageiros. ( Sim, transporte de passageiros.)

Assista ao vídeo e deixe seu comentário a respeito. 


Não use o celular no trânsito.

Esse tema, sim é, relacionado a segurança do trabalho. Pois afeta a integridade e saúde de varias pessoas e aquelas que desenvolvem atividade remunerada, isto é, trabalham para alguma empresa conduzindo seus caminhões, ônibus, vans ou carros.

PRF/Divulgação Campanha
da Polícia Rodoviária Federal pretende reduzir uso de celular por motoristas e pedestres.


Nós da segurança do trabalho devemos encontrar a melhor forma de gerar a conscientização desse funcionários para que de alguma forma possamos reduzir os acidentes causados por esse tipo de negligencia.

Quando o condutor olha para a tela do seu celular, dura em média 23 segundos. Isso quer dizer, que se o veículo estiver a uma velocidade de 60km  por hora, esse condutor terá percorrido cerca de 380 metros sem prestar atenção na via.



Se o veículo estiver a 100km por hora, serão cerca de 640 metros sem prestar atenção na via. Em veículos mais pesados como caminhões e ônibus por exemplo, essa atitude aumenta em 23 vezes o risco de se gerar um acidente.


Estudos apontam que 1 em cada 3 acidentes que acontecem no Brasil são devido ao uso incorreto do aparelho celular, ou seja, a melhor prevenção é o bom senso. Jamais deve-se admitir ao condutores falar ao telefone ou checar mensagens enquanto dirige. 

Para o NHTSA, o departamento de trânsito dos Estados Unidos, usar dispositivos móveis enquanto dirige pode aumentar em até 400% o risco de acidente. De acordo com especialistas, é um risco muito maior que se o motorista estiver embriagado.

O tempo necessário só para pegar o celular e conferir o número de quem está chamando é de 4,5 segundos. Para reagir diante de um imprevisto no caminho com uma freada, o motorista leva 2,5 segundos se o veículo estiver a 100 quilômetros por hora, sendo 1,5 segundos para perceber o obstáculo e 1 segundo para começar a executar a reação. Os dados são da Faculdade de Engenharia Industrial (FEI) de São Paulo.



Então entendemos que se perde um tempo precioso visualizando quem chama e não prestando atenção na via.

Pense nos outros! Os acidentes de trânsito geralmente envolvem terceiros. A irresponsabilidade de não cumprir com a lei pode acabar prejudicando pessoas que não tem nada a ver com a sua negligência ao volante.

Hoje, se você for autuado usando o celular enquanto dirige, será considerado infração gravíssima.
Vale notar que o uso de celular não inclui apenas falar ao telefone, mas também usar smartphones para enviar mensagens em apps como WhatsApp e Facebook, tirar fotos, entre outras coisas.

Pense na vida das outras pessoas!


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14 de fevereiro de 2017

Descrição de Cargo e Função



A descrição de cargo ou função é pratica bastante conhecida em segurança do trabalho, mais não só na segurança, também é quesito importante para quem atua no RH e Qualidade seguindo os preceitos das ISOs, nesse caso a ISO 9001.

Tendo em vista a grande solicitação de explicação referente a esse assunto, vou comentar um pouco como se faz a descrição de Cargo e Função para as ordens de serviço ( O.S ), que mais tarde servirão para a elaboração de outros documentos que necessitem delas como o PPRA por exemplo.

Você precisa ter não só a descrição do cargo e atividades a serem exercidas como também, ter uma "ficha" completa referente a todos esses dados, entre eles Identificação de Cargo já existente, Localização do Cargo, Descrição de Competências.

Não existe uma maneira simplicidade de ser fazer isso, realmente você terá que ir até o setor, irá analisar  o cargo e função que provavelmente já existem e daí sim, irá descrever de forma criteriosa.
Comece as descrições de cargo pelos cargos de gerência, pois quando o profissional que irá fazer as descrições tem um conhecimento global de cada área, a descrição dos demais cargos torna-se mais fácil.


1 - O que é uma Descrição de Cargo ou Função?
É descrever, especificar, dizer exatamente aquilo o que é necessário para ocupar aquele cargo. 

Sendo assim você terá que apontar as Habilidades, as responsabilidades, os requisitos, as atribuições e também onde se localiza o cargo em questão.

Isso deve ser realizado com o auxilio de quem já desempenha a função, com apoio do RH e até da diretoria.

2 - Para que serve a Descrição de Cargo ou Função?
A descrição do cargo ou função serve para mostrar quais requisitos são necessários para se ocupar o cargo em questão, isso em gestão de pessoas é muito importante.

Esse documento é de grande importância na empresa, pois ele irá auxiliar na elaboração de outros documentos como o PPRA, Investigação de Acidentes, Mapa de Risco, Analise Ergonômica Ordem de Serviço e tantos outros.

3 - Como faço a Descrição de Cargo ou Função?
Não é uma tarefa difícil, mas necessita de atenção e observação crítica a fim de descrever com veracidade aquilo que se observa e que teremos como atividades de uma determinada função.

Para que a descrição aconteça, podemos dividir o serviço em 3 etapas para facilitar, que são:
  • Identificação de Cargo já existente ou não ; 
  • Localização do Cargo; 
  • Descrição de Competências.


1 - Identificação de Cargo já existente
Devemos começar pelos cargos já existentes, deve ser feito um organograma funcional, é mais fácil para determinar as funções e a hierarquia desses cargos.

Quando existir a necessidade de criar um cargo ou função nova, aí sim iremos pontuar no organograma aquele cargo ou função, com seu superior hierárquico.

Use o termo “Ajudante” quando aquele colaborador ajudar a uma pessoa, por exemplo: Ajudante de Mecânico e Ajudante de Eletricista e o termo “Auxiliar” quando um empregado auxilia numa tarefa.

