28 de agosto de 2013

28 de Agosto - Dia Nacional do Voluntário

 
No dia 28 de agosto de 1985 foi decretado o Dia Nacional do Voluntário no Brasil. A Organizações das Nações Unidas instituiu o dia 5 de dezembro como Dia Internacional do Voluntário.As datas buscam reconhecer e destacar o trabalho das pessoas que doam tempo, trabalho e talento, de maneira voluntária, para causas de interesse social e para o bem da comunidade.

Quando pensamos na ação voluntária, associamos imediatamente à ideia de alguém numa situação superior que vai de encontro ao inferior, ao carente, ao necessitado de ajuda. E é normal que pensemos assim.

No episódio das torres gêmeas, em Nova Iorque, por exemplo, assistimos muitas pessoas auxiliando os bombeiros a tentar achar sobreviventes entre os destroços e mesmo a limpar a área atingida.

Uma imagem que nos faz pensar no que foi dito acima: pessoas que estão livre do problema em questão ajudando os que se encontram em situação difícil.

Mas acontece que o ato do voluntariado é algo bem mais profundo e sensível.

Estendermos as mãos ao próximo, ao semelhante, é um ato que exige primeiro coragem, ou seja, disposição em se comprometer, em doar seu tempo ou seu talento, segundo generosidade, que também pode ser entendida como real solidariedade, aquela que não espera nada em troca, e terceiro que enfrentemos nossa própria fraqueza.

E estar diante da própria fraqueza é admitir que, ao ajudar, queremos nos sentir melhores, curar nossas próprias feridas, superar nossas próprias limitações.

O ato voluntário, por isso, é antes de tudo - ou deve ser antes de tudo - um ato impensado, mas não impensado no sentido de não refletir (ao contrário! Exige de nós muita reflexão e equilíbrio interior), mas impensado no sentido de se lançar.

De se jogar de peito aberto.

Como quem diante de uma grande onda, ao invés de recuar, mergulha.

Parabéns aos Voluntários!

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25 de agosto de 2013

Ficha de segurança para resíduos químicos FDSR

 
Levamos uma breve explicação do que é e de como confeccionar as FDSR - ficha de segurança para resíduos químicos, preste atenção nos campos que são necessário conter.


O que é a FDSR?
É a ficha com dados de segurança de resíduos químicos (FDSR) com o seu respectivo rótulo. Foi criada pela ABNT NBR 16725: “Resíduo químico – Informações sobre segurança, saúde e meio ambiente – Ficha com dados de segurança de resíduos químicos (FDSR) e rotulagem”.

Para que serve a FDSR?
A FDSR fornece informações sobre vários aspectos de resíduos químicos quanto à proteção, à segurança, à saúde e ao meio ambiente; recomendações sobre medidas de precaução e de emergência.

Quem faz a FDSR?
O gerador do resíduo químico é responsável pela confecção da FDSR com informações sobre os perigos, incluindo informações sobre o , manuseio, armazenagem e procedimentos de emergência.

Para quem é a FDSR?
Para o receptor do resíduo químico, trabalhadores empregadores, profissionais, profissionais da saúde e segurança, pessoal de emergência, agências governamentais, instituições, serviços e outras pessoas envolvidas com o resíduo químico.

Aplica-se a quê?
a) Aos resíduos químicos classificados como perigosos pela ABNT NBR 1004:2004 e/ou pela Regulamentações de Transporte de Produtos Perigosos e suas instruções complementares;

b) Materiais contaminados com produtos ou resíduos químicos, tais como: embalagens, filtros e etc.

Alguns aspectos gerais importantes para a confecção da Ficha Rótulo da FDSR

· Gerador deve tornar disponível ao receptor e ao usuário um rótulo e uma FDSR completos e atualizados;
· O rótulo e a FDSR constituem parte da informação necessária para elaboração de um programa de segurança, saúde e meio ambiente.

Como apresentar um rótulo e uma FDSR?

Escritos na língua portuguesa (Brasil), de forma legível, compreensível, clara e concisa. Recomendam-se frases comuns de fácil entendimento.

Aspectos específicos da ficha (FDSR)
· Não é necessário informar a composição completa do resíduo químico;
· Obrigatório informar os perigos do resíduo, ainda que confidenciais;
· Informações devem ser expressas pelo Sistema Internacional de Unidades;
· O modelo da FISPQ pode ser utilizado para a confecção da FDSR;
· Para resíduos químicos classificados como não perigosos, a FDSR não é obrigatória.

Aspectos específicos do Rótulo
· Material resistente ao manuseio, transporte e armazenagem até a destinação final;
· A rotulagem deve ser específica e exclusiva ao resíduo químico contido em uma embalagem;
· Ter informações e imagens claras que não induzam ao erro.

Como elaborar uma FDSR?
a) Cada página deve conter em seu cabeçalho:
· O nome do resíduo igual a do rótulo;
· O número total de páginas ou indicar o número da página atual;
· A data deve ser da última revisão.

b) É obrigatório ter 13 seções separadas claramente:
· Os títulos e subtítulos devem ser apresentados em destaque;
· Os subtítulos não são obrigatórios;
· Os títulos são obrigatórios e quando não tiver informação disponível explicitar o motivo;

As seções devem seguir a seguinte ordem:
1 - Identificação do resíduo químico e da empresa;
2 - Composição básica e identificação de perigos;
3 - Medidas de primeiros-socorros;
4 - Medidas de controle para derramamento ou vazamento e de combate a incêndio;
5 - Manuseio e armazenamento;
6 - Controle de exposição e proteção individual;
7 - Propriedades físicas e químicas;
8 - Informações toxicológicas;
9 - Informações ecológicas;
10 - Considerações sobre tratamento e disposição;
11 - Informações sobre transporte;
12 – Regulamentações;
13 - Outras informações.