2 - Localização do Cargo
Aqui devemos identificar qual é o cargo ( Nome do Cargo ), deve ser criterioso, escreva o nome do cargo por completo, sem cortes e nem abreviações - exemplo: Técnico de Segurança do Trabalho ou Analista de Recursos Humanos Junior, isso facilita na identificação de cada função.

Defina o setor ao qual pertence aquela função, por exemplo Setor: Segurança do Trabalho - Função: Técnico de Segurança do Trabalho.

Identifique quem é o superior imediato daquela função, como no nosso exemplo - Técnico de Segurança do Trabalho sempre responde ao Engenheiro de Segurança do Trabalho. Esses critérios deverão ser realizados com base na realidade laboral da empresa.

3 - Descrição de Competências
Devemos pontuar as funções e suas responsabilidades, a formação escolar mínima para a função, as habilidades necessárias, os cursos e conhecimentos necessários e também o tempo de experiencia desejável.

Simples, fácil e rápido. Mas lembre-se, sempre deve apontar a realidade da empresa.

Estou disponibilizando um modelo de descrição de cargo ou função para Download Grátis.

Descrição Cargo e Função


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12 de janeiro de 2017

Escala de Ringelmann - Fumaça Preta



Como já vimos em artigo anterior, falei sobre o desenvolvimento do método de Escala Ringelmann, de quando, quem criou, por que ? e etc...

Se você não leu esse artigo, aqui está o link, acesse e compreenda um pouco mais.  

Leia clicando aqui  Controle e Monitoramento da emissão de fumaça preta

A partir desse artigo, eu tive grande procura por informações relacionadas, como desenvolver os laudos e o monitoramento da fumaça preta com a Escala de Ringelmann. De como seria o procedimento utilizando a escala de Ringelmann.

Sendo assim resolvi fazer esse novo artigo para complementar o anterior e trouxe alguns arquivos e planilha para o monitoramento e acompanhamento do enegrecimento da fumaça. 

Esse arquivos servem para se fazer o acompanhamento tanto em maquinas, equipamentos e veículo com motor a diesel quanto podem ser aplicados na indústria também, mas nesse caso deve-se fazer algumas adaptação nos arquivos para ficarem ao contento da situação.

Temos 4 arquivos para trabalhar com o monitoramento da fumaça preta:

1 - Instrução de Trabalho em Gestão Ambiental com Escala de Ringelmann;
Aqui temos a instrução de monitoramento, o documento base para a gestão ambiental e onde vamos anexar todos os outros arquivos após monitoramento.

2 - Planilha de Monitoramento de fumaça preta;
Essa planilha servirá para nos manter sempre informados quanto a nossa frota de caminhões, tratores, caminhonetes, enfim ela irá nos mantém informados em relação à todos os veículos, pode ser adaptada para maquinas e equipamentos.

3 - Anexo I - Tabela de Monitoramento e Índice de Fumaça Preta;
Deve ser preenchida como os dados que a mesma solicita e com as avaliações encontradas após monitoramento com o uso da Escala de Ringelmann.

4 - Anexo II - Escala de Ringelmann;
Esse Anexo tem como caráter informativo, ele deverá estar anexado ao documento base como prova de que foi utilizado a Escala de Ringelmann como base de Monitoramento. ( Você deve comprar as Escalas de Ringelmann para fazer o uso, pois se fizer a impressão dessa, não terá a mesma intensidade de cores como na Escala Original.).

Como quase ninguém sabe onde adquirir as Escalas de Ringuelmann, aí segue link da Cetesb, onde é possível adquirir sem complicação. Ou procure pelo órgão ambiental do seu estado.

Link de Onde comprar o cartão de Escala de Ringelmann

Também temos duas publicações de portarias referentes ao assunto da fumaça preta, os mesmo são bons para o estudo da legislação onde aponta a preocupação do governo em relação a poluição causada pelos motores a diesel e o controle e monitoramento dessa fumaça com o auxilio da Escala de Ringuelmann.

Portaria 38/14 do DENATRAN divulga os limites de emissões de gases e os procedimentos para a fiscalização de veículos do ciclo diesel e do ciclo otto, motociclos e assemelhados do ciclo Otto,  conforme a Resolução CONTRAN n° 452, de 26 de setembro de 2013.( Dispõe  sobre  os  procedimentos  a serem adotados  pelas autoridades  de  trânsito  e  seus  agentes  na fiscalização  das emissões de gases de escapamento de veículos automotores de que trata o artigo  231, inciso  III,  do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). 

- Link Portaria 38/14

- Link Instrução Normativa IBAMA nº 06/10

- Link Resolução CONTRAN n° 452, de 26 de setembro de 2013

A poluição que é causada pela fumaça preta, não é só um problema ambiental. Essa questão é latente em outros setores como a Segurança do Trabalho e do Conselho Nacional de Trânsito.

Em qualquer um desse setores o excesso dessa fumaça em níveis não conformes serão passivos para a geração de multas e outros procedimentos punitivos.

Bônus
Nas minhas pesquisas pela internet acabei encontrando um App para smartphone que auxilia no monitoramento da fumaça preta.
O APP você pode baixar sem custos. Você recebe 5 créditos para os testes. O sistema é baseado em créditos, cada foto tirada equivale a 1 crédito.
Os créditos podem ser recarregados dentro do Portal, no mesmo, você terá acesso ao laudo e muitas outras coisas. O APP, faz a aferição; O Portal, configurações e impressão do laudo.

Segue para Download Gratuito os arquivos e a planilha para Gestão Ambiental da Fumaça Preta. 


Ringelmann


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