Como elaborar um rótulo para o resíduo químico?

a) Resíduos químicos classificados como não perigosos:
· Nome do resíduo;
· Nome e telefone de emergência do gerador;

· A frase: “Este resíduo químico é classificado como não perigoso, conforme a Norma ABNT NBR 10.004, as Regulamentações de Transporte de Produtos Perigosos, e suas instruções complementares”.

b) Resíduos químicos classificados como perigosos:
· Pode ser elaborado com base em julgamento profissional, através nas informações presentes na FDSR do ingrediente que compõe ou informações em base de dados internacionais sobre ingredientes decorrentes do processo de geração de resíduo.

O que deve conter no rótulo do resíduo químico perigoso?
· Identificação do resíduo químico perigoso igual à FDSR;
· Telefone de emergência do gerador;
· Composição química;
· Informação de perigo;
· Frase de precaução;

· Outras informações*.
* Esta deve conter a seguinte frase obrigatória:
1- “ A Ficha com dados de segurança do resíduo químico (FDSR) perigoso pode ser obtida por meio de..."

Bibliografia
ABNT NBR 16725. 2011. “Resíduo químico – Informações sobre segurança, saúde e meio ambiente – Ficha com dados de segurança de resíduos químicos (FDSR) e rotulagem”.

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16 de agosto de 2013

Inovação e Solução para combate ao fogo

MANGUEIRA DE BICOS ICONOS ®

Uma técnica de extinção nova e eficiente
A mangueira de bico Iconos®  é uma verdadeira alternativa para a formação de escudos de água. Ela possui um emprego simples, rápido e eficiente, sendo apropriadas para diversos usos. A mangueira se estabiliza com a pressão da água na posição desejada, podendo ser empregada de forma flexível  em terrenos diversos e no subsolo. Com isso cria-se uma  grande capacidade de extinção independente das pessoas que a operem. No total são disponibilizados 8 bicos de substituição diferentes que podem ser rosqueados  na mangueira de forma simples, inclusive durante o uso. O produto é patenteado e feito em aço inoxidável e o material da mangueira insensível a produtos químicos.

Eficiente para:
·         Combater incêndios florestais, superfícies, aterros sanitários e tulhas;
·         Reter vapores e fluidos;
·         Impedir o alastramento do fogo;
·         Resfriar e  manter a umidade de objetos;
·         Reter o calor irradiado para a proteção de outros locais;
·         Absorver gases perigosos em suspensão;
·         Descontaminar e desinfetar objeitos e veículos;
·         Proteger preventivamente incêndios durante trabalhos de transvasamento de materiais perigosos ou durante reformas.

Técnicas de extinção que convencem
·         Instalação fácil e rápida – posição estável durante o uso;
·         Emprego tático flexível  - tanto em terrenos planos como em curvos ou de forma circular;
·         Excelente vedação na montagem das seções;
·         Grande capacidade de extinção independente das pessoas em serviço, funcionando de forma segura e  facilitando o trabalho do pessoal encarregado;
·         Empregável em diversas situações, como para paredes ou superfícies de água, graças a sua versatilidade;
·         Possibilidade de adição de agentes espumantes e de umedecimento;
·         Produto patenteado Made in Germany.
















Dados Técnicos
·         Mangueiras de tamanhos C,B,D,A e F;
·         Comprimento de 20 m;
·         Pressão de trabalho de 15 bar;
·         Pressão de ruptura de 50 bar;
·         Possível colocação de até 25 bicos de aço inoxidável  - a quantidade, espaçamento e força de operação podem ser determinadas por encomenda;
·         Disponíveis 8 bicos de substituição;
·         Mangueiras de bico tipo D – com um fluxo de água de 20 a 60l/min, para trabalhos de descontaminação ou combate a incêndio florestais por exemplo;
·         Mangueiras de bico tipo C – com fluxo de água de até 880 l/min, conexão de no Maximo duas mangueiras, já que o fluxo de água em mangueiras do tipo C é menor;
·         Mangueiras de bico tipo B – com fluxo de água de até 1.300 l/min, com ela é possível  unir diversas mangueiras entre si, já que sua seção transversal garante  bom fluxo.
·         Mangueiras de bico tipo A – com fulo de água de até 2.250 l/min, para uma parede espessa de água.
·         Mangueiras de bico tipo F – com um fluxo de água de até 8.200 l/min, para uma parede espessa de água.

O fluxo de água é medido para uma mangueira de 20 m de comprimento, a força da água depende da pressão e do bico.
Paredes de água espessas de até 20 metros não são mais um problema.


JUNTAS DE ENGATES DESLIZANTES  ICONOS ®

As juntas de engate deslizantes  Iconos®  é a solução mais fácil e efetiva quando trata-se de puxar ou deslocar mangueiras em escadarias, através de portas e na presença de cantos. A mangueira desliza de forma simples sobre os obstáculos , graças à sua forma cônica, dando ao grupo de combate um tempo valioso  para a extinção do fogo e para resgate de pessoas. Além disso a junta de engates deslizantes Iconos®  também é extremamente econômica. As juntas de união de mangueiras não se desgastam facilmente e a montagem em 3 passos economiza muito tempo.

Vantagens decisivas
·         Conexão mais simples e rápida de mangueiras, sem ferramentas especiais caras ou tubos;
·         Montagem no bocal Storz feita em 3 passos de forma simples e com ferramentas comuns;
·         Bocais antigos do tipo DIN podem ser adaptados sem problema;
·         As juntas de união não ficam presas em obstáculos ou nos recipientes para o transporte das mangueiras;
·         Grande economia devido à dispensa de aparelhos de união caros;
·         Excelente segurança;
·         Ganho de tempo em missões em recintos fechados;
·         Redução de danos materiais;
·         Produto patenteado Made in Germany

Dados Técnicos
·         Fabricada em alumínio;
·         Prensada a calor;
·         Mangueiras de tamanho C-42, C-52, B-75, A-110, Storz C-38, D-25 e C-65;
·         Para a montagem basta apenas uma chave sextavada 6mm;
·         Nenhuma ferramenta especial ou tubos são exigidos;
·         Apropriado para recipientes  de transportes e abrigo de mangueiras.

A mangueira passa facilmente por obstáculos graças as juntas de engate deslizante Iconos® 
Montagem simples em 3 passos simples – 1 encaixar mangueira, 2 enfiar junta de engate deslizante, 3 parafusar.


ACESSÓRIOS  ICONOS ®

Outras áreas de utilização e graus de eficiência.

Extremidade 90 ° ( adaptável )

Arco Circular de 180°

Válvula Giratória

Suporte de Montagem

Enrolador de Mangueira


Vantagens decisivas
·         Redução do desgaste de superfícies da mangueira e das juntas de união;
·         Menor uso de força para a inserção das mangueiras;
·         Carregamento mais rápido dos recipientes de transporte em missões e manobras de treinamento;
·         Carregamento mais rápido e simples de veículos e containers de transporte;
·         Ausência de coxins  de ar nas mangueiras no momento da inserção;
·         Utilizável para mangueiras de tipos D a F através de regulagem continua da largura;
·         Aduchamento exato de mangueiras em rolo ou bico utilizadas em trechos longos;
·         Estrutura robusta;

Assista ao vídeo




contatos pelos fones:
( 19 ) 3455-3320   ou   ( 19 ) 3454-2217
 

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13 de agosto de 2013

Vacina brasileira contra a Aids será testada em macacos

Uma vacina brasileira contra o vírus HIV, causador da Aids, começará a ser testada em macacos no segundo semestre deste ano. Com duração prevista de 24 meses, os experimentos têm o objetivo de encontrar o método de imunização mais eficaz para ser usado em humanos. Concluída essa fase, e se houver financiamento suficiente, poderão ter início os primeiros ensaios clínicos.

Denominado HIVBr18, o imunizante foi desenvolvido e patenteado pelos pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) Edecio Cunha Neto, Jorge Kalil e Simone Fonseca. Atualmente, o projeto é conduzido no âmbito do Instituto de Investigação em Imunologia, um dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs), um programa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), apoiado pela FAPESP no Estado de São Paulo.

O trabalho teve início em 2001, com apoio de um Auxílio Regular sob a coordenação de Cunha Neto. Em parceria com Kalil, o pesquisador analisou o sistema imunológico de um grupo especial de portadores do vírus que mantinham o HIV sob controle por mais tempo e demoravam para adoecer. No sangue dessas pessoas, a quantidade de linfócitos T do tipo CD4 – o principal alvo do HIV – permanecia mais elevada que o normal.

“Já se sabia que as células TCD4 são responsáveis por acionar os linfócitos T do tipo CD8, produtores de toxinas que matam as células infectadas. As TCD4 acionam também os linfócitos B, produtores de anticorpos. Mas estudos posteriores mostraram que um tipo específico de linfócito TCD4 poderia também ter ação citotóxica sobre as células infectadas. Os portadores de HIV que tinham as TCD4 citotóxicas conseguiam manter a quantidade de vírus sob controle na fase crônica da doença”, contou Cunha Neto.

Os pesquisadores então isolaram pequenos pedaços de proteínas das áreas mais preservadas do vírus HIV – aquelas que se mantêm estáveis em quase todas as cepas. Com auxílio de um programa de computador, selecionaram os peptídeos que tinham mais chance de serem reconhecidos pelos linfócitos TCD4 da maioria dos pacientes. Os 18 peptídeos escolhidos foram recriados em laboratório e codificados dentro de um plasmídeo – uma molécula circular de DNA.
Testes in vitro feitos com amostras de sangue de 32 portadores de HIV com condições genéticas e imunológicas bastante variadas mostraram que, em mais de 90% dos casos, pelo menos um dos peptídeos foi reconhecido pelas células TCD4. Em 40% dos casos, mais de cinco peptídeos foram identificados. Os resultados foram divulgados em 2006 na revista Aids.

Em outro experimento divulgado em 2010 na PLoSOne, em parceria com Daniela Rosa, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), e Susan Ribeiro, da FMUSP, os peptídeos foram administrados a camundongos geneticamente modificados para expressar moléculas do sistema imunológico humano. Nesse caso, 16 dos 18 peptídeos foram reconhecidos e ativaram tanto os linfócitos TCD4 como os TCD8.

“Fizemos o experimento com quatro grupos de camundongos. Cada um expressava um tipo diferente da molécula HLA (sigla da expressão em inglês para Antígenos Leucocitários Humanos), que está diretamente envolvida com o reconhecimento do vírus”, contou Cunha Neto.
O grupo então desenvolveu uma nova versão da vacina com elementos conservados de todos os subtipos do HIV do grupo principal, chamado grupo M, que mostrou-se capaz de induzir respostas imunes contra fragmentos de todos os subtipos testados até o momento. O trabalho foi conduzido durante o doutorado de Rafael Ribeiro.

“Os resultados sugerem que uma única vacina poderia, em tese, ser usada em diversas regiões do mundo, onde diferentes subtipos do HIV são prevalentes”, afirmou Cunha Neto.
No teste mais recente, feito com camundongos e ainda não publicado, os pesquisadores avaliaram a capacidade dessa nova vacina de reduzir a carga viral no organismo. “O HIV normalmente não infecta camundongos, então nós pegamos um vírus chamado vaccinia – que é aparentado do causador da varíola – e colocamos dentro dele antígenos do HIV”, contou Cunha Neto.

Nos animais imunizados com a vacina, a quantidade do vírus modificado encontrada foi 50 vezes menor que a do grupo controle. Agora estão sendo realizados experimentos para descobrir se, de fato, a destruição viral aconteceu por causa da ativação das células TCD4 citotóxicas.

“Vamos imunizar um camundongo e injetar o vírus modificado. Em seguida, separaremos os linfócitos produzidos e injetaremos em um segundo animal apenas as células TCD4. Um terceiro animal receberá apenas as células TCD8. Depois esses dois animais que receberam os linfócitos com o vírus modificado serão infectados – e um terceiro receberá apenas placebo – para podermos ver qual organismo é capaz de combater melhor o vírus”, explicou Cunha Neto.

Os cientistas estimam que, no estágio atual de desenvolvimento, a vacina não eliminaria totalmente o vírus do organismo, mas poderia manter a carga viral reduzida ao ponto de a pessoa infectada não desenvolver a imunodeficiência e não transmitir o vírus.

Segundo Cunha Neto, a HIVBr18 também poderia ser usada para fortalecer o efeito de outras vacinas contra a Aids, como a desenvolvida pelo grupo do imunologista Michel Nussenzweig, da Rockefeller University, de Nova York, feita com uma proteína do HIV chamada gp140.

“Em um experimento conduzido pela pesquisadora Daniela Rosa, observamos que a pré-imunização com a HIVBr18 melhora a resposta à vacina feita com a proteína recombinante do envelope do HIV gp140, que é a responsável pela entrada do vírus nas células. Uma vacina capaz de induzir a produção de anticorpos contra essa proteína poderia bloquear a infecção pelo HIV”, disse Cunha Neto.

Macacos Rhesus – A última etapa do teste pré-clínico será realizada na colônia de macacos Rhesus do Instituto Butantan – uma parceria que envolve as pesquisadoras Susan Ribeiro, Elizabeth Valentini e Vania Mattaraia. A vantagem de fazer testes em primatas é a semelhança com o sistema imunológico humano e o fato de eles serem suscetíveis ao SIV, vírus que deu origem ao HIV.

“Nosso objetivo é testar diversos métodos de imunização para selecionar aquele capaz de induzir a resposta imunológica mais forte e então poder testá-lo em humanos. Além da vacina de DNA originalmente criada, vamos colocar os nossos peptídeos dentro de outros vírus vacinais, como o adenovírus de chimpanzé, vacina da febre amarela ou o MVA, e selecionar a melhor combinação de vetores”, afirmou Cunha Neto.

Há dados que mostram, por exemplo, que a vacina com adenovírus recombinante contendo os mesmos 18 fragmentos do HIV em camundongos induz uma resposta imunológica de maior magnitude que a vacina de DNA.

Segundo Cunha Neto, o objetivo é verificar não apenas qual é a formulação que mais ativa os linfócitos TCD4 citotóxicos como também a que mais auxilia a resposta de linfócitos TCD8 e a produção de anticorpos contra a proteína gp140, do envelope do vírus.

O ensaio clínico de fase 1 deverá abranger uma população saudável e com baixo risco de contrair o HIV, que será acompanhada de perto por vários anos. Nesse primeiro momento, além de avaliar a segurança do imunizante, o objetivo é verificar a magnitude da resposta imune que ele é capaz de desencadear e por quanto tempo os anticorpos permanecem no organismo.

Se a HIVBr18 for bem-sucedida nessa primeira etapa da fase clínica, poderá despertar interesse comercial. A esperança dos cientistas é atrair investidores privados, uma vez que o custo estimado para chegar até terceira fase dos testes clínicos é de R$ 250 milhões. Até o momento, somando o financiamento da FAPESP e do governo federal, foi investido cerca de R$ 1 milhão no projeto.

(Fonte: Ambiente Brasil - 06/08/2013)


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Cerimonia de formatura Bombeiro Civil - Sta Bárbara D'Oeste e Limeira - SP

O Grupo Alpha Seg Treinamentos realizou no ultimo sábado 10/08 a Formatura da primeira turma de Bombeiro Profissional Civil de Santa Bárbara D'Oeste e Limeira - SP.

A cerimonia contou com a presença de autoridades da cidade e da região, e também com a presença do quadro de instrução da escola.
Os alunos passaram por 14 meses de treinamento em sala de aula com aulas teóricas e em campo com aulas praticas onde puderam aprender várias atividades relacionadas com primeiros socorros, resgate e atendimento a vitimas, combate a incêndio e vários outros procedimentos voltados para a área industrial.

Os alunos fizeram o convite ao Coordenador de Cursos Eduardo Mendes para ser o orador da turma enquanto Elisvaldo Pereira seria o Paraninfo, ambos Técnicos em Segurança do Trabalho - Bombeiro Profissional Civil.
Os demais instrutores foram Alexandre Pelozi - Técnico em Segurança do trabalho  e Bombeiro Profissional Civil, Marcos Bento - Bombeiro Profissional Civil e Guarda Vidas, Valéria de Paula - Enfermeira, Paulo Alves - Bombeiro Militar e Flavio Feitosa - Técnico em Segurança do Trabalho.

A cerimonia foi realizada na Casa do Médico na cidade de Limeira e teve inicio as 20:00h com a apresentação dos novos formandos, também contou com homenagens e com o tradicional batismo dos bombeiros usando jato d'água.

Hoje esses profissionais estão aptos as atuar nas empresas e indústrias onde for necessário o seu conhecimento, podendo também fazer o auxilio a corporações que assim solicitar pelo bem das comunidades.
Essa turma é composta em sua maioria por pessoas que já são técnicos em segurança do trabalho e dessa maneira já possuem um conhecimento prevencionista e com isso obtendo uma visão mais abrangente no que se diz respeito a prevenção de incêndios e atendimento emergencial de qualquer nível. - Diz o Coordenador Eduardo Mendes.

 Dentro da formação desses novos Bombeiros Civis estão as disciplinas:
- Legislação Aplicada I e II; - Atividades Operacionais de Bombeiro; - Fundamentos de Analises de Risco; - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva; - Equipamentos de Proteção Respiratória; - Primeiros Socorros; - Prevenção e Combate a Incêndio; - Equipamentos de Combate a Incêndio; - Combate a Incêndio;   - Comunicação Operacional; - Emergência Química; - Emergência em Elevadores; - Heliponto; - Emergência em Heliponto; - Salvamento Aquático; - Salvamento Terrestre; - Supervisores em Espaço Espaços Confinados; - Resgate em espaços Confinados; - Trabalho em Altura; - Resgate em Altura; - SPDA - Sistemas de Proteção a Descargas Atmosféricas; - Gerenciamento de Crises ( Suicidas ); - AVCB - Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros; - Isolamento de Local Sinistrado; - START - Simples Triagem e Rápido Tratamento; - Animais Peçonhentos e Plantas Toxicas; - Serviços em Eletricidade; - Serviços em GLP; - Sinalização e Isolamento Operacional; - Nós, Amarras e Ancoragens; - Meio Ambiente.





Desejamos muito sucesso a nova turma de bombeiros profissionais civis e ressaltamos que com a formatura vem a responsabilidade de auxiliar e zelar pela saúde e segurança das pessoas, seja dentro ou forma do nosso campo de trabalho.


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7 de agosto de 2013

NBR 16725 e suas descrições

Tudo o que está relacionado à produtos químicos remete a cuidados especiais com a segurança, saúde e meio ambiente, para padronizar o sistema de informação foi criada a Norma Brasileira NBR 16725 que estabelece regras no preenchimento da Ficha com Dados de Segurança de Resíduos Químicos.
A norma foi elaborada pelo Comitê Brasileiro de Química (ABNT/CB-10) e tem como objetivo comunicar seus perigos a todos aqueles expostos a agentes químicos, principalmente trabalhadores que os manipulam nas mais diversas atividades.

Para falar sobre este assunto o Portal Produtos Perigosos conversou com o consultor ambiental da empresa ATPP Produtos Perigosos Paulo Henrique Tirado.

De acordo com Paulo Tirado a NBR 16725 foi criada em 2011. "A Primeira Edição desta norma foi publicada em 06 de janeiro de 2011. Contudo, até 18 meses após sua publicação, seu uso foi opcional. Passados 18 meses, as fichas e rótulos de resíduos passaram a ser elaborados de acordo com a norma, o que ocorre desde julho de 2012. Até o presente momento, em conformidade com a ABNT, não existem revisões, emendas ou erratas referentes à esta norma."

O uso da Ficha está diretamente ligado ao transporte e manuseio de produtos químicos perigosos, alguns setores específicos estão relacionados a aplicação da Norma.
"Em todos os segmentos que gerem resíduos químicos e, quando tratamos deste termo, nos referimos aos produtos perigosos, produtos controlados e produtos agressivos ao meio ambiente.
Em conformidade com a norma, para resíduos químicos não classificados como perigosos, não há obrigatoriedade da FDSR.

Esta norma se aplica também a materiais contaminados com produtos ou resíduos químicos, tais como, embalagens, filtros, materiais absorventes, etc.
O gerador de qualquer tipo de resíduo químico deve fornecer informações essenciais sobre os seus perigos, incluindo informações sobre o transporte, manuseio, armazenagem e procedimentos de emergência, ao receptor destes resíduos, os trabalhadores, empregadores, profissionais da saúde e segurança, pessoal de emergência e outras partes envolvidas com o resíduo químico, possibilitando que eles tomem medidas necessárias relativas à segurança, saúde e meio ambiente." comenta Tirado.

A empresa que produz o produto ou gera resíduo químico deve ter um profissional apto para o preenchimento correto da Ficha com Dados de Segurança de Resíduos Químicos, assim explica Paulo. " Para elaboração da FDSR e do rótulo torna-se necessário que o profissional possua conhecimentos técnicos do resíduo químico em relação aos requisitos da norma, ou seja, química, saúde, segurança e meio ambiente,
Recentemente, o Conselho Federal de Química – CFQ, publicou a Resolução Normativa nº 252, a qual dispõe que a Ficha com Dados de Segurança de Resíduos Químicos (FDSR) deve ser avaliada e emitida por profissionais da Química registrados em CRQs."
 O setor da saúde é um dos segmentos que deve utilizar a FDSR, pois gera vários tipos de resíduos, desde medicamentos vencidos, micro-organismos infectantes e, até mesmo, material radioativo.

No caso de manuseio ou mesmo descarte incorreto dos produtos químicos perigosos é considerado crime ambiental e o infrator deve ser punido, assim explica Paulo Tirado.
"A Lei Federal nº 9605/98 (Crimes Ambientais), regulamentada pelo Decreto Federal nº 6514/08, estabelece que é crime ambiental:

- Produzir, processar, embalar, importar, exportar, comercializar, fornecer, transportar, armazenar, guardar, ter em depósito ou usar produto ou substância tóxica, perigosa ou nociva à saúde humana ou ao meio ambiente, em desacordo com as exigências estabelecidas em leis ou em seus regulamentos:

- Incorre nas mesmas penas quem abandona os produtos ou substâncias referidas no caput, descarta de forma irregular ou os utiliza em desacordo com as normas de segurança.

- Se o produto ou a substância for nuclear ou radioativa, a multa é aumentada ao quíntuplo.
Penas: De 01 à 04 anos de reclusão e multa que pode variar entre R$ 500,00 e R$ 2.000.000,00.
Além disso, ficará o infrator obrigado à reparar o dano ambiental causado."

(Fonte: Redação Produtos Perigosos - 28/07/2013)
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3 de agosto de 2013

Escutar som muito alto pode causar perda irreversível da audição

Preservar a audição e proteger o ouvido ajuda a evitar problemas. Audição perdida é irreversível se as células auditivas morrerem.

Sons que estão presentes no dia a dia, como o de uma avenida movimentada, o apito do guarda de trânsito e as buzinas podem provocar problemas no ouvido. Por isso, é importante protegê-lo e preservar a audição para evitar perda no futuro.

Falta de cuidados, muita exposição a som alto e explosões e uso constante de fones de ouvido podem causar perda irreversível da audição, segundo a otorrinolaringologista Tanit Sanchez. O volume máximo pode causar prazer a algumas pessoas, mas de acordo com a pediatra Ana Escobar, essa sensação passa rapidamente e o que fica é a destruição das células auditivas.

Essa audição perdida, seja por causa de ruídos fortes ou pelo envelhecimento, jamais será recuperada se as células auditivas tiverem morrido. Por isso, é importante utilizar os fones com moderação e não escutar música muito alta ou por muito tempo.

 

POR DENTRO DO OUVIDO

1. Pelos: Formam uma teia que protege o ouvido da entrada de insetos e corpos estranhos;

2. Canal Auditivo: É o duto que leva o som até o tímpano. Também serve para proteger a membrana.

3. Cera: Protege a pele, impermeabiliza o canal auditivo, impede a reprodução de fungos e bactérias e evita doenças como micoses e otites. Não deve ser removida.

4. Tímpano: É uma membrana delicada e mais fria que uma folha de papel e serve para separar o ouvido externo do médico. Se perfurado, pode haver perda de até 60% da audição e mais risco de infecção.

5. Ossos do Ouvido: São três: Martelo bigorna e estribo. Fazem a comunicação do tímpano com a cóclea e transmitem o som.

6. Cóclea: Dentro dela, há um líquido e, em seu revestimento interno, diversos cílios (pelos) que captam o som pelo movimento desse líquido.
 
                                               

Quando o som está muito perto da orelha, ele é mais prejudicial porque vai direto para o tímpano.

Quando está propagado em um ambiente, como o interior de um carro, sofre interferência da janela, dos bancos e de toda a estrutura do automóvel até chegar ao tímpano, dessa vez com menor pressão sonora.

Assim como o resto do corpo, o ouvido também envelhece e, a partir dos 50 anos, as células auditivas começam a morrer. Esse envelhecimento, porém, não causa perda total da audição a não ser que esteja associado a outras doenças.

                                            

Problemas como diabetes, colesterol alto e pressão alta podem acelerar o processo de perda auditiva porque as três doenças diminuem a circulação do sangue no único vaso do ouvido, responsável pela nutrição.

Isso acontece porque os alimentos gordurosos aumentam o colesterol, deixando esse sangue com mais gordura e, consequentemente, com mais dificuldade para passar por esse vaso. Por isso, é bom evitar muito café, gorduras e doces.

Outra complicação que pode acontecer como consequência da perda auditiva é o comprometimento da memória. Pesquisas recentes mostram que as pessoas conseguem recordar momentos, mas não sons. Ou seja, preservar a audição é também preservar um pouco da memória.

Já pessoas que sentem tontura não devem confundi-la com labirintite. Apesar da maioria das tonturas serem de origem do labirinto, existem também causas neurológicas, vasculares e cardíacas. Por isso, é importante procurar um médico.

O médico também pode solicitar um exame de audiometria, que deve ser realizado, no mínimo, uma vez ao ano para medir a saúde do ouvido. Pessoas que trabalham em locais com muito barulho podem reduzir esse prazo para 6 meses.

Os cuidados também envolvem a limpeza e, ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, a cera não é sujeira. Ela funciona como um mecanismo de defesa do ouvido e protege contra infecções de bactérias e fungos.

Para limpar, a pediatra Ana Escobar recomenda retirar apenas a cera do lado externo do ouvido, quando já está visível, mas não todos os dias.

Não é indicado colocar bastonetes dentro do ouvido porque eles podem causar lesões e infecções nos tímpanos. Outra maneira é enxugar a região com a toalha depois do banho.



Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2012/06/escutar-som-muito-alto-pode-causar-perda-irreversivel-da-audicao.html





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Definida a competência para preenchimento do PPP relativo ao trabalhador avulso.


Nota IOB & Infomatic : No caso de trabalhador avulso, o Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP) deverá ser emitido pelo órgão gestor de mão de obra ou pelo sindicato da categoria, no caso de trabalhador avulso portuário que exerça suas atividades na área dos portos organizados, e pelo sindicato da categoria, no caso de trabalhadores avulso portuário, que exerça suas atividades na área dos terminais de uso privado, e não portuário.

Instrução Normativa INSS nº 69, de 09.07.2013 – Altera a redação do § 4º do art. 272 da Instrução Normativa nº 45/PRES/INSS, de 6 de agosto de 2010.

Fundamentação legal:
Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991;
Lei nº 12.815, de 5 de junho de 2013;
Decreto nº 3.048, de 6 de maio de 1999; e
Decreto nº 8.033, de 27 de junho de 2013.

O Presidente Substituto do Instituto Nacional do Seguro Social – INSS, no uso da competência que lhe confere o Decreto nº 7.556, de 24 de agosto de 2011, e

Considerando a necessidade de estabelecer rotinas para uniformizar a análise dos processos de reconhecimento, de manutenção e de revisão de direitos dos beneficiários da Previdência Social, para melhor aplicação das normas jurídicas pertinentes,

Resolve:

Art. 1º Fica alterada a redação do § 4º do art. 272 da Instrução Normativa nº 45/PRES/INSS, de 6 de agosto de 2010, que passa a vigorar com a seguinte redação:

“Art. 272. …..

§ 4º O PPP deverá ser emitido pela empresa empregadora, no caso de empregado; pela cooperativa de trabalho ou de produção, no caso de cooperado filiado; pelo órgão gestor de mão-de-obra ou pelo sindicato da categoria, no caso de trabalhador avulso portuário que exerça suas atividades na área dos portos organizados e pelo sindicato da categoria, no caso de trabalhador avulso portuário que exerça suas atividades na área dos terminais de uso privado e do não portuário.” (NR).

Art. 2º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação.

Fonte: Diário Oficial da União, Seção 1, Edição 131. p. 47, 10.07.2013


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1 de agosto de 2013

O que são DST - Doenças sexualmente transmissíveis

O que são DST

As doenças sexualmente transmissíveis (DST) são transmitidas, principalmente, por contato sexual sem o uso de camisinha com uma pessoa que esteja infectada, e geralmente se manifestam por meio de feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas. As mais conhecidas são gonorreia e sífilis.

Algumas DST podem não apresentar sintomas, tanto no homem quanto na mulher. E isso requer que, se fizerem sexo sem camisinha, procurem o serviço de saúde para consultas com um profissional de saúde periodicamente. Essas doenças quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, podem evoluir para complicações graves, como infertilidades, câncer e até a morte.

Usar preservativos em todas as relações sexuais (oral, anal e vaginal)  é o método mais eficaz para a redução do risco de transmissão das DST, em especial do vírus da aids, o HIV. Outra forma de infecção pode ocorrer pela transfusão de sangue contaminado ou pelo compartilhamento de seringas e agulhas, principalmente no uso de drogas injetáveis. A aids e a sífilis também podem ser transmitidas da mãe infectada, sem tratamento, para o bebê durante a gravidez, o parto. E, no caso da aids, também na amamentação.

O tratamento das DST melhora a qualidade de vida do paciente e interrompe a cadeia de transmissão dessas doenças. O atendimento e ao tratamento são gratuitos nos serviços de saúde do SUS.

Sintomas das DST

As doenças sexualmente transmissíveis (DST) são muitas e podem ser causadas por diferentes agentes. Apesar disso, elas podem ter sintomas parecidos. Veja, abaixo, os principais sintomas das doenças mais comuns.

Sintomas: Corrimento pelo colo do útero e/ou vagina (branco, cinza ou amarelado), pode causar coceira, dor ao urinar e/ou dor durante a relação sexual, cheiro ruim na região.
DST prováveis: Tricomoníase, gonorreia, clamídia.

Sintomas: Corrimento pelo canal de onde sai a urina, que pode ser amarelo purulento ou mais claro - às vezes, com cheiro ruim, além de poder apresentar coceira e sintomas urinários, como dor ao urinar e vontade de urinar constante.
DST prováveis: Gonorreia, clamídia, tricomoníase, micoplasma, ureoplasma.

Sintomas: Presença de feridas na região genital (pode ser uma ou várias), dolorosas ou não, antecedidas ou não por bolhas pequenas, acompanhadas ou não de “íngua” na virilha.
DST prováveis: Sífilis, cancro mole, herpes genital, donovanose, linfogranuloma venéreo.

Sintomas: Dor na parte baixa da barriga (conhecido como baixo ventre ou "pé da barriga") e durante a relação sexual.
DST prováveis: Gonorreia, clamídia, infecção por outras bactérias.

Sintomas: Verrugas genitais ou “crista de galo” (uma ou várias), que são pequenas no início e podem crescer rapidamente e se parecer como uma couve-flor.
DST prováveis: Infecção pelo papilomavírus humano (HPV)

Não sinta vergonha de conversar com o profissional de saúde e tirar todas as dúvidas sobre sexo ou qualquer coisa diferente que esteja percebendo ou sentindo. É direito de todo brasileiro buscar esclarecimento e informações durante o atendimento de saúde.

Quais são as DST - Doenças sexualmente transmissíveis

    AIDS
    Cancro mole
    Clamídia e Gonorreia
    Condiloma acuminado (HPV)
    Doença Inflamatória Pélvica (DIP)
    Donovanose
    Hepatites virais
    Herpes
    Infecção pelo Vírus T-linfotrópico humano (HTLV)
    Linfogranuloma venéreo
    O que é aids
    Sífilis
    Tricomoníase

Para saber mais detalhes sobre cada uma das DST acesse o link  

 http://www.aids.gov.br/pagina/dst-1

Por que alertar o parceiro

O controle das doenças sexualmente transmissíveis (DST) não se dá somente com o tratamento de quem busca ajuda nos serviços de saúde. Para interromper a transmissão dessas doenças e evitar a reinfecção, é fundamental que os parceiros sejam testados e tratados com orientações de um profissional de saúde.

Os parceiros devem ser alertados sempre que uma DST é diagnosticada. É importante repassar a eles informações sobre as formas de contágio, o risco de infecção, a necessidade de atendimento em uma unidade de saúde e a importância de evitar contato sexual até que o parceiro seja tratado e orientado.




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PCMAT e PPRA



Aqui vamos tirar algumas duvidas em relação ao PPRA e PCMAT a pedido de alguns TST. Esperamos ter sanado as duvidas.


QUAL A DIFERENÇA ENTRE PCMAT E PPRA?

A diferença é que o PCMAT ( (Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção ) é um programa mais detalhado do que o PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais).
O PCMAT é elaborado para proporcionar ações e medidas de segurança do trabalho em todas as fases da obra. Ele envolve projeto de proteção coletiva que deve ser elaborado por Engenheiro.

O PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais) é um programa mais genérico, não é tão detalhado como o PCMAT. Até por que não é feito visando o risco por etapa como o PCMAT.

O PPRA é necessário para todas as empresas. Para obras é necessário quanto a mesma tem menos de 20 funcionários. Quando a direção da obra passa a saber que será pico de 20 ou mais, passa a ser obrigatório ter o PCMAT.


QUAL A VALIDADE DO PCMAT?

O PCMAT deve ser elaborado antes do início das atividades. Ele contempla os riscos de todas as etapas da obra, e por isso não tem validade definida.

Periodicamente o PCMAT deve passar por uma reavaliação global. Na reavaliação deve ser observado seu desenvolvimento, e também se ele está atendendo plenamente o objetivo para o qual foi elaborado. Se houver necessidade, deve ser feito ajustes necessário estabelecendo novas metas e prioridades de segurança.


A OBRA QUE TEM PPRA TAMBÉM PRECISA TER PCMAT?

A elaboração do PCMAT não desobriga a empresa de ter que cumprir as exigências do PPRA.

Segundo o item 18.3.11 da NR 18, O PCMAT deve contemplar as exigências contidas na NR 9 – Programa de Prevenção e Riscos Ambientais. Isso significa que o PPRA deverá constar dentro do PCMAT ou seja, eles formam um único programa de prevenção. Um programa está intimamente ligado ao outro.


QUANTO TEMPO É NECESSÁRIO GUARDAR O PCMAT

A exemplo do que ocorre com o PPRA, o PCMAT deve ser guardado por no mínimo 20 anos. NR 9 item 9.3.8.2.


PARA QUE SERVE O PCMAT?

O PCMAT é um programa que estabelece procedimentos de ordem administrativa, de planejamento e de organização, que objetivam a implantação de medidas de controle e sistemas preventivos de segurança nos processos, nas condições e no meio ambiente de trabalho na Indústria da Construção.

Resumindo, o PCMAT dita uma serie de medidas de segurança a serem adotadas durante o desenvolvimento da obra. Esses procedimentos de segurança, que visam antecipar os riscos. Para possam ser definidos estratégias para evitar acidentes de trabalho e o aparecimento de doenças ocupacionais.



